O Maior Amor do Mundo

O Maior Amor do Mundo 2010-05-22 Francisco

Título original: (O Maior Amor do Mundo)

Lançamento: 2006 (Brasil)

Direção: Cacá Diegues

Atores: José Wilker, Taís Araújo, Sérgio Britto, Léa Garcia.

Duração: 106 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

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(14 votos)

                   

Sinopse

Antônio (José Wilker) é um famoso astrofísico brasileiro, que trabalha também como professor em uma universidade americana. Pouco antes de retornar ao Brasil, onde receberá uma homenagem do governo, Antônio recebe a notícia de sofre de um tumor fatal no cérebro. Já no Rio de Janeiro, ele descobre a verdadeira identidade de seus pais biológicos e a surpreendente história de amor entre eles, o que faz com que entre em uma jornada pessoal pela cidade.

 

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Elenco

José Wilker

(Antônio)

Taís Araújo

(Luciano)

  • Sérgio Britto (Maestro)
  • Léa Garcia (Zezé)
  • Sérgio Malheiros (Mosca) Marco Ricca (Maestro - jovem)
  • Deborah Evelyn (Carolina)
  • Max Fercondini (Antônio - jovem)
  • Clara Carvalho (Sônia)
  • Guida Vianna (Irene)

Comentários

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Isabel Carvalho B. Paza em 06/01/2006Nota: 1     

Não sei criticar cinema, porém fui ver este filme com muita espectativa e saí com vontade maior ainda de ver um bom filme. Um filme que trate de valores, que seja realista sem pesar nas imagens nem nos palavrões. Um filme que eu possa indicar pra minha amiga puritana que tem um preconceito contra os filmes brasileiros por causa das cenas pesadas, e dizer a ela que pode ir que é um filme como Abril despedaçado, objetivo, realista com arte e Lindo!

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Michel Julierme Inácio Almeida em 14/01/2006Nota: 3.5     

O filme brasileiro retrata a história de um astrofísico (encenado por José Wilker) que vitimado pelo um câncer fatal no cérebro, tenta descobrir fragmentos de sua história. Levando para o lado da análise Econômica, consegui inferir que:Ø Em uma das senas do filme, Antônio percebe que poderia estar no lugar de Mosca (neto da Dona Santinha) se não fosse resgatado pelo seu pai, nesse momento fica evidente que todos temos capacidades para sermos o que quisermos, a única diferença potencial que nos impede a alçarmos vôos maiores é a diferença de oportunidades que nos distanciam de nossos possíveis potenciais de crescimento. Ø Antônio acostumado com a vida nos EUA fica abismado pela falta de saneamento, oportunidades, ou seja, o mínimo de dignidade, que os moradores daquele local são submetidos, isso fica evidente nas senas próximas a queda do pai da mulata representada por Thaís Araújo (por quem Antônio se apaixona); Daí sua repentina virada de atitude, quando decide deixar pra lá toda sua inibição e investir em um novo amor. Ø Fica evidente a necessidade intrínseca que ele sente em ajudar de alguma forma aquelas pessoas, certamente a sena que melhor retrata a necessidade de Justiça Social (distribuição de renda) é a que ele se encontra com a figura de sua mãe na beira do rio onde nasceu, e diz que: "Enquanto o mundo for essa Merda, ninguém merece receber medalhas".Contudo, o filme O MAIOR AMOR DO MUNDO, traz uma reflexão de valores substanciais, demonstrando assim que muitas vezes em nossas vidas temos que deixar de lado nosso mundinho medíocre e nos atentarmos as coisas que verdadeiramente interação, e não deixar-nos iludir com "O Pão e Circo" que nossos governantes nos fornecem (copa do mundo), além de lutar por mudanças sociais (morte do amigo de Antonio no Governo Militar).

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Vanessaa em 09/01/2006Nota: 4.5     

O filme é maravilhoso. A interpretação do Marcus Ricca está fantástica e por incrível que pareça, achei que José Wilker, apesar de um um grande ator, deixou a desejar...Emoção? Faltou emoção? Mas o que mais me chamou a atenção foi uma "falha" de direção. Nos momentos em que havia diálogo em inglês, apesar de básico, não tinha legenda...acho que perdeu-se um pouco da história de Antonio, quando por ex. ele está tendo aula em inglês e podíamos ter entendido um pouco mais do que ele "amava"!

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Ana Cláudia Medeirosa em 02/01/2006Nota: 5     

Gostei do filme porque hoje em dia, a maioria dos filmes tem quase a mesma história e pouco mostra a realidade. Não é o caso deste que te prende do ínicio ao fim. A história é muito boa!

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Tânia Ribeiroa em 11/01/2006Nota: 5     

Lindo! É um filme lindo, sensível. O Brasil, com a entrada de verba americana passou a poder desenvolver todo o talento que tinhamos e estava inibido pelas poucas produções. Passamos a conhecer melhor cada talento. Seja de 'Roteiro' (bárbaro este!) de 'Direção' (indiscutível) e podemos apreciar trabalhos de atores como José Wilker, Marco Rica, Sérgio Britto, Thaís Araújo e de estreantes como Sérgio Malheiros (Mosca). Imperdível!

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Lázaro Cardoso em 10/01/2006Nota: 2.5     

A história tenta ser cheia de nuances e é muuuito chata. Cenas longas demais. É impressionante como a Globo filmes participa de produções em que os figurantes olham para a câmera,(cena do José Wilker no centro da cidade)muuuito amador. José Wilker como sempre, tá ótimo.

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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 12/01/2006Nota: 4     

O nascimento de Antonio (José Wilker) ocorreu no dia fatídico em que o Brasil foi derrotado pelo Uruguai, no final da Copa do Mundo de 1950. A importância da data deve-se ao fato de que o pai de Antonio (Marco Ricca quando jovem e Sergio Brito quando idoso) contava o fato a cada aniversário do filho. Na verdade, o pai de Antonio o culpava pela morte de sua mãe, seu único e grande amor na vida, quando do seu nascimento. Antonio que foi concebido numa relação extra-conjugal, com a morte de sua mãe foi trazido para ser criado pela esposa de fato e de direito de seu pai. O interesse de Antonio era o de descobrir a lógica dos fenômenos da astrofísica. Conseguiu uma bolsa e foi estudar nos EUA. Sua volta ao Brasil deve-se a uma homenagem aos seus trabalhos científicos por parte do governo brasileiro. Esta é a explicação oficial. A real razão do retorno do astrofísico a seu país natal é que ele tem um tumor cerebral inoperável. Seu tempo de vida está se esgotando e seu objetivo torna-se o conhecimento do seu passado. Dirige-se ao lar de idosos no qual o seu pai se encontra e pergunta sobre a sua mãe verdadeira. Ao descobrir que ela vivera na periferia da cidade do Rio de Janeiro, o nosso herói dirige-se à região onde dona Zezé (Léa Garcia), amiga da sua falecida mãe, possa contar sobre a vida de sua mãe. O astrofísico descobre que nasceu à beira de um córrego próximo a casa de dona Zezé, que atualmente é uma espécie de lixão. E é justamente nesse local que Antonio irá viver uma paixão tórrida com Carolina (Deborah Evelyn), vai fumar o seu primeiro baseado com um menor traficante, enfim, vai aprender o modus vivendi da periferia, local de suas origens. A vida vale por alguns momentos de felicidade, mesmo que depois a gente fique apenas na possibilidade de recordá-los, assim argumenta o pai de Antonio. O mesmo pode ser dito em relação à jornada de Antonio. Como é de conhecimento geral, Cacá Diegues é um indivíduo que preza o humanismo como a única saída para os problemas do ser humano na sua conturbada existência. E é justamente esse foco que ele lança sobre o seu personagem que para tentar escapar do conhecimento de aspectos de sua vida vai procurar achar uma ordenação nas leis do universo. Atuação impecável de José Wilker. Música belíssima de Chico Buarque. Filme para se ver e rever.

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Muaro em 07/01/2006Nota: 3     

Acredito que este seja o caminho do cinema nacional, diálogos curtos e sem muita interpretação...O roteiro foi muito bem elaborado. O final deixou a desejar, acredito que poderia ser um pouco melhor. Exagerou no tocante a miséria e exploração econômica.

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Monisea em 13/01/2006Nota: 5     

Maravilhoso filme, de uma sensibilidade latente, a humanidade do filme é encantadora, os ângulos da câmera resgatam bem o sentimento intimista do personagem central, brilhantemente atuado por Wilker. Portanto quem tiver a oportunidade de assistir, assista, vale a pena.

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Fábio H. Gibelli em 04/01/2006Nota: 0.5     

Desculpem-me os admiradores, mas eu fico indignado e até msm com nojo as vezes pelo cinema nacional. Este filme por exemplo, de belo só tem o título! Pena q isso não basta para me prender. Acho triste uma sala de cinema inteira rir ao ver cenas deprimentes como a do GAROTO Mosca ensinando o tio Antônio (protagonista) a fumar maconha!!! Fala SÉRIOOOOOOOOOOOOOOOO!Já falei, nada contra quem gosta, mas eu vivo tentando mudar minha opinião qto a filmes brasileiros... só q a cada tentativa, uma frustração. É sempre a msm baixaria, desrespeitoso, pornográfico, e cheio de cenas estupidamente desnecessárias, as quais em MINHA opinião só evidencia o pq de sermos um país cuja "Sétima Arte" é um fiasco, tentando sempre se superar e mostrar-se ao mundo. Algumas obras eu aplaudo sim, não estou generalizando. Mas infelizmente, a repugnância é maior doq a aprovação. Eu espero mais doq um belo e competente ator de novela global atuando e mostrando só nossas mazelas e podridão. Se fizessem isso com alguma intenção de mudar... uma ação social... mas não, é só a fins lucrativos igual. Deprimente!

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