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O Mágico de Oz |
Após ser capturada por um tornada, uma garota precisa encontrar o caminho de volta para casa em um mundo mágico, com bruxas e seres estranhos. Dirigido por Victor Fleming (...E o Vento Levou) e com Judy Garland no elenco. Vencedor de 2 Oscars.
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Ficha
Técnica
Título Original: The Wizard of Oz
Gênero: Musical
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1939
Estúdio: Metro-Goldwyn-Mayer
Distribuição: Metro-Goldwyn-Mayer / Warner Bros.
Direção: Victor
Fleming
Roteiro: Noel Langley, Florence Ryerson e Edgar allan Woolf,
baseado em livro de L. Frank Baum
Produção: Mervyn LeRoy
Música: Harold Arlen
Fotografia: Harold Rosson
Desenho de Produção: Malcolm Brown, William
A. Horning e Jack Martin Smith
Direção de Arte: Cedric Gibbons
Figurino: Edwin B. Willis
Edição: Blanche Sewell
Elenco
Judy Garland (Dorothy Gale)
Frank Morgan (Prof. Marvel / Mágico de Oz / Guarda de Oz
/ Porteiro da Cidade de Esmeraldas)
Ray Bolger (Hunk / Espantalho)
Bert Lahr (Zeke / Leão)
Jack Haley (Hickory / Homem de Lata)
Billie Burke (Glinda)
Margaret Hamilton (Srta. Gulch / Bruxa Má do Oeste)
Charley Grapewin (Tio Henry)
Pat Walshe (Nikko)
Clara Blandick (Tia Em)
Sinopse
Em Kansas vive Dorothy Gale (Judy Garland), uma aluna de 11
anos que vive na fazenda dos seus tios Henry (Charley Grapewin)
e Em (Clara Blandick). Após o cão de Dorothy, Totó,
"atacar' a insuportável Srta. Gulch (Margaret Hamilton),
que, irritada, vai até Henry e Em com uma ordem judicial
que a autoriza pôr o Totó "para dormir".
Apesar dos apelos de Dorothy, os tios dela se sentem obrigados em
cumprir a lei, então Gulch pega Totó e o coloca em
uma cesta na bicicleta dela. Porém o cachorro foge e corre
de volta para a fazenda. Temendo que Gulch volte para pegar Totó,
Dorothy foge. Na estrada conhece o professor Marvel (Frank Morgan),
um adivinho falso que deixa Dorothy fascinada com seus "dons".
Ele entende que Dorothy fugiu de casa, então sutilmente a
persuade para voltar para casa. Porém, quando Dorothy e Totó
voltam, surge um tornado enorme, que se move pelas planícies
na direção da fazenda. Os colonos Zeke (Bert Lahr),
Hickory (Jack Haley) e Hunk (Ray Bolger) correm com Em e Henry para
um abrigo, fechando as portas antes de verem Dorothy, que não
teve tempo de se proteger com eles. Dorothy corre para dentro da
casa, quando uma tela de janela arrancada pelo vento voa através
do quarto e bate na sua cabeça. Logo ela descobre que a casa
da fazenda foi arrancada do chão pelo ciclone e está
sendo levada para o centro do tornado. Olhando pela janela, vê
voando com a força do vento os animais de fazenda, um homem
remando um barco e até mesmo uma mulher idosa, que calmamente
tricota na cadeira de balanço. Dorothy também vê
Gulch pedalando sua bicicleta, mas de repente se transforma em uma
bruxa horrorosa montando uma vassoura e usando um chapéu
pontudo. A casa começa a descer, girando até o solo
e aterrissando com um estrondo. Apreensiva, ela abre a porta da
casa e seus olhos se deslumbram com um lugar maravilhoso. Dorothy
tem certeza que não está mais no Kansas, principalmente
quando, através de uma bolha colorida, surge Glinda (Billie
Burke), a Bruxa do Norte, perguntando se Dorothy era uma bruxa boa
ou má. O motivo da pergunta é que os munchkins, os
pequenos habitantes daquele lugar, disseram a Glinda que uma bruxa
derrubara uma casa sobre a Bruxa Má do Leste, matando-a e
os libertando-os de suas maldades. A Bruxa do Leste foi esmagada
e agora só se pode ver suas pernas, que usava mágicos
sapatos de rubi. Porém uma nuvem de fumaça vermelha
anuncia a chegada da Bruxa Má do Oeste, que é igual
à Srta. Gulch, e ameaça Dorothy tentando arrebatar
os sapatos de rubi, que permanecem nos pés da sua irmã
morta. Entretanto a Bruxa do Oeste não tem nenhum real poder
na terra dos munchkins e, antes que possa pôr as mãos
nos sapatos mágicos, eles surgem nos pés de Dorothy,
graças a uma magia de Glinda. A bruxa jura vingança
diante de uma terrificada Dorothy, antes de desaparecer em outra
nuvem de fumaça vermelha. Dorothy conta para Glinda que ela
quer ir para sua casa no Kansas. Glinda não pode ajudá-la,
só o grande e Todo-Poderoso Mágico de Oz (Frank Morgan).
Glinda diz que ele tem este poder e Dorothy busca a ajuda dele na
Cidade de Esmeraldas, onde ele reside. Glinda aponta para ela a
Estrada de Tijolos Amarelos e lhe diz para seguir este caminho para
chegar na Cidade de Esmeraldas. Antes de partir Glinde diz para
ela nunca tirar os sapatos. No caminho conhece um espantalho (Ray
Bolger) que quer ter um cérebro e, como visitará um
mago, pode ser que ele arrume um cérebro para o espantalho,
assim resolvem viajar juntos. Mais adiante encontram um homem de
lata (Jack Haley), que anseia por um coração, então
os três passam a viajar juntos. Logo depois se deparam com
um leão covarde (Bert Lahr), que quer ter coragem, então
o quarteto fica mais do que determinado em achar o mágico
de Oz.
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Premiações
- Ganhou 2 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Trilha Sonora
e Melhor Canção Original ("Over the Rainbow").
Foi ainda indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme, Melhor
Direção de Arte, Melhores Efeitos Especiais e Melhor
Fotografia - Colorida.
Curiosidades
- A MGM pagou a L. Frank Baum a quantia de US$ 75 mil pelos direitos
de adaptação cinematográfica de seu livro,
uma quantia recorde na época.
- O Mágico
de Oz teve 4 diretores. Richard Thorpe iniciou as filmagens
e rodou por várias semanas até ser demitido pelos
produtores, que consideraram seu trabalho insatisfatório.
Nenhuma das cenas rodadas por Thorpe foi incluída na versão
final do filme.
- Ainda em busca
de um diretor substituto, os produtores contrataram George Cukor
como diretor temporário. Victor Fleming assumiu a direção
logo em seguida, mas teve que abandoná-la após ser
contratado para dirigir ...E
o Vento Levou.
- Após
a saída de Fleming, King Vidor foi contratado para rodar
as sequências restantes. Vidor basicamente apenas rodou as
cenas em preto e branco, situadas em Kansas.
- O roteiro de
O Mágico de Oz foi escrito tendo em mente o ator
W.C. Fields para interpretar o mágico de Oz, porém
o produtor Mervyn LeRoy procurou antes Ed Wynn, que recusou o papel.
LeRoy ofereceu então um salário de US$ 75 mil a Fields,
que recusou e pediu US$ 100 mil. Foi a vez então do produtor
recusar a oferta.
- Frank Morgan
chegou a fazer um teste com uma maquiagem que deixava o Mágico
de Oz parecido com o do livro de L. Frank Baum, mas esta foi descartada.
Ocorreram mais 5 testes até se chegar à caracterização
final do personagem.
- Inicialmente
seria a atriz Gale Sondergaard quem interpretaria a Bruxa Má
do Oeste, fazendo uma personagem glamourosa e sedutora como a bruxa
má de Branca
de Neve e os 7 Anões (1937). Posteriormente os produtores
decidiram que a Bruxa Má do Oeste, assim como a grande maioria
das bruxas, teria que ser também feia. Foi quando a atriz
desistiu da personagem, por não concordar em aparecer feia
no filme.
- Ray Bolger
inicialmente foi escalado para interpretar o Homem de Lata. Foi
após muita insistência do ator que ele conseguiu mudar
de papel e interpretar o Espantalho, personagem o qual seu ídolo
de infância, Fred Stone, interpretara em 1902.
- Buddy Ebsen,
que inicialmente interpretaria o Espantalho, iria interpretar o
Homem de Lata após a mudança pedida por Ray Bolger.
Porém, como o alumínio usado na confecção
da roupa do personagem era tóxico e gerava uma alergia em
Ebsen, este teve que desistir do papel.
- No lugar de
Buddy Ebsen foi contratado Jack Haley, que usou uma roupa que diminuía
a inalação do alumínio por parte de quem a
estivesse usando. Ao ser contratado Haley não sabia do efeito
que a roupa causara em Ebsen, acreditando que este tivesse sido
demitido pelo estúdio.
- Os produtores
chegaram a cogitar a possibilidade de usar um leão de verdade
no filme, com sua voz sendo dublada por um ator contratado.
- A cada um dos
munchkins que aparecem no filme foi pago US$ 50 por semana, enquanto
que ao dono do cachorro Totó foi pago US$ 125 por semana.
- Várias
das vozes dos munchkins foram dubladas por cantores profissionais,
já que muitos de seus intérpretes não sabiam
cantar ou até mesmo não falavam inglês corretamente.
- De todos os
munchkins apenas dois deles têm a voz real de seus intérpretes
ouvida em O Mágico de Oz: a dos que entregam a Dorothy
um buquê de flores, logo após sua chegada a Oz.
- A maquiagem
usada por Bert Lahr para compôr o Leão o impossibilitava
de comer objetos sólidos, sob o risco dela ser desfeita.
Isto fez com que o ator apenas se alimentasse de sopas e milk-shakes
durante boa parte das filmagens.
- A atriz Margaret
Hamilton, intérprete da Bruxa Má do Oeste, teve que
ficar afastada dos sets de filmagens por mais de um mês, após
ter se queimado seriamente ao rodar a cena do desaparecimento de
sua personagem da terra dos munchkins.
- A estrada de
tijolos amarelos inicialmente seria verde. A mudança de cor
aconteceu após uma das paralisações nas filmagens,
quando ficou definido que a cor amarela seria a melhor a ser usada
em um filme feito com Technicolor.
- A Bruxa Má
do Oeste de O Mágico de Oz tem dois olhos, enquanto
que no livro tem apenas um.
- A torre de
uma base militar em West Point serviu de cenário para a torre
da Bruxa Má do Oeste.
- Os cavalos
do palácio da Cidade de Esmeraldas foram pintados com cristais
Jell-O. As cenas em que eles aparecem tiveram que ser rodadas rapidamente,
para evitar que os cavalos lambessem sua pele e removessem a tintura.
- Inicialmente
O Mágico de Oz teria as presenças de Betty
Haynes como a Princesa Betty de Oz e Kenny Baker, como seu amante.
A dupla chegou a gravar com Judy Garland uma das canções
do filme mas, após várias revisões do roteiro,
acabaram ficando de fora do filme.
- Uma outra versão
de "Over the Rainbow" chegou a ser gravada por Judy Garland,
quando sua personagem estava encarcerada no castelo da Bruxa Má
do Oeste. Durante sua realização a atriz começou
a chorar espontaneamente, devido à tristeza da cena. Esta
sequência terminou ficando de fora da edição
final de O Mágico de Oz.
- O orçamento
de O Mágico de Oz foi de US$ 2,7 milhões,
sendo que o filme arrecadou US$ 3 milhões em seu primeiro
lançamento nos cinemas.
- A Warner Bros.
foi a responsável pelo relançamento do filme nos cinemas
norte-americanos, em 1998.
Críticas
| nota |
Resumo |
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Rafa (Crítica do Leitor): "Sem dúvida um dos melhores filmes de todos os tempos." Texto completo
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Natasha Cassal Vargas (Crítica do Leitor): "Depois que eu vi o filme pela primeira vez não parei de alugar." Texto completo |
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Filipe Rodrigues (Crítica do Leitor): "Um grande e inesquecível clássico do cinema, sempre mantém o charme a cada geração." |
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Beatriz Verdade Dutra (Crítica do Leitor): "Quando era pequena assisti a esse filme umas 400 vezes. Amei esse filme. Primeiro por causa do mundo de fantasia que o filme nos leva, segundo porque ele mostra o valor de cada ser, mesmo nenhum sendo perfeito. É uma lição." |
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Wagner Cruz (Crítica do Leitor): "O maior clássico infantil de todos os tempos." |
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Marcelo Pucciarelli (Crítica do Leitor): "Esse não tem jeito e nem como dizer mal." Texto completo |
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Marta (Crítica do Leitor): "Um filme para todas as idades, pelo seu carisma e beleza! Perfeito!" |
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Sandra Leitão (Crítica do Leitor): "Uma pena que hoje em dia as criancas só curtem Harry Potter, O Senhor dos Anéis e estes gêneros por diante." Texto completo |
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Camila (Crítica do Leitor): "É meu filme infantil favorito." Texto completo |
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Ricardo Rodrigues do Nascimento (Crítica do Leitor): "É uma pena que nunca mais passou na tv." Texto completo |
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João (Crítica do Leitor): "Além da excelente atuação de Judy Garland, uma história ótima." Texto completo |
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Mosani da Costa Santiago (Crítica do Leitor): "Filme para todo o sempre, para qualquer um assistir.
Acredito ser um dos melhores filmes produzidos na história do cinema." |
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Arthur Antunes Araújo (Crítica do Leitor): "Demais, naquela época não tinha nenhum recurso tecnologico. Fantástico!" |
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Thiago Angelo (Crítica do Leitor): "O filme é um clássico. Isso sem falar na lendária relação de sincronia existente entre "O Mágico de Oz" e o disco "Dark Side Of The Moon", do Pink Floyd." |
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Marcos Caetano (Crítica do Leitor): "Sem sombra de dúvidas o melhor filme infantil de todos os tempos." Texto completo |
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Tiago (Crítica do Leitor): "Vale muito mais que uma nota 10. Filme incrível, apaixonante. Todos deveriam assistir, pois é uma lição de vida." |
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Ana Kovsky Limão (Crítica do Leitor): "Clássico, amável, bom, agradável e... indescritível." Texto completo |
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Anderson T.F. Diaz (Crítica do Leitor): "Um clássico que seduz crianças de todas as idades!" Texto completo |
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Cláudia (Crítica do Leitor): "Uma história mágica e eterna." Texto completo |
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Fábio Oliveira da Costa (Crítica do Leitor): "Ele ficará para sempre na história em todas as gerações." Texto completo |
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Alan Vieira (Crítica do Leitor): "O maior e mais maravilhoso filme familiar de todos os tempos." Texto completo |
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Alexsander Santos (Crítica do Leitor): "Este filme é um dos maiores clássicos da história do cinema, realmente apaixonante." |
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Roberto Lelis Aguiar (Crítica do Leitor): "Com certeza o maior clássico musical de todos os tempos, tendo nele um conto maravilhoso que foi aplaudido por várias gerações." |
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Giuliano Nascimento (Crítica do Leitor): "Perfeito, o melhor e mais lindo filme já produzido. Já o assisti inúmeras vezes e sempre a emoção toma conta de mim. Sublime e essencial." |
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Tiago Hobbes (Crítica do Leitor): "Filme que marcou minha infância e continua marcando minha vida." Texto completo |
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Dênis Cardoso (Crítica do Leitor): "Simplesmente impossível de criticar. Um filme inteiramente mágico!" |
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Mauana (Crítica do Leitor): "Sem alguma dúvida, um filme inesquecível para adultos e crianças." |
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Dênis (Crítica do Leitor): "Sem dúvida um dos filmes mais importantes da história do cinema. Ótimo para todas as idades! Inesquecível!" |
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Fábio (Crítica do Leitor): "Isto é que é filme infantil! Simplesmente fantástico. É uma pena que as crianças são obrigadas a assistir LAMBANÇAS como Pokemon e tantas outras." |
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Lucas Souza de Carvalho (Crítica do Leitor): "No desfile de cenas clássicas desse maravilhoso musical tudo funciona às mil maravilhas, desde o roteiro e as célebres canções de Judy Garland até a direção de arte absurdamente criativa e colorida!" |
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Jéssica (Crítica do Leitor): "Um dos melhores filmes baseados na literatura infantil, com um toque de suspense e a decepção pelo inesperado, é um aprendizado. Realmente nem tem como falar mal." |
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