1245089980 madamesataposter01 thumb

Madame Satã

titulo original: (Madame Satã)

lançamento: 2002 (Brasil)

direção: Karim Aïnouz

atores: Lázaro Ramos , Marcélia Cartaxo , Flávio Bauraqui , Felippe Marques , Emiliano Queiroz

duração: 105 min

gênero: Drama

status: arquivado

envie
comentar
newsletter
twitter
rss
favorito
separar os e-mails por vírgulas
limitado em 600 caracteres

Faça o login, para usar essa ferramenta.

ficha técnica:

  • título original:Madame Satã
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 45 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.madame.com.br
  • estúdio:Videofilmes / Wild Bunch / Lumière / Dominant 7
  • distribuidora:Lumière
  • direção: Karim Aïnouz
  • roteiro:Karim Aïnouz
  • produção:Isabel Diegues, Maurício Andrade Ramos e Walter Salles
  • música:Marcos Suzano e Sacha Amback
  • fotografia:Walter Carvalho
  • direção de arte:Marcos Pedroso
  • figurino:
  • edição:Isabela Monteiro de Castro
  • efeitos especiais:

imagens - 13

Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã Madame Satã

sinopse:

Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua "esposa"; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme
Madame Satã
(1932), dirigido por Cecil B. deMille, que João Francisco viu e adorou.

elenco:

comentários

Default thumb
Carlos
02/01/2002
nota:Rate07
Assisti ao filme antes do lançamento e com um debate com o diretor e roteirista do filme. É um filme extremamente forte, causa impacto e certas vezes até constragimento. Não diria que é um filme ótimo, mas com certeza é um filme diferente de todos os que estamos acostumados. Não sou homossexual, mas a forma que o diretor aborda o tema é um tanto quanto pesada. Mesmo assim gostei do filme!"
Default thumb
Renato
03/01/2002
nota:Rate07
Um dos filmes mais realistas de todos os tempos, na minha opinião. Excelente, ele relata uma ficção que com certeza não está tão longe da realidade. O filme prende o espectador do início ao fim. O que mais me impressionou foi como um filme com tão poucos efeitos especiais pôde relatar cenas de ação com tanto realismo. E o que me impressionou mais ainda foi que tudo foi transmitido ao vivo! UM SHOW !!!!!"
Default thumb
Luiz Felipe
04/01/2002
nota:Rate07
Vale principalmente pela interpretação do Lázaro Ramos, que realmente foi fantástico neste filme. Eu acho que o mito Madame Satã poderia ter sido melhor explorado. Mesmo assim o filme consegue ser agradável. As cenas de homosexualismo são pertinentes à história e estão totalmente no contexto."
Default thumb
Renata Bucciarellia
05/01/2002
nota:Rate010
Achei o Filme MARAVILHOSO!!! O roteiro é ótimo, a fotografia é ótima,o elenco é de primeira categoria. O desempenho do ator Lázaro Ramos é primoroso. A abordagem é exelente, parece que você está na Lapa daquela época. Pesado??? Claro que é, mas é assim a realidade das coisas. Achei de uma sensibilidade profunda. Olha, realmente saí de cara do cinema, quando o filme acabou várias pessoas bateram palmas, inclusive eu. Parabéns ao Filme, parabéns ao elenco, diretor, roteirista, parabéens a todos, parabéns a Madame Satã."
Default thumb
Valtércio
06/01/2002
nota:Rate010
SURREALISTA, BEM PRODUZIDO, EMOCIONANTE, VIBRANTE, TRISTE. VALE A PENA CONFERIR (QUEM GOSTA DA BOA ARTE, DUM BOM FILME). ESTOU PENSANDO EM ASSISTIR DE NOVO, NÃO IREI DESTACAR NINGUÉM, POIS SERIA UM CRIME DEIXAR ALGUÉM DE FORA (TODO O ELENCO MARAVILHOSO). LÁZARO RAMOS VALEU, VOCÊ NÃO FOI MIL NÃO, FOI DEZ MIL. SHOW DE BOLA (ME ORGULHA VOCÊ SER BAIANO)."
Default thumb
João de Andrade
07/01/2002
nota:Rate07
MADAMA SATÃ NÃO LEVA DESAFORO PRA CASA Por João de Andrade Nas primeiras cenas de Madama Satã (Brasil/França, 2002), o telespectador logo tem a noção do que esperar durante cerca de uma hora e quarenta minutos de filme. A cena de Madame Satã/ João Francisco dos Santos espancado ao som de sua ‘ficha corrida’ sendo transmitida por um policial, expõe toda agressividade e impacto deste primeiro longa do diretor Karin Ainouz. Ainouz optou por mostrar a fase anterior ao surgimento do mito Madame Satã. Ambientado no bairro carioca ‘barra pesada’ da Lapa da década de trinta, o filme mostra o período de transformação de João Francisco dos Santos. Homossexual, transformista, malandro, nordestino e negro, o personagem título sofre todo tipo de preconceito que uma pessoa pode receber. Mas mesmo assim, procura viver a vida da melhor maneira possível, sofrendo com as dificuldades, não levando desaforo pra casa, mas sempre disposto a procurar uma felicidade, mesmo que efêmera numa apresentação como transformista no bar ‘chinfrim’ do amigo. Forte ao extremo, a obra de Ainouz impressiona pelo realismo e erotismo nas cenas de homossexualismo, provocando um certo constrangimento até mesmo naqueles ditos ‘moderninhos’ (em Cannes onde foi apresentado, jornalistas se retiraram da sala de projeção com cenas de sexo entre dois homens). No entanto tais cenas, pesadas ou não, nada tem haver com uma possível apelação, sendo totalmente compatíveis com sua temática, o que é mais um ponto positivo para o diretor. Alias, a parte técnica do filme é excelente, méritos principalmente para Walter Carvalho, responsável pela fotografia. Como a história se passa quase que totalmente no período noturno, Carvalho fez uso de cores fortes, abusando e se saindo com sucesso no uso do vermelho e do preto. A montagem, responsabilidade de Isabel Monteiro de Castro, também merece elogios. Alguns cortes de cenas e tomadas como a que João olha para um céu azul e ao mesmo tempo vazio, após receber uma notícia desagradável, são ao mesmo tempo excessivamente simples e belas. Porém o melhor de Madame Satã, não esta no roteiro, montagem, fotografia, nem em nada do que foi mencionado anteriormente. As atuações de Lázaro Ramos no papel de Madame Satã, assim como os coadjuvantes: Marcélia Cartaxo(Laurita), Flávio Bauraqui (Tabu), Fellipe Marques (Renatinho) e Emiliano Queiroz(Amador) são primorosas. Lázaro no entanto merece um destaque especial, não só pelo fato de representar o personagem título, mas pela total dedicação com que o ator se entregou para esse trabalho, representando de forma extremamente forte e intensa. Lázaro atua não só com o texto e expressões, mas com todo o sentimento de revolta, alegria, ódio e desenvoltura que o personagem exige, numa mistura ao mesmo tempo explosiva e espetacular. No entanto, o filme possui seus pecados. Talvez por retratar apenas a fase de transformação, enfocando apenas um ano da vida de Satã (1932), o filme perde um pouco no que concerne em exploração do personagem, dando a impressão de que faltou algo ao filme, deixando para quem sai da sala de exibição uma sensação de certo vazio. Além disso certas cenas são um pouco longas, se arrastando no roteiro. Por fim Madame Satã é mais um bom filme que representa, junto com Cidade de Deus e o Invasor, esta nova safra do cinema nacional com temas evocando um lado pouco ‘cor de rosa’ e agradável de se ver, mas que existe quer e precisa ser mostrado nas telas, abrindo cada vez mais espaços a atores negros, que vêm dando o seu recado com maestria."
Default thumb
Catarinaa
08/01/2002
nota:Rate010
Não tenho medo de dar nota dez a este film, porque realmente se tornou num dos filmes (não somente brasileiros) mais importantes e marcantes qua já vi na minha vida, sobretudo porque me permitiu de entender melhor a realidade imensa deste Rio de Janeiro no qual estou morando há algun tempo, e dessa Lapa realmente querida na qual estou, olha a coincidencia, trabalhando agora! Fiquei tão emocionada com esse filme que quis conhecer tudo da vida deste personagem maravilhoso, tanto que acabei procurando nos sebos a biografia dele e encontrei uma (mas uma só) com autografo do mesmo Madame Satã, o que me deixou muito mas muito feliz! O cinema brasileiro ganhou uma obra prima, o que gostaria mesmo é que este filme tão importante passasse com esse passo marcante em outros países (sei que já passou na França e vai passar em outros), e não ficasse só ligado à cultura brasileira, ou, pior ainda, só à cultura carioca, ou boemia! Afinal, passam tantos "filmes" estrangeiros por aqui, que es sa obra prima bem poderia passar nos cinemas do mundo lá fora, que acham? Só para demonstrar que, e digo isso sendo eu mesma europeia, os bons filmes, daqueles que você lembrará pela vida toda, não nascem só em determinados lugares (como os americanos acham, por exemplo...), mas pertencem ao mundo todo, é só a vontade de contar uma historia que chegue ao coração das pessoas... não precisa de muito mais..."
Default thumb
Valdeck Almeida de Jesus
10/01/2002
nota:Rate010
ADOREI O FILME POR ABORDAR UM TEMA POLÊMICO, O HOMOSSEXUALISMO, DE UMA FORMA REALISTA E VERDADEIRA. ALÉM DO MAIS, A QUESTÃO DO NEGRO, DO ANALFABETO E DO POBRE FORAM MOSTRADAS COM TODA A CRUEZA QUE OS TEMAS MERECIAM. O ATOR LÁZARO RAMOS ESTÁ DE PARABÉNS, REPRESENTANDO MUITO BEM OS NEGROS BAIANOS.
Default thumb
Alexandre Zimmer
11/01/2002
nota:Rate010
É tudo primoroso! Direção de arte, produção lente "tele" super bem usada... e os atores? Sem comentários que possam ser dignos de tamanha perfeição. O mito revive, juntamente com o Rio da década de 30/40 nesta que considero a nata da cinematografia nacional contemporânea.
Default thumb
carlos roberto
12/01/2002
nota:Rate010
Madame Satã é um filme marco no cinema nacional por inúmeras razões, seja pela sua estética e fotografia geniais até pelo fato de abordar de maneira bastante realista, longe de qualquer estereótipo, todo o universo homossexual da Lapa dos anos 1930. A riqueza da obra de Karim está na sua sutileza. A cena do suadouro é mais real do que a verdadeira. A cena em que madame pergunta a tabu se ele "deu a bunda hoje?" entrou para a história com a resposta que este dá. Aliás, guardadas as proporções, pelo próprio tamanho de seu papel, Bauraqui supera Ramos, tal a perfeição de sua criação. Aliás, esta é uma opinião compartilhada por inúmeros gays que assistiram ao filme. Nota 1000, Karim! Você deu a todos nós um grande presente. Este é um filme para se rever e rever sempre.
Default thumb
Eugênia dos Santosa
13/01/2002
nota:Rate010
O filme é realmente uma liçao de atuaçao por parte de todos os atores. Fiquei impressionada com a cena de amor entre Joao e Renatinho, realmente brilhante.
Default thumb
Gabriel Accetti
14/01/2002
nota:Rate07
Podemos nos perguntar o que Karim Aïnuz pretende mostrar no seu longa Madame Satã (Brasil, 2002). Queria ele chocar a sociedade, mostrando um Rio de Janeiro suburbano e violento na década de 30? Ou será que pretendia mostrar toda a intolerância e preconceitos para com aqueles que não são considerados normais' para a sociedade? O personagem título do filme agrega alguns dos fatores recriminados pela sociedade: negro, pobre e homossexual. O que Aïnuz quis passar para o público não importa. O resultado é polêmico e instigante. João Francisco dos Santos (Lázaro Ramos) é um pernambucano morador do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. Exímio capoeirista, tem o sonho de se tornar vedete. Gosta de se fantasiar, passa todo o tempo cantando e dançando. Isso faz com que seja mal-visto pela vizinhança. Tem poucos amigos, dentre eles a prostituta Laurita (Marcélia Cartaxo) e o travesti Tabu (Flávio Bauraqui), com os quais mora junto. Também tem uma filhinha adotiva, talvez a única pessoa com que não tem problemas ou desavenças. Porém, a pessoa mais importante para ele parece ser Renatinho (Felipe Marques), com o qual vive um caso ardente no decorrer do filme. Apesar de muito amor e fortes cenas de sexo, a relação é bastante conturbada, recheada de brigas. E brigas é o que não parecem não faltar na vida de João Francisco dos Santos. Impaciente e explosivo, ele não aceita críticas. Ameaça bater e bate mesmo, desde desconhecidos que tiram brincadeiras na rua até seus companheiros de moradia. O que ele não suporta é falta de respeito. Toda essa rebeldia talvez tenha sido criada com o passar dos anos, devido à opressão com que foi tratado durante todo esse tempo. Em um de seus acessos de raiva, destrói um estabelecimento onde trabalhava, com a alegação de que estava lutando por seus direitos, já que não recebeu um pagamento que lhe era devido. Apesar de tantas brigas, seus amigos o apóiam. Tabu e Laurita sempre enchem João de esperanças, confiando em que um dia ele conseguirá seguir a vida artística que deseja. Outro personagem forte é Amador, interpretado por Emiliano Queiroz. Em conversas tranqüilas e realistas no bar Danúbio Azul, de onde Amador é proprietário, ele faz João acreditar na possibilidade de realizar seu grande sonho, incentiva-o a batalhar por sua carreira. Quente Tão extravagantes como as cenas de sexo protagonizadas por João Francisco e Renatinho é o figurino do filme. As roupas utilizadas por Madame Satã' parecem irradiar calor, ainda mais pela intensidade da fotografia de Walter Carvalho, que dá tons flamejantes à película, privilegiando cores fortes, como o vermelho e o lilás. Purpurinas e outros badulaques parecem ornamentar todas as cenas. A reconstituição de época é um dos pontos fortes. Os bordéis cariocas da década de 30 são bem representados, assim como as ruas de uma Lapa aparentemente tranqüila, mas que esconde muitos mistérios, medo e violência. E a interpretação de Lázaro Ramos nos deixa a impressão de que o personagem foi especialmente criado para o ator. Ele deixa transparecer todo o ódio, emoção, amor, todos os sentimentos do personagem. Bem que poderia ter sido criado para ele mesmo, se a história não fosse verídica. A lenda' Madame Satã realmente existiu.
Default thumb
Giordano Bruno Almeida
15/01/2002
nota:Rate010
Trata-se de impressionante demonstração de talento e sensibilidade a maneira de como o filme é apresentado, afinal, tratar de uma figura tão forte e complexa como a de João Francisco exige algo mais que faça a separação entre aquilo que é vulgar e o que há de primoroso. Figura extremamente controvertida João Francisco representa uma esplosão de vitalidade demonstrada atrvés de sua personalidade vibrante e confusa que nos leva a considerar novas concepções a cerca de sua intrigante forma de viver ligada intimamente com a busca da felicidade mostrando todo amor,respeito ao próximo, generosidade, compreenção e esperança que redundam na personalidade deste boêmio, homossexal, negro e miserável vivente na Lapa, Rio de Janeiro na decada de 30. É simplesmente sensacional.
Default thumb
Bruna Paglione Espósitoa
16/01/2002
nota:Rate010
FANTASTICO, EXPLENDOROSO, UMA OBRA DE ARTE, TOTALMENTE INTELIGENTE E MISERICORDIOSO AO MESMO TEMPO DIVERTIDO E CURIOSO!
Default thumb
Johnny
17/01/2002
Um filme sem pe nem cabeça não sei porque é considerado uma grande obra não vi nada que mudasse minha opnião, resumindo um filme de homens de beijando e transando cenas fortes, chocantes e até constrangedoras, seria talves um filme para se classificar como "Filme Homosexual" e não a Histária a vida de Madame Satã.
Default thumb
Daisya
18/01/2002
nota:Rate09
É um filme constrangedor em muitos momentos, e isso faz dele uma obra cativante e impactante. Esse filme mostra a capacidade de crescimento do cinema brasileiro.
Default thumb
Lucilaa
19/01/2002
nota:Rate010
Um,senao O melhor filme brasileiro que assisti nos ultimos tempos!Lazaro Ramos prova por A+B que é um excelente ator e ainda tem muito mais a mostrar!O publico,que em sua maioria acha vergonhoso filmes como esse representando o Brasil no exterior nunca se deu o prazer de assistir um filme tao bom,tao real!Atores em sua maioria desconhecidos da TV e do cinema dao um show de atuaçao,desbancando atores "consagrados" que estao no mercado hoje em dia!Merece 10 pelas atuaçoes,pela direçao,por toda a obra!Merece 10 por ser brasileiro e tao bem feito!
Default thumb
Márciaa
20/01/2002
nota:Rate08
Este filme é de um CAPRICHO espetacular: cenários, figurino, atuações, clima e tudo mais. É singular, denso e leve, triste e alegre, vivo e morbido. Eu, particularmente, sou amante do samba velha guarda, e Madame Satã conviveu com grandes nomes e, inclusive, é acusado de ser responsável pela morte de um grande compositor GERALDO PEREIRA. Independente de tudo isso o filme por si só é uma Maravilha.
Default thumb
Jorge Malcher
21/01/2002
nota:Rate010
Direção e roteiro impecáveis, assim como todo o trabalho estético e, é claro, as atuações. Destaque para as cenas de sexo, extremamente sensíveis e belas, com tudo bem dosado, ainda que a transpiração dos atores quase trespasse os limites da tela. Se grande parte da platéia se levantou antes do fim em Cannes, foi devido a um pudor totalmente destituído de inteligência. Pena que ainda existam manifestações negativas perante um filme tão belo.
Default thumb
Stephany Ximenaa
22/01/2002
nota:Rate03
A nota 3, é simplesmente pela atuação de Lazaro, o filme é horrivel, não consiguiu me prender nem por um segundo, adoro gays, mas a maneira como foi exposta é vulgar, e pornografica.
Default thumb
Rafael Mendonça
23/01/2002
nota:Rate08
Grandes atuações. Madame Satã mostra um homem de personalidade forte, e um senso de justiça que muitas vezes confunde-se com a loucura de um gênio. O filme só pecou em focar o personagem demais e não abrir um pouco e mostrar o que era a lapa daquela época.
Default thumb
Natalya
24/01/2002
nota:Rate03
Esperava mais desse filme... não achei forte como dizem, a cena em que estão os dois homossexuais transando poderia ser descartada pois sabemos o que os homossexuais fazem...não precisava mostrar tanto... que exagero!!! Um dos piores filmes que já vi!!! Lázaro, pra mim, é um dos melhores aoteres do cinema brasileiro... mas ainda bem que eu não o conheci vendo primeiro este filme.
1251924734 foto thumb
Henrique
25/01/2002
nota:Rate03
Mais um fruto do chamado novo cinema nacional, Madame Satã deve ser assistido com reservas, a despeito da boa safra de películas antes dele, M.S tem diversos aspectos que o deixam em nível inferior aos últimos filmes, a sua fotografia, as vezer propositalmente desfocada e de ângulos pouco usuais o tornam visualmente cansativo à vista, os personagens foram mal construídos deixando o espectador que "flutuando" na estória mal alinhada.
Default thumb
Abel
26/01/2002
nota:Rate010
Explêndido, este filme relata bem a situação do negro no brasil e nos mostra a reladidade conturbada da herança herdada da monarquia, que restou a pobreza aos menos favorecidos, a historia e de cunho socio-economico-politico, bastante visionario o filme, alem do roteiro nao se desprender da realidade pois existem pessoas que desconhecem esta pobreza e um filme para quem tem capacidade de entender e julgar arbritamente, o homossexulismo exite ate hoje e nao vai deixar de existir, enfim e uma raridade de filme, merece um oscar.
Default thumb
Roberto Queiroz
27/01/2002
nota:Rate010
Um dos maiores filmes da nova safra do cinema brasileiro, sem sombra de dúvida. Injustiçado pelas autoridades competentes do mercado cinematográfico, por não ter sido o filme indicado para concorrer a uma das vagas para Oscar de melhor filme estrangeiro (na minha opinião, um verdadeiro acinte!). O filme conta com uma direção segura de Karim Ainouz, uma interpretação simplesmente estupenda de Lázaro Ramos, sem contar com a belíssima fotografia e a impecável direção de arte que acentua bem uma Lapa dos anos 20 e 30 com um esmero simplesmente fantástico. Um verdadeiro primor da sétima arte!
Default thumb
Gizeliaa
28/01/2002
nota:Rate08
Sou aluna do colégo Dorival Passos do turno Vespertino, e graças ao professor de Artes,Jorge tive oportunidade de assistir o filme Madame Satã, q no meu entender foi uma maravilha,fiquei muito comovida com a Historia Veridica do Srº João, A interpretação dos atores e atrizes foi belissima. Parabens a todos. gizelia de Salvador estudante do 3º ano, mais uma vez parabens!
Default thumb
Dino Soraggi
29/01/2002
nota:Rate05
Exagero de cenas gays. Tinha que ter mostrado mais golpes de capoeira do Madame Satã. Ele já matou um político famoso com apenas um soco na cara. Nao lembro o nome desse político.
Default thumb
Alvaro Martins
30/01/2002
nota:Rate08
Gostei muito! A história é bem detalhada. As atuações são perfeitas. Se não me engano, esse foi o primeiro longa de Lázaro Ramos, e ele atua sem pudor algum, o que é ótimo para a história. Uma pena, ele se render a fazer novelas pra Globo.
Default thumb
Fabrício Pereira
31/01/2002
nota:Rate010
Fantástico em roteiro, guarda-roupa, fotografia e explendido com o Lazaro Ramos. Apenas um negativo comentário: Madame Satã sai da Cadeia, após cumprir 10 anos, em 1942 (data exposta pelo narrador)onde foi acusada pelo artigo 121 (homicidio) em 1932. Entretanto, nesta época sequer havia o codigo penal que data de 1940. Valia antes uma boa consultoria para não apresentar uma gafe dessa. Mas é um filme 10.
1251535508 camera digital 008 thumb
Alexandre
01/02/2002
nota:Rate010
Grande filme, ótimo elenco. Mostra exatamente a vida do homem até se tornar o mito Madame Satã. A questão das cenas sexuais de homossexuais fazem parte desse drama, pois Mme.Satã era homossexual e como viviam os homossexuais numa época de ditadura e proibições ridículas. Aqueles que se chocam é por puro preconceito, pois por muito menos existem cenas banais em filmes estrangeiros entre heterossuais sem a menor necessidade e não nenhuma repulsa nisso.
Default thumb
Thaís Ladeiraa
02/02/2002
nota:Rate09
Um filme maravilhoso q retrata fielmente a vida do malandro do rio de janeiro, interpretação maravilhosa de Lázaro Ramos, ele mostra realmente o q é ser ator, nota 9 por um pouco de exagero nas cenas de sexo. Mas fora isso o filme é um escândalo.
Default thumb
Amilton Lopes
03/02/2002
nota:Rate09
Transparência foi o que mais marcou este filme nacional profundamente ligado à realidade carioca e que retratrou de maneira quase que fiel um personagem tão marcante na Lapa do Rio. Parabéns.
para deixar um comentário você precisa fazer o login

votos dos usuários

4
32 voto(s)

crítica do adorocinema

publicidade

últimas notícias

tags