Título original: (Far From Heaven)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Todd Haynes
Atores: Julianne Moore, Dennis Quaid, Dennis Haysbert, Patricia Clarkson.
Duração: 106 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Hartford, Connecticut, 1957. Cathy Whitaker (Julianne Moore) é uma dona de casa que leva uma vida aparentemente perfeita, pois tem filhos, um dedicado marido, Frank (Dennis Quaid), e a possibilidade de ascensão social. Mas um dia tudo cai por terra quando Cathy, ao ir ao escritório de Frank, vê chocada ele beijando outro homem. Abalada com o acontecimento, Cathy busca conforto junto a Raymond Deagan (Dennis Haysbert), um jardineiro negro. A aproximação dos dois causa desconfiança junto a vizinhança, que não vê com bons olhos o relacionamento entre uma mulher branca e um homem negro. Paralelamente Cathy e Frank decidem manter o casamento, para não sofrerem pressões da comunidade, enquanto procuram um médico, Bowman (James Rebhorn), para tentar curar a "doença" de Frank, pois é cada vez mais difícil ele reprimir sua tendência o homossexual. Enquanto tudo isto acontece surge entre Cathy e Raymond uma forte paixão platônica.
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Neli De Napoli Lunardi em 26/01/2012
olá Amei demais o filme pois retrata meus tempos áureos de juven-
tude, ainda mais com a Julianne e o Dennis, que adoro demais.
Ótimo filme, e tenho o dvd.
Parabéns ao site!!! Amo cinema!!!
Cacau em 30/09/2010Nota: 5
Excelente! Voce nunca imagina que um casamento tão perfeito, um casal tão bonito, pode o marido (que é Dennis, UM GATO MARAVILHOSO!) ser gay! Choca muito a cena, mas é totalmente real. Gostei muito do filme, um filme passado nos anos 50, anos dourados, onde tudo era" perfeito". Vale a pena ver Dennis e Juiane Moore.
Jú Scatolina em 17/01/2002Nota: 5
O diretor Todd Haynes estava inspirado ao dar a Longe do Paraíso um ar de clássico dos anos 50. A forma com que é colocado o título e os créditos é próprio de grandes cults da era de Marlon Brando e James Dean. Mais uma vez Juliane Moore é esplendida no papel da esposa dedicada e passiva que descobre a homossexualidade do marido. Vulnerável, ela se deixa atrair por um negro, o que desperta o preconceito da sociedade. Dennis Quaid também é maravilhoso, e prova que continua sendo o galã talentoso (porém agora de meia idade...) que sempre foi. Um filme máximo, lindo, com uma trilha sonora fascinante e fotografia deslumbrande. Imperdível!
Theo Araújo em 07/01/2002Nota: 4
Um filme surpreendente! Quando se inicia, logo imaginamos um mole "E o vento levou...". No entanto, o plot do roteiro levanta o público com um tapa e os atores dão show. Não se trata de um tema fácil, mas a rispidez do roteiro confronta-se com a leveza da fotografia. Um filme delicadamente pesado.
João Paulo em 16/01/2002Nota: 5
UM FILME QUE SO TIVE A OPORTUNIDADE DE ASSISTIR ESSE FINAL DE SEMANA PASSADO. É OTIMO, TOCANTE, TRISTE, UMA MISTURA DE REPRESSÃO COM AMOR, ODIO, RACISMO. EU ACHEI BARBARO.
Felipe C. em 15/01/2002Nota: 5
Um filme belo, tocante e triste - em todos os sentidos. Mas que nos dá uma esperança de seguir nossos corações. Uma obra dramática e maravilhosa, com um visual que retrata bem aquela época. Uma época em que as pessoas viviam longe, muito longe, do paraíso.
André Custódio Mascarenhas em 08/01/2002Nota: 5
Com uma impecável constituição dos anos 50, o novo filme de Todd Haynes é MAGISTRAL. Com exuberante atuação de Juliane Moore ( que leva o filme nas costas), assim como a excelente atuação de Denis Quaid, como o marido homosexual. O diretor também trabalha bem com a câmera. Mas o que o filme melhor apresenta além de Julianne Moore e do cenário é o roteiro. Perfeito! Onde Todas as falas estão dentro do contexto.
Henrique Benites em 12/01/2002Nota: 4.5
O filme consegue tratar de dois temas fortes com uma delicadeza e uma sutileza impressionante. A ambientação na década de 50 está muito bem feita, e o filme parece realmente ter sido feito nessa época. A atuação de Julianne Moore está perfeita e sua indicação ao Oscar foi merecida. O filme só peca um pouco pelo ritmo um pouco lento, mas que é compensado pelos outros atributos.
SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR em 18/01/2002Nota: 4.5
O grande homenageado neste filme é o diretor austríaco Douglas Sirk, que teve como pontos altos de sua filmografia "Palavras ao vento", no qual denunciava a descriminação do homossexualismo em plena década de 50. E sabem quem estrelou "Palavras ao vento"? Pasmem, Rock Hudson, o protótipo da macheza naquela época. Os letreiros, os cenários, os figurinos nos dão a nítida idéia de que fomos transportados no tempo para os anos 50. Cathy Whitaker (Julianne Moore, belíssima como sempre) simboliza a típica dona-de-casa norte-americana. Tem um marido, Frank (Dennis Quaid), que é diretor de uma fábrica de televisores, dois belos filhos e uma casa maravilhosa. Ela chega a ser motivo de uma reportagem de uma revista feminina da época. O problema é que todo esse belo verniz guarda abaixo dele um grande drama, que atinge seu ápice quando Cathy vai levar alimentação para o seu marido, que teoricamente estaria trabalhando no seu escritório, e o flagra beijando um outro homem. Frank concorda em fazer um tratamento para a sua "doença". Por mais esforço que ele faça, fica evidente que ele não consegue abafar seu homossexualismo numa festa de final de ano em sua própria casa. Após beber exageradamente, falar um monte de bobagens para a esposa, tentar sem sucesso manter uma relação sexual com a esposa e, por último, agredí-la fisicamente, tudo indicava que Frank vivia uma crise de identidade sexual. Por sua vez, Cathy, desenvolve um relacionamento de amizade com Reymond (Dennis Haysbert), seu jardineiro, um negro, viúvo, conhecedor de artes plásticas, e o mais importante, muito sensível. Isso serve de mote para numa tacada só o diretor Todd Haynes falar de outro tema clássico de seu colega Douglas Sirk: a segregação racial. A atuação de Juliane Moore foi reconhecida no Festival de Veneza. E com todo o mérito.
Peterson em 13/01/2002Nota: 3.5
Um filme trivial no seu desarrolar recheado de temas polêmicos que os americanos (ainda) têm certo receio: racismo, homossexualismo e estrutura familiar. Plasticamente, o filme é impecáevel e procura retratar fielmente a época (inclusive na cena de Moore dirigindo, numa visível chroma-key, remetendo aos recursos cinematográficos do período). Quaid não me convenceu muito bem no papel de "executivo com sérios problemas de álcool, sexuais e familiares". Já Haysbert dá um show atuação em cima de todo o elenco. Moore está visivelmente rechonchuda por conta da gravidez. E o final do filme deixa a desejar. Poderia ter sido logo ou feliz ou trágico, mas não "neutro", como foi.
A animação é excelente, adorei! Bom, obviamente que a dublagem no Luciano esta ruim e ...
por Camila, 13/02/2012 às 11:34
Adorei o filme, pois é encantador e principalmente por terem usado a cidade como cenário p...
por Camila, 13/02/2012 às 11:22
Bee Movie - A História de uma Abelha
Não é uma animação voltada para o público infantil, ainda que Barry seja uma abelhinha ...
por Atena Negra, 13/02/2012 às 11:16
...Este filme é fantastico e me faz alusao a nossa comédia nacional Quincas berro dagua do...
por frgil, 13/02/2012 às 11:14