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Longe do Paraíso

titulo original: (Far From Heaven)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Todd Haynes

atores: Julianne Moore , Dennis Quaid , Dennis Haysbert , Patricia Clarkson , Viola Davis

duração: 106 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Far From Heaven
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 46 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.farfromheavenmovie.com/
  • estúdio:USA Films / Clear Blue Sky Productions / John Wells Productions / Killer Films / Section Eight Ltd. / TF1 International / Vulcan Productions
  • distribuidora:Focus Features
  • direção: Todd Haynes
  • roteiro:Todd Haynes
  • produção:Jody Patton e Christine Vachon
  • música:Elmer Bernstein
  • fotografia:Edward Lachman
  • direção de arte:Peter Rogness
  • figurino:Sandy Powell
  • edição:James Lyons
  • efeitos especiais:

imagens - 10

Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso Longe do Paraíso

sinopse:

Hartford, Connecticut, 1957. Cathy Whitaker (Julianne Moore) é uma dona de casa que leva uma vida aparentemente perfeita, pois tem filhos, um dedicado marido, Frank (Dennis Quaid), e a possibilidade de ascensão social. Mas um dia tudo cai por terra quando Cathy, ao ir ao escritório de Frank, vê chocada ele beijando outro homem. Abalada com o acontecimento, Cathy busca conforto junto a Raymond Deagan (Dennis Haysbert), um jardineiro negro. A aproximação dos dois causa desconfiança junto a vizinhança, que não vê com bons olhos o relacionamento entre uma mulher branca e um homem negro. Paralelamente Cathy e Frank decidem manter o casamento, para não sofrerem pressões da comunidade, enquanto procuram um médico, Bowman (James Rebhorn), para tentar curar a "doença" de Frank, pois é cada vez mais difícil ele reprimir sua tendência o homossexual. Enquanto tudo isto acontece surge entre Cathy e Raymond uma forte paixão platônica.

elenco:

  • Julianne Moore (Cathy Whitaker)
  • Dennis Quaid (Frank Whitaker)
  • Dennis Haysbert (Raymond Deagan)
  • Patricia Clarkson (Eleanor Fine)
  • Viola Davis (Sybil)
  • James Rebhorn (Dr. Bowman)
  • Bette Henritze (Sra. Leacock)
  • Michael Gaston (Stan Fine)
  • Ryan Ward (David Whitaker)
  • Lindsay Andretta (Janice Whitaker)
  • Jordan Puryear (Sarah Deagan)
  • Kyle Timothy Smith (Billy Hutchinson)
  • Celia Weston (Mona Lauder)

comentários

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pedro1asakura
02/01/2002
nota:Rate07
Todd Haynes segura mais o filme com o roteiro do que com a direção. E digamos que ele está bem nos dois, mas nunca muito bom. A idéia do roteiro é interessantíssima só que Todd desperdiça-a as vezes deixando sentimentos muito superficiais em parte do filme. Na direção, seu defeito é tentar nos colocar nos anos 50 (acho que é quando se passa o filme). O figurino e a direção de arte estão bons junto com a excelentes trilha sonora de Elmer Bernstein (que as vezes exagera demais tentando nos ambientar nos anos 50), porém essa "ambientalização" de Todd tropeça muito nos defeitos do roteiro. Digamos que Longe do Paraíso está perto do paraíso. Quase lá. É o filme do quase lá. Julgando com os outros filmes que vi, Longe do Paraíso mereceu as 4 indicações ao Oscar (talvez ainda coubesse a Dennis Quaid, bem em cena) m as não mereceu ganhar nenhuma. Se trata de um filme razoável. Ah, esqueci de falar de Juliane Moore. Esperava um pouco mais dela, mas depois percebi que o roteiro novamente atrapalhou o filme. Seu papel de pouca emoção (enquanto deveria ser de forte) a atrapalhou. Ela está muitíssimo bem cena como "Cathy" mas não chega a brilhar. O maior defeito de Longe do Paraíso é o roteiro. Ele evolui muito bem, mas podia ser mais bem aproveitado e desenvolvido, mas não deixa de tirar o filme dentre os melhores do ano."
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Rodrigo Oliveira
03/01/2002
nota:Rate08
Um filme que fala de preconceitos antigos, mas ainda muito presentes em nossa sociedade. Julianne Morre mostra porque carrega o título que uma das melhores atrizes atuais, simplismente fantástica! E não fica sozinha, Dennis Quaid e Dennis Haysbert também dão um show de interpretação. Não é um dos melhores filmes do ano, mas vale conferir pelas atuações e os fortes temas abortados."
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Fabrício Botelho
04/01/2002
nota:Rate08
Fui completamente despreparado para assistir este filme do diretor Todd Haynes. Quando começou, pensei que estava vendo um daqueles filmes para televisão. Engano, o Longe do Paraíso é um belo filme, extremamente sensível e seco. Falo seco, pois a Julianne Moore (provando que é a melhor atriz atualmente) consegue apenas através do sorriso, expressar todo o poder da sua personagem. Uma mulher forte, humana e muito "convercional". O personagem do Dennis Quaid vai evoluindo a medida que ele vai se aceitando. Um bom trabalho. A direção, as vezes, peca no rítmo mas se segura pelo roteiro enxuto e cheio de segundas intenções. Quando for assistí-lo, lembre-se que é um adulto e sensível."
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McPhee
05/01/2002
nota:Rate010
Julianne Moore brilha (como sempre) como uma típica dona-de-casa americana dos anos 50 - a esposa perfeita, mãe ideal e socialite respeitada. Para ela talvez, seria essa a definição de Paraíso, mas tudo cai quando descobre que seu marido, um próspero executivo, é homossexual. Sem ter com quem rapartir tal dor e desilusão, acaba encontrando conforto(e depois a paixão) em seu jardineiro. Só que estamos nos anos 50. Homossexualidade é doença, traiçao e divócio ainda são tabus e ainda prevalece em grande parte das pessoas a discriminação racial - sim, o jardineiro é negro (e gato). O filme retrata esses desencontros de forma sutil e ao mesmo tempo avassaladora... Tudo funciona à perfeição: dos deslumbrantes figurinos à impecável reconstituição de época da direção de arte e cenários. Da esplendorosa fotografia à magnífica trilha sonora. Tudo remete aos áureos anos 50, até as letras dos créditos. A tensão é desenvolvida lentamente, os sentimentos explodem para em seguida serem reprimidos. E ficamos todos, nós e os personagens, sem saber como lidar com situações tão delicadas e, pior, sem saber qual decisão tomar, ficando assim cada vez mais distantes do mundo perfeito.
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Lucivaldo Feitosa
06/01/2002
nota:Rate07
Julianne Moore prova mais uma vez que é a melhor atriz de sua geração. Longe do Paraíso é um filme que se debruça quase que totalmente sobre a atriz central e seus muitos problemas, e Julianne tem uma interpretação contida, mas precisa, revelando em cada palavra sufocada, toda a dor e frustação da sua personagem. O resto do elenco está muito bem também, sobretudo Dennis Quaid, que brilha em pelo menos duas cenas. O filme tem alguns furos de roteiro, mas no mais é bom. Palmas para o figurino e a belíssima fotografia.
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Theo Araújo
07/01/2002
nota:Rate08
Um filme surpreendente! Quando se inicia, logo imaginamos um mole "E o vento levou...". No entanto, o plot do roteiro levanta o público com um tapa e os atores dão show. Não se trata de um tema fácil, mas a rispidez do roteiro confronta-se com a leveza da fotografia. Um filme delicadamente pesado.
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André Custódio Mascarenhas
08/01/2002
nota:Rate010
Com uma impecável constituição dos anos 50, o novo filme de Todd Haynes é MAGISTRAL. Com exuberante atuação de Juliane Moore ( que leva o filme nas costas), assim como a excelente atuação de Denis Quaid, como o marido homosexual. O diretor também trabalha bem com a câmera. Mas o que o filme melhor apresenta além de Julianne Moore e do cenário é o roteiro. Perfeito! Onde Todas as falas estão dentro do contexto.
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Alexandre
09/01/2002
nota:Rate08
Com excepcional direção de arte, direção segura, interpretações arrebatadoras e uma magistral trilha sonora Longe do Paraíso é um filme acima da média. Porém seu grande mérito reside na abordagem franca e realista de dois grandes tabus da década de 50 nos EUA : o homossexualismo e as relações inter-raciais. Um bom filme!
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Frederico Ruas dos Santos
10/01/2002
nota:Rate02
O clássico tipo de filme de grandes pretensões que saiu uma porcaria. A direção é péssima, lembrando em alguns momentos cenas do seriado do Batman dos anos 60. O roteiro é fracamente desenvolvido, com personagens completamente artificiais, situações inverossímeis e narrativa medíocre. Os atores(com pequena excessão do marido gay) foram horríveis, talvez pela já horribilidade do filme. É o filme exemplo de arte fajuta: críticos o amam pela proposta que falhou em passar ao espectador, e o público fica com a imagem na cabeça que filme-arte é ruim.
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Henrique Benites
12/01/2002
nota:Rate09
O filme consegue tratar de dois temas fortes com uma delicadeza e uma sutileza impressionante. A ambientação na década de 50 está muito bem feita, e o filme parece realmente ter sido feito nessa época. A atuação de Julianne Moore está perfeita e sua indicação ao Oscar foi merecida. O filme só peca um pouco pelo ritmo um pouco lento, mas que é compensado pelos outros atributos.
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Peterson
13/01/2002
nota:Rate07
Um filme trivial no seu desarrolar recheado de temas polêmicos que os americanos (ainda) têm certo receio: racismo, homossexualismo e estrutura familiar. Plasticamente, o filme é impecáevel e procura retratar fielmente a época (inclusive na cena de Moore dirigindo, numa visível chroma-key, remetendo aos recursos cinematográficos do período). Quaid não me convenceu muito bem no papel de "executivo com sérios problemas de álcool, sexuais e familiares". Já Haysbert dá um show atuação em cima de todo o elenco. Moore está visivelmente rechonchuda por conta da gravidez. E o final do filme deixa a desejar. Poderia ter sido logo ou feliz ou trágico, mas não "neutro", como foi.
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Lívia Limaa
14/01/2002
nota:Rate010
Longe do Paraíso é um filme de exelência por que trata de temas polêmicos sem "dedos", situado numa época onde vencer o preconceito era a maior meta. Considerando uma mulher de classe média que enfim vê que sua vida não é tão cor-de-rosa quanto ela imaginava, pode ser considerado um tema comum, mas lembrem-se: "o que importa é a forma como a história é contada"! O figurino também merece dez!
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Felipe C.
15/01/2002
nota:Rate010
Um filme belo, tocante e triste - em todos os sentidos. Mas que nos dá uma esperança de seguir nossos corações. Uma obra dramática e maravilhosa, com um visual que retrata bem aquela época. Uma época em que as pessoas viviam longe, muito longe, do paraíso.
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João Paulo
16/01/2002
nota:Rate010
UM FILME QUE SO TIVE A OPORTUNIDADE DE ASSISTIR ESSE FINAL DE SEMANA PASSADO. É OTIMO, TOCANTE, TRISTE, UMA MISTURA DE REPRESSÃO COM AMOR, ODIO, RACISMO. EU ACHEI BARBARO.
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Jú Scatolina
17/01/2002
nota:Rate010
O diretor Todd Haynes estava inspirado ao dar a Longe do Paraíso um ar de clássico dos anos 50. A forma com que é colocado o título e os créditos é próprio de grandes cults da era de Marlon Brando e James Dean. Mais uma vez Juliane Moore é esplendida no papel da esposa dedicada e passiva que descobre a homossexualidade do marido. Vulnerável, ela se deixa atrair por um negro, o que desperta o preconceito da sociedade. Dennis Quaid também é maravilhoso, e prova que continua sendo o galã talentoso (porém agora de meia idade...) que sempre foi. Um filme máximo, lindo, com uma trilha sonora fascinante e fotografia deslumbrande. Imperdível!
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
18/01/2002
nota:Rate09
O grande homenageado neste filme é o diretor austríaco Douglas Sirk, que teve como pontos altos de sua filmografia "Palavras ao vento", no qual denunciava a descriminação do homossexualismo em plena década de 50. E sabem quem estrelou "Palavras ao vento"? Pasmem, Rock Hudson, o protótipo da macheza naquela época. Os letreiros, os cenários, os figurinos nos dão a nítida idéia de que fomos transportados no tempo para os anos 50. Cathy Whitaker (Julianne Moore, belíssima como sempre) simboliza a típica dona-de-casa norte-americana. Tem um marido, Frank (Dennis Quaid), que é diretor de uma fábrica de televisores, dois belos filhos e uma casa maravilhosa. Ela chega a ser motivo de uma reportagem de uma revista feminina da época. O problema é que todo esse belo verniz guarda abaixo dele um grande drama, que atinge seu ápice quando Cathy vai levar alimentação para o seu marido, que teoricamente estaria trabalhando no seu escritório, e o flagra beijando um outro homem. Frank concorda em fazer um tratamento para a sua "doença". Por mais esforço que ele faça, fica evidente que ele não consegue abafar seu homossexualismo numa festa de final de ano em sua própria casa. Após beber exageradamente, falar um monte de bobagens para a esposa, tentar sem sucesso manter uma relação sexual com a esposa e, por último, agredí-la fisicamente, tudo indicava que Frank vivia uma crise de identidade sexual. Por sua vez, Cathy, desenvolve um relacionamento de amizade com Reymond (Dennis Haysbert), seu jardineiro, um negro, viúvo, conhecedor de artes plásticas, e o mais importante, muito sensível. Isso serve de mote para numa tacada só o diretor Todd Haynes falar de outro tema clássico de seu colega Douglas Sirk: a segregação racial. A atuação de Juliane Moore foi reconhecida no Festival de Veneza. E com todo o mérito.
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Fernando Schiavi Leite
19/01/2002
nota:Rate08
Um ótimo filme. Dennis Haysbert(série 24 horas)e Julianne Moore estão ótimos realmente. Dennis Quaid também se despiu de qualquer preconceito para a composição de seu personagem homossexual. òtima fotografia e o texto impressiona.
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Odair
20/01/2002
nota:Rate09
Muito bom! Sem comentários. Brilhante cena do Dennis Quaid quando ele diz para a esposa estar preocupado com a sua reputação, por causa dela falar com negros, quando na verdade ele estava afundando seu casamento com romances homosexuais e acaba separando-se e nem preocupando-se com sua reputação. Outro cena fantástica é quando o jardineiro leva a personagem de Juliane Moore para um bar de negros e ela se sente da mesma forma que o jardineiro (negro) no meio dos brancos. Acho que temos que começar a analisar os filmes de forma diferente, pelo que ele tem a mostrar e não somente com um pensamento técnico.
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Mateus Beleza Rocha
21/01/2002
nota:Rate08
A julgar pela sinopse deste filme parece que iremos ir assistir a uma espécie de versão do longa "beleza Americana. Felizmente ficamos só na aprencia. Não que este filmem dirigido por Sam Mendes seja ruím.Mas não dá pra sentir um cheiro de convecionalismo no meio daquelas cenas constrangedoras. Ao deixar os estaladraços( muitas vezes desnecessários) de lado e fazer um filme belo e sennsível o diretorde "longe d Paraíso acabou agradando o telespectador ávido por aquelas histórias românticas onde a sutileza prevalece. Além é claro de abordar a delicada questão do racismo nos EUA, que sempre é omitido por vários filmes hollydianos. Sem dúvida nenhuma uma pequenas obra prima feita com simplicidade que apesar de ter um olhar um tanto complacente é feito com muito honestidade. Longe do Paraíso é o tipico do filme "Agua com Mel"!
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