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O diretor aqui aproveita para experimentar técnicas narrativas fora do tradicional, além de uma fusão de diversos gêneros cinematográficos, o que configura uma singela crÃtica à necessidade do público de obter informação mastigada. Especial atenção deve ser dada a um fator determinado - me parece - pela censura da época e que dá um charme bem especial ao filme (não vou contar aqui o que é). Ótima trilha sonora e tomadas antológicas em mais um belo exemplo da técnica, da sensibilidade e do estilo único de Kubrick. |
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Tudo neste filme é muito bom, a partir da fotografia em preto e branco, da atuação marcante de Mason, que sempre deixa sua marca no que faz (observe-o em "Julius Caesar"), e pela magnÃfica direção do saudoso Kubrick. Um filme para ser visto. |
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Amei o filme! Super famÃlia! porque trabalha o imaginario, dramas e conflitos psicologicos desempenhando papeis dentro da sociedade e o despertar para vida, melhor que muitos os filmes enlatados sem pé nem cabeça. É lógico que é apenas uma adaptaçao da literatura universal o que nada substitui a obra numa otima traducao mas mesmo assim ja vale pela iniciativa. DEZ!" |
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Se este é o melhor que o Rafael viu, ele já deve ter visto muita porcarÃa. É um filme razoável, com o bom Mason no elenco e uma história que pode ser real, como o vice-versa também. O cara usar a filha para chegar à mãe ou até mesmo pedir para ela o fone da cachorrinha." |
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É um ótimo filme, com um ótimo elenco. Creio que é um dos melhores filmes que já assisti, mas eu tambem queria que aparecesse mais cenas explÃcitas. Vou ler o livro o mais rápido possivel, um amigo disse que é muito bom, assim que eu o ler vou assisti-lo novamente, com outros olhos. Eu o vi a uns anos atras, agora estou tentando assistir toda os filmes do Stanley. |
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Dirigido por Stanley Kubrick, com James Mason, Shelley Winters, Sue Lyon e Peter Sellers no elenco. Este drama baseado no livro de mesmo tÃtulo de Vladimir Nabokov mostrou algumas divergências quanto ao livro. No livro fica explÃcita a relação entre Humbert,um acadêmico europeu que vai aos EUA, e Lolita, filha de Charlotte, uma viúva que aluga um quarto a Humbert. Já no filme não foi dada a devida importância a essa relação e a infantilidade de Lolita. Porém como o filme (rodado em 1961) foi gravado pouco depois do lançamento do livro ficou muito bom o cenário, figurino, música e tudo referente a época." |
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Caro Fábio Lucas Moscoso, acho que sua crÃtica foi altamente equivocada, pois ela mesmo mostra que você não assistiu ao filme nem muito menos leu o livro. Bem antes de você criticar desfavorecidamente, peço-lhe que saiba o que está dizendo. O filme é uma ótima cópia fiel do livro, o qual descreve muito bem situações diversas.P.S.: Humbert usa a Mãe (Charlote Haze) para chegar à sua filha." |
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Li as crÃticas acima.E não concordei com nenhuma delas.Este filme foi maravilhoso pra mim.Foi através dele que comecei a ver o cinema de outra maneira.Ele é um classico.Me tocou.Ele, foi mal compreendido, pois mostra um tema inicialmente absurdo.mas é um enredo que se voce prestar bem atenção e entender, voce vera que é algo muito cativante e triste.antes de mais nada, o filme tenta mostrar a loucura de um homem por uma amada(seja ela qual for).Poucos filmes tentam inicialmente abranger bem fundo um sentimento.neste filme, voce acompanha tudo o que humbert passou - e sofreu - por lolita.Algo extraordinario, que vi em pucos filmes.Não me arrependi nem um pouco, vou comprar o livro agora.Se for tão bom quanto o filme, estou feito. |
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Apesar de ser um filme polemico para a epoca e com um bom elenco, e direçao. O contexto do filme traz, o Decadentismo do ser humano, em viver os excessos prazerosos da vida. Dentro disso tudo o filme, apresenta uma singularidade envolta de um homem culto, perdido num vicio que e ser apaixonado por uma ninfeta. Diante disso tudo esse homem e totalmente descontrolado psicologicamente, distruindo a si mesmo e a propria ninfeta que na verdade, brinca de amar. Apesar de ser ativa sexualmente ela nao conhece o amor. Enfim, um filme bem elaborado, mas com um conteudo triste. |
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A versão de Kubrick para o livro de Nabokov obedece apenas aos principais momentos da história e, dentro destes momentos, cria novas situações e diálogos. E o personagem Clare Quilty teve a importância aumentada, aproveitando o talento de Peter Sellers. O "Lolita" de Kubrick é mil vezes mais charmoso que o de Lyne, que é um filme correto e fiel ao texto, e nada mais. |
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A quem estranhou o distanciamento aparente entre Lolita e Humbert Humbert, por ter lido no livro de Nabokov uma relação mais Ãntima, é conveniente lembrar a época de produção do filme e principalmente, o paÃs. O último filme sobre "Lolita" teve mais liberdade de realizar em imagens a relação escrita por Nabokov de maneira mais audaciosa, porém não ousou subverter a estrutura e a maneira do filme de Kubrich. E, além de tudo, Peter Sellers é dificilmente substituÃvel nos papéis em que realisa, Quilty, no caso. |
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Apesar de boa parte dos principais elementos "kubrickianos" estarem presentes (ironia, ceticismo, humor negro), percebe-se claramente a impossibilidade no filme, de se recriar com fidelidade as principais caracterÃsticas do personagem condutor Humbert Humbert; apesar da boa atuação de James Mason no papel, e na ajuda de Kubrick para torna-lo patético, a dualidade – intelectualidade e erudição versus obsessão sexual e sandice consciente – não pôde sobressair e nos divertir tanto como ocorre com este personagem no livro homônimo de V. Nabokov no qual o filme foi baseado (mesmo com o próprio Nabokov como roteirista). Outro aspecto negativo é ver o que a censura pôde fazer: Kubrick é obrigado a "sugerir" tanto durante o filme, que ocorre um distanciamento das personagens (principalmente Lolita e H.H.) em relação à densidade que os mesmos apresentam no livro, e embora haja um toque genial do diretor em tais "sugestões" (ângulos sutilmente sensuais etc.), visto hoje se percebe fatalmente que o filme envelheceu, pois não pôde apresentar algumas cenas singulares da obra (não necessariamente as de sugestão sensual). Apesar disso o filme é bom e contem como em todos os filmes do diretor algumas cenas geniais, como é o caso da engraçadissima cena em que Lolita, H.H. e Charlote assistem a um filme, bem como o bizarro e patético pingue-pong no inicio do filme. |
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É claro que ao analisar esse filme devemos deixar o preconceito ao pedofilismo de lado, pois o professor Humbert, tanto no filme como na obra de Nabokov, claramente se sente culpado por tal sentimento, e quem discorda e deu nota baixa ao filme, por favor, leia a obra, pra depois vir falar besteira. |
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Mais ou menos. Pularam várias partes importantes da obra literária, o filme já começa revelando o mistério que nos perturba durante todo o livro... a mudança de personalidade da Charlotte do livro pro filme é brochante! E a Sue Lyon, q interpreta Lolita, nada tem de Lolita!!! Não tem aquele jeito sensual, provocador e infantil ao mesmo tempo, que tem a personagem do livro. Mas a direção musical é excelente, e a cena final ficou bem feita e emocionante! |
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Me surpreendeu, o roteiro é bem fiel ao livro, inclusive os diálogos. Porém, os personagens eram distantes um do outro, sem aquela atmosfera calorosa presente no livro. Mas é preciso entender a censura da época também. |
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