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Liberdade É Azul |
Após a morte do marido e da filha num acidente de carro, uma modelo decide
renunciar à vida. Primeiro filme da trilogia Kielowski. Com Juliette Binoche.
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Ficha
Técnica
Título Original: Trois Couleurs: Bleu
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento (França): 1993
Estúdio: CEB Productions / Eurimages / France 3 Cinéma
/ MK2 Productions / Tor Studio
Distribuição: Miramax Films
Direção: Krzysztof Kieslowski
Roteiro: Krzysztof Kieslowski e Krzysztof Piesiewicz, baseado
em estória de Agnieszka Holland, Slavomir Idziak, Edward Zebrowski,
Krzysztof Kieslowski e Krzysztof Piesiewicz
Produção: Marin Karmitz
Música: Zbigniew Preisner
Direção de Fotografia: Slavomir Idziak
Desenho de Produção: Claude Lenoir
Edição: Jacques Witta
Elenco
Juliette
Binoche (Julie)
Benoít Régent (Olivier)
Floence Pernel (Sandrine)
Charlotte Very (Lucille)
Hélène Vincent (Jornalista)
Philippe Volter (Agente do Estado)
Claude Duneton (Médico)
Hugues Quester (Patrice)
Julie
Delpy
Sinopse
Após um trágico acidente em que morrem o marido e a filha de
uma famosa modelo (Juliette Binoche), ela decide por renunciar à
sua própria vida. Após uma tentativa fracassada de suicício, ela
volta a se interessar pela vida ao se envolver com uma obra inacabada
de seu marido, que era um músico de fama internacional.
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Imagens
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Premiações
- Recebeu 3 indicações ao Globo de Ouro: Melhor Filme Estrangeiro,
Melhor Atriz - Drama (Juliette Binoche) e Melhor Trilha Sonora.
- Ganhou o Leão
de Ouro no Festival de Veneza e ainda os prêmios de Melhor Atriz
(Juliette Binoche) e Melhor Fotografia.
- Ganhou o César
de Melhor Atriz (Juliette Binoche), Melhor Som e Melhor Edição,
além de ter sido indicado na categoria de Melhor Diretor.
Curiosidades
- A Liberdade É Azul é o primeiro filme da trilogia Kielowski,
dedicada às cores e aos ideais da Revolução Francesa. Os demais
filmes foram A Igualdade É Branca
(1994) e A
Fraternidade É Vermelha (1994).
Críticas
| nota |
Resumo |
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Cláudia Brito (Crítica do Leitor): "O filme é
maravilhoso, a começar pela interpretação de Juliette."
Texto completo |
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Lilith (Crítica do Leitor): "Sufocante e verdadeiro,
traduz toda a intensidade do sentimento." Texto completo |
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Henrique Miura (Crítica do Leitor): "Demorei para
notar o quanto o filme era completo e sincero, um filme
cheio de sentimentos reais." Texto completo |
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Martha (Crítica do Leitor): "Angustiante! Foi
o que senti logo ao ter acabado de ver o filme."
Texto completo |
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Juliano Reis (Crítica do Leitor): "Sem dúvida
alguma o melhor filme da trilogia. Juliette interpreta seu
papel com uma intensidade inigualável, trazendo à
tela um misto de sentimentos como ódio, descrença
e desespero. A fotografia é simplesmente maravilhosa." |
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Junior Riva (Crítica do Leitor): "Maravilhoso,
intenso, com uma interpretação marcante de
Juliette Binoche e uma trilha sonora fantástica.
Um exemplo perfeito do cinema que valoriza a estética
imagem-música." |
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Dulhano Luidy Trevisan Dornelles (Crítica do Leitor):
"Não poderia se esperar algo diferente de Kielowsky."
Texto
completo |
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André Ferreira de Oliveira (Crítica do Leitor):
"Sem dúvida alguma uma experiência cinematográfica
completa." Texto
completo |
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Cláudio Molinari Carvalho (Crítica do Leitor):
"Um dos melhores fimes que já assisti. Uma belíssima
fotografia e Juliette Binoche está esplêndida." |
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Paulo Czerkawski (Crítica do Leitor): "Ótimo!
Só não dou nota 10 porque gosto mais da terceira
parte da trilogia! E Juliette está muito melhor aqui
que na porcaria de O Paciente Inglês!" |
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Michely Rosa (Crítica do Leitor): "O filme é espetacular." Texto completo |
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