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O filme é ótimo!!! Se até no "Titanic" teve um romance inventado, "A Letra Escarlate" também poderia fazer algumas alterações para tornar a história mais envolvente. Mudar o script de livros em adaptacões é uma prática constante em novelas e seriados brasileiros, por exemplo. E só a cena do Gary Oldman no lago, principalmente, e a cena dos dois na rústica banheira já valem o filme! |
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Ao visitar minha locadora numa segunda-feira de Carnaval obviamente não encontrei lançamento algum. Aí me embrenhei no meio daqueles infinitos títulos misturados e bagunçados. Escolhi "A Letra Escarlate", não me lembrava das críticas ao filme mas simpatizei com a sinopse. Não decepcionou. O filme é uma crítica ao extremismo religioso. Demi Moore está muito bem representando a força da mulher contestadora e apaixonada, apesar de estar com uma voz meio rouca. Até que ponto a burguesia pode ir com a sua hipocrisia? E até que ponto pode ir a resistência humana na luta por um ideal? A fotografia é linda e o conflito índio x homem branco também estão de parabéns. Só não mereceu nota 10 porque o final não foi condizente com o grau de realismo da história. |
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"A letra escarlate", apesar de não seguir na íntegra o livro de Nathaniel Hawthorne, é um bom filme. Tem uma fotografia maravilhosa. O ator Gary Oldman, o qual aprecio bastante, protagoniza um personagem onde ele sempre os eterniza. Acredito também que, além de ser um grande ator, sabe escolher os filmes onde assinará embaixo. |
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O filme perde-se ao transpor o mundo do autor para a tela, nao pela mudanca do final mas pela pessima interpretacao de Demi Moore. Bons atores, Oldman e Duvall mereciam contracenar com uma atris que pelo estude.....e ai e so assistir o filme." |
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Esta versão de "A Letra Escarlate" ("The Scarlet Letter"), "livremente adaptada" do romance de Nathaniel Hawthorne, é sempre apontada como o maior exemplo de deturpação de uma obra literária em nome do "entretenimento hollywoodiano". Demi Moore é criticada não só por sua atuação morna, mas também por ter influenciado na condução da história e deturpado o espírito da obra e da época retratada. A "Hester Pryne" de Demi Moore é uma mulher libertária, moderna, que enfrenta a sociedade de igual para igual em uma postura que se encaixa bem com a década de 1990, mas é impossível quando se imagina o século XVII da história original e mais ainda quando se remete ao romance de Hawthorne, um clássico da literatura americana. A personagem de Hawthorne vive cercada da culpa cristã que lhe é imposta pela sociedade, mas em nenhum momento se liv ra dela; ela aceita seu destino, o de carregar a letra "A" em sua roupa, como símbolo de seu adultério, até o fim de seus dias; ela enfrenta a sociedade, em termos, apenas ao lutar pela guarda de sua filha Pearl e ao se negar a delatar o nome de seu amante. Mas o maior absurdo de "A Letra Escarlate", o filme, dirigido pelo competente Roland Joffé (de "A Missão") - que aqui errou terrivelmente - é o final feliz hollywoodiano imposto por Demi Moore e por aquelas temerárias "sessões prévias" que os estúdios hollywoodianos realizam em cidadezinhas do interior dos EUA para medir "a reação do público". O livro não tem um final feliz, e nem poderia ter, retratando o obscurantismo de uma sociedade cheia de defeitos mas que mesmo assim se vê no direito de julgar e condenar os outros. Mas, diante da reação da audiência da "sessão prévia", optou-se por um final açucarado... O filme tem pontos positivos, como a trilha sonora correta de John Barry e o figurino, que curiosamente foi em grande parte reaproveitado para o filme "As Bruxas de Salem" ("The Crucible"), anos depois. Mas só agradará quem não dá muita importância à coerência histórica ou à fidelidade nas adaptações fílmicas de obras literárias, nem sabe distinguir uma atuação boa de um arremedo de interpretação (refiro-me às caretas de Demi Moore e à incrivelmente fraca performance do excelente Gary Oldman). Só recomendo jamais utilizarem o filme como referência ao livro, em respeito ao autor, um dos grandes nomes da literatura americana." |
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Apesar de ter seu final diferente do livro,o filme dá aos telespectadores uma excelente lição no que diz respeito ao contexto social e político da época.Apenas perde o teor de realidade nas cenas do ataque indígena devido ao exagero de sangue." |
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Gostei muito do filme, acho que o fato do final ter sido alterado, com relação à obra de Nathaniel Hawthorne não prejudicou em nada, muito pelo contrário, os escritore da época só falavam em morte, porque o filme deveria ter o mesmo fim? É incrível como hoje ainda existam pessoas que pensam desta forma, e que não aceitem que um filme mostre a religião por um outro ângulo. Filme Nota 10!!! Excelente trilha sonora, o que podia se esperar de John Barry." |
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O filme A Letra escalarte é um classico da literatura inglesa. Trata-se de um filme empolgante, no qual a principal lição é a crítica ao fanatismo desenfreado, próprio de religiões desvirtuada da essência do evangelho. |
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O filme com toda a certeza foi excelente, mas uma vez que foi baseado na obra The Scarlet Letter do escritor norte-americano Nathaniel Hawthorne foram omitidos algums detalhes e toda uma simbologia marcantes na obra. |
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