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Ken Park

titulo original: (Ken Park)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Larry Clark , Edward Lachman

atores: James Ransone , Tiffany Limos , Stephen Jasso , James Bullard , Mike Apaletegui

duração: 96 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Ken Park
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 36 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.larryclarkofficialwebsite.com/
  • estúdio:Busy Bee Production / Cinéa / Kasander Film Company / Marathon International / Lou Yi Inc.
  • distribuidora:Vitagraph Films LLC
  • direção: Larry Clark , Edward Lachman
  • roteiro:Harmony Korine
  • produção:Kaes Kasander e Jean-Louis Pel
  • música:
  • fotografia:Larry Clark e Edward Lachman
  • direção de arte:
  • figurino:Michele Posch
  • edição:Andrew Hafitz
  • efeitos especiais:

imagens - 2

Ken Park Ken Park

sinopse:

A rotina de quatro adolescentes da cidade de Visalia, Califórnia. Shawn (James Bullard) é um skatista que transa com a namorada e com a mãe de sua namorada. Tate (James Ransone) gosta de se masturbar várias vezes seguidas e tem um cachorro de três pernas. Ele é criado pelos avós, que não respeitam a sua privacidade, o deixando furioso. Claude (Stephen Jasso) é agredido seguidamente pelo seu violento pai, um alcoólatra que o acusa de homossexualismo, e é consolado pela sua apática mãe grávida. Peaches (Tiffany Limos) anseia por liberdade, mas tem de cuidar de seu religioso pai, um cristão fundamentalista, que a espanca após vê-la transando. Embora conversem o tempo todo, cada um dos personagens não sabe dos problemas enfrentados pelos outros.

elenco:

  • James Ransone (Tate)
  • Tiffany Limos (Peaches)
  • Stephen Jasso (Claude)
  • James Bullard (Shawn)
  • Mike Apaletegui (Curtis)
  • Adam Chubbuck (Ken Park)
  • Wade Williams (Pai de Claude)
  • Amanda Plummer (Mãe de Claude)
  • Julio Oscar Mechoso (Pai de Peaches)
  • Maeve Quinlan (Rhonda)
  • Bill Fagerbakke (Bob)
  • Harrison Young (Pai de Tate)
  • Patricia Page (Mãe de Tate)
  • Richard Riehle (Murph)
  • Larry Clark (Vendedor de cachorro-quente)

comentários

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Chico Maia
02/01/2002
nota:Rate03
Ken Park chega no momento em que Kids deixa de ser criança. Este filme choca muito pelo comprometimento do diretor em mostrar um adolescente se masturbando enquanto se enforca, um pai alcóolatra de quer estuprar seu filho depois de chegar em casa e um pai extremamente católico e viúvo, que acaba forçando a sua própria filha a se casar com ele porque a pega na cama com um rapaz. Não recomendo as pessoas à assistirem este filme porque a linha fina que divide a arte, da brutalidade real, não conseguiu ser traçada com equilíbrio e profissionalismo. Tudo é agressivamente colocado sem que haja uma preocupação ou um conhecimento aprofundado sobre o assunto que seria abordado. A definitiva certeza de que o cinema deve permanecer em seu estado de imaginação e irrealidade para aqueles que não dominam por completo a sua prática. Um filme repugnante, desnecessário, que permitiu aos espectadores apenas a possibilidade de ver o que qualquer outro filme teria cortado. A satisfação de ver um filme sem cortes não foi maior que o nojo de ver as cenas que mostram o lado animal do ser humano. Não aconselho mesmo. Qualquer filme pornográfico é esteticamente mais confortável e menos doentio.
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Pedro Diniz
03/01/2002
nota:Rate010
Fantástico Filme!!! Um dos filmes mais maravilhosos que já vi!!! Nos dá um banho de realidade. Totalmente fora da dos 'enlatados' de hollywood. Se você gosta de Laranja Mecânica (Kubrick) e Transpointin (Boyle), vai adorar. Certamente será um divisor de águas entre 'antes da banalização do sexo nos filmes' e 'depois da banalização do sexo nos filmes'. Um filme lindo.
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Carlos
04/01/2002
nota:Rate04
Foi dos filmes mais estranhos que vi. Personagens que ultrapassam o real, com um argumento escrito num dia de um mau ácido. Acho que lhe falta história que una os vários protagonistas, para além do menage final. É sinceramente difícil dizer se gostei ou não, ainda estou a recuperar do choque.
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Renato
05/01/2002
nota:Rate010
Um dos melhores filmes que já vi.Larry Clark mostra mais uma vez que os adolescentes não são seres imbecis e esteriotipados como costuma mostrar os filmes do gênero.É um filme surpriendente indo a fundo nas emoções e pertubações por que passam os jovens de hoje.
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Lúcio de Carli
06/01/2002
nota:Rate08
Muito bom. Um dos motivos é de que, apesar das cenas cruas apontando algumas faces da sexualidade humana, o filme consegue que elas se tornem secundárias em termos de importância; ou seja, são "consequencias" da, o que poderíamos chamar, desestrutura social-familiar, embora esta não seja fundamental para a liberação descarada da nossa libido. Um exemplo é aquele do pai que assedia seu filho em seu sono. Chocante? Talvez, mas não para a proposta do filme. Recomendo.
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Marcos H.
07/01/2002
nota:Rate08
O filme é bom. mostra o quanto pode ser degradante o universo de 5 adolescentes norte-americanos de uma pequena cidade da Califórnia. A população de classe média dos EUA geralmente têm todo o conforto em casa mas esquece o princcipal: dar amor e carinho aos filhos. O resultado são adolescentes estúpidos, que não tem o menor respeito nem consideração com ninguém. Vivem uma vida fútil, sem rumo nem objetivo. Felizmente o filme retrata apenas uma pequena parcela. Tenho certeza de que a maioria dos adolescentes não vive assim nem tem esse comportamento. Apesar disso o filme merece ser visto. Serve como exemplo que não deve ser seguido.
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Oscar Aguiar
08/01/2002
nota:Rate03
Larry Clark foi o diretor de Kids, filme que tem o mérito registrar um aspecto trágico da vida humana. A crítica, aquela que adora filmes que causam impacto, ao falar do novo filme de Larry, Ken Park, identifica uma ácida denúncia, uma exposição da pulsão humana destrutiva, identifica a beleza de corpos adolescentes, a destreza do diretor em revelar, com precisão, a intimidade de adolescentes. O diretor, Larry, em entrevista, ressaltou inclusive a visão otimista do filme, segundo ele, a afirmação de que os adolescentes são capazes de superar suas dificuldades. Para boa parte da crítica, o filme é verdade crua e sem pudor, por isto, ousado. É mais ou menos isso o que se comenta. Aqueles são os comentários. Vamos ao filme. O que poderia ser uma seleção de tipos humanos e de vidas dissipadas numa medíocre existência - coisa que nos minutos iniciais o filme prometia revelar - transformou-se num desproposito de imagens e acontecimentos. Quem assiste ao filme percebe o esforço da direção para dar tensão às cenas. Ou, a gratuidade das composições de cenas eróticas. O filme vai tornando-se tão ruim, que aquele ‘ninguém me ama' do padrasto do personagem Claude, soa como pastelão. Da pretensão do diretor em falar crua e francamente sobre o adolescente americano médio e suburbano, o filme passa somente a mensagem, vazia, de que os adolescentes podem superar o tédio fazendo sexo. Como se vê, chocante!
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Luiz Gallo
09/01/2002
nota:Rate07
Filme interessante ao estilo de Kids, mas com mais profundidade. Discute abertamente os problemas de jovens de classe média-baixa dos EUA, monstrando que nem tudo é tão perfeito assim. O interessante do filme é que os personagens se conhecem, mas não dividem os seus problemas, cada qual agindo isoladamente, o que faz do filme ainda mais preciso na passagem da mensagem. É violento e possui diálogos fortes, apesar de alguns deles parecerem se perder no vazio. Vale a pena!
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Daniel Szhwarzzenbach
10/01/2002
nota:Rate09
Na verdade, acredito que grande parte do mérito fica para o roteirista Harmony Korine. Para quem assistiu "Kids", "Gummo-Vidas sem destino" e "Ken Park", sabe que foram filmes que alertaram sobre o vazio existencial de adolescentes/jovens mergulhados na sociedade de consumo. Caberia lembrar que, Harmony foi feliz em dirigir o clipe da banda Sonic Youth (SundaY) e colocar Mac Culkin de protagonista. Harmony é sensível.
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Everson Lopes dos Santos
11/01/2002
nota:Rate09
O filme retrata com realismo o cotidiano da maioria dos jovens de hoje, não só os norte-americanos; e o que é bom é que não se fez censura ao mostrar isso. Talves muitos ficarão chocados e estes com certeza são aqueles que querem mascarar o mundo com frases iguais a: AMOR E LIBERDADE.
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Emmanuel
12/01/2002
nota:Rate09
Achei o filme excelente, cenas fortes, problemas que atormentam e atrapalham a vida de pessoas normais. Quer mais realidade que isso? Assintam também ao filme "Gummo - Vida sem destino".
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Nunes
13/01/2002
Um filme estupido, com um roteiro estupido. O filme começa sem pé nem cabeça e acaba pior do que começou.Fico preocupado com o futuro do cinema quando vejo que esse filme é elogiado, e com boas críticas... Fazer filmes assim não tem mistério... coloque violência e nudez sem regras nem respeito pelo espectador e espere a reação... um filme sem pé nem cabeça.
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Osvaldo Dourado
14/01/2002
nota:Rate03
Um filme deprimente, doente, amoral, imoral, pervertido sujo, gratuito e mostra o pior lado do ser humano. A nudez às vezes é sincera e sensual, mas no todo é desnecessária.Não é com essa baixaria que nos fazemos valer em criticar a sociedade americana, mas podemos criticar e sermos elegantes como David Lynch em "Cidade dos Sonhos" e Lars Von Trier em "Dogville", mas são diretores acima da média e incomparáveis com essa coisa micha do tal... como é mesmo o nome dele?
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
15/01/2002
nota:Rate03
O filme vem cercado de polêmicas, o que o beneficiou em termos de faturamento. Larry Clark é o mesmo que dirigiu o igualmente polêmico "Kids", em 1995. Ele é o que eu denomino de "abutre da decadência social norte-americana". Me explico. Ele sobrevive com as idiossincrasias psicológicas e sociais de seu país. Obviamente que qualquer artista pode colocar o dedo nas "chagas" da sociedade em que vive. Não há nada de errado nisso. O erro de Larry é viver da criação de esteriótipos. Seus personagens são todos grotescos à sua maneira. O jovem que se suicida pelo fato de sua namorada ter engravidado (Adam Chubbuck); o padrasto alcoolista que abusa do filho adolescente (Wade Williams) e a mãe que assiste passiva a essa situação (Amanda Plummer); garoto que se masturba com uma gravata apertando o seu pescoço e que assassina os seus avós (James Ransone); mulher de meia-idade (Maeve Quinlan) que mantém relações sexuais com o namorado de sua filha. Enfim, ficamos diante de inúmeras pequenas estórias, cujo único laço comum é a aberração. De uma forma comensal o diretor sobrevive dos restos de seus personagens bizarros. Minha sugestão é que o sr. Larry Clark atravesse a fronteira dos EUA com o Canadá e vá aprender com o grande diretor Denys Arcand (O declínio do império americano, Jesus de Montreal, As invasões bárbaras) a fazer críticas à mediocridade que domina o mundo atual. Não é mostrando ejaculações e pênis que se chega ao âmago da questão.
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Guilherme
16/01/2002
nota:Rate010
O filme é muito fraco. só é envolvente com as cenas de sexo e isso é apelação. nao tem qualquer coisa de belo. depois de assistir a kids e agoa ken park chego a conclusão que esse diretor é um maniaco por sexo. e essa realmente é a mensagem que o filme quer passar: " faça sexo(ou só sexo) e seja feliz", sem considerar o amor. ate o nosso querido chico ja disse "façamos", mas nao considerar nada sentimental, somente instintivo, isso pra mim é horrivel!
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Alessandro
17/01/2002
nota:Rate09
Chocante a cada cena e quente a cada quadro.. tlvz o roteiro tivesse sido um pouco melhor.. no fim das contas, pouco c entende sobre o tal ken park..+ tem boa fotografia e cenas "mto bem ousadas".. vale a pena assistir!
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Victor Stifler
18/01/2002
nota:Rate05
O filme não é bom porque apela nas cenas de sexo! se fossem mais exploradas as cenas de diálogos entre eles para motrar como pensa a cabeça de um jovem seria bem mais "adaptável" de assistir.
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Mário Sérgio
19/01/2002
nota:Rate02
O filme é horrível. As cenas de sexo se perdem e não se encaixam no contexto, ou seja, é sexo gratuito, pura e simplesmente para chocar. Sem moralismo barato, o diretor poderia dar o recado de outra forma, pois o tema é bem interessante.
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Viviane Rossettoa
20/01/2002
Como alguem tem a ousadia de comparar esse lixo com transpointing e os filmes do Kubrick? Roteiro bom? Que roteiro...esse filme nao tem roteiro,nao tem direcao,nao tem nada e ele nao e forte, ele agride o publico, eh grotesco! Como o produtor executivo conseguiu grana pra filmar essa bomba?
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Gustavo Couto Salles
21/01/2002
nota:Rate03
Não passou de um filme marketeiro, decepcionei-me com o filme. As cenas de sexo explícito são demasiadamente exageradas, não dando importância suficiente ao diálogo em si.
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Timóteo de Deus Santos
22/01/2002
nota:Rate07
É um bom filme se tivermos em conta toda a biografia do realizador.Acho apenas que o final,ou a meia hora final muita coisa fica por explicar.é um filme que demonstra como somos e como pensamos.porque todos nós temos paranoias,a questao e saber até que ponto podemos levar a nossa.
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Jean Erwin
23/01/2002
nota:Rate09
O filme retrata de maneira dura e explícita a vida daqueles jovens, que por mais díficil que sejam suas vidas eles criam a própria filosofia deles, vivendo de sexo. Claro, como qualquer outro filme de ideologias semelhantes, é para se ver com olhar crítico e não com intenção realista.
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Fábio Ananias Moisés
24/01/2002
Este filme é horrível, deprimente, sem graça e totalmente ridículo.E nem as cenas de sexo salvaram o filme. Onde já se viu o pai do Claude fazer sexo oral no filho, não dá mesmo. Pensei que ia ser bom o filme, mas não foi o que pensei porque não ensina nada de bom, só ensina coisas ruins como usar drogas, fumar cigarro etc. Nunca mais assisto este filme deprimente.
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Gabriel Kothrine
25/01/2002
Sinceramente se pudesse eu dava -1 de nota pra esse filme. MTO HORRIVEL.... Sem conta que o final é totalmente descabido.. ELEITO O PIOR FILME Q EU JA VI NA MINHA VIDA.Todo e qualquer vestigio desse filme deve ser exterminado da face da terra e os diretores atores e roteiristas devem ser condenados a cadeira eletrica para que não façam outro filme como esse!
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Jonathan
26/01/2002
nota:Rate010
Perfeito! Mostra a realidade explícita dos jovens como ela é. Tenho 20 anos e minha adolescência foi e ainda é exatamente igual a esse filme, com certeza nao é exagerado.
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Marina Barrosa
27/01/2002
nota:Rate010
Um filme que rompe com o estereótipo de adolescente americano. Mostra com naturalidade a simplicidade a beleza do ato sexual como impulso de libertação de instinto.Demasiado provocador em algumas cenas, mas não é em busca de senções que cultuamos ao cinema?
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Luís Augusto
28/01/2002
Horrível, um dos piores filmes que jávi. deveria passar nas tardes de segunda na Record pois pagar pra ver isso. Um filme sem pé nem cabeça mostrando a rotina de adolescentes americanos em uma pequena cidade da Califórnia... E daí? Existem cidades muito menores aqui no Brasil nem por isso os adolescentes cometem as ações mostradas nos filmes. Filme horrível, não loquem nem se for o último filme da locadora... A não ser que você queira um filme erótico juvenil mas fora da sessão de pornô.
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marcelo
29/01/2002
nota:Rate08
É o tipo de filme que se adora ou se odeia,mostra de maneira estranha e obcena, as manias e loucuras do povo americano de uma forma totalmente hipnótica que nunca foi mostrada.
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Alice Dantasa
30/01/2002
nota:Rate08
Filme espetacular! Mostra a realidade dos adolescentes americanos (e possivelmente de outros países)que buscam no sexo um refúgio para seus problemas. Cenas explícitas ao exagero, mas vale a pena!
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Douglas de Mello
31/01/2002
nota:Rate05
Nem pense em ver com a família. A sinópse conta o filme todo, não há nada muito além disse. Assista se quizer ver as senas de sexo totalmente explícitas, com direito à ejaculações e sem pudor nenhum. Fraco.
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Rosiane Silvaa
01/02/2002
nota:Rate010
Se você não gostou de Tranispotting, Laranja Mecânica ou outro filme do tipo não assista Ken park. Aagora pra quem gostou... Esse filme é Loco!! Meio confuso, bizarrices e afins, sexo, é bom demais!!! Do mesmo diretor de Kids (Larry Clark). Conta a história de alguns adolescentes e algumas de suas particularidades como transar com a mãe da namorada ou se masturbar freneticamente. Reúna a galera e bom filme!
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Lucas Marin
02/02/2002
nota:Rate09
Gostei, apesar de achar que o diretor é meio gay, mais sem preconceitos, a nudez masculina muitas vezes é desnecessaria no filme. achei brilhante a forma em que ele coloca as historias. na minha opinião, ele tentou dizer a respeito da banalização do sexo, ainda mais entre adolescentes, todos eles tinham problemas pessoais e seu parceiro não sabiam, essa forma de fazer sexo pra esquecer dos problemas, os companheiros, a escolha! isso tudo é irrelevante! começo tragico, final maior ainda!
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Ivan
03/02/2002
nota:Rate09
Gosto desse tipo de naturalidade... um bom filme, bastante honesto. ao mesmo tempo que ele é utópico ele tem 50% ou mais de chance de ser real! massa! gostei...agora kero ver o filme somente eu e uma mina loka, entorpecido de vinho e bem akecido.As senas de sexo não são chocantes na minha opinião..uma pessoa normal assiste o filme e encara com naturalidade. "véri gude".
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Bernardo Evangelista Lopes
04/02/2002
nota:Rate010
Certamente um dos melhores filmes que já vi.A realidade jovem mostrada de forma íntima e tocante,com um enredo de drama-erótico que choca e excita ao mesmo tempo. Uma de suas curiosidades é fato de os protagonistas realmente aparecerem nus e praticando sexo. Larry Clark teve a coragem e espontaneidade que poucos diretores tiveram -- e por isso encanta, e atinge seus objetivos para com os espectadores que realmente sabem absorver a mensagem forte que o filme passa.
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Itamar Breda
05/02/2002
Sexo gratuíto, aliás gartutito não porque paguei o cinema... Deveriam devolver o dinheiro da bilheteria para aqueles que assistiram. Decepicionante ver um diretor que acertou em cheio em "KIDS" ter que apelar para cenas de sexo explícito para voltar a Mídia.
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Guilherme Maciel de Bem
06/02/2002
nota:Rate08
Um ótimo filme que mostra de forma "bem realista" os problemas dos adolescentes, a iniciação da vida sexual, as drogas, os pais e a angústia pelo futuro. O filme foi feito com uma linguagem hiper-realista, que está começando a ser utilizida nos filmes mais alternativos, seguindo uma linha iniciado pelo cinema dinamarquês com o Dogma 95.
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Rafael
07/02/2002
nota:Rate010
Não acredito que as cenas de sexo explícito tenham sido feitas para chocar ou tornar o filme repudiante. Sem elas o filme seria nada mais do que um filme adolescente clichê. Ótimo para ver e rever, claro que despido de visões tradicionais.
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Guilherme
08/02/2002
nota:Rate010
Um filme fantástico!!!Quem nã e bem resolvido jamais podera assistilo,pois as cenas fortes podem faze com que não se enxergue a amarga doçura deste tão belo filme. KIDS foi ótmo e ken paker?bem um filme do século 25 filmado no séc 21.Muito bom.
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Júlia Amanda
09/02/2002
nota:Rate09
Sim, as cenas são um tanto o quanto chocantes e sim, tem um apelo emocional muito grande;Mas,se olharmos a fundo,o filme em si,é incrivel!Larry Clark mostra a vida dos adolescentes de um jeito futil e "rápido" (o que não significa necessariamente "imbecialidade") dá forma como ela é,rápida,idéias,amores,sofrimentos,vem e vão na vida dos adolescentes, nem todos conseguem superar,mas os que conseguem,continuam. Claro, tem um apelo muito forte, que eu sinceramente acho que não era tãããoo necessário assim,mas o diretor conseguiu passar com clareza as emoções que nos aflingem nessa epoca de nossas vidas,de forma "superficial" como é boa parte da vida dos adolescentes,mas sem cair na imbecialização.
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Odon Rocha
10/02/2002
nota:Rate01
Horrível! Se quero ver um filme de sexo, pego uma boa produção do gênero. Se desejo ver um drama, vejo uma boa produção do gênero. O filme simplesmente não fala nada sobre o subúrbio, sobre adolescentes, sobre drogas, é uma estória totalmente vazia e desprovida de sentido. Um desperdício!
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Gustavo André
11/02/2002
Achei um filme que não possui uma historia as pessos assistem e não compriendem aonde o autor quer chegar, um filme sordido e não recomendo para ninguem é um filme que anda totalmente fora da realidade o autor que passar uma coisa fora do normal e aqelas pessoas que procuram um filme só pelas cenas de sexo procure logo um filme pornô.
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Nílson
12/02/2002
nota:Rate03
As histórias dos adolecentes são chocantes e interessantes, o filme e válido, dou nota 3 porque achei que a mensagem poderia ter sido passada naturalmente sem cenas de sexo explicito, que tornou o filme apelativo e vulgar, pois filme de arte é filme de arte e filme porno é filme porno, não se deve misturar as coisas.
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Bernardo E. Lopes
13/02/2002
nota:Rate010
A mostra crua da realidade dos jovens americanos, abatidos por um tédio e pela vacuidade de uma vida que os filmes adoscentes nunca revelaram antes. Ken Park é sincero, mas silencioso, choca por sua realidade, mas sua mensagem está encravada, fica subentendida.
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Pedro Ivo
14/02/2002
nota:Rate01
Eis um filme q se pode chamar de festival de bizarrices... vamos aos fatos: interpretações HORRÌVEIS, naum tem enredo ( literalmente ). esses são os 2 principais. essas historia de realidade e muito relativa, porque so se absorve essa realidade quem tem consciência da própria. Quem não ta ligando muito pra isso acha esse filme apenas péssimo. eu particularmente achei uma coisa fora do comum...realidade essa de um garoto que gosta de se masturbar, se "enforcando" na porta e escutando os "gritos" da jogadora de tênis. TENHA DÒ!! olhe por esse lado...o diretor ao meu ver, quis passar um sentimento de "dó" para com os personagens... como se pode sentir dó de um cara que se droga o tempo todo...so por que o pai dele não deixa ele andar de skate...e o cara que mata os avós... na verdade larry clarck quis atribuir essas bizarrices aos pais dos personagens isso fica claro no filme... mas e impossível culpar qualquer um por esses atos idiotas provocados por "maiores de idade"... clark mais uma vez infeliz em seu filme.
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Eduardo
15/02/2002
nota:Rate09
Adorei, nao é um filme só pra adolescentes é pra todos que gostam de cinema. Muitos dissem que é um filme porno, que nada é erótico o nome disso. E em muitas cidades do interior acontece de fato até mais do que foi relatado no filme.

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