Título original: (Nemesis)
Lançamento: 2002 (EUA)
Direção: Stuart Baird
Atores: Patrick Stewart, Jonathan Frakes, Brent Spiner, LeVar Burton.
Duração: 116 min
Gênero: Ficção Científica
Status: Arquivado
O capitão Jean-Luc Picard (Patrick Stewart) e a tripulação da Enterprise são enviados em uma missão diplomática de paz rumo ao planeta Romulus. Lá eles precisam deter uma rebelião liderada por Shinzou (Tom Hardy), que ameaça destruir a Terra, bem como enfrentar uma perigosa réplica do próprio capitão Picard.
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por Francisco Russo Hoje é dia de festa para os trekkers. Após sete anos de espera, enfim chega aos cinem...
Saint St.. em 23/03/2010Nota: 3
Quem ficou esperando uma ação intensa e vertiginosa do filme Star Trek Nêmesis decepcionou bastante. A cena positiva do filme foi a perseguição a nave estelar Enterprise tentando se esquivar dos canhões a laser da nave inimiga e falta ressaltar ainda, que tem algumas cenas que a tripulação Enterprise dispersa briga para poder resolver na diplomacia com ótimos diálogos.
Renato Rosatti em 02/01/2002Nota: 3.5
Uma franquia de Ficção Científica que alcançou um sucesso colossal dentro da história do gênero certamente foi “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), criada por Gene Roddenberry há quase 40 anos atrás. Inicialmente ela surgiu como uma série de TV produzida em três temporadas entre 1966 e 1969, conhecida agora como “série clássica”, apresentando a nave estelar “Enterprise” com sua tripulação principal formada pelo Capitão James T. Kirk (William Shatner), o oficial de ciências vulcano Sr. Spock (Leonard Nimoy) e o médico de bordo Dr. Leonard H. McCoy (DeForest Kelley), numa missão de cinco anos viajando pela vastidão do espaço explorando novas vidas e civilizações, audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve. Depois de conquistar o mundo com suas deliciosas aventuras, “Jornada nas Estrelas” transformou-se numa imensa e rentável franquia, com uma infinidade de livros, histórias em quadrinhos, videogames, brinquedos e todo tipo de produtos relacionados, e que originou mais outras cinco séries para a telinha, sendo uma delas um desenho animado, produzido entre 1973 e 1974 com 22 episódios, e ainda mais “A Nova Geração” (1987-94), “Deep Space Nine” (1993-99), “Voyager” (1995-2001) e finalmente “Enterprise” (2001 e ainda em produção), com centenas de episódios cada. A franquia “Jornada nas Estrelas” ainda é formada por mais um total de dez filmes especialmente produzidos para o cinema, começando em 1979 com “Jornada nas Estrelas – O Filme”, e seguido por “Jornada nas Estrelas II – A Ira de Khan” (1982), “Jornada nas Estrelas III – À Procura de Spock” (1984), “Jornada nas Estrelas IV – A Volta Para Casa” (1986), “Jornada nas Estrelas V – A Fronteira Final” (1989), “Jornada nas Estrelas VI – A Terra Desconhecida” (1991), estes com a tripulação da série clássica, e “Jornada nas Estrelas – Generations” (1994), “Jornada nas Estrelas – Primeiro Contato” (1996), “Jornada nas Estrelas – Insurreição” (1998) e por último “Jornada nas Estrelas – Nêmesis” (2002), estes com a tripulação da série “Nova Geração”. Em 14/02/03 estreou nos cinemas pelo Brasil o décimo filme da série, “Nêmesis” (Star Trek: Nemesis). E sobre isso, um fato lamentável deve ser registrado: a incrível dificuldade em assistir o filme nas telonas, devido à disponibilidade em poucas salas, com horários ruins e pouco tempo em cartaz, numa completa falta de respeito aos fãs. Certamente esse tipo de tratamento indevido que “Nêmesis” recebeu pelos responsáveis por sua distribuição no Brasil intensifica ainda mais o desgaste da franquia e demonstra um descaso equivocado com a marca “Star Trek”. “Nêmesis” é dirigido por Stuart Baird, sendo o quarto e provavelmente último filme com os personagens da “Nova Geração”: o Capitão Jean-Luc Picard (Patrick Stewart), o andróide Data (Brent Spiner), o Comandante William Riker (Jonathan Frakes) e o resto de sua equipe. Os primeiros seis filmes do cinema foram protagonizados por Kirk e companhia, que por estarem muito velhos fizeram a última aparição em 1991 (DeForest Kelley, inclusive, faleceu em 1999). A história mostra o Capitão Picard, como representante da Federação, envolvido numa crise política com uma raça que sempre foi ameaçadora para a humanidade, os Romulanos, dessa vez liderados por um tirano que conquistou o poder com o uso da força, Shinzon (Tom Hardy). Na verdade o vilão revela-se um clone mais jovem do próprio Picard, e suas intenções hostis forçam um confronto entre eles com importância decisiva para o equilíbrio e manutenção da paz no sistema. Shinzon precisa também realizar uma transfusão de sangue com Picard para evitar sua morte com uma doença genética. Em paralelo, destacam-se o encontro do carismático robô Data com outro andróide similar a ele, porém de fabricação anterior, chamado “B4” (um interessante trocadilho com a palavra inglesa “before”), e o casamento entre o Comandante Riker e a conselheira Deanna Troi (Marina Sirtis). Curiosamente algumas personalidades fazem rápidas participações especiais, como a sensitiva Guinan (Whoopi Goldberg), que fez parte do elenco da “Nova Geração”, a Capitã Kathryn Janeway (Kate Mulgrew), da série “Voyager”, e o diretor Bryan Singer, responsável por “X-Men” em 2000 e “O Aprendiz” em 1998, este baseado em história de Stephen King. Particularmente não sou fã da franquia, apenas gosto muito da série clássica do Capitão Kirk, que assistia na televisão na minha nostálgica e divertida infância. Depois vieram os filmes do cinema e todas as outras séries que não me despertaram grande interesse, acompanhando à distância. Acredito que, como em qualquer série que se torna muito extensa e complexa, com muitas informações de um universo ficcional imenso, ocorre um desgaste natural que vai afastando aos poucos os seus apreciadores, restando apenas aqueles fãs mais ardorosos e fiéis, nesse caso conhecidos como “trekkers”. Mas os tripulantes da “Enterprise” da nova geração também tem seu potencial, tanto que foram responsáveis por sete temporadas e 178 episódios na televisão e mais quatro filmes no cinema, demonstrando que também possuem carisma. E “Nêmesis”, apesar do fraco desempenho nas bilheterias mundiais, é um bom filme de Ficção Científica que diverte nas suas quase duas horas de projeção, mostrando belos efeitos especiais e um roteiro com boas doses de ação e aventura, não faltando as tradicionais sequências de batalhas espaciais envolvendo um confronto entre a “Enterprise” e a imponente “Scimitar” (nave de Shinzon e maior que sua rival) e alienígenas estranhos (destaco o visual dos “remans” num estilo inspirado no clássico vampiro “Nosferatu”, já que em seu planeta quase não há luz solar). Mas por se tratar de um décimo filme de uma imensa franquia nitidamente desgastada, acabou recebendo injustamente uma recepção fria por parte do público em geral. Analisando de forma independente da franquia de “Star Trek”, a produção “Nêmesis” pode ser tranquilamente considerada um bom filme de Ficção Científica, reservando agradáveis momentos para quem procura diversão no cinema. !"
Lucas Sasdelli em 03/01/2002Nota: 4.5
PERFEITO! Tanto para pessoas que não conhecem a saga de Jornada nas Estrelas como para especialistas sobre a série. Tirando algumas falhas que foram mais proporcionadas pelos cortes de edição e algumas outras passagens que são desnecessárias, o filme consegue te prender na cadeira do cinema e te fazer ficar vidrado nele até o final. Patrick Stewart dispensa comentários, então eu irei destacar a atuação do jovem Tom Hardy como Shinzon. Ele faz o personagem ser adorável e repugnante ao mesmo tempo, além do carisma que ele coloca nele, fazendo-o lembrar por dias de frases como "in fact, i feel exactly what you feel". Claro, não é uma história totalmente original, embora tenha várias críticas sociais e temas contemporâneos, mas é algo muito superior aos atuais blockbusters e eu realmente não entendo como o povo brasileiro pode ser estúpido o suficiente de prestigiar o temível Navio Fantasma e O Chamado, e se esquecer desta obra prima. Nêmesis comparado a outros filmes da série como A Terra Desconhecida, Ira de Khan, A volta para casa e O primeiro contato além de outros clássicos do cinema como Lawrence da Arábia, de fato passa longe de ser 10% do que eles são. Mas se comparado com filmes do tipo de Xuxa e os Duentes, Navio Fantasma, 13 Fantasmas e Zoolander, Nêmesis é um baita de um clássico. Então não perca tempo e vá assistir um dos poucos filmes que ainda tem inteligência em sua produção. Sem antes me esquecer de protestar do descaso, desorganização, falta de profissionalismo, desrespeito e outras coisas mais da distribuidora de Nêmesis no Brasil, www.uip.com.br, da qual a podridão não merece nem mais uma linha de minha atenção."
Paulo José dos Santos em 04/01/2002Nota: 3.5
Definitivamente, "Nêmesis" é a jornada final do capitão Picard e sua "família" nos cinemas. Muito menos devido ao fechamento das histórias pessoais de diversos personagens, como Riker, Troi e Data, do que pelo fraco desempenho comercial do filme nos EUA (por aqui não deve ser diferente, a julgar pela sala onde o assisti, que não continha mais do que 20 espectadores - todos com pinta de trekker). De acordo com a lógica hollywoodiana, é muito mais fácil reverter o destino de um personagem em uma nova trama (o que não seria uma novidade na série, vide a ressurreição de Spock), do que produzir uma seqüência de um filme que fechou no vermelho nas bilheterias. Além disso, Patrick Stweart já declarou que "Nêmesis" foi sua despedida de Picard (além dele estar muito caro para a Paramount). A lógica diz que sem seu "pai" a Nova Geração não tem como existir . O desastre financeiro de "Nêmesis" (que deve ser ao menos minimizado com a venda de DVDs, bonequinhos, navezinhas, carrinhos [isso mesmo!] e outras bugingangas) em hipótese nenhuma deve ser relacionado à qualidade do filme que está longe de ser um "Jornada nas Estrelas V", por exemplo. É com certeza superior ao seu antecessor, "Insurreição", que foi um verdadeiro atentado à dignidade de alguns membros da "família Picard". Por outro lado, apesar do tom de despedida, "Nêmesis" não chega a ser marcante ou especial, como o melhor longa da Nova Geração, o brilhante "Primeiro Contato". Há muitos pontos positivos, como as diversas referências a situações já vistas tanto na Nova Geração, como em outras trek-séries; a fotografia diferenciada nas cenas do planeta Kolarus III - pela primeira vez, em Jornada nas Estrelas, um outro mundo não soa como cenário ou como a própria Terra; os eficientes efeitos especiais, com destaque para as belas tomadas da Enterprise e as cenas de batalha; a sempre competente atuação de Patrick Stewart; a impressionante maquiagem, sobretudo dos remans (inspirada em Nosferatu), que só não escondeu as rugas do Brent Spiner. Aliás, foi uma bola fora da Paramount não ter cumprido as regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood quanto à candidatura para uma indicação na categoria Melhor Maquiagem do Oscar. "Nêmesis" ganharia fácil da sobrancelha única de "Frida" e dos pavorosos morloks da "Máquina do Tempo". Porém, "Nêmesis" me deixou incomodado em outros aspectos. Com relação à trama, o filme é repleto de situações forçadas. Exemplo: por que diabos o vilão Shinzon quer destruir a Federação se aqueles que o massacraram por toda a sua vida foram os romulanos? O mais lógico a fazer seria usar sua superarma para acabar com a vida em Romulus. Ele entraria para a história, como era seu desejo, tanto quanto se tivesse aniquilado os terráqueos! De quebra, ainda chamaria a atenção de Picard. Muito mais do que fazê- lo recolher pedaços de robô em um planeta desértico próximo à Zona Neutra. A morte de um dos personagens mais carismáticos da série foi outra destas situações forçadas. Acredito que ela só se justifica devido ao desejo de seu intérprete, um dos autores da trama, em eliminar o seu personagem (tomando a precaução de criar um gancho para caso um novo filme seja produzido e ele mude de idéia). O estupro mental da Deana Troi também foi dispensável. Ainda houve alguma confusão por parte do roteiro quanto à continuidade da série. O Worf não deveria estar no mundo Klingon? O primeiro protótipo de andróide criado pelo Dr. Soong não foi o Lore? E as participações na seqüência do casamento? Foram bacanas, mas aleatórias. Até onde sei, alguns convidados nem deveriam estar ali, ao menos não na forma como se apresentam. Wesley e Ro Laren que deixaram a Frota Estelar, por diferentes razões, estão trajando uniforme de gala. E o pai do Riker? E a mãe da Troi, estava em Betazed? E o Barclay, grande amigo de Deana, por que não compareceu? Fora os cri-cris de fã, há ainda a lamentável trilha de Jerry Goldsmith, que só se salva no tema da nave Scimitar e dos remans e na citação ao tema de "Jornada nas Estrelas - O Filme" na cena da Enterprise no estaleiro. E aquele jipe, hein? Só não é mais infame que o "joystick" de "Insurreição". Mas que só se justifica para a) forçar uma cena de ação no deserto e b) virar um brinquedo. Parece que a clonagem não estava só na história do vilão. Tive a nítida impressão de já ter visto as cenas de perseguição aos remans pelos corredores da Scimitar ou da Enterprise em "Guerra nas Estrelas". Quando Riker se jogou pela escotilha atrás de sua contraparte dos "caras maus", o Vice-Rei, me lembrei imediatamente de Luke, Solo e Leia se jogando no compactador de lixo da Estrela da Morte. E o que dizer da morte do "personagem carismático", acima citada. Chupada de "Jornada nas Estrelas II". Será que se houver um próximo filme de Star Trek, o s heróis estarão à procura dele?! As cenas cortadas, bem conhecidas dos trekkers através da Internet, fizeram muita falta. Nelas os personagens conversam sobre o fim de todas as coisas e tem seus destinos mais claramente definidos. Do jeito que ficou, nem deu para sentir muito a separação da "família", salvo a tocante cena final de Picard e Riker. Neste ponto, o adeus dos veteranos da série clássica, em "Jornada nas Estrelas VI" foi verdadeiramente emocionante. Em "Nêmesis" faltou uma cena final de arrepiar (ao menos os fãs) como a do discurso de Kirk enquanto, em uma bela tomada, a Enterprise se dirigia a uma estrela. Apesar de tudo, a Nova Geração pôde ter um encerramento e com um mínimo de dignidade."
Thiago em 07/01/2002Nota: 3.5
O filme vale por ser mais um da temática "Startrek" (e, talvez, só por isso) , no entanto não compreendo por que a Paramount tende sempre a deixar os filmes para o cinema como se fossem continuação das séries televisivas. Creio que a saída para a franquia seja contratar não apenas um, mas vários roteiristas gabaritados para redigir, ou ao menos tentar, alguma história que tenha, realmente, começo meio e fim, e não que seja mais uma das aventuras da tripulação do seriado. Faz-se necessário o surgimento de um novo capitão, envolvido numa história digerível, numas trama empolgante, senão, podemos dizer: o fim está próximo. Enquanto não se mudar essa mentalidade, teremos surpresas como a do jornal "The New York Times", o qual, analisando a atual situação de "Startrek", numa reportagem especial, afirmou que a natureza do problema reside na "exaustão criativa" do seriado -simplesmente não há mais o que inventar; defendendo, inclusive, uma espécie de quarentena para uma eventual nova produção cinematográfica (5 anos sem lançar nada). É muito triste ver que uma das séries mais inteligentes já criadas está sendo assassinada pelas asneiras de um estúdio que só faz lucrar com toda sorte de direitos autorais.
Emanuel Rodrigues em 06/01/2002Nota: 4
É um bom filme. O lendário Capitão Jean Luc Picard e seu clone Shinzon travam uma batalha que não deixa nada a desejar aos melhores filmes do gênero. A história começa em Romulus com mais um bem sussedido golpe de estado que ocorre entre meticulosos romulanos. O grupo golpista se alia ao perigoso Shinzon num pacto para derrotar a Federação dos Planetas Unidos (Uma espécie de ONU intergaláctica), utilizando a mortífera radiação talaron. O ponto alto da trama ocorre quando Picard encontra seu clone e se reconhece / desconhece a ponto demonstrar em alguns momentos disposto a acabar com Shinzon também se matando, destruindo um a preço de dois. O capitão da Enterprise terminou sua atuação figurando como um dos grandes (maiores) da Federação e Patrick Stweart mais uma vez fez uma grande atuação. O ponto triste é a morte do comandante Data, uma das personagens mais marcantes da "Nova Geração". Mas o filme não compremeteu em foi muito melhor que seu antecessor "Insurreição".
Gustavo Dias em 05/01/2002Nota: 3
É o primeiro filme de jornada nas estrelas q tem combates espacias bem emocionantes. Mas o roteiro é fraco, o filme se resolve da pior maneira possível e ignora muitos detalhes pregados pelo seriado, principalmente se tratando d aspectos relacionados as naves. A maquiagem dos atores está horrível e os sons, muitos deles, foram alterados. O disparo do faiser e dos torpedos da interprise sempre teve um som caracteristico, mas nesse filme, sei lá porque, foi mudado e nao para por ai. Em resumo, o filme parece até um videoclip."
José Vítor em 08/01/2002Nota: 4.5
Filme com bastante ação...perfeito...mas espero que tenha uma continuação e que seja descrito o que aconteceu com o Personagem Data(Brent Spiner)... ele morreu mesmo? Se morreu ficou chato!!! Mas a memória dele foi passada para o outro andróide... será que ele voltará?
É um bom filme.
por Otávio, 14/02/2012 às 19:33
Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor
Filme recomendado. Análise: roteiro bom, atuações boas, fotografia boa, trilha sonora reg...
por NEO, 14/02/2012 às 18:55
...Muito bom o filme! Está entre os melhores na minha opinião!
por Gustavo, 14/02/2012 às 18:35
Já teve um filme com roteiro parecido com o Adam Sandler e a Drew Barrymore, não teve?
por Atena Negra, 14/02/2012 às 18:13