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Joana D'Arc de Luc Besson

titulo original: (The Story of Joan of Arc)

lançamento: 1999 (EUA)

direção: Luc Besson

atores: Milla Jovovich , Dustin Hoffman , Faye Dunaway , John Malkovich , Tchéky Karyo

duração: 155 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Story of Joan of Arc
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 35 min
  • ano de lançamento:1999
  • site oficial:http://www.joan-of-arc.com
  • estúdio:Gaumont / Leeloo Productions
  • distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment
  • direção: Luc Besson
  • roteiro:Luc Besson e Andrew Birkin
  • produção:Patrice Ledoux
  • música:Eric Serra
  • fotografia:Thierry Arbogast
  • direção de arte:Alain Paroutaud
  • figurino:Catherine Leterrier
  • edição:Sylvie Landra
  • efeitos especiais:Duboi

imagens - 13

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sinopse:

Em 1412, nasce em Domrémy, França, uma menina chamada Joana (Milla Jovovich). Ainda jovem, ela desenvolve uma religiosidade tão intensa que a fazia se confessar algumas vezes por dia. Eram tempos árduos, pois a Guerra dos Cem Anos com a Inglaterra se prolongava desde 1337. Em 1420, Henrique V e Carlos VI assinam o Tratado de Troyes, declarando que após a morte de seu rei a França pertencerá a Inglaterra. Porém, ambos os reis morrem e Henrique VI é o novo rei dos dois países, mas tem poucos meses de idade e Carlos (John Malkovich), o delfim da França, não deseja entregar seu reino para uma criança. Assim, os ingleses invadem o país e ocupam Compiègne, Reims e Paris, com o rio Loire detendo o avanço dos invasores. Carlos foge para Chinon, mas ele deseja realmente ir para Reims, onde por tradição os soberanos franceses são coroados, mas como os ingleses dominam a região, isto se torna um problema. Até que surge Joana que, além de se intitular a "Donzela de Lorraine" tinha uma determinação inabalável e dizia que estava em uma missão divina, para libertar a França dos ingleses. Desesperado por uma solução, o delfim resolve lhe dar um exército, com o qual ela recupera Reims, onde o delfim é coroado Carlos VII. Mas se para ele os problemas tinham acabado, para Joana seria o início do seu fim.

elenco:

  • Milla Jovovich (Joana D'Arc)
  • Dustin Hoffman (A Consciência)
  • Faye Dunaway (Yoland D'Aragon)
  • John Malkovich (Charles VII)
  • Tchéky Karyo (Dunois)
  • Pascal Greggory (Duque de Alençon)
  • Vincent Cassel (Gilles de Rais)
  • Desmond Harrington (Aulon)
  • Timothy West (Cauchon)
  • Rab Affleck (Comrade)
  • Edwin Apps (Bispo)
  • Richard Ridings

comentários

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Fábio J.J.
02/01/2001
nota:Rate04
Eu fiquei MUITO triste com o filme. As cenas de guerra forma extremamente bem feitas, mas o roteiro utilizado era péssimo! O que o filme mostra é que Joana foi a culpada por tudo que fez e que de nada serviu, sendo isso uma vingança(!). Um absurdo, uma insensatez...
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Ádamo Guedes Santos de Moraes
03/01/2001
nota:Rate09
Apesar desse filme apresentar uma Joana Dar'c com obsessão por armas bélicas, como resultado de sua sexualidade reprimida na infância, procurando constantemente direcionar suas tensões para a guerra e a religião, Milla Jovovich se encontra formidável no papel principal. Ela é a prova de que para ser uma boa atriz precisa ter talento e não apenas um "rostinho e corpo bonito". O ápice de sua bela atuação se encontra no momento final, quando Joana é presa pelos ingleses e se torna gradativamente louca em conseqüência de sua confusão mental.
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Guilherme Talarico
04/01/2001
nota:Rate03
Um filme desnecessário, já que todos conhecem a história. Muito longo, chato e que tem a pior atriz que existe: Milla Jovovich. Tem uma produção mal-feita, mas em algumas horas caprichadas, com um visual legal e tudo mais. Mas no geral é ridículo. No começo o filme parece um clássico, mas no meio vai se tornando um filme de guerra horrível!
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Marcelo Santiago
05/01/2001
nota:Rate05
Filme muito modernoso... Efeitos de videoclipe, interpretações de videoclipe, fotografia de videoclipe, enfim, só faltou a música. E olha que a interpretação de Milla está para o cinema, falando-se de qualidade, assim como o talento musical de Britney Spears está para a história da música - um desperdício de forças com causas perdidas.
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Bruno Rodrigo Cunha Rodrigues
06/01/2001
nota:Rate010
Realmente apenas os diálogos de Milla Jovovich e John Malcovich já valeram pelo filme. Extremamente interessante e envolvente, assim é este filme. Milla Jovovich é uma excelente atriz!!!
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Paulo Peixoto
07/01/2001
nota:Rate010
Minha nota 10 vai apenas para o final do filme, que é de uma originalidade e sutileza extremas. Quanto ao resto, não se difere de outros filmes de guerra. Ah... sinceramente... EU GOSTEI MUITO DA INTERPRETAÇÃO DA MODELO. Tanto estou falando a verdade, que aí está ela de novo em mais um filme muito elogiado pela crítica, "O HOTEL DE UM MILHÃO DE DÓLARES".
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Fabiana Medeirosa
08/01/2001
nota:Rate03
Decadência total, esse filme NÃO corresponde aos fatos históricos ocorrido com a jovem donzela de Lorraine em sua integridade. Um dos erros mais ABSURDOS desse filme é o fato dos santos que Joana consultava sequer foram mencionados (Santas Margarete, Catarina e o Arcanjo Miguel). Imagens confusas povoaram o filme inteiro, insinuando que aquelas fossem a visão de Joana, O QUE NÃO CORRESPONDE COM A VERACIDADE DOS FATOS, pq as imagens são inteiramente assustadoras. Joana não agia daquela forma louca interpretada por Milla, mas decisiva, cândida, muitas vezes delicada e gentil. Outro erro é o fato de, no filme, apresentarem Joana frente ao Delfim Carlos de cabelos compridos. Na verdade, Joana os cortou no meio do caminho à Chinon. E o que era aquela espada aparecendo no início do filme? Comédia total. Joana recebeu sua espada do próprio Arcanjo Miguel, concebendo-lhe a missão que marcaria sua vida. Enfim, não tenho nada contra Milla, até gosto dela, mas sua atuação foi frustrante e o roteiro completamente DISTORCIDO, é frustrante. Dou nota três pelo esforço do grande elenco. John Malkovich nem tem o que falar: ele é o mestre da atuação, adoro a forma como conduz seus personagens.
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Kléber
09/01/2001
nota:Rate05
Apesar do filme não ser dos mais grandiosos, a parte final do dialogo da joan com sua consciencia é o que transforma o filme em um "filmão". a atuacao dela pode nao ser das melhores mais tudo bem.
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