Título original: (Iris)
Lançamento: 2001 (Inglaterra)
Direção: Richard Eyre
Atores: Kate Winslet, Hugh Bonneville, Judi Dench, Jim Broadbent.
Duração: 90 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
A história de amor entre a novelista e filósofa Iris Murdoch e seu marido, o professor John Bayley, contada em duas épocas distintas: na juventude, quando se conheceram, e na velhice, quando Iris sofre do mal de Alzheimer.
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Fellipe dos Santos em 12/01/2001Nota: 4
Excelente filme. A alternância entre passado e presente e a presença de um futuro claro e iminente é o que faz do filme instigante e marcante. Não é preciso dizer que a interpretação de Kate Winslet é demasiadamente perfeita, ela consegue captar toda a euforia e os mistérios que a personagem carrega consigo. Em minha opinião o filme só não ganha nota 10 pela excessiva demonstração de regresso de sua mente, aprisionada num mundo em que a protagonista mesmo criou. O filme passa ser mais triste do que cativante. Eis aí minha única ressalva negativa.
Lorena Nunes Fonsecaa em 17/01/2001Nota: 4.5
O filme é otimo, minha nota é nove pelo fato do autor enfocar mais na doença da autora e esquecer de falar sobre os seus trabalhos que são exelentissimos, a não ser por esse motivo o filme é maravilhoso, pois retrata a vida de uma pessoa muito inteligente e que valorizava o pensamento assima de tudo.Para gostar do filme voce tem que esquecer a doença da autora e se enfocar no seu modo de vida, nas frases que dizia... é muito interessante!
Rodrigo Almeida em 09/01/2001Nota: 5
A história é perfeitamente oscilada entre a juventude rebelde da escritora e sua velhice. Apesar do esforço de um rotero e uma direção dedicada, não havia possibilidade alguma de sobrepor as, simplesmente, impecáveis atuações do elenco. Liderado, sem dúvida, pela atriz britânica que provou o seu talento mais uma vez e merecia o prêmio de melhor atriz coadjuvante em 2001!!! Sem dismerecer os outros perfeitos trabalhos de Jude Dench, e do Jim Broadbent.
Marcelo Lobo em 16/01/2001Nota: 4.5
Gostei muito do filme, pelo fato de ter tratado de um problema que acomete a papulação, eque poucos sabem o quanto é precaria a doença, sem falar que mostra dos dois lados: quando ela(iris) era jovem e depois de entrar em decadencia. Percebemos atrvés deste filme o quanto uma pessoa com está doença necessita de ajuda.
Éder em 13/01/2001
Impossível acreditar como ninguem deu um zerão ainda!!! O Filme é muito parado e sem graça... bobo daquele que fica com pena da tal da Iris... Seu sofrimento foi merecido, pois o filme mostra que ela não era nenhuma santinha, e sim uma volúvel infiel... bobo foi o marido que não a matou quando teve tempo... Verdadeiro amor existe sim, mas aquilo é burrice!
Camila Leonardia em 08/01/2001Nota: 2.5
De verdade, não gostei muito do filme, sei lá, esperava mais... eu achei que a paixão dos dois foi algo muito repentino e o filme ficou meio sem graça... Achei muito bonita a história dos dois, mas a todo tempo, senti que o marido amava mais sua esposa e raramente eram passadas as cenas dela demonstrando o amor por ele... sei lá, não vi tanto amor.
Francisco Cripa em 02/01/2001Nota: 3.5
Não gostei muito porque o filme quase só mostra a decadência dela, com alguns flashbacks da sua juventude. Não fala nada da sua militância política no partido comunista, dos seus relacionamentos com intelectuais, como Sartre por exemplo. Que o mal de Alzheimer é uma merda todos nós já sabíamos."
Terezaa em 18/01/2001Nota: 5
Simplesmente fantastico o filme da minha vida, onde mostra de maneira clara que existe amor o veradeiro amor, onde a doença fica em segundo plano o amor vence no filme, que bom existe esse filme.
Gílson Goulart em 10/01/2001Nota: 5
Achei o filme maraviloso sob o aspecto técnico por conseguir através de flashs concatenar o passado e o presente. A história, no meu ponto de vista, está focada no amor, como é dito pela escritora em uma de suas conferências, o amor, a bondade - quando olha para o marido. É tocante a resignação com que ele suporta os "amigos", como na cena em que espera o visitante sair e, assim mesmo, permanece ao lado daquela que entende ser o seu amor, acima de tudo. O enfoque da doença serve para reforçar esta história de amor, por que não dizer, eterno.
Ana Maria Pedrosoa em 11/01/2001Nota: 5
Ao final, cai em prantos de ver a sensibilidade do diretor e dos atores em desempenhar um papel identico ao que acontece na realidade tanto do doente como de quem cuida. Meu pai viveu este drama igualzinho, e minha madrasta se foi igualzinha. Definhando aos pouquinhos, e sempre perguntava: quem é voce? quantos filhos voce tem?é triste é real so quem sofreu isto na familia e que sabe valorizar este filme magnifico, esplendido, nota 1000. Recomendo a todos.
O Filme é bom! Muito emocionante. Recomendo.
por Victor Tavares Alves, 14/02/2012 às 06:44
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