sinopse:
Earl Brooks (Kevin Costner) é um executivo de sucesso, marido e pai exemplar, filantropo generoso. Todos o consideram um pilar em sua comunidade, mas ele esconde um grande segredo: é um serial killer. Seus crimes são conhecidos como sendo do Assassino da Impressão Digital, sendo que ninguém tem idéia de qual seja sua identidade. Apesar de estar afastado do mundo do crime há algum tempo, a compulsão de Brooks em matar volta à tona devido ao seu alter ego (William Hurt), o qual considera ser o verdadeiro assassino. Porém ao realizar mais um assassinato Brooks comete um erro, sendo notado por um fotógrafo curioso (Dane Cook), que passa a chantageá-lo. Este crime também coloca em seu encalço a detetive Tracy Atwood (Demi Moore), que está obcecada em desvendar o caso.
Fernando Schiavi Leite
Um filme apenas regular! Talvez o que tenha faltado fosse um diretor mais competente. O bom do filme são as atuações de Kevin Costner e a sempre ótima Danielle Panabaker. Demi Moore está péssima mais uma vez e com uma atuação canstrona não convence em nenhum momento, como a maioria das suas interpretações. O filme tem um ritmo super lento e arrastado e não empolga. O roteiro conta com diaálogos ruins e está cheio de furos. Enfim, não recomendo esse filme que é um drama ruim que tem pretensões de ser um bom suspense. Assista somente se não possuir mais nenhuma opção. É o típico filme que engana pelo trailer e pla temática.
Malena
Filme regular, próprio para passar duas horas distraído, tomando um drinque com bons "bocadillos", como diriam os mexicanos, que são quitutes salgadinhos para acompanhar o drinque e fazer do assistir a um filme algo digno de nota, algo como uma festa.
O filme em si é medíocre, com boas interpretações apenas do Kevin e da esposa, que é conhecida da série CSI, Marg Helgenberger. Da atriz que interpreta a filha, a Danielle Panabaker, posso dizer que trabalhou bem, assim Dane Cook, que interpretou o Smith, mas nada de brilho. William Hurt, como de hábito, trabalha bem. Concordo com o Fernando em relação à Demi Moore, que a cada filme me deixa mais desiludida.Faltou algo, mesmo, um elo a unir tudo, ou seja, melhor direção.
Pode-se dizer que é uma lástima desperdiçar o talento de um Kevin Costner num filme assim.