Amor à Flor da Pele

Amor à Flor da Pele 2010-05-22 Francisco

Título original: (In The Mood For Love)

Lançamento: 2000 (China)

Direção: Wong Kar-Wai

Atores: Tony Leung Chiu Wai, Maggie Cheung, Lai Chen, Rebecca Pan.

Duração: 90 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 6 5

(6 votos)

                   

Sinopse

Chow (Tony Leung Chiu Wai) e sua mulher acabaram de se mudar. Logo, ele conhece Li-Zhen (Maggie Cheung), uma jovem que também acabou de se mudar com o marido. Ele trabalha para uma companhia japonesa, o que significa que está freqüentemente viajando. Como sua mulher também fica, muitas vezes, longe de casa, Chow passa muito tempo com Li-zhen. Eles se tornam amigos e, um dia, são forçados a encarar os fatos: seus respectivos parceiros estão tendo um caso.

 

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Elenco

  • Tony Leung Chiu Wai (Chow Mo-Wan)
  • Maggie Cheung (Li-Zhen Xu)
  • Lai Chen (Sr. Ho)
  • Rebecca Pan (Srta. Suen)
  • Paulyn Sun

Comentários

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Rodrodrigo em 10/02/2010Nota: 5     

Um dos melhores filmes de amor de todos os tempos. Wong Kar-Wai conseguiu fazer um filme inesquecível!  Obs: A Maggie Cheung é muito linda!

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Sabrina Ribeiro Baltor em 04/01/2001Nota: 5     

A primeira parte do filme "Amor à Flor da Pele" não chega a envolver por completo os espectadores, mas, depois de muito refletir, chego a conclusão que o diretor tinha um propósito ao instaurar lentamente a paixão no espectador: esta acompanha o mesmo rítmo lento em que seus personagens se apaixoam. A grande qualidade de "Amor à Flor da Pele" é a mistura de realidade e ficção. Ora a arte imita a vida, ora a vida imita a arte. Os personagens são únicos e as imaginações literárias e sensíveis de ambos os levam ao clímax da paixão. Filme belíssimo e com cenas memoráveis, como é a encenação da despedida de o Sr. Chow, "Amor à flor da pele" me leva a crer cada vez mais na intensa e maravilhosa qualidade de enredo e técnica dos filmes chineses.

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Francisco Russo em 02/01/2001Nota: 2     

Filmechatinho... A trilha sonora é irritante e o filme é estiloso demais, pois certosdetalhes são completamente dispensáveis na trama e a impressão que me deu é que foraminseridos apenas para satisfazer ao ego do diretor. No mais, boas atuações, belafotografia e só.

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Cleber em 03/01/2001Nota: 5     

LINDO.. POÉTICO... A HISTÓRIA DE AMANTES MAIS BEMCONTADA SEM SER MOSTRADA DA HISTÓRIA DO CINEMA. FOTOGRAFIA MARAVILHOSA. MÚSICAGENEROSA... DIREÇÃO PRIMOROSA.

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Hiran Pinel em 05/01/2001Nota: 5     

BELISSÍMO FILME.MUITO DELICADO E REPRESENTA BEM O SENTIDO DE "CUIDADO" ("SORGE" EM HEIDEGGER)COM O AMOR (E O SEXO VIVIDO MAS NÃO NECESSARIAMENTE PRATICADO). O ATOR É MUITO BONITO E TALENTOSO, MAS A ATRIZ... HUMMMMM... QUE "BELA", QUE SENSUALIDADE (QUE AS GOLAS DOS VESTIDOS AJUDAM A DESTACAR), O CORPO ESGUIO, QUE EXPRESSÃO CORPORAL CARACTERIZADO PELA CONTENÇÃO, PELA MORALIDADE E UM DESEJO ENSANDECIDO-CONTROLADO. O FIGURINO DELA PARECE TER SIDO INVENTADO PARA PROVOCAR OS "MULTICOLORES" DOS OBJETOS E TECITURAS SENTIDAS PELO ESPECTADOR MAIS SENSÍVEL - VERDE, AZUL DOS OBJETOS, FUMAÇA DE DIVERSAS TEXTURAS AO ESTILO "CASABLANCA", VERMELHOS DE DIVERSOS TONS, O SUOR DE CADA UM (ÁGUA SALGADA, LOGO DO MAR), UM PRAZER INTERMINÁVEL SEM A AÇÃO MESMA DO SEXO... PARA COMPLETAR O REFINAMENTO ORIENTAL GANHA UM CLIMA PSICOLÓGICO OCIDENTAL COM O BOLERO DE NAT KING COLE - O MAIS SENSUAL "QUIÇAS... QUIÇAS... QUIÇAS...". TRATA-SE DE UM CANTO NORTE-AMERICANO COM PRONUNCIA FORÇADA DE NAT, QUE TORNA O BOLERO MAIS SENSUAL, PELO LADO DE ORIGEM LATINA,DEPOIS AMERICANO (EM NAT) E ORIENTAL (NO FILME QUE EMBALA A HISTÓRIA). SABE POR QUE O FILME TOCA A GRANDE PARTE DOS ESPECTADORES? PORQUE AMAMOS MUITO ASSIM - APENAS EM OLHAR, BRINCAR DE DIVERSAS MANEIRAS, DIZER DE DIVERSOS MODOS "EU TE AMO" E NUNCA... MAS NUNCA... FAZER SEXO. NÃO SOMOS ALTOS E ESGUIOS COMO O ATOR E A ATRIZ, E NEM SEMPRE O FAZEMOS SOB O SOM DE BOLEROS (NO BRASIL, ÀS VEZES, OS PAGODES DESGASTADOS DE AMORES DESGASTOS INSISTEM EM APARECER). MAS O QUE FICA É A INTENÇÃO E O NOSSO ESCAPISMOS DIANTE DO "IDEAL" (?) DO POVO DO ORIENTE. AFINAL UMA DAS FUNÇÕES DO CINEMA É JUSTAMENTE DE INVENTAR-SE PARA PRODUZIR EM NÓS ESCAPISMOS.

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