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Igual a Tudo na Vida

titulo original: (Anything Else)

lançamento: 2003 (EUA)

direção: Woody Allen

atores: Woody Allen , Jason Biggs , Christina Ricci , Danny deVito , Kadee Strickland

duração: 108 min

gênero: Comédia

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Anything Else
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 48 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:http://www.anythingelse-themovie.com/
  • estúdio:DreamWorks SKG / Canal+ / Granada Film Productions / Perdido Productions / Gravier Productions
  • distribuidora:DreamWorks Distribution LLC / Europa Filmes
  • direção: Woody Allen
  • roteiro:Woody Allen
  • produção:Letty Aronson
  • música:
  • fotografia:Darius Khondji
  • direção de arte:Tom Warren
  • figurino:Laura Jean Shannon
  • edição:Alisa Lepselter
  • efeitos especiais:

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sinopse:

Jerry Falk (Jason Biggs) é um aspirante a escritor, que vive em Nova York e se apaixona, à primeira vista, por uma jovem volúvel e excêntrica chamada Amanda (Christina Ricci). Certa vez Jerry comentou com um motorista de táxi sobre questões existenciais da vida e o que ouviu o impressionou: eram "iguais a tudo na vida". Porém, ele descobre rapidamente que a vida com a imprevisível Amanda não é, em absoluto, igual a tudo na vida.

elenco:

  • Woody Allen (David Dobel)
  • Jason Biggs (Jerry Falk)
  • Christina Ricci (Amanda)
  • Danny deVito (Harvey)
  • Kadee Strickland (Brooke)
  • Jimmy Fallon (Bob)
  • Diana Krall (Diana Krall)
  • William Hill (Psiquiatra)
  • Stockard Channing (Paula)
  • David Conrad (Dr. Reed)
  • Joseph Lyle Taylor (Bill)
  • Erica Leerhsen (Connie)
  • Adrian Grenier (Ray Polito)
  • Fisher Stevens (Empresário)

comentários

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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
02/01/2003
nota:Rate06
O conceito que os atores das novas gerações têm de Woody Allen é tamanho, que a grande maioria não apenas quer trabalhar sob a batuta do mestre, bem como aceitam trabalhar por quantias irrisórias (para a realidade deles em Hollywood, é claro). Jerry Falk (Jason Biggs) é o jovem Woody Allen. Um comediante inseguro, neurótico, com medo do que as mulheres pensam a seu respeito. Ele se apaixona pela bela Amanda (Christina Ricci, em excelente atuação mais uma vez), cuja característica principal é a volatilidade. Em outras palavras, Amanda não dá a segurança necessária para apaziguar os temores incessantes de Jerry Falk. A credibilidade dos diálogos do filme fica prejudicada, pois soa improvável, para dizer o mínimo, que o ator que se consagrou com a trilogia "American pie", pensa ou aja como uma pessoa que supostamente deveria ser muito mais velha, um Woody Allen de 40 anos de idade pelo menos. O cenário é o central park, na velha conhecida do humorista, a cidade de Nova Iorque. Um dos pontos altos do filme é quando o casal Jerry & Amanda vai assistir a um show da belíssima e talentosíssima Diana Krall. O objetivo de Allen é rejuvenescer as platéias que assistem aos seus filmes, fato que acho muito difícil. E, com essa idéia de agradar as mais jovens, ele abriu mão de seu olhar sombrio sobre o ser humano como no seu maravilhoso "Crimes e pecados", a sua última obra-prima. A fase 1 do cineasta é das comédias rasgadas, vide "Bananas", "Noivo neurótico, noiva nervosa", "A última noite de Boris Grushenko". A sua fase 2 é a influenciada por Ingmar Bergman, vide "Interiores", "Setembro", "A outra", "Crimes e pecados". Sua fase 3 é a que os atores mais jovens mostram uma devoção ao cineasta, vide "Poderosa Afrodite", "Todos dizem eu te amo", "Trapaceiros de meia-tigela" e que culminou com este "Igual a tudo na vida". As fases 1 e 2 são insuperáveis. A fase 3 deixa a desejar, porém, sempre com diálogos brilhantes. Mesmo longe de suas obras-primas, Woody Allen merece ser conferido.
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Isadora Leea
04/01/2003
nota:Rate08
Woody Allen ainda é uma ótima pedida, principalmente pelo fato da proliferação de besteirol americano que se vê por aí. Como a tudo e a todos, tem seus altos e baixos. Acho que esse filme é superior ao "Dirigindo no Escuro". Gosto da maneira como ele observa a vida e as pessoas. Ele consegue criar situações banais com uma ótica de ironia sutil. Os personagens são comuns mas de atitudes desvendadas de uma maneira crua, tão próximas da realidade: o rapaz de personalidade fraca, que tem medo de magoar os outros, a garota picareta que só que se dar bem, o analista que não analisa coisíssima alguma, é apenas um "ouvidor", enfim, pessoas reais que poderiam fazer parte do nosso cotidiano e isso Woody sempre exibiu com maestria e inteligência, fugindo do lugar comum - só que às vezes isso pode incomodar algumas pessoas pois com certeza se vêem "desvendadas" de maneira tão sagaz.
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Felipe Soriano
05/01/2003
nota:Rate09
Mais um filme de humor melodramatico de Woody Allen. Desta vez seu personagem é um "sabio" com dialogos bem intelectuais e com um grande conhecimento de mundo. Um filme não comercial que não deve fazer um grande sucesso, destaque para a direção de Woody Allen que deixa os atos, gestos e falas de Jason Biggs lembrarem muitos as atuações de Woody Allen em filmes anteriores. Apesar de tudo o filme fica muito abaixo do nivel dos classicos desse grande ator, roteirista e diretor.
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Nicolea
06/01/2003
nota:Rate01
Sinceramente, os únicos filmes do Woody Allen que eu vi foram "Maridos e Esposas" e "Celebridades". O primeiro eu naum vi ateh o fim, mas achei a premissa bem interessante, apesar da direção de Allen naum deixar que o espactador preste atençao na expressão dos artistas. Já Celebridades eu gostei, mas acho q naum devia ser este o tpitulo, pq mais uma vez Woody Allen se proppoe a falar sobre um cara neurotico e o mundo ao redor dele, como seus problemas com mulheres, sexo, trabalho. Esse "Igual a tudo na vida" foi o terceiro e ultimo. sério, pelo q eu li este americano considerado um dos mais talentosos diretores de sua época, naum consegue me convencer. A verdade é que eu esperava ver comicos estudos do ser humano, mas me deparei com um filme tao bobo, surreal e com personagens tao antipaticos!! Repare nos personagens: jason biggs encarna o proprio Woody Allen (neurotico, nervoso, q naum consegue falar uma frase sem gaguejar); christina ricci eh uma criatura totalmente estranha e irreal (e qualquer um pode notar a fragilidade de sua interpretação tentando se fazer de maluquinha); enfim, todos os personagens são assim, soh pensam em si, parecem naum escutar o q os outros falam (o unico q me pareceu normal foi jimmy fallom, mas tb ele nem aparece direito). E com a minha humilde opiniao eu finalizo dizendo q considero Allen um escritor e diretor superestimado.
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Lorenaa
07/01/2003
nota:Rate06
Não eh pq tem a direção do Alen que o filme vai ser ótimo, e eu sou mt fácil pra gostar de filme, + faltou algo nesse filme que prendesse a atenção do telespectador, um filme meio cansativo, com um final + ou - e um draminha mt besta , sem nexo.
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Thomas Alves
08/01/2003
nota:Rate09
O filme é sensacional ! Vale ver mais de uma vez. A genialidade está na subjetividade dos diálogos. De fato este longa é para quem gosta de filmes com um teor filosófico e crítico. Se você espera uma comédia-romântica água com açúcar esqueça ! O Filme é ácido.
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igor
09/01/2003
nota:Rate01
Muito ruin. Faltou sensibilidade e romance que todo filme deste estilo deveria ter. Filme lento do tipo que você fica esperando algo acontecer.. esperando esperando e nada acontece. Quando ve o filme acabou e vc perdeu seu tempo.
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Larissa Rodrigues
10/01/2003
Filme insosso, muito chato, sem graça. Tem que ter paciência pra aturar até o final. Dá muito sono, muito mesmo. Apesar do elenco, o filme não é engraçado, tampouco romântico. Não tem moral nenhuma e não diverte ninguém!
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Marcos Fellipe
11/01/2003
nota:Rate04
Tem bons atores, mas o filme é muito chato, com um finalmuito entediante. Eu daria zero, mas teve duas cenas engraçadas e eu gosto dos atores. Porém o mais irritante é o final, pois ele o kra que ate esqueci o nome deveria ter tomado atitude de homen ficou leso.

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