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Hulk

titulo original: (The Hulk)

lançamento: 2003 (EUA)

direção: Ang Lee

atores: Eric Bana , Jennifer Connelly , Nick Nolte , Sam Elliott , Josh Lucas

duração: 135 min

gênero: Aventura

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:The Hulk
  • gênero:Aventura
  • duração:02 hs 15 min
  • ano de lançamento:2003
  • site oficial:http://www.thehulk.com/
  • estúdio:Universal Pictures / Marvel Entertainment / Good Machine / Valhalla Motion Pictures / Pacific Western
  • distribuidora:Universal Pictures / UIP
  • direção: Ang Lee
  • roteiro:James Schamus, baseado nos personagens criados por Stan Lee e Jack Kirby
  • produção:Avi Arad, Larry J. Franco, Gale Anne Hurd e James Schamus
  • música:Danny Elfman
  • fotografia:Frederick Elmes
  • direção de arte:John Dexter
  • figurino:Marit Allen
  • edição:Tim Squyres
  • efeitos especiais:Industrial Light & Magic / K.N.B. EFX Group Inc.

imagens - 21

Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk Hulk

sinopse:

Bruce Banner (Eric Bana) é um cientista que teve problemas em sua infância: ele foi adotado e passou por uma experiência traumática após a morte de seus pais, a qual não lembra de forma alguma. Juntamente com ele trabalha Betty Ross (Jennifer Connelly), sua grande paixão. Ambos trabalham em um projeto que envolve a reconstituição de tecidos através da radiação gama, um projeto o qual o Exército está bastante interessado. Ao consertar o gammasphere, aparelho usado para aplicar a radiação gama em animais, um dos cientistas do projeto o aciona acidentalmente. Em uma tentativa desesperada de salvar o amigo, Banner se atira defronte o gammasphere e absorve a radiação gama lançada. Inexplicavelmente o acidente não o mata, fazendo com que permaneça durante algum tempo no hospital sob observação. É quando a reaparição de seu pai biológico, o qual considerava morto, revela segredos sobre o passado de Bruce Banner o qual nem ele mesmo conhecia, ao mesmo tempo em que precisa lidar com estranhas modificações em seu corpo a cada vez que fica com raiva.

elenco:

  • Eric Bana (Bruce Banner / Hulk)
  • Jennifer Connelly (Betty Ross)
  • Nick Nolte (David Banner)
  • Sam Elliott (General Thaddeus "Thunderbolt" Ross)
  • Josh Lucas (Major Glen Talbot)
  • Brooke Langton (Jennifer Sossman)
  • Sasha Barrese (Alice)
  • Cara Buono (Edith Banner)
  • Kevin O. Rankin (Harper)
  • Mike Erwin (Bruce Banner - adolescente)
  • Lou Ferrigno (Chefe de segurança)
  • Stan Lee
  • Jesse Corti (Coronel)

comentários

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Bruno
02/01/2003
nota:Rate08
Eu vi a pre-estréia do Gigante Esmeralda nas telas brasileiras. Eu estava com minhas dúvidas sobre o filme. Em primeiro lugar eu não sou fã do Ang Lee. Até aí tudo bem, pq eu não era fã do Bryan Singer e o cara acabou fazendo X-Men 2. Eu não gostei do tal "O Tigre e o Dragão", inclusive cheguei até a dormir vendo, por isso fui desconfiando de HULK. Mas no geral gostei do filme.Vou falar das coisas que eu não gostei primeiro, tá? Em primeiro lugar cadê a bomba-gama? Pode parecer ridículo isso, mas eu sempre sonhei com a cena do Banner sendo arremessado pra longe pela onda de choque da bomba-gama, ao invés disso não é uma bomba e sim um aparelho que emite radiação gama que finaliza sua transformação em Hulk. Parece que eu vou morrer sem ver a cena que eu bolei na minha cabeça...outra coisa: o Hulk não fala nada? Ele só rosna...na verdade ele fala uma frase sim, isso no final, mas não é a clássica "HULK ESMAGA HOMENZINHOS"! Nossa, como eles não colocaram essa frase no filme? Fiquei esperando por ela o filme todo, acreditem! Ver o Hulk destruindo o exército e gritando "HULK ESMAGA HOMENZINHOS!" seria melhor que ter um orgasmo! Seria o Nirvana! Bem, agora vamos às coisas boas. Em primeiro lugar os efeitos visuais. O Hulk está o máximo, hiper-realista! Isso graças aos caras da ILM. Parabéns! Muitos pensaram que ele ia ficar parecido com o Shrek, mas ele não tá não. Antes de vcs malharem o filme pq em algumas vezes o Hulk parece maior do que em outras cenas, me ouçam. Isso está absolutamente certo. Nos quadrinhos o Hulk varia de tamanho, conforme sua fúria, portanto o filme está correto. Nào foi erro dos programadores. :P A luta contra os cães-hulk é muito legal, assim como a sequência final da perseguição no deserto até São Francisco. Tudo de legal do Hulk está lá: ele dá saltos gigantescos, fica furioso e esmaga tudo. Sua pele rebate balas e como sempre, por incrível que pareça, sua calça roxa não rasga por completo. Bem, ainda bem. O roteiro é legal e desenvolve bem os traumas de Banner, as atuações tb são ótimas, especialmente a de Nick Nolte. Aliás quando o personagem de Nick Nolte usa os raios gama em si, os poderes que ele passa a ter me lembraram muito o vilão Homem-Absorvente, tb da Marvel Comics. Ah, outra coisa legal são as transições de tela. Elas são feitas para que se pareçam com hqs e em muitas vezes a tela é dividida em 1,2 até 4 partes, dando a idéia de uma hq de verdade. E os créditos são escritos como letras de quadrinhos. Ah Stan Lee (o criador da fera) aparece sim. É logo no começo quando Bruce Banner está chegando ao laboratório. Stan Lee sai pela porta conversando com um cara fortão vestido de segurança. Adivinhem quem é. Sim, o Hulk da Tv LOU FERRIGNO! nossa, quando vi Stan Lee e Lou Ferrigno andando juntos quase chorei! Pena que Bill Bixby, o Bruce Banner da Tv (que na verdade era David Banner) tenha morrido. Ia ser o máximo ver os 3 juntos conversando. Ah outra coisa que eu não gostei foi o final. Achei meio forçada a luta entre Hulk e David Banner. O filme podia muito bem acabar na perseguiçaão até São Francisco. A cena final (ele na floresta) é a coisa mais sem graça possível. Eles podiam botar o Banner andando na estrada e pegando carona como ele fazia na série de Tv, ia ficar bem legal. Mas do geral Hulk é diversão de primeira. Parabéns Ang Lee, não sou seu fã mas Hulk é 1000 vezes melhor que O Tigre e O Dragão."
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Carlos Eduardo da Silva
04/01/2003
nota:Rate010
O MELHOR!!!! Discordo totalmente de qualquer opinião contrária a de que o Hulk tenha fugido ao roteiro original ou que os efeitos tenham sido fracos. O filme é simplesmente genial, com uma seqüência de cenas de combate entre o Hulk e animais ou contra (vejam só) o exército americano, onde as cenas são na sua maioria muito superiores à matrix, homem-aranha ou x-men. Quem não gostou do Hulk deve ter um preconceito quanto ao personagem dos quadrinhos sem mesmo conhecer a história e não dando chance à análise crítica da obra. Sem dúvidas foi o melhor que eu já vi em criação gráfica, efeitos realistas e sim, a pele do Hulk pode até parecer de plástico ou borracha, mas o idiota que escreveu isso não parou para raciocinar que a pele dele é impenetrável até por balas de rifles dos mais altos calibres, não queriam também que ele tivesse uma pelezinha de bum-bum de nenem não é mesmo. Aconselho, fora de série, o melhor."
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Eduardo Santiago
05/01/2003
nota:Rate09
Não é mais um filme sobre heróis dos quadrinhos.O diferencial é que seu enfoque principal não é as cenas de ação, e sim o sofrimento do grandão. Destaque para a bela Jennifer Connelly, e para o monstro verde que em momento algum parece digital."
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John Hammond
06/01/2003
nota:Rate02
Ang Lee pode ter tido um bom exito em o Tigre e o dragão, mas neste filme ele deixou a desejar. Os CGI do Hulk sao de pessima qualidade, tem hora que parece que estamos jogando Hulk no Playstation II de tao ruim que sao os CGI chegam a se assemelhar a graficos de video games, se bem que ja vi jogos com melhores definições do que os CGI do Hulk. Realmente o filme deixou muito a deseja nesse aspecto e fiquei decepcionado, era preferivel deixar-nos com a lembrança dos primeiros filmes do Hulk em que pelo menos na epoca, quando o Banner ficava nervoso era um outro ator que fazia o papel de Hulk e ficava mais verossimil."
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Marcio
07/01/2003
nota:Rate04
Ô filminho bobo,meu Deeeus! me fez lembrar muito do King Kong hahaha. Eu só nao entendo uma coisa: como é que a Jennifer Connely recusou um papel de protagonis ta em "O chamado" (que é muito superior) pra trabalhar numa porcaria dessa?! vai ver foi o cachê."
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Vanderlei Iluvatar
08/01/2003
nota:Rate09
Hulk não é um filme perfeito, mas sem duvida é uma otima adaptação. A direção de Ang Lee no começo assusta, mas depois fica muito interessante.Os efeitos dos saltos do Hulk estão meio exagerados, mas passa longe de ser mau-feito. A trilha sonora está impecável, bem como a atuação exemplar de Jennifer Connely (Betty Ross). Enfim, uma adaptação melhor do que a maioria das HQ lançadas em película até agora."
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Bruno Tamburro
09/01/2003
nota:Rate09
Admito que não estava muito empolgado com esse filme, cheguei até dizer que esse filme seria chato! Retiro tudo que disse, é um filme ótimo, com efeitos bem legais e a história também é muito interessante (só não sei se é fiel aos quadrinhos pois nunca acompanhei as histórias do Hulk)."
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Rachel Lottia
10/01/2003
nota:Rate06
É... um bom filme. Não tem nada de epecial fora o exagero de efeitos especiais. Para quem não conhece a história, acho que não vai gostar tanto. O filme é um pouco longo, mas valeu para conhecer a história do Hulk, para que não viu a primeira versão, onde o personagem é todo pintado de verde e não é computadorizado como nesse."
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Felipe Neto
11/01/2003
nota:Rate09
Um filme espetacular!!! Desde quando começou essa febre de filmes sobre personagens de quadrinhos Hulk consegue ser o mais espetacular de todos. Certamente um dos filmes mais incríveis do cinema em 2003. Se vc for ver o filme no cinema, um aviso: Prepare-se para pular nas cadeiras do cinema, pois o chão vai tremer literalmente com o Hulk em ação!"
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Rodolfo
12/01/2003
nota:Rate09
Que filme irado!!!este filme mostra como é possível, uma adaptação dos quadrinhos às telas de cinema,ficar realmente boa(assim como foi a adaptação dos mutantes x).A cena final em que a fera luta com o exército é realmente demais.Ah,e para lembrar ,os efeitos não são mal feitos como no primeiro trailler(que realmente deixou muitos fãs dos quadrinhos e os fãs de efeitos visuais assustados),eles são muito bons,mas nada excepcionais.E para constar,o que não ficou muito à carater do monstro esverdeado foram seus saltos gigantescos que ele dá,uma mistura de homem-aranha com a altura de um t-rex.Mas é bom e vale a pena por não tratar apenas de uma paixão ou um duelo contra um inimigo o filme todo(como o Homem-Aranha),ele foca muito o "relacionamento" de bruce e os demônios internos dele, o Hulk.Para finalizar...é bom e vale à pena!"
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Édson Luiz Lauria
13/01/2003
nota:Rate04
Definitivamente , a escolha de Ang Lee para dirigir este filme foi muito infeliz ! Mudou toda a história do personagem e ainda causou momentos de sonolência nas platéias . E sem contar nas péssimas atuações de Eric Bana e Nick Nolte , este último , exagerado demais . Só não dei nota 0 , porque realmente os efeitos são legais , apesar de algumas cenas estarem bem escuras , talvez para " maquiar " alguns defeitos ! Espero que na próxima sequência Ang Lee seja dispensado e volte para China que é de onde nunca deveria ter saído!"
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Lucas Birolli Abrahão
14/01/2003
nota:Rate08
O filme é bem divertido, fui ao cinema achando que estava prestes a assistir um filminho de luta de 3a. categoria e com efeitos patéticos e assisti um bom filme de aventura! Eu li muitos gibis do super-herói e percebi que o filme é extremamente fiel a eles."
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Ivo Pereira Tromm
15/01/2003
nota:Rate09
Nunca fui fã de HULK, mas conheço bem a história do personagem e admito que o filme conseguiu retratar muito bem os conflitos internos ("lembranças reprimidas") do personagem Bruce Banner. Com certeza, os primeiros momentos do filme são cansativos e em momentos correm demais e em outros são intermináveis. No entanto, foi necessária esta introdução para que todos pudessem compreender a origem do personagem e sua "maldição". Após a introdução e a primeira transformação de Bruce em HULK, o filme tem um grande poder de atração e envolvimento, o que deixa o espectador atento a história. Obviamente, os efeitos especiais não deixam a desejar e mostram o quanto a tecnologia se torna deslumbrante nestes momentos. A batalha de HULK contra os Cães e a luta do mesmo contra o exército americano. Realmente muito bom. Mas concordo com os demais espectadores que se crit iram o término do filme. Realemnte, a luta de HULK com David Banner foi algo que ficou meio deslocado. Acho que o objetivo neste filme deveria ser a origem de HULK e suas ações como ocorreram até a perseguição de São Francisco. Se a intenção era chegar na luta entre Bruce e seu pai, acho que David Banner deveria ter utilizado bem mais seus poderes e causado mais estragos para que então voltasse o foco para ele. No entanto, ele se torna um personagem em segundo plano, simplesmente para ter um fim ou um meio de fazer com que Bruce desaparecesse por completo e fosse considerado morto. Partindo do princípio de que não se pode agradar a todos, considero o filme muito bom e recomendável para aqueles que apreciam essas fantásticas adaptações das HQs MARVEL. Surpreendente!"
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Édson Soares
16/01/2003
Ang Lee fez o que nenhum supervilão conseguiu ao longo de 41 anos: destruiu o Incrível Hulk. Não venham me dizer que foram feitas “adaptações” para que o Hulk pudesse virar filme. Os caras mudaram completamente a história do personagem e, como se não bastasse, mudaram também O PRÓPRIO personagem. E parem de babar o ovo pro Ang Lee, dizendo que ele fez uma “trama envolvente” na primeira hora do filme. A estória que ele criou é de uma chatice tão grande quanto esse Hulk digital. Não adianta, filme de super-heróis tem que ter MUITA ação com pitadas de drama – a fórmula do sucesso de X-Men e Homem-Aranha. E aquelas cenas quadriculadas, cortadas e editadas, querendo imitar um gibi? Ficaram simplesmente ridículas! Quem discorda, reveja a morte de Glen Talbot – uma verdadeira piada, só que completamente sem graça. O final do filme, então, foi o pior que alguém poderia fazer. São tantos os equívocos que não há como enumerá-los neste espaço. Pontos positivos? Eu destacaria apenas um: a beleza da Jennifer Connelly – que não é obra de Ang Lee, graças a Deus. Será que ninguém arranjou um gibi do Hulk, qualquer um, pra que Ang Lee & Cia. Equivocada lessem antes de fazer o filme? Eu mesmo mandaria um da minha coleção. A pior adaptação de quadrinhos para o cinema. Decepção total, como eu nunca tive e provavelmente nunca mais terei no cinema. A não ser que o tal do Ang Lee venha a dirigir a – agora improvável – continuação. Volta pra Ásia, cara!"
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Urbano
17/01/2003
nota:Rate05
Hulk esmaga péssimos efeitos! Hulk esmaga homenzinho chinês que se enrolou para dirigir Hulk! Hulk esmaga excesso de divisões na tela! Hulk esmaga final absurdo e desconexo com resto do filme! Hulk esmaga Eric Bana que interpretou Banner com cara de pastel! Hulk esmaga idéia ridicula de poodle mutante! Hulk esmaga vilãozinho clichê que anda de muleta! Hulk gostar só do início do roteiro e da interpretação de Sam Eliot na pele do general Ross e Nick Nolte (com excessão do final). Hulk quer equipe de efeitos que fez Golum do Senhor dos anéis para fazer Hulk no segundo filme!"
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Ronald Perrone
18/01/2003
nota:Rate08
O filme foi muito bacana em todos os sentidos. A estória foi muito interessante desde a origem até o seu desenrolar. A direção de Ang Lee foi perfeita com as divisões de telas e trucagens diferentes de seus ultimos trabalhos que te dão a sensação de estar "lendo" uma história em quadrinhos, dando-lhe a oportunidade de ver a mesma cena em vários angulos. As cenas de lutas e ação ficaram muito bem coreografadas como no "Tigre e o Dragão". A única coisa que ficou a desejar foi o final confuso (e escuro!), com a transformação desnecessária do David Banner em um super-monstro (o que naum desvalorisou em nada a atuação de Nick Nolte!!). No geral o fime é muito bom e agrada os fãs do monstrão verde!"
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Marco Túlio Vilela
19/01/2003
nota:Rate09
Podemos dizer qualquer coisa a respeito do Hulk de Ang Lee, exceto que é um filme convencional.De um ponto de vista puramente comercial, o Hulk de Ang Lee tem tudo pra dar errado: longo e sinistro demais para as crianças; lento e "cabeça" demais para os adolescentes da geração videogame. Mas do ponto de vista artístico é um grande filme. Está mais para terror, ficção científica e drama do que para uma aventura de super-heróis. O roteiro é denso e inteligente, com destaque para a caracterização das personagens e para os díalogos. Apesar de alguns excessos estilísticos, a direção é um show de técnica e maestria. O elenco está muito bem escalado. A propósito, é a segunda vez que Jennifer Connelly faz o papel de uma mulher apaixonada por um gênio atormentado(vide Uma Mente Brilhante). Podemos ver no filme de Lee, as influências de diversos diretores: Kurosawa e Bergman nas seqüências oníricas; o Sam Raimi de Darkman(antes de Homem-Aranha)nos experimentalismos inspirados na narrativa dos quadrinhos... Em alguns momentos o filme chega a ser chato e arrastado(a trilha sonora com música indiana chega a dar nos nervos), mas nada que comprometa o filme no seu conjunto. O Hulk de Ang Lee assim como o Homem-Aranha de Sam Raimi é uma adaptação fiel aos quadrinhos que o inspiraram: fiel na essência, não nos detalhes. Ainda bem! O filme também faz simpáticas homenagens a inesquecível série de TV dos anos 70, estrelada por Bill Bixby e Lou Ferrigno. A origem do Hulk foi devidamente atualizada e está mais plausível(para o gênero, é claro!) que a dos quadrinhos originais. A seqüência envolvendo o duelo final com um supervilão é dispensável. O finalzinho que faz referência a uma das frases clássicas do antigo seriado de TV é divertido, além de deixar o gancho para uma provável continuação. O Hulk gerado por computador pode não ser totalmente convincente, mas funciona no contexto do filme e é o melhor que a tecnologia de hoje pode conseguir."
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Christian Jafas
20/01/2003
nota:Rate010
Eu estou verde de alegria: vi HULK na pré-estréia! Que ano! Que década! X-Men, Homem-Aranha, O Demolidor, X-2, Matrix Reloaded, O senhor dos anéis, Harry Potter e agora HULK. Quem ama quadrinhos e filmes de aventura deve estar nas nuvens. Eu estou. Esqueça o trailer lançado no início do ano, esqueça os comentários que rolam na rede sobre os cães-hulk e esqueça a série de TV. O trabalho de Ang Lee na direção de Hulk vai estabelecer um novo padrão de qualidade nas adaptações de heróis. Quem achava que a Marvel iria acertar com os mutantes, arrebentar com o escalador de paredes e decepcionar com um dos personagens mais famosos errou feio. Afinal, contratar Ang Lee para transportar a vida de Bruce Banner para as telas já diz tudo. Um diretor que coleciona sucessos como Comer, Beber, Viver, O Banquete de Casamento, Razão e Sensibilidade, Tempestade de Gelo e O Tigre e o Dragão, não deixaria passar a oportunidade de fazer de um simples filme pipoca uma pequena obra de arte cinematográfica. Ang Lee desce ao inconsciente do Dr. Bruce Banner para criar a trama, ou melhor a nova trama do monstro. Isso mesmo: nova trama. Ang Lee mexeu em alguns elementos com as bênçãos de outro Lee, Stan Lee. O diretor se valeu do direito da adaptação e moldou uma história atual. Em algumas entrevistas Lee disse que o Hulk é parecido com os EUA, poderoso e sem saber como conter esse poder. Mesmo não tendo tantas entrelinhas como a saga dos X-Men, Ang Lee mergulha na física, química e psicologia para criar os personagens. Jennifer Connely (lindíssima), Eric Bana e Nick Nolte dividem as atenções com a criatura digital. E Nick Nolte quase rouba o filme, quase por que roubar algo do Incrível Hulk é impossível. Não me preocupei com os boatos na Internet, sabia que Ang Lee não deixaria um Shrek falcatrua atrapalhar seu trabalho. O que vemos na tela é uma criação fantástica. Quando você assistir as cenas de ação e perseguição vai entender por que seria impossível fazer o filme com um ator pintado de verde. Até quando a Marvel vai conseguir manter a qualidade das adaptações? Difícil saber qual vai ser o primeiro escorregão. Mas se os diretores forem mantidos (Ang Lee, Sam Raimi, Mark Steven Johnson e Bryan Singer) o sucesso vai ser cada vez maior. Ah, os cães-hulk existem, mas a participação deles é bem explicada."
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João Luiz
21/01/2003
nota:Rate04
Bruce Banner(Eric Bana) é um cientista que quando era pequeno foi vítima de uma experiência de seu pai(Nick Nolt). Quando cresce é exposto a uma radiação que faz ele se transformar no Hulk quando fica com raiva. O pai de sua amada Betty Ross(Jennifer Connelly). Que internou o pai de Bruce por anos também persegue o filho, por acreditar que filho de peixe peixinho é. A história do filme é boa e rende interessantes discussões. Mas todo mundoquer é ver o bicho verde em ação e ele só da as caras com quase uma hora de filme, mas acredite, isso ´´é uma qualidade e se ele demorasse mais ´para aparecer seria ainda melhor, isso porquê a história do filme é bem superior as cenas com o Hulk, mas o problema do filme é achar que a boa história vai segurar o público interessado até o final(pô são mais de duas horas) algumas histórias conseguem mas essa aqui não deu, até porquê você vai ao cinema esperando grandes cenas de ação e o que vê são cenas muitas vezes de causar o riso. O Hulk pulando no deserto é demais, parece que Ang Lee ainda estava dirigindo o tigre e o dragão que diga-se de passagem é muito melhor do que isso, os cachorros mutantes pior ainda, e a cena de luta final é tão escura que não dá para ver nada( deve ser para ninguém reparar de tão mal feita que é), e sem contar a explosão que congela um cara no ar, isso é para dizer no mínimo ridículo. O tom verde que tem no filme é ruim e as cenas em quadros para parecer Hq também,toda a parte técnica me decepcionou, e como não leio quadrinhos eu não posso dizer se a história é ou não é fiel, mas estão dizendo que não. O único lugar em que eu vi falar mal desse filme foi na folha de São Paulo e estou mais para concordar com eles do que com todos os outros, não que eu tenha achado o filme ruim, mas o que me interessou, repito;foi só a história. Acho que é um bom filme de ficção cientifica mas um filme ruim de super herói."
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Marcelo Zerbes
22/01/2003
nota:Rate06
O filme ia muito bem ate´ o Hulk começar a agir como um "King Kong da Nova Era".Hulk NUNCa teve velocidade de "The Flash" e saltos gigantes.Ang Lee destruiu a historia real de Hulk.Efeitos especiais extremamente exagerados.Nick Nolte tentou salvar o filme com sua performance, mas..."
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Cristiano Dalpizolo
23/01/2003
nota:Rate010
Não existiria cinema se não existisse a Industrial Light & Magic. Este filme é fantástico. Os efeitos a história, está muito original. A parte quando hulk se desidrata é fantástica, quem entendeu o filme sabe do que estou falando! Os efeitos merecem o oscar sem dúvida.
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Adriana Camposa
24/01/2003
nota:Rate08
Achei o filme bacana, sim. É verdade que é tudo muito inverossímil, essa coisa do cara crescer 4m, aqueles pulões, sobreviver até a uma queda da ionosfera, é a maior mentira mesmo, e daí? A história é assim mesmo, pô, não foi assim que o Stan Lee fez, reclamem com ele! Mais: o roteiro é legal, o ator que faz o Bruce é um gato, achei o filme bem melhor que o homem-aranha ( talvez por eu ser leitora do homem-aranha e esperasse um filmaço, acabei vendo um filminho bobo e não sou leitora do Hulk, esperava um filminho bobo e me surpreendi).
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Marcelo Meyer
25/01/2003
nota:Rate05
Sinceramente esperava mais do diretor Ang Lee, adorei Crounching Tiger Hidden Dragon ( O Tigre e o Dragao), os efeitos especias foram medios, a unica coisa que me chamou atencao foram as cameras usadas para explorar uma mesma cena dividindo a tela em quadros. Li uma entrevista de Ang Lee onde lhe foi perguntado se faria uma possivel sequencia, caso o estudio assim quizesse, ele como se diz saiu pela "tangente" dizendo que estava muito estressado com o lancamento do filme, deixando uma duvida no ar. Sinceramente espero que naum haja uma sequencia se for para seguir o rumo do primeiro, mas como acontece talvez uma sequencia seja melhor.
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Diego
26/01/2003
nota:Rate010
O simples motivo de muitas pessoas não gostar desse filme, foi por ir ao cinema pra ver ação do início ao fim... Mas esse filme, ao contrário das outras adptações, mostrou o lado dramático da história... E como a maioria dos brasileiros naum gosta de Drama... Eu particularmente achei o filme muito bom.
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Luciano
27/01/2003
tan tan tan tan tan! lembram da musica do filnal da serie de TV, que passava nos anos 70? então era bem melhor escutar aquela musica com o ator que interpretava o Hulk indo embora, do que ver este filme sem graça que fizeram do hulk, a serie de tv era mil vezes melhor pelo menos o ator que interpretava o hulk era de verdade e não feito no computador!
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Miriana
28/01/2003
Esse filme é horrível , a Universal e a Marvel se superaram ao fazer o pior filme do mundo , o filme é tão horrível que dá até para perceber que o Hulk foi feito no computador.
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Victor Fernandes
29/01/2003
nota:Rate09
Gostei muito do filme, principalmente porque a Marvel nos deu asas maiores para imaginarmos, o que virá pela frente e sobre a animação gráfica não devemos analizar com tantos detalhes, pois o melhor da ficção é soltar a mente e viajar com a beleza que é o filme como um todo!
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SERGIO
30/01/2003
nota:Rate04
Não tenho nada contra a mudança da história do Hulk em si, mas ele deveria ser um super-heroi e a gente quase não vê ele ajudando ninguém. Além do dramalhão forçado, é sofrível a computação gráfica: não parece que o Hulk está no cenário.
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Leonardo Renan
31/01/2003
nota:Rate01
O filme é uma verdadeira palhaçada e gostaria de saber o porque LOU FERRIGNO não ficou como o a criatura do filme? Ele que foi e sempre será o INCRÍVEL HULK não somente dos anos 70, e sim, por toda eternidade!
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Wesley Pereira de Castro
01/02/2003
nota:Rate07
Quando expostos a determinados elementos guiadores de percepção "contratual" na assistência cinemático-narrativa, os espectadores muitas vezes compreendem a carga semântica de convenções lingüísticas sem sequer darem-se conta do procedimento complexo que marcou o trabalho de vários artesãos cinefílicos ao longo dos anos para neutralizar sensorialmente os obstáculos limitativos naturais da tela cinematográfica. Com isso, eles visavam facilitar a aceitação ficcional do público em relação às filigranas sinópticas que se desenrolavam diante de seus olhos (e demais sentidos fisiológicos). Um nível mais apurado deste sistema de envolvimento convencional pode ser encontrado na rotulação genérica de certos produtos hollywoodianos, que confiam na fidelidade intempestiva de públicos-alvo para suprir de maneira pouco onerosa os gastos financeiros inevitáveis durante os processos de filmagem e distribuição dos filmes. A obra aqui analisada, aparentemente um "filme de ação" regrado, merece destaque pela maneira como "frustra" as expectativas da platéia e como é habitual nos roteiros que ficam sob a tutela directiva de Ang Lee investiga pormenorizadamente as motivações ativ(ist)as de personagens envolvidos na construção do interesse tramático. O excelente preâmbulo deve ser mencionado para instaurar conhecimento de causa: disseminando os créditos de abertura sobre lapsos experimentais acerca da pesquisa genética referente às causas de regeneração celular, o responsável por tal proêmio vale-se com perspicácia das indagações mitológicas a respeito das peculiaridades metabolizadoras de celenterados, equinodermos e anfíbios. Mais à frente, descobrimos que tal empirismo zoológico foi posto em prática por um cientista obcecado por seu ofício, que resolve testar em si mesmo os efeitos misteriosos de uma perigosa combinação enzimática. Ele é então expulso de seu local de trabalho e, devido à imperatividade hereditária da osmose conceptiva, transmite a seu filho as colateralidades de seu teste individual. Este descendente cognato, que também resolve enveredar pela carreira científica, é exposto à forte radioatividade de raios gama e transforma-se num terrível monstro esverdeado sempre que sucumbe aos estágios avançados de irascibilidade espontânea. A partir desse pressuposto expositivo, percebemos de imediato as maiores virtudes do filme: a montagem excepcional, a direção competente de Ang Lee e as sub-repções antropológicas do roteiro. Tais componentes sobressaem-se num alto grau qualitativo quando são dispostos à análise estruturada com base em proposições departamentais. Subordinando com maestria os elementos técnicos à reconstituição impressiva do universo das Histórias em Quadrinhos, o diretor Ang Lee transforma a audiência desta saga anti-heróica numa experiência visual fascinante, valorizada pela fotografia deslumbrante de Frederick Elmes (que oscila magnificamente entre os tons de verde e violeta) e pela montagem indefectível de Tim Squyres, que aproveita de forma preeminente todos os recursos disponibilizados pelos novos equipamentos de edição não-linear no que se refere à transição criativa de um plano a outro. O enquadramento multi-preenchido de inúmeras seqüências tem uma função importantíssima na construção do enredo, não acarretando as vacuidades constantes no estilo (imperceptível) de vários realizadores contemporâneos. Outrossim, é bastante conveniente a aplicação rotulada de termos concernentes à radicalização mutante na sensibilidade condutora do cineasta responsável por este filme, anteriormente vinculado à composição de dramas intimistas que às vezes pecavam pela falta de ritmo. Esse defeito também pode ser detectado em "Hulk". Algumas cenas estendem-se por demasiado na justificação dos comportamentos personalísticos, dando origem a situações mal-trabalhadas, como o primeiro espancamento (entendível) que o irritante Talbot sofre como resposta às suas provocações burocráticas e a peleja de Hulk contra um trio de cães anabólicos, seqüência extremamente violenta que, pela maneira como reforça leis conformistas de sobrevivência que supostamente afligem os animais instintivos, não consegue escapar de um certo mau gosto. Além disso, os efeitos especiais têm calibre reduzido no decorrer da trama. Por motivos certeiros, a investigação psicológica é sobrepujada ao exibicionismo pirotécnico, o que consegue salvaguardar o apelo irrisório de momentos dispensáveis como a destruição de vários carros e imóveis operada por Hulk e o trajeto pulante [cômico, à primeira vista!] que este faz para chegar até a cidade de São Francisco, quando o filme "King Kong"(dirigido em 1976 por John Guillermin) é evocado por similaridade imagética, detalhe que já havia sido premeditado na cena em que Hulk suspende a amada Betty através de seu poder macromanual. Para que o psicologismo esmerado no roteiro conseguisse a proficuidade influidora, foi de vital importância os desempenhos heterogêneos do corpo actancial: Jennifer Connelly está maravilhosamente cândida como o suporte apaixonado do protagonista, transmitindo emanações preciosas de angústia correspondida e de cognição afetuosa nas seqüências em que aparece; Nick Nolte quase descamba para a estereotipagem vilanesca, mas a riqueza depoente de seu personagem valora sua participação. A maneira inteligentíssima como ele se refere às "religiões inexpressivas da Civilização"(ou seja, a beligerância decorrente da subserviência hinária e flamular que tipifica doutrinas nacionalistas) e a prepotência extremada no momento em que ele confessa o desejo de "amplificar a Natureza para ultrapassar as fronteiras de Deus" são brilhantes demonstrações da construção suprema e tridimensional do dr. Banner, bastante convincente apesar dos trejeitos aviltantes que se instalam no quartel final do filme; Sam Elliott e Josh Lucas são figuras quase opacas no elenco, mas tal problema está em consonância irrepreensível com a lordose moral dos papéis malévolos que eles desempenham no interior da trama; e Eric Bana, catapultado como astro numa superprodução mesmo não sendo conhecido pelo grande público, faz utilização perfeita da sensualidade plena e robusta de seu corpo masculino, mas não insere credibilidade suficiente no ser humano que ficou a seu cargo interpretativo. Como sua prestimosidade funcional é minimizada (e automatizada) à medida que o filme avança, a frieza eventual de algumas de suas expressões não compromete o seu desempenho, o que faz com que o saldo geral de seu trabalho possa ser identificado através de patamares positivos. Por falar em positividade, é una e surpreendente a contribuição musical de Danny Elfman, que esboça aqui uma ruptura drástica com o (sublime) padrão sonoro a que estava habituado. O flerte que ele engendra com as sonoridades asiáticas [lembrando bastante o trabalho de Lisa Gerrard e Hans Zimmer em "Gladiador" (2000)] é inebriante, confirmando o fato de que ele é um dos grandes compositores da atualidade e demonstrando a sua adesão benéfica ao ecletismo acordante. Em relação ao restante da trilha sonora, vale também mencionar a breve complementação do músico Mychael Danna em determinando ambiente acústico e a mercadologia pífia da canção "Set me Free", executada displicentemente por um quarteto formado por órfãos de bandas de rock consagradas [mais precisamente, Guns N'Roses, Stone Temple Pilots e Suicidal Tendencies] durante os créditos finais. Não obstante a seqüência de encerramento ser acompanhada por uma canção de caráter insosso e puramente vendável, tal procedimento conclusivo e informativo leva a cabo o perfeccionismo lógico no delineamento estético do filme. Apresentados como se fossem os balões vocais de um gibi, os dados eqüipendentes desta produção ganham um poderoso incremento na sedução qualitativa do público, que entra em contato com uma exposição literal marcada pelo requinte artístico. A rápida aparição do desenhista Stan Lee (criador do personagem-título) e do astro decadente Lou Ferrigno (que interpretou o mesmo num conhecido seriado de TV) é outra boa sacada dos produtores, que aproveitaram todas as oportunidades disponíveis para conquistar o fascínio espectatorial. Os artifícios dimensórios que se instalam a partir do instante em que David Banner descobre ser capaz de imbricar-se com os mais diferentes tipos de composição material também denota um elevado quociente de inventividade por parte dos roteiristas, que consagram as potencialidades orgânicas de seres camaleontídeos para instigar vertentes subliminares de um desfecho militante, em que o casal de jovens apaixonados é obrigado a se conformar com a separação humanitarista e o personagem Bruce se aventura numa floresta latino-americana em defesa de famílias enfermas que são atormentadas pela deficiência aquisitiva e pela exploração de companhias farmacêuticas. O colorido arbóreo desta última cena é fabuloso, merecendo todo o nosso respeito enquanto fomentador voluntário da conscientização ecológica. Consequentemente, percebemos que as intenções morais de "Hulk" são digníssimas e, se este filme peca em evidência por causa das condições blockbusterianas' a que foi obrigado a se submeter, ele tem muito a oferecer para os espectadores que conseguem apreciar (e regar) as sementes bio-intelectivas disseminadas no roteiro, cujo maior demonstrativo de genialidade pode ser detectado na interrupção surrealista da queda estratosférica da criatura protagonista, quando a subitaneidade de um delírio mostra-o referindo-se a seu hospedeiro antrópico como sendo um "humano fracote". Retomando a discussão inicial acerca da implantação sutil de convenções acompanhantes, formula-se aqui uma pergunta irrespondível: se a transformação de Bruce Banner em Hulk era marcada pela alteração descomunal de sua massa muscular, por que as calças dele são as únicas peças de seu vestuário que continuam intactas após a horripilante extrapolação corpórea? Como já é bem sabido pelos estudiosos do padrão norte-americano de se contar estórias, a conservação do pudor genital é bem mais importante que o escancaro realista... Mesmo que isto implique na ignorância verossímil por parte de um público repetente e fanatizador!
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Jailton
02/02/2003
nota:Rate03
Horroroso!! Foi angustiante ver a emoção substituida pela ficção, a humanidade do hulk pelo monstro computadorizado. Senti muita saudade do velho e bom herói do seriado de TV. Esse sim valia a pena ver.
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○• Dan ! •○™
27/10/2009

Fraco... pelos Efeitos Visuais... deixam a desejar as atuações...


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Ivan Silva
12/11/2009

Eu assisti a esse filme!

Ele não é uma obra prima dos quadrinhos adaptados, mas ainda assim comove os fãs do gigante esmeralda!


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Caius
09/12/2009

A intenção do filme é boa, mas não funcionou mt. As cenas de ação são legais, salvou o filme.


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Paty
16/02/2010

Fantastica produçao da UNIVERSAL mas uma vez ne?Filme maravilhoso,com muitos efeitos de se encher os olhos,o segundo da serie tambem e otimo.RECOMENDO.


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