Título original: (O Homem do Ano)
Lançamento: 2002 (Brasil)
Direção: José Henrique Fonseca
Atores: Murilo Benício, Cláudia Abreu, Natália Lage, Jorge Dória.
Duração: 113 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado
Uma ingênua aposta entre amigos transforma Máiquel (Murilo Benício), um homem comum, em um assassino e herói de toda uma cidade. Deixando-se levar pelos acontecimentos, Máiquel torna-se respeitado por bandidos e pela polícia, sendo também amado por duas mulheres. Até que comete seu primeiro erro e é obrigado a tomar de volta o controle do seu destino.
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Thiago em 09/01/2002
Esse filme deveria se chamar A porcaria do ano, uma história fraca, sem um pingo de graça, muito palavrão desnecessario e atuações meia boca, um disperdicio de tempo e são filmes assim que fazem com eu goste menos de filmes brasileiros.
Matheus Beust em 13/01/2002Nota: 4.5
Crítica ácida ao modelo social em que vivemos, repleto da violência característica do nosso Brasil. Um roteiro assinado por Rubem Fonseca dispensa comentários. Simplesmente soberbo. Doses ideais de ironia e incapacidade do pesonagem principal em delinear os rumos da sua vida mediante a complexa trama que se apresenta. O Homem do ano é também o filme do ano na minha opinião.
Veridiana Gamaa em 18/01/2002Nota: 4
Violência. Tema extremamente indesejado...se eu sou um bom burguês, pago meus impostos, tenho uma certa posição social então eu posso, sim, mandar exterminar a corja da sociedade, alijar do convívio humano pessoas que cometem violência e são como uns quase-lixos, aqueles que nunca deveriam ter nascido. Esse pensamento parece ser um pouco a ambiência do filme O Homem do Ano, de 2004. Uma produção que mostra a vida de um homem desde seus tempos anônimos até transformar-se em um grande matador, alguém que está acima da lei ...a vida de um sujeito, que, apesar de ter querido apenas ser uma pessoa comum teve de sujeitar-se às situações que se desencadearam após a morte de um homem em um bar... diversidades levam a caminhos inesperados, cheios de morte, crimes e a presença da fé com algumas pregações da igreja universal, o fanatismo...a fé como único apoio de certas pessoas enfraquecidas...um homem que transforma sua vida em espetáculo frente às situações...e a reflexão de que o homem tem dois caminhos na vida : um é rio, o outro cavalo. A idéia da liberdade do ser humano frente a uma vida como a de um cavalo, um sujeito guiado, diferentemente do percurso do rio, que é a liberdade, o deixar fluir.
Veridiana Gamaa em 15/01/2002Nota: 4
Violência. Tema extremamente indesejado...se eu sou um bom burguês, pago meus impostos, tenho uma certa posição social então eu posso, sim, mandar exterminar a corja da sociedade, alijar do convívio humano pessoas que cometem violência e são como uns quase-lixos, aqueles que nunca deveriam ter nascido. Esse pensamento parece ser um pouco a ambiência do filme O Homem do Ano, de 2004. Uma produção que mostra a vida de um homem desde seus tempos anônimos até transformar-se em um grande matador, alguém que está acima da lei ...a vida de um sujeito, que, apesar de ter querido apenas ser uma pessoa comum teve de sujeitar-se às situações que se desencadearam após a morte de um homem em um bar... diversidades levam a caminhos inesperados, cheios de morte, crimes e a presença da fé com algumas pregações da igreja universal, o fanatismo...a fé como único apoio de certas pessoas enfraquecidas...um homem que transforma sua vida em espetáculo frente às situações...e a reflexão de que o homem tem dois caminhos na vida : um é rio, o outro cavalo. A idéia da liberdade do ser humano frente a uma vida como a de um cavalo, um sujeito guiado, diferentemente do percurso do rio, que é a liberdade, o deixar fluir.
Gustavo em 07/01/2002Nota: 3.5
Apesar de ter vários fatores no filme que indicam que teve algumas idéias chupadas do classico Taxi Driver, foi um bom filme com boas atuações. Isso prova que o Brasil, agora com investimentos estrangeiros, ainda vai dar muito o que falar no cenário mundial."
Christian Jafas em 06/01/2002Nota: 4.5
Desde a abertura estilosa e original até o subir dos créditos finais O Homem do Ano tem tudo para se consagrar como um dos melhores filmes de ação - policial do Brasil. Personagens bem desenvolvidos, uma montagem rápida e eficiente, a fotografia inventiva e sem maneirismos exagerados se uniram a ótima direção de José Henrique Fonseca para formar o mundo de Maikeil. É isso mesmo, escrito como se fala, e não Michael. E com um texto desses nas mãos não deve ter sido difícil reunir um elenco estelar para fazer O Homem do Ano: Murilo Benício, Cláudia Abreu, José Wilker, Jorge Dória, André Gonçalves, Lázaro Ramos e até Agildo Ribeiro. Essa mistura improvável funciona muito bem. O filme é cheio de surpresas, uma delas é o músico Paulinho Moska (agora ele quer ser chamado só de Moska) como auxiliar do matador. Quem odiou os bandidos engraçados de Cidade de Deus deve passar longe dos cinemas. Em O Homem do Ano sobra racismo, preconceito, críticas duras para a polícia e para a sociedade, mas como em Cidade de Deus sobra bons diálogos, grandes interpretações e reviravoltas. Um segredo meio desprezado nos filmes de ação de hoje é bem utilizado por José Henrique: o silêncio. A pausa é fundamental nesse estilo cinematográfico e com a correria das edições clipadas ficou um pouco esquecida. Mas quando trabalhada com competência é mais forte do que uma seqüência de explosões sem sentido que permeiam 90% dos filmes em cartaz. É muito bom ver que o estilo policial começa a ser bem tratado por aqui. Beto Brant deve estar satisfeito por ter dado o ponta pé inicial. Quem não viu seus filmes não sabe o que está perdendo. Ou melhor agora sabe. E sabe que não dá para perder O Homem do Ano."
Jr. Guedes em 04/01/2002Nota: 3.5
O roteiro é muito bom e parte de uma premissa genial. Os atores estão bem; o problema do filme está na direção meio frouxa e na edição que não dá nehum ritmo ao trabalho do filho de Rubem Fonseca e marido de Claúdia Abreu. Muitas cenas parecem clips. Então, o espectador deve ter um pouco de paciência que com certeza irá desfrutar de um belo filme nacional, feito por gente jovem e talentosa, que retrata de forma muito precisa um grave problema social."
Cristinea em 14/01/2002Nota: 4.5
Homem do Ano é um exemplo de adaptação de roteiro. "O Matador" está presente em todas as cenas do filme. Uma curiosidade que deveria ser colocada acima é que Cláudia Abreu conheceu o diretor José Henrique Fonseca na pré-produção, casaram e tiveram uma filha, que estava sendo amamentada durante as filmagens (isto explica os peitões de Cláudia. Também foi a primeira vez que pai e filho (os Fonseca) trabalharam juntos.
Francisco Russo em 08/01/2002Nota: 3.5
Os filmes produzidos pela Conspiração sempre tiveram por característica a exuberância técnica, sem deixar nada a dever aos melhores filmes estrangeiros em relação a fotografia, direção de arte e outras características técnicas de um longa-metragem. Em "O Homem do Ano" esta tradição foi mantida e pode-se perceber nitidamente o "padrão Conspiração de qualidade". Porém o que há de mais interessante é justamente a premissa do filme: a morte de um bandido devido a uma briga de bar, que faz com que seu assassino se transforme num verdadeiro ídolo local. Trata-se de uma premissa tipicamente brasileira, que retrata um fenômeno social cada vez mais presente no país. Já que o Estado é incapaz de solucionar os problemas da violência, a própria população saúda quem resolva este problema, mesmo que seja sem querer. Só este foco já é motivo para muito debate e é justamente a partir daí que a trama de "O Homem do Ano" se desenvolve. Sem entender muito bem o que está acontecendo, Máiquel instantaneamente se transforma de homem comum a ídolo local, sendo paparicado por todos e procurado até mesmo por pessoas influentes. A normalidade do meio com relação ao assassinato de início causa estranheza, até que o próprio público também se acostuma com o fato. E é a partir deste momento que o filme começa a perder seu ritmo. Enquanto esta situação causa surpresa "O Homem do Ano" é um grande filme. Diverte, impressiona e surpreende na medida certa. Mas a partir do momento em que toda aquela situação se torna corriqueira, quando Máiquel abraça de vez a profissão de matador, o filme perde interesse aos poucos. Fica ainda o modo como se desenvolve o relacionamento de Máiquel e a elite da sociedade, representada pelos personagens de Jorge Dória, José Wilker e Agildo Ribeiro, que também é motivo de debate após a sessão. Mas é pouco pelo que o filme apresenta em sua primeira metade. No geral "O Homem do Ano" é um bom filme, que conta com um elenco competente e um roteiro bastante interessante. Um filme para ser visto e, após a sessão, debatido sobre os temas levantados.
Patrícia de Paulaa em 17/01/2002Nota: 4.5
O filme tem um bom inicio, com as ótimas atuações de Murilo, Natalia e Claudia Abreu. Os demais participantes como Lazaro Ramos, André Gonçalves inicialmente fazem mera quadjuvação de luxo. Mas do meio para o final a partir do momento em que o personagem Mailkel, se adapta a vida de matador, deixa transparecer certo marasmo que se estende a atuação de Murilo, Natalia e principalmente Claudia Abreu. Mas também foi possível verificarmos o contrário ocorrendo com Lazaro Ramos, que na minha modesta opinião poderia ter nos agraciado ainda mais com sua ótima interpretação se fosse mostrada uma cena do assassinato de seu personagem ainda que fosse em um flasch back nos pensamentos do delegado. E o André Gonçalves que com o pouco que seu personagem cresceu no final do filme deixou claro seu talento.
BOMBA!!!Fuja desse picaretagem ,tudo é mau feito, mais um troféu abacaxi para a coleção ...
por Benedito, 14/02/2012 às 12:42
o melhor dos 7 sem duvida
por kabal_win, 14/02/2012 às 12:20
Confuso e estranho,embora aos poucos mostre oque realmente propõe.No inicio,Kable(vivido po...
por Lukas Henrier, 14/02/2012 às 11:13
...Minha mãe vira e mexe fala nesse filme, ela gostou mais do que eu. Nesse e no O Maskara....
por Debora Christie, 14/02/2012 às 11:03