Hollywoodland - Bastidores da Fama

Hollywoodland - Bastidores da Fama 2010-05-22 Francisco

Título original: (Hollywoodland)

Lançamento: 2006 (EUA)

Direção: Allen Coulter

Atores: Adrien Brody, Ben Affleck, Diane Lane, Bob Hoskins.

Duração: 126 min

Gênero: Drama

Status: Arquivado

5           10 3 5

(3 votos)

                   

Sinopse

16 de junho de 1959. O ator George Reeves (Ben Affleck), mais conhecido como o protagonista da série de TV "As Aventuras do Super-Homem", comete suicídio. O ato ocorreu no quarto de Reeves, deixando sua namorada, a aspirante a atriz Leonore Lemmon (Robin Tunney), e milhões de jovens fãs boquiabertos. Helen Bessolo (Lois Smith), a mãe de Reeves, não se conforma com a possibilidade de que seu filho tenha se suicidado e contrata o detetive Louis Simo (Adrien Brody), que tem por missão provar que o caso na verdade foi de assassinato. Simo passa a investigar Reeves, descobrindo seu antigo caso com Toni Mannix (Diane Lane), esposa de um poderoso executivo do estúdio MGM.

 

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Elenco

Adrien Brody

(Louis Simo)

Ben Affleck

(George Reeves)

Diane Lane

(Toni Mannix)

Comentários

Nome do Usuario

Dead Lucas em 14/09/2010Nota: 4     

Discordo das notas dadas pelo Rafael e o Francisco ao filme. A película nos remete a um ambiente totalmente noir e angustiante. Me arrisco a dizer que a interpretação de Ben Affleck está soberba. Os outros atores principais também estão bem inclusive Diane Lane, mas o destaque mesmo é Affleck. O roteiro é bastante eficiente e Allen conduz o filme de maneira simples e modesta.

Nome do Usuario

Rafael Vespasiano em 14/11/2009Nota: 2     

HollyWoodLand – Bastididores das Fama:


“HollywoodLand – Bastidores da Fama”, EUA, 2006, filme dirigido por Allen Coulter e escrito por Paul Bernbaum, baseado nos fatos verídicos sobre o suposto suicídio de George Reeves, o primeiro ator a interpretar o Superman, ainda nos anos 50, não no cinema, mas na televisão, o suposto suicídio ocorreu no ano de 1959, digo suposto, pois até hoje tem-se dúvida sobre o fato, alguns dizem que foi assassinato, o filme não define se foi ou não foi, mas sim mostra as duas possibilidades e deixa em aberto, coisa que está até hoje; recentemente, se fez mais dois filmes que tratam de crimes não solucionados, o “Dália Negra”, de Brian dePalma, que trata de um assassinato também envolvendo uma atriz, neste filme, o diretor defende uma tese para o crime, ou seja, define quem cometeu o crime, mas também é um crime que não foi soluciondo até hoje pela polícia americana e, o outro filme recente que trata de crime não solucionado é “Zodíaco”, de David Fincher, nele assim como em “HollywoodLand”, o diretor não define o criminoso, deixando o crime em aberto, fato que se comprova até hoje, já que a polícia americana não tem certeza até hoje quem era o serial killer do “Zodíaco”; às vezes, acontece isso em Hollywood, numa época temos vários filmes tendo o mesmo feitio, por exemplo, é o caso de dois filmes recentes sobre “mágica”, “O Grande Truque” e “O Ilusionista”. Quem vive George Reeves no filme em tela, é um inspirado Ben Affleck, indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, em 2007, além de ter ganho o Prêmio de Melhor Ator, no Festival de Veneza, em 2006, Reeves consagra-se como o Superman da televisão, porém no auge do sucesso aparece morto, tudo indicando, suicídio, mas as investigações conduzidas pelo detetive particular Louis Simo (Adrien Brody), indica que ele pode ter sido morto pela esposa, iconformada com seu alcoolismo, decadência e traições, ou ter sido morto pelo poderoso produtor Eddie Mennix (Bob Hoskins), inconformado pelo fato de sua esposa Toni Mennix (Diane Liane) o está traindo com Reeves; assim o filme trbalha essas três possibilidades, mas não opta por uma, deixando o fato em aberto. Filme irregular, mas que conta com a boa atuação de Ben Affleck!

Nome do Usuario

Francisco Russo em 02/01/2006Nota: 2     

George Reeves, mais conhecido como o intérprete do Superman em uma popular série de TV, foi encontrado morto. A polícia acredita que foi suicídio, mas a mãe de Reeves discorda e contrata um detetive particular para cuidar do caso. Ele passa a investigar sobre a vida de Reeves, interrogando pessoas que conheceram o ator e levantando suspeitas de um possível assassinato. "Hollywoodland" possui um grave erro conceitual. A história se passa em dois períodos: no presente, com Reeves já morto e o personagem de Adrien Brody investigando sua vida, e no passado, apresentando a própria vida de Reeves. O grande problema do filme é o desnível de qualidade entre estes dois períodos: o primeiro é desnecessário para a história, enquanto que o segundo é bastante interessante por mostrar um pouco dos bastidores da indústria do cinema. Para piorar, o primeiro ocupa bem mais espaço na trama. O melhor de "Hollywoodland" é o trecho em que mostra a vida de Reeves e sua ascensão. Questões como os motivos que levam um ator a aceitar interpretar o Superman e as consequências que esta decisão impõem no decorrer de sua carreira são abordadas. Uma das melhores cenas é a que mostra uma exibição-teste de "A Um Passo da Eternidade", em que o público ri sempre que Reeves aparece por identificá-lo com o Superman. Outra cena muito boa é que a mostra Reeves vestido de Superman em uma apresentação para crianças. Explorar o dilema existente entre ator e personagem, sucesso rápido e "integridade artística", seria um caminho bem mais interessante a seguir. Estes temas até são abordados, mas de forma rápida e superficial, já que o trecho sobre a vida de Reeves ocupa em torno de 40 minutos em toda sua duração. O grande problema é o trecho estrelado por Adrien Brody. Não pelo ator, afinal de contas Adrien Brody razoável já é superior a qualquer atuação de Ben Affleck, mas pela história que representa. A trama do detetive Louis Sino é desnecessária e ainda insere questões pessoais do personagem, que são ainda mais desnecessárias para o objetivo do longa-metragem, que é trazer à tona a história de George Reeves. Caso as investigações defendessem alguma teoria de assassinato ainda seria justificável, mas no fim das contas ela gira em círculos para voltar ao seu ponto de partida. "Hollywoodland" é um filme bastante irregular, mas que possui alguns bons temas que foram mal aproveitados pelo diretor Allen Coulter e o roteirista Paul Bernbaum. Ben Affleck, que ganhou o Volpi Cup de melhor ator no Festival de Veneza, tem uma atuação apenas um pouco acima de seu nível habitual. E mesmo assim auxiliado pelo trabalho de maquiagem e também pelo fato do personagem ser um tanto quanto canastrão, o que combina com ele.

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