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Alta Fidelidade

titulo original: (Alta Fidelidade)

lançamento: 2000 (EUA)

direção: Stephen Frears

atores: Iben Hjejle , Todd Louiso , Jack Black , Lisa Bonet , Catherine Zeta-Jones

duração: 107 min

gênero: Comédia

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Alta Fidelidade
  • gênero:Comédia
  • duração:01 hs 47 min
  • ano de lançamento:2000
  • site oficial:http://www.highfidelity.movies.com
  • estúdio:Touchstone Pictures / Working Title Films / Dogstar Films
  • distribuidora:Buena Vista Pictures / Touchstone Pictures
  • direção: Stephen Frears
  • roteiro:D.V. DeVincentis, Steve Pink, John Cusack e Scott Michael Rosenberg, basedo em livro de Nick Hornby
  • produção:Tim Bevan e Rudd Simmons
  • música:Carter Burwell e Howard Shore
  • fotografia:Seamus McGarvey
  • direção de arte:Nicholas Lundy
  • figurino:Laura Cunningham
  • edição:Mick Audsley
  • efeitos especiais:

imagens - 10

Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade Alta Fidelidade

sinopse:

Rob Gordon (John Cusack) o dono de uma loja de música beira da falência, que apenas vende discos em vinil. Azarado no amor e ao mesmo tempo uma enciclopédia ambulante sobre música pop, os caminhos da vida terminam por levá-lo a analisar suas escolhas e prioridades, fazendo com que alcance a maioridade.

elenco:

comentários

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Francisco Russo
02/01/2001
nota:Rate07
Bom filme, bem estruturado, com boasatuações e boas piadas. Confesso que esperava um pouco mais dele, pelas críticas quevinha lendo, mas ainda assim trata-se de um filme bem divertido. Quem gosta de músicas,principalmente as mais antigas, vai gostar ainda mais de "Alta fidelidade", poisele possui várias citações a músicas e músicos (o Bruce Springsteen inclusive aparecenuma cena). Aliás, a própria trilha sonora é muito boa. Como já disse antes, o elencotodo está bem, mas destaco as atuações de Jack Black, que faz Barry, ajudante de JohnCusack em sua loja, que rouba todas as cenas em que aparece, e Iben Hjele, a namorada deCusack, que me surpreendeu pela segurança com que aparece na tela.
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Luiz Catugyr Jr.
03/01/2001
nota:Rate010
Ótimo filme num roteiro muito bem amarrado! Ofilme soube explorar bem o diálogo do protagonista com a câmera e consegue, de forma bemhumorada, reter o espectador curioso até o último minuto. A trilha sonora é um elementoa parte...
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Marcos Alexandre Luz
04/01/2001
nota:Rate09
Uma excelente direção, um elenco brilhante. Édaqueles filmes que ficam na memória do espectador por muito, muito tempo. Durante aprojeção, a identificação com a "via-crucis" do protagonista é inevitável.
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marcelo
05/01/2001
nota:Rate08
"Alta fidelidade" é um filme muitointeressante porque na verdade conta duas estórias: a primeira é sobre as frustaçõesamorosas de Rob, personagem de John Cusack, e a segunda é a que se passa na loja dediscos de Rob, que é divertidissíma, com os dois assistentes de Rob, um completamentediferente do outro, um sendo mais sério e conservador e gostando de som mais undergrounde o outro é do tipo que não respeita ninguém e trata os clientes o pior possível. Nissotudo temos um ótimo filme, que pode ser comédia, romance ou drama, mas que para mim ésó diversão.
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André Veiga
07/01/2001
nota:Rate010
Pertencente à rara categoria dos filmes que nãodependem de perseguições ou efeitos especiais, "Alta Fidelidade" é um casotípico de filme feito por gente que se preocupa com a inteligência de quem assiste, semdeixar a diversão de lado. A adaptação se manteve fiel ao clima doce/amargo do livro,os atores estão nitidamente adorando representar os personagens, e a trilha sonora é umespetáculo à parte. Melhor filme do ano, e melhor atuação(John Cusack).I-M-P-E-R-D-Í-V-E-L!
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Tiago Superoito
08/01/2001
nota:Rate07
Para quem leu o livro, não há surpresas. Só háo problema de que Frears e Cusack (o ator é o dono da idéia do filme) decidiram investirna trama de comédia romântica que não é, nem de longe, o mais interessante do livro.Ainda assim, a diversão fica acima da média, é esperta e irônica. As atuaçõestambém estão excelentes, sem contar a trilha sonora.
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Marcelo Santiago
09/01/2001
nota:Rate07
Interessante a clareza com que se pode observar otema do filme ir sendo delimitado à medida que ele passa. Inicialmente com ritmo muitorápido e sem se fixar num tema, depois o filme vai ganhando estrutura como comédiaromântica. Bem interpretado, com destaque para os coadjuvantes (os vendedores da loja:muito doidos) o filme brinca com a cultura pop. Para quem não está por dentro docenário pop & rock, 1/3 das falas do filme não fazem sentido algum.
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Laura Gewandsznajder
10/01/2001
nota:Rate010
Qual filme com o John Cusack que pode ser ruim? Nenhum.É um ótimo filme, sem igual, além de ser um colírio para os olhos femininos...
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Cláudia E. Oliveira
11/01/2001
nota:Rate010
Delicioso! Essa é a palavra mais apropriada para descrever esse filme. Boas atuações, principalmente de John Cusack, ótima trilha sonora e uma direção que consegue fazer a história de amor fluir, sem excesso de pieguice.
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Samuel Bruno Vieira
12/01/2001
nota:Rate010
Simplesmente genial, uma comédia hilariante, um roteiro musical que cativa qualquer espectador e principalmente a atuação de John Cusack, um ator espetacular e que foi ignorado pela Academia no Oscar. O filme é simplesmente obrigatório. Nota 10!
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Helen Jennifer
13/01/2001
nota:Rate010
Esse filme é simplesmente o máximo. O roteiro é inteligente e ágil, a trilha sonora é simplesmente deliciosa, a direção de Stephen Frears é perfeita e o elenco não poderia ser melhor. Jonh Cusack é simplesmente o melhor ator do cinema americano na atualidade.
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Leonardo Name
14/01/2001
nota:Rate07
MÚSICA NO CORAÇÃO Quem tem entre 20 e 40 anos, sobretudo os homens, e leu o livro "Alta Fidelidade", do escritor inglês Nick Hornby, entende a dor do personagem Rob Flemming, trintão dono de uma loja quase falida de discos que, ao ser abandonado pela namorada, revê sua dor através da música. Em seu momento mais sofrido, Rob constata o quanto é estranho ver filmes violentos e armas de brinquedo serem acusados como males da sociedade enquanto milhares de músicas sobre amores perdidos, desilusão, dor e infelicidade são lançados anualmente no mercado e consumidos com avidez por jovens. "As pessoas afetivamente mais infelizes que conheço são as que mais gostam de música pop", conclui o personagem, sabendo que é um desses infelizes.Faz parte da cultura masculina amar o rock. Faz parte do flerte amoroso gravar fitas com suas músicas prediletas para quem se ama. Faz parte da competição masculina provar ter a maior coleção de discos. E fazem parte do mundo de quem ama a música as intermináveis listas dos cinco melhores que Rob Flemming não para de montar: os 5 melhores solos de guitarra, as 5 melhores primeiras faixas lado b, as 5 melhores músicas sobre morte... É isto que encanta no livro "Alta Fidelidade": a proximidade com o universo masculino e a revelação deste para o universo feminino. Identificação e curiosidade, em um texto saboroso e hilário de Nick Hornby e pontuado com música... muita música. São infinitas as citações musicais ao longo da história, já que para Rob Flemming dor, felicidade e mulheres estão sempre relacionados com uma canção.Quem não leu "Alta Fidelidade", editado pela Rocco, tem duas oportunidades pra conhecer esta história. O filme homônimo de Stephen Frears está em cartaz em circuito nacional e tem no elenco o sempre competente John Cusack, que também fez o roteiro. E a peça teatral "A Vida é Cheia de Som e Fúria", fiel adaptação da obra pelas mãos do diretor Felipe Hirsch e sua "Sutil Companhia de Teatro", está em cartaz no Teatro Leblon (Rio de Janeiro) depois de temporada de sucesso no sul do país. Em 2001, a peça continuará sua turnê pelo país.Apesar de eficiente, o filme - também disponível em DVD - padece do mesmo mal de quase todas as adaptações americanas de obras estrangeiras: a americanização. Para começar, Rob Flemming se chama Rob Gordon e ao invés de morar na Londres dos anos 80, perambula pela Chicago atual. As referências musicais são, além de escassas, mais americanas e atuais do que as do livro, sobrando espaço até para a música eletrônica. Outro problema é que o pouco tempo de projeção impede de mostrar as reais motivações de Rob, que por excesso de sensibilidade e insegurança mete sempre os pés pelas mãos. O Rob de John Cusack, sem tempo para se explicar para o espectador, se torna mais canalha do que no original. Entretanto, a atuação hilária de um quase irreconhecível Tim Robbins, como o neo-hippie que rouba a namorada de Cusack, valem o ingresso e muitas risadas.Já a peça teatral não sofre da falta de tempo para se contar a história: possui 3 horas, com intervalo, que simplesmente não são sentidas devido a direção eficiente e criativa e a magistral interpretação do ator Guilherme Weber. O curitibano consegue por vezes tornar o personagem ainda mais apaixonante do que no livro, já que mostra um Rob Flemming amargurado, mas que não perde o bom humor. O excesso de tempo permite que toda sua confusão mental seja exposta ao público, não sendo raro portanto ver na saída do teatro mulheres se dizendo apaixonadas pelo homem sensível que acabaram de conhecer. A tal revelação do universo masculino e a conseqüente descoberta da sensibilidade escondida no homem, bem delineados no livro e ausentes no filme, têm seu ápice em Guilherme Weber. Outro achado da montagem é a tela que "enjaula" os atores no palco, que ao mesmo tempo que transforma o espaço cênico em algo mais angustiante serve para a projeção de imagens e textos que interagem com os personagens. A música, força motriz da existência de Rob Flemming, é usada como elemento narrativo, tendo o merecido destaque: há mais de 70 inserções musicais durante a montagem, pérolas como The Clash e Smiths e até mesmo lixos como Alanis Morrisette e Spice Girls.Seja na literatura, no cinema ou no teatro, o fato é que esta história nos mostra que apesar da dor e da angústia, vale a pena se apaixonar. Todos nós temos um pouco deste confuso Rob Flemming. Temos nossos amores, nossas desilusões e perdas, nossas músicas preferidas. E se a música pop realmente faz mal à saúde, como vocifera o rabugento personagem, a vida também o faz. Então, para que procurar remédio?
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Marthaa
15/01/2001
nota:Rate010
Você sai querendo fazer tudo quanto é tipo de TOP 5! Um filme muito agradável, com atuações convincentes. A trilha é deliciosa. A moral da história dá um ânimo para quem estava desiludido. Um filme para entreter. Não posso deixar de comentar a trilha. Marvin Gaye é um dos meus cantores preferidos, portanto acabou me marcando de um modo ainda mais especial a trilha. E John Cusack, cá entre nós, faz um perfeito "loser"! Sim, isso é um elogio!
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Fabrício Alano Pamplona
16/01/2001
nota:Rate09
Ótimo filme. Despretensioso, bem humorado, de humor inteligente e bastante informativo para quem se interessa por música. Vale tanto para ser visto sozinho, quanto com amigos, vó, tia, cachorro, namorada ou mesmo com aquelas amiguinhas bobas da sua namorada, que por incrível que pareça vão achar bonitinho o baita filme que você está assistindo, mesmo sem entender metade das piadas.
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Christinaa
17/01/2001
nota:Rate010
É preciso sensibilidade e humildade na hora da auto análise para poder apreciar e captar a mensagem de Alta Fidelidade, o que nos leva a constatação fácil de que o filme não é para o gosto de qualquer casca grossa que vê a vida emocional como um eterno "ficar" com este ou aquele. Por isso mesmo, trata-se de uma pérola do cinema sob o disfarce do tema cotidiano e, para os mais desavisados, realista demais. Pense bem e vc verá que em alguma vez na vida se enquadrou em ao menos uma das situações vividas por John Cusack (um gataço, de arremate!).
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pedro1asakura
18/01/2001
nota:Rate010
Perfeito. Boa direção, bom roteiro, excelentes atuações. O filme consegue ser uma comédia romântica sem os clichês de sempre, tendo tiradas engraçadas e as vezes até mergulhando em drama, isso tudo sem desprezar a inteligência de quem o assite. O roteiro é envolvente e não há quem não se identifique com Rob (John Cusack). A interação dele com a câmera é perfeita. O filme concerteza merecia uma divulgação melhor e ser melhor reconhecido pela Academia.
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José Augusto Carvalho Filho
19/01/2001
nota:Rate010
Uma Comédia Surpreendentemente Inteligente. Dono de uma loja de discos, Rob(Jonh Cusack )mescla seus tropeços amorosos e sua paixão pela "critica musical" de forma uma forma fantástica. A trilha sonora é um show a parte, e para que curte rock, é possível sentir arrepios a cada citação( Frank Zappa, The Clash e outras jóias da história musical) que John Cusack nos presenteia em unma atuação envolvente, dialogando a cada cena com o espectador. Destaque para Jack Black e Todd Louiso, os dois assistentes de Cusack, que rendem cenas hilárias. Este entrou para meu "Top 10 Lista".Assista agora mesmo!
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D. Rodrigues
20/01/2001
nota:Rate09
É bem divertido, uma comédia madura diferente e até poderia dizer "louvável" devido as porcarias das comédias pré-adolescentes que têm saído com mais freqüência. Mostra de uma maneira simples e eficiente todas as roubadas que nós fazemos numa relação. Sem contar que tem uma ótima trilha sonora, cenas memoráveis e Jack Black numa atuação excelente. O final é ótimo.
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Fábio Calamari Mirandaa
21/01/2001
nota:Rate010
Tem como dar outra nota a um filme como este?! Nem tanto pelos relacionamentos amorosos que não deram certo, ou pela história base na qual os personagens estão envolvidos, mas sim como a idéia, talvez clichê, de se misturar música e cinema. Filme divertidíssimos e excelentes performances de John Cusack e Jack Black.
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Eduardo Terra
22/01/2001
nota:Rate010
Tão bom quanto o livro. Já havia lido o livro e fui assistir ao filme esperando uma adaptação bem ruim, fato muito comum nestes casos. Me diverti muito, parecia que estava lendo o livro novamente. Os atores foram perfeitos para os papéis e a adaptação para o cinema só teve a ganhar.Poder ouvir as músicas foi tudo de bom.
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Fernando
23/01/2001
nota:Rate08
O filme é obrigatório para quem gosta de música pop. É também um romance sob uma perspectiva masculina com muito humor e inteligência. Vale a pena.
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Paulo André Campos
24/01/2001
nota:Rate010
Muito bom filme! Vale a pena pelas atuações de Jonh Cusack e Jack Black. Bastante divertido, nos dá vontade de ficar fazendo Top 5 para tudo. A trilha sonora no final de Stevie Wonder em I Believe com certeza marca. Enfim, nos mostra que vale a pena amar uma pessoa.
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Mateus Beleza Rocha
25/01/2001
nota:Rate09
A primeira vez que assisti a esta simpática comédia romântica o único defeito que achei foi o fato de o cenário do filme ter mudado da Inglaterra para os Estados Unidos, pois pensava que o diretor poderia ter sido fiel ao livro de mesno nome. Ma assistindo -o pela segunda vez no vídeo percebi que este detalhe acabou se tornando até irrelevante, pelo simples fato de a mudança geográfica feita pelo diretor não ter comprometido em nehum momento a idéia do livro. E tem mais: a escolha de Jony Cusack, um ator americano para interpretar o personagem principal o fez tornar este filme mais cativante. DE tão bom e agradável "Alta Fidelidade"é daqueles filmes que faz a gente querer ver e rever várias vezes. Diferente em vários aspectos de tantos filmes do mesmo gênero. Ë claro que o tema desta produçào é o amor. Mas o direto e o autor do filme não sentiram o menor o pudor em mostra as fragilidades de nos seres humanos. Fragilidades que são egoismo, vaidade, auto -indugência emuitos outros sentimentos que acompanha o amor. Sim, o diretor foi capaz de uma forma bem humorada de da'uma alfinetada em nós mesmo no filme, Pois cada vez vez que o apaixonado personagem narrava os váriios foras que levava ao longo da vida ficava no ar de maneira implícita que ele estava admitindo as suas burradas que havia cometido em nome do amor. Mas há também é logico a busca da redenção e esta fita a trata que o caminho é sim árduo, mas libertador em todos os sentidos. De uma coisa é certa neste filme, independente o que fazemos e deixamos de fazer: nossas vidas não teria a menor graça se não houvesse o amor e o rock row. Sem dúvida nenhuma nenhuma "Alta fidelidade" é um filme para agradar a todos: românticos ou não.
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Elizeu Jr.
26/01/2001
nota:Rate09
Uma das melhores comédias românticas já escritas. Não só por ser um romance "bem humorado", mas principalmente por que é um filme onde fica dificil não se identificar com os personagens pelo menos em alguma situação que todo mundo passa na vida. Eles são indies então dizer que se acham melhores que o resto do mundo seriam redundância, mas quando o protagonista nota que o amor de sua vida pode ser perdido pra sempre, e mostra a sua verdadeira face de desespero e covardia. Tim Robins mostra por que é um dos melhores atores da atualidade. A cena em que ele entra pra dizer pra Rob deixar sua namorada (ex de rob) em paz é uma das mais cômicas já boladas. Quem nunca se imaginou dando uma lição numa pessoa a qual morre de raiva? É um cliche que ninguém tem coragem de assumir. Quando a ex começa a levar embora as coisas do apartamento de rob, tenho certeza que muita gente teve um déjà vú. Não dá vontade de parar de assistir, como muitas comédias românticas, onde as piadas começam a parecer repetitivas, pelo contrário, há sempre um renovo nas piadas. Apesar de ser engraçado pode fazer muita gente chorar também. Antes de ver esse filme, não pensei que John Cusack poderia ser um bom ator (vide "Con-air").
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Paulo Rangel
27/01/2001
nota:Rate010
Deliciosamente inteligente. Além de uma das melhores trilhas sonoras de Hollywood, o filme faz você entrar na história, para se questionar sobre o amor, e sobre gostos musicais. Jack Black, como sempre, impagável. FABULOSO.

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