Tommy Hart (Colin Farrell) é um estudante do 2º ano de Direito que se alista no exército para lutar pelos Aliados na 2ª Guerra Mundial. Em meio a guerra ele acaba sendo capturado, sendo posteriormente enviado a um campo de concentração. Lá um soldado negro é acusado de ter assassinado um soldado branco que era racista, sendo que ambos eram prisioneiros no local. Ao invés de executá-lo, os nazistas concordam com o plano apresentado pelo coronel William McNamara (Bruce Willis), também prisioneiro no campo, que propõe que o soldado acusado tenha um julgamento realizado no local. Hart é então designado a defender o soldado acusado enquanto que McNamara usa a situação para empreender seu plano de fuga do local.
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Guerra. Uma palavra simples, mas que tem um significado devastador, sinônimo de morte e dor. O mais terrível é constatar o quanto a humanidade não consegue ao longo de toda sua história, e ainda insistindo em pleno século XXI, deixar de resolver suas diferenças com guerras, evidenciando o seu alto grau de irracionalidade apesar dos incontáveis anos de evolução. E o mais incrível ainda é que sempre após uma batalha, com mortos, mutilados, destruição e todo tipo de atrocidades, o resultado obtido é apenas mais uma derrota, pois todos perdem. Na guerra não há vencedores, exceto a Morte, soberana, aguardando pacientemente a humanidade se encarregar de aumentar seu reino. O cinema tem um papel muito importante ao mostrar, em alguns casos de forma quase real, a violência da guerra e seus resultados sangrentos. Nos últimos anos, auxiliadas pelos modernos efeitos especiais, foram filmadas várias produções que chocam pela brutalidade das imagens, retratando o ambiente infernal da guerra. Filmes como "O Resgate do Soldado Ryan", "Além da Linha Vermelha", "Círculo de Fogo", "Pearl Harbor" (sobre a Segunda Guerra Mundial), ou "Falcão Negro em Perigo" (sobre a guerra civil da Somália em 1993), são exemplos da violência do campo de batalha. E agora, mais um filme está se juntando a esse grupo, "A Guerra de Hart" (Hart's War), que estreou no Brasil em 19/04/02. Apesar de serem poucas as cenas de ação de guerra, o filme tem sua importância por retratar o ambiente opressivo de um campo de prisioneiros da Segunda Guerra Mundial, tendo como enfoque principal o racismo entre os próprios americanos presos e o significado da honra entre os soldados. Baseado no livro homônimo de John Katzenbach, a história se passa entre o final de 1944 e início do ano seguinte, quando um oficial do exército americano, o tenente Thomas Hart (Colin Farrell), filho de um senador e sem experiência no campo de batalha, é capturado pelos alemães numa emboscada, torturado para fornecer informações estratégicas para os rumos da guerra e levado de trem e depois a pé por vários dias até um distante campo de concentração. Chegando no acampamento de prisioneiros, o tenente Hart é apresentado ao oficial americano de mais alta patente no local, o coronel William McNamara (Bruce Willis), que dirige o grupo de soldados e o transfere para o alojamento dos recrutas, onde ele percebe um grande sentimento de racismo quando chegam também dois novos prisioneiros negros, os aviadores tenentes Lincoln Scott (Terrence Dashon Howard) e Lamar Archer (Vicellous Shannon), principalmente por parte do sargento Vic Bedford (Cole Hauser), um ex-policial preconceituoso. Mal recebidos pelos companheiros, os pilotos negros são segregados do grupo e o tenente Archer acaba sendo executado pelos nazistas numa armadilha provocada pelo sargento Bedford. Mais tarde, é agora o próprio sargento que aparece morto e a suspeita do assassinato recai sobre o outro tenente negro Scott, que é levado para um julgamento presidido pelo coronel McNamara e com o tenente Hart como advogado de defesa (antes da guerra ele era um estudante de direito). A realização da audiência só foi possível graças à permissão do coronel alemão Werner Visser (Marcel Iures), dirigente do campo e um militar aristocrático, fã de jazz, e que apenas procurava diversão com o julgamento. Porém, enquanto se realiza a corte marcial, um audacioso plano de fuga é colocado em ação envolvendo também uma missão militar de destruição de uma fábrica de bombas próximo ao acampamento dos refugiados. "A Guerra de Hart" não tem grandes cenas de batalhas, mas retrata o ambiente da guerra num campo de prisioneiros em pleno inverno, onde a vida tem muito pouco valor e a dor e a morte estão rondando os soldados presos a todo instante, apenas aguardando o momento certo para agirem. Uma simples tentativa de fuga significava execução pública num enforcamento ou fuzilamento imediato. E a honra de um soldado valia mais que sua própria vida. Um momento de impacto ocorre quando o tenente Hart é emboscado pelos alemães com seu jipe perdendo o controle e batendo numa árvore arremessando-o longe, vindo a cair num cemitério a céu aberto repleto de soldados mortos em batalha e congelados pelo frio do inverno, abandonados como restos insignificantes de homens. Um outro destaque é a cena marcante de um trem levando os prisioneiros para o campo de concentração e sendo atacado por aviões aliados que não sabiam de sua existência (as inscrições P. O. W. - Prisoners of War - estavam encobertas pela neve no teto do trem), num momento de grande tensão com disparos mortais de projéteis para todos os lados, resultando depois numa interessante e criativa forma de comunicação dos soldados com os pilotos para evitar um massacre. Enfim, "A Guerra de Hart" mostra mais um capítulo da bestialidade da guerra, com suas trágicas consequências para a humanidade e suas feridas abertas que não mais cicatrizam..." |
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Mais uma vez os americanos fazem um filme para exaltar sua hombridade. Acho que em certo momento o filme perde sentido porque tenta misturar racismo e patriotismo, tudo isso tendo a Segunda Guerra Mundial como um simples pano de fundo!" |
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O filme mostra o racismo e o preconceito, o discurso de Lincoln Scott em sua defesa é muito bonito e mostra o sentimento de uma pessoa que sofre discriminação. O tenente Hart tem uma ótima atuação e o Bruce está perfeito na pele do coronel! O final surpreende." |
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Antes de tudo, um aviso: nunca se viu no cinema nazistas tão compreensivos e amigáveis quanto os presentes em "A Guerra de Hart". Caso a situação mostrada no filme ocorresse em qualquer outra guerra ela seria perfeitamente plausível, mas na 2ª Guerra Mundial em especial, sabendo-se como agiam os nazistas com seus prisioneiros, é difícil acreditar em certas atitudes tomadas pelos oficiais do exército de Hitler. Mas deixemos isto de lado. Apesar de sua trama ocorrer em meio à 2ª Guerra Mundial, "A Guerra de Hart" é mais um filme de tribunal do que propriamente um filme de guerra. Ao menos este é o sentido seguido pelo filme de sua metade até o final, quando o julgamento torna-se o ponto central do filme. Apesar de ter uma produção caprichada, mostrada principalmente na parte em que o jovem Hart é levado ao campo de concentração, o filme não consegue fazer mais do que manter o espectador atento ao que acontece na tela, sem no entanto transmitir-lhe qualquer tipo de emoção. Nem o final, heróico ao estilo dos filmes militares, consegue passar algum tipo de sensação. Com isto, "A Guerra de Hart" torna-se apenas um filme razoável e até burocrático, sendo competente ao contar sua história mas nada além disto." |
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Nos primeiros 30m o filme parecia interessante, tem cenas movimentas e tudo mais, mas no meio (quando a verdadeira história começa) a história é mais clichê do que sessão da tarde, e no final começam vários reviravoltas insuportáveis, sinceramente o filme mereceu fracassar pois esse tema já esta batido e se ao menos a história fosse melhor trabalhada... O filme não é ruim, da pra assisti numa boa, Ah! isso sem contar que os nazistas são quase intimos do americanos, filme foi mal contado e com patriotismo demais, a única coisa totalmente boa é a atuação do Colin Farrell, pois o Bruce Willis está um canastrão!" |
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Um bom filme.... mais nada de excepcional.. O filme da para assistir tranquilo.. mais se vc espera que seja um fime que tire o seu folego pode tirar o cavalinho da chuva... O que se destaca é a fotografia e a atuação de Collin farrel..... de resto um bom filme." |
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Por que todo "bom" ator tem que fazer um filme ruim? Bruce Willis nao precisava fazer tal para ganhar uns trocados. O filme ate comeca bem , mas se enrola quando o sujeitinho cai no campo de prisioneiros. O julgamento dos pilotos e sofrivel duvido que alguem conseguiu assistir ao filme se acelerar quando chega nesta parte. Se voce for pegar esta fita faca o seguinte. Assista ao inicio ate quano prendem o sujeitinho e mandam ele para o campo de prisioneiros ai vc acelera ate os 20 15 min finais. Pq ai vc tera assitido um bom filme. Porem nao cometa o erro de assisti-lo todo pq se nao vc vai se arrepender de nao ter pego o Duro de Matar e ter pego esta porcaria cinematografica." |
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A Guerra de Hart é um filme que expõe valores, perconceitos e coragem. Neste filme podemos visualizar que a intolerancia é o elemento básico nos conflitos, mas ele também nos mostra que somos capazes de nos arrependermos e voltarmos atraz em decisões que consideramos acertadas." E este filme traduz na integra tais sentimentos. |
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Adorei! Um filme simplesmente dramático, capaz de prender a atençao do espectador do começo ao fim. Interpretaçoes formidáveis de Bruce Willis e Collin Farrel, sem falar nos coadjuvantes. E um final inesperado. |
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Para falar a verdade no começo do filme não sabia quem era alemão, quem era americano. Que prisão nazista é essa que mais parece um hotel com direito a cineminha e tudo. Dou 5 pelo final do filme. |
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O título até que sugere um pouco, mas o filme deixa a desejar muito mesmo.O começo parece um pouco eletrizante, mas as esperanças de um filme interessante acabam por ai.Após vinte minutos você já não aguenta mais e a trilha sonora lenta contribui bastante para isso.O filme se torna bastante irreal, e tudo isso para no final fazer de Bruce Willis um herói, a atuação desse ator esteve péssima o tempo inteiro.E onde já se viu nazistas generosos, agradaveis e extremamentes bonzinhos e compreenssíveis com seus prisioneiros de guerra?Uma verdadeira vergonha a forma pobre com a qual esse filme é retratado e apresentado ao público.Parece que o único que conseguiu se safar dessa monstruosidade de projeto de filme de guerra foi o ator Colin Farrel, que tentou se manter o mehor possível durante esse espetáculo entediante. |
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O tema principal do filme é o falso julgamento de um negro , tudo isso para bolarem uma fuga somente para 35 caras destruirem a fabrica de bombas e muniçoes dos alemaes , até que é bom a história , tem tudo pra ser monótono , mas não foi, o filme é interessante , os nazistas foram tapeados. |
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