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Hannibal

titulo original: (Hannibal)

lançamento: 2001 (EUA)

direção: Ridley Scott

atores: Anthony Hopkins , Julianne Moore , Gary Oldman , Ray Liotta , Giancarlo Giannini

duração: 130 min

gênero: Suspense

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Hannibal
  • gênero:Suspense
  • duração:02 hs 10 min
  • ano de lançamento:2001
  • site oficial:http://www.mgm.com/hannibal
  • estúdio:Universal Pictures / MGM / Dino de Laurentiis Productions
  • distribuidora:MGM / Universal Pictures
  • direção: Ridley Scott
  • roteiro:David Mamet e Steven Zaillian, baseado em livro de Thomas Harris
  • produção:Norris Spencer
  • música:Hans Zimmer
  • fotografia:John Mathieson
  • direção de arte:David Crank
  • figurino:Janty Yates
  • edição:Pietro Scalia
  • efeitos especiais:Mill Film / Keith Vanderlaan's Captive Audience Productions

imagens - 13

Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal Hannibal

sinopse:

Sete anos se passaram desde que o Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) escapou da prisão. O múltiplo homicida agora trabalha na biblioteca de uma família nobre de Florença e transita livremente pela Europa. A agente do FBI Clarice Sterling (Julianne Moore), que entrevistou o Dr. Lecter antes que ele fugisse do hospital de segurança máxima para criminosos insanos, nunca esqueceu o assassino, cuja voz ainda atormenta seus sonhos. Mas também Mason Verger (Gary Oldman) não se esqueceu de Hannibal. Vítima que conseguiu sobreviver ao ataque do psicopata e ficou terrivelmente desfigurado, Verger se torna um obcecado pela vingança e percebe que, para fazer com que o Dr. Lecter seja descoberto, terá que usar como isca a própria Clarice Sterling.

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elenco:

  • Anthony Hopkins (Hannibal Lecter)
  • Julianne Moore (Clarice Sterling)
  • Gary Oldman (Mason Verger)
  • Ray Liotta (Thomas Krendler)
  • Giancarlo Giannini (Rinaldo Pazzi)
  • Francesca Neri (Allegra Pazzi)
  • Diane Baker (Senadora Ruth Martin)
  • Boyd Kestner
  • Ivano Marescotti

comentários

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Antônio Junior
02/01/2001
nota:Rate010
Após anos de anseio, eu consegui ver o filme que eu mais queria ver: "Hannibal". Podemos dizer que o filme é de "Sir" Anthony Hopkins. Parece que ele estrela sozinho o filme, mas não podemos deixar de notar a ótima Julianne Moore, ela que sem dúvida foi uma das melhores atrizes que surgiu nos últimos tempos em Hollywood. Ela conseguiu ser uma nova Clarice (mas ainda não superou Jodie Foster), totalmente diferente da anterior, parece que são papéis diferentes. Bem, mas voltando ao filme, posso dizer que quem leu o livro não irá se arrepender. O roteiro de David Mamet segue muito bem ao livro, ele eliminou personagens paralelos e deu até um maior movimento a certas partes que no livro sao super monótonas. Mas uma coisa que me decepcionou foi a caracterização de Gary Oldman como o Mason Verger, esperava um Mason mas assustador, como aquele descrito no livro. Toda a violência que não foi mostrada no primeiro filme agora surge e de uma forma até um pouco exagerada. Mas tudo vale a pena no filme: os atores, a maravilhosa paisagem de Florença, o sotaque de Anthony Hopkins, o decote e as pernas de Julianne Moore, a sensacional trilha sonora de Hans Zimmer (injustamente criticado pela crítica norte-americana). Enfim, mais uma vez Ridley Scott "acertou a mão". Uma coisa que posso dizer é que a fantástica cena final com certeza já é uma das melhores da história do cinema. Aviso aqueles com estômago fraco: levem um saquinho de vômito na bolsa.
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Fabrício Rocha
03/01/2001
nota:Rate07
Há duas maneiras de se assistir "Hannibal": 1ª - como a continuação de "O Silêncio dos Inocentes" e, 2ª - como um filme novo. Na primeira hipótese é impossível não fazer comparações com o primeiro filme e aí ele se torna fraco. O filme chega a ser cansativo e vale por umas esporádicas cenas. Anthony Hopkins continua com seu olhar "maldito" e só. A direção de Ridley Scott vale mais pelas imagens do que pela obra em geral.Na análise pela segunda hipótese, como um filme novo, sem nada anterior e sem comparações, pode ser visto como um filme para entreter. Há algumas cenas interessantes e que causam arrepio, como o "banquete". É válido lembrar que é bom assistir o filme para tirar suas próprias conclusões.
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Kazuaki Ishizaki
04/01/2001
nota:Rate09
ESPETACULAR!!! APÓS 10 ANOS, O ATOR ANTHONY HOPKINS VOLTA NA PELE DO MAIS TEMIDO VILÃO DO CINEMA AMERICANO. RIDLEY SCOTT SE SUPERA NESTA EXCELENTE CONTINUAÇÃO DE UM DOS MELHORES, SENÃO O MELHOR, FILME DE SUSPENSE DE TODOS OS TEMPOS. JULIANNE MOORE CONSEGUE INTERPRETAR A AGENTE CLARICE TÃO BEM QUANTO SUA ANTECESSORA, JODIE FOSTER. "HANNIBAL" É FILME QUE IRÁ DEIXAR TODOS COM AS PALMAS DAS MÃOS RECOBERTAS DE SUOR. REALMENTE VALE O PREÇO DO INGRESSO!
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Rodrigo de Oliveira
05/01/2001
nota:Rate07
Eu já havia assistido "O SILÊNCIO DOS INOCENTES" antes. Mesmo assim, resolvi assitir ao filme novamente, três horas antes da sessão de "HANNIBAL". Bem, comparar SILÊNCIO com HANNIBAL é covardia. Enquanto que o primeiro (ou segundo se formos contar "DRAGÃO VERMELHO", primeiro filme com LECTER, mas sem Hopkins) tinha um suspense de primeira, HANNIBAL deixa a desejar exatamente nesse quesito. O filme se preocupa mais em mostrar do que em insinuar e talvez seja esse o problema. O que realmente salva o filme é ANTHONY HOPKINS. O seu Hannibal Lecter é um personagem magnífico e interpretado com uma magnitude incrível. Ponto para o ator, que conseguiu mais uma vez imortalizar a figura do psiquiatra canibal.
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Henrique Miura
07/01/2001
nota:Rate07
Apesar do filme ter uma história bem vagabunda, o filme é legal. O roteiro é bem simples e um pouco mal-explicado, mas isso não prejudica o filme, que tem suas partes bem engraçadas, em que não conseguia parar de rir. As partes violentas, tão comentadas, são realmente muito violentes. O filme é sangue pra cá, sangue pra lá, é um banho de sangue! Mas o filme é bom!!!!!!!!!!!!
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Edith Maria Aragão Sviech
08/01/2001
nota:Rate05
O que fizeram com Hannibal Lecter, que fazia a platéia tremer sem ter que derrubar uma gota de sangue? Não é questão de defender a não-violência, mas o forte do personagem, que era essa força implícita, silenciosa e ousadamente sedutora, se esvaiu em litros de sangue e violência!!!! O filme marca mais por uma experiência sado-gastrônomica do que pelo tempero suave da sugestibilidade que envolvia todos os personagens de O SILÊNCIO DOS INOCENTES (começando pelo próprio título!). Mataram Dr. Lecter e reduziram Clarice Sterling a uma caipirinha complexada que luta para defender seu espaço no mundo!!!
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Bruno Salama Herszage
09/01/2001
nota:Rate07
Dr. Hannibal Lecter está de volta e mais faminto do que nunca no mais novo filme de Ridley Scott (de "Gladiador"): "Hannibal", onde Anthony Hopkins volta a intepretar o famoso médico canibal que ganhou fama em "O Silêncio dos Inocentes". A história agora se passa sete anos depois que o Dr. Lecter ajudou a agente do FBI, Clarice Starling (Jodie Foster, de "Contato" e "Anna e o rei"), a prender um temível serial killer e, logo depois, escapou da prisão. Agora ele está em Florença, trabalhando como curandeiro numa biblioteca de uma nobre família italiana. Porém, seus dias estão contados. Na América uma das vítimas do Dr. Lecter ainda vive (Mason Verger, interpretado por Gary Oldman, que não colocou seu nome nos créditos), porém completamente desfigurada e disposta a fazer de tudo para que o exímio doutor pague o preço certo por sua desgraça: sua vida. Paralelamente ao Dr. Lecter, a agente Starling (agora interpretada por Julianne Moore, de "Fim de caso" e "O mundo perdido") passa por uma má fase em sua carreira, após realizar uma batida desastrosa a um traficante de drogas, que resultou na morte de um amigo seu. Enquanto Starling trava uma batalha com seus superiores para se manter no FBI, Mason Verger começa a agir, oferecendo uma grande soma em dinheiro por qualquer informação sobre o paradeiro do Dr. Lecter, para poder capturá-lo e aplicar nele seu plano maquiavélico. E assim o filme se desenrola: Mason Verger perseguindo Hannibal enquanto a agente Starling, ciente das ações de Mason, tenta ao mesmo tempo manter-se na polícia e salvar seu... amigo.O filme em si é muito é belo, as locações onde o filme é rodado são muito bonitas, principalmente em Florença (onde aparece o famoso Palazzio Vecchio). Fora isso, é muito bom ver Anthony Hopkins atuando com tanta naturalidade em um personagem que foi montado, de certa forma, por ele. Julianne Moore também está muito bem no papel da "nova" Clarice Starling. Deixando os personagens e locações de lado, falemos do filme em si. Primeiro, quem estiver indo para o cinema esperando ver um filme da mesma qualidade de "O Silêncio dos Inocentes", vai se decepcionar. Não que "Hannibal" seja ruim, porém, se comparado ao anterior, perde feio. A questão psicológica, abordada abusivamente no primeiro, mal se repete no segundo. "Hannibal", de certo modo, é um filme mais policial, menos psicológico, há mais ação e sangue (e nojeiras) que o primeiro, e nisso o filme perde, porque a trama psicológica montada em "O silêncio dos inocentes" entre o Dr. Lecter e a agente Starling foi a base para o sucesso do filme, que deixava os nervos à flor da pele. Em "Hannibal", os dois mal se encontram, apenas nos 15, 20 minutos finais que ficam cara a cara. No restante do filme apenas se comunicam por carta... o que não causa o mesmo efeito. Além disso, o filme peca por possuir um final que deixa a desejar. Quando fui ver o filme, ainda estava lendo o livro "Hannibal" e, por isso, nao podia deixar de comparar ambos. Após ver o filme, terminei o livro e tenho que dizer que o final do livro (final que Ridley Scott considerou "infilmável") é bem melhor que o do filme, pois desponta mais o lado que os dois filmes (" O Silêncio.." e "Hannibal") deixam de lado: o ponto de vista emotivo dos dois personagens principais. Para finalizar, mesmo com tantos pontos fracos (que não chegam a ser negativos, pois se fossem melhor trabalhados estariam ótimos) o filme é uma boa diversão: ver Hopkins e Moore na telona é muito bom, ainda mais quando eles são Hannibal e Starling, dois personagens já conhecidos. Por isso, vá ao cinema, aproveite as coisas boas que o filme tem a oferecer e sempre pense duas vezes antes de pedir comida para o carinha que está ao seu lado no avião.
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Juliano Purcinelli
10/01/2001
nota:Rate02
O filme é muito ruim, a única coisa que se salva é a interpretação de Juliane Moore. Anthony Hopkins dá a impressão de que não queria participar do filme, há muitos furos no roteiro e praticamente termina no mesmo ponto onde começou.
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Marilda Stahl
11/01/2001
nota:Rate05
Bem, fui ao cinema esperando bem mais do que assisti. Faltou mais ação e o roteiro deixou muito a desejar em relação a "O Silêncio dos Inocentes". O que salvou foi a atuação "sempre" impecável de Anthony Hopkins. Não curti essa atriz Julianne Moore, um olhar que não trasmitia confiança em sua atuação.
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Clarice
12/01/2001
nota:Rate09
Como um personagem tão violento pode ser tão sensual e desejável? Esse filme nos faz ver que somos capazes de amar aquilo que pensamos que odiamos e desprezamos. Só não dou 10 porque queria mais filme e mais Anthony Hopkins e Clarice juntos, revelando o que eles sentem de mais íntimo um pelo outro.
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Felipe Guerra da Cunha
13/01/2001
nota:Rate01
O filme até merecia nota zero!!! Mas como sou um cinéfilo e respeito o ator Anthony Hopkins e a filmografia de Ridley Scott, o filme ganha um ponto. De resto é um filme lento, fraco, com um roteiro que não explora a complexidade dos personagens. A personagem Clarice parece um crossover de Scully (na parte física) e de Mulder (pois a maioria do tempo fica jogada no porão do FBI). É um filme bem mais fraco que o seu anterior e não tem o suspense psicológico que "O Silêncio dos Inocentes" tinha. O diretor Ridley Scott mais uma vez dirige um filme a toque de caixa para ganhar apenas dinheiro em cima de cenas escatológicas em ritmo de videoclipe e joga toda a responsabilidade em cima de Anthony Hopkins, achando ele que uma andorinha faz verão.A minha maior surpresa foi quando vi as notas aqui para este filme, um bando de 10 e outras notas altas. Bem, ou eu estou desaprendendo a ver o cinema com bons olhos ou o público está ficando satisfeito por pouca coisa, achando que um "bom" ou "excelente" filme se faz com cenas bizarras e piadinhas feitas por um psicopata. Bem, se é isso que querem, devem ficar rezando por muito tempo de vida do esperto e picareta produtor Dino de Laurenttis, que teve a ousadia de afirmar que "Hannibal" era um filme para toda a família (???). Só se for para a família de Charles Mason e outros psicopatas em gerais. É irônico e triste, mas infelizmente é a tendência do mercado. Tomara que filmes como este nunca mais sejam produzidos e nem pensar numa terceira parte!!!
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Luís Zahar
14/01/2001
nota:Rate01
Certo fez a Jodie Foster que não quis fazer parte deste filme tão ruim. O Gary Oldman também foi esperto e não deixou que seu nome aparecesse nos créditos. Uma sucessão interminável de clichês, usados "ad nauseam" em filmes como "Sexta-feira 13" ou "Halloween". Infelizmente os diálogos sofríveis impedem até o que poderia ser possível, Anthony Hopkins salvar o filme. Infelizmente, nem isso. Programa só adequado para apreciadores do gênero terror-catchup.
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Fábio Pereira
15/01/2001
nota:Rate06
Tinha tudo pra ser um grande filme. Grandes atores, um grande diretor, locações belíssimas, mas o resultado final é um filme, digamos, "morno". O roteiro é fraco e tenta recriar situações que foram primorasamente apresentadas em "O Silêncio dos Inocentes". Cito como exemplo as conversas entre Lecter e Clarice, que agora não passam de enchimento de linguiça para tapar os buracos entre as cenas de sangue. Não chega a ser um filme ruim, mas é difícil esperar menos de uma continuação de um filme que se tornou referência nos filmes de suspense.
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Rafael Alves
16/01/2001
nota:Rate03
Antes do filme ser lançado, muitos sites comentavam que este filme seria melhor que o primeiro. Não sei de onde é que tiraram esta "informação". São muitos e muitos minutos de puro "sono". É muito parado. Só dou nota 3 pelas atuações, pois o filme é decepcionante. E fica uma pergunta: O que aconteceu com Hannibal Lecter??? Perdeu a fome????
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Courtney Shane
17/01/2001
nota:Rate05
Decepcionante! Não há outra palavra que descreva "Hannibal". Foram 10 anos de espera pela volta do canibal e ele volta com um comportamento completamente distorcido e nem metade do suspense anterior. Já Clarice é uma caipira sexualmente reprimida (é, ela não superou isso!) e perdida no filme, pois agora é quase que uma mera coadjuvante. O filme não parece ter clímax, pois os dois protagonizam um único encontro e agem como amigos que não se veem há muito tempo. Também está vergonhosa a direção de Ridley Scott! Não dá para entender como esse veterano deixou o microfone aparecer 50 vezes sobre a cabeça dos atores! Como o final do livro era infilmável, foi criado um ainda mais confuso e nada empolgante. Parece que agora a reputação do canibal foi definitivamente destruída e um trabalho de 10 anos desperdiçado!
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Tiago Superoito
18/01/2001
nota:Rate06
O único ponto a favor do filme é o belo trabalho de construção de climas de suspense e a atuação marcante de Anthony Hopkins. Ridley Scott faz o espectador ficar preso à história sem perceber que tudo é muito óbvio e tolo. Comparado aos outros novos filmes de suspense produzidos, está acima da média. Mas perde feio em comparação a "O Silêncio dos inocentes", que não precisava de cérebro exposto para incomodar o espectador.
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Bruno Tabosa Aromatis
19/01/2001
nota:Rate08
Este "Hannibal" tem uma fotografia linda, cenários estupendos e a maquiagem caprichada, gostoso de se ver. Mas, ao contrário do seu anterior, este deixa gosto mais de ambição do que continuação. Como assim? O filme caminha super bem e competente até seu final, que mesmo sendo superior ao livro deixa gosto de ambição. Não que isso seja desvantagem, é só esquecer que "Hannibal" é uma continuação. Porém, todo o filme só é chocante por causa do primeiro. Agora ficou confuso... Vá, relaxe e delicie-se com todo o ar de suspense até o encontro na mesa de jantar. Após disso, prepare seu estômago.P.S: Não espere muito, vá preparado para tudo que o impacto é maior.Após a sessão, a sensação é decepção. Mais tarde, você, pensando melhor, vai ver que Dr. Lecter continua sendo fascinante e Hannibal é bem acima da média.
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Bruno Pires
21/01/2001
nota:Rate09
A continuação de "O silêncio dos Inocentes" ficou muito bem feita!! As cenas de suspense são muito bem trabalhadas, sem falar do Anthony Hopkins, que rouba a cena durante o filme. Ele dá um show de interpretação!!
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Renato S. Cordeiro Jr.
22/01/2001
nota:Rate08
Antes de mais nada, é preciso desistir de querer que "Hannibal" seja tão bom quanto "O Silêncio dos Inocentes". Trata-se de um bom filme, é verdade. O elenco está ótimo (Hopkins ainda vai fazer de mim um fã incondicional), as imagens são primorosas (bem no estilo de R. Scott), mas o filme tem algumas falhas bem visíveis. Ao assistir "Hannibal", dá pra entender por que Jodie Foster não topou fazê-lo, pois a Clarice fica meio apagada pelo meio do filme (apesar da atuação responsável de Juliane Moore), o que se evidencia ainda mais quando se torna preenchido pela personagem do Giancarlo. De qualquer modo, é um ótimo filme, com um final que arranca aplausos pela interpretação de Hopkins.
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Eduardo Rodrigues Gomes da Rosa
23/01/2001
nota:Rate010
A continuaçao de"O Silêncio dos Inocentes" não foi bem sucedida. Como sempre, as continuaçoes nunca superam o original... Por que será que a Jodie Foster recusou o papel? Só por ela ter recusado já é um indicio que o roteiro estava muito fraco; e estava mesmo! A atriz que substituiu a Jodie tem muito o que aprender, ela não conseguiu incorporar a personagem como Jodie fez em "O Silêncio dos Inocentes". A nota 10 vai pra incrível cara demoníaca que o Anthony fez no filme, é de arrepiar... Nem Freddy Krueger assusta tanto quanto ele... Valeu também pelas cenas de sangue, que são até cômicas comentadas depois com amigos. Sem o mesmo diretor e sem a bela Jodie Foster, "Hannibal" não correspondeu a ansiedade de um fã de "O Silêncio dos Inocentes". Mas como eu sou fã do Anthony, eu dou a nota só para ele!!! O resto é lixo de Hollywood!
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Sérgio Pegado
24/01/2001
nota:Rate010
Este é com certeza um filme mais aterrorizador do que "O silêncio dos inocentes". Os personagens coadjuvantes e a trama que se desenrola na Itália, aliadas às cenas da "arte" praticada pelo personagem Hannibal faz do filme uma referência para os filmes de suspense para a nova década.
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Guilherme Martins
25/01/2001
nota:Rate03
Sabe aquele filme em que é tudo preparado pra ser bom, todo mundo corre pros cinemas, e sai de lá com uma cara de ódio? Temos aqui um exemplo. Não corri pros cinemas pois havia sido avisado de antemão da falta de qualidade do filme, mas li o livro praticamente em seguida a seu lançamento no Brasil, e fico mais do que óbvio, que apesar de ser interessante, o livro não passará de um Thomas Harris escrevendo algo para receber sua comissão e alguém adaptar. Neste caso, o excelente David Mamet foi quem chegou primeiro, provavelmente escreveu algo pouco comercial, e aí veio o fraco Steve Zaillian e escreveu algo puramente comercial, e na mão do também fraco (e ultramente vendido) Ridley Scott, a coisa toda se esbagaçou. O filme é ruim, realmente ruim. Hopkins e Moore até tentam, mas não dá. Se formos receber uma quarta aventura do Dr. Lecter, que Scott (e Zaillian) passem longe, por favor. Ponto para Jodie Foster e Johnathan Demme.
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Ane
26/01/2001
nota:Rate09
Achei o filme maravilhoso, Juliane Moore e Anthony Hopkins estão ótimos juntos, deram um ar romantico a um filme violento. A Clarice de Juliane consegue ser fria e ao mesmo tempo frágil. Fria no início e frágil e confusa no final do filme. E Lecter, apesar de tanta frieza, é capaz de se arriscar só para ajudar de um modo cruel e violento Clarice.
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Angela de Barros Emery Trindade
27/01/2001
nota:Rate07
O filme é bem feito, dirigido pelo "craque" Ridley Scott. Anthony Hopkins merece todos os prêmios que lhe possam oferecer pois é um ator com A maiúsculo; qualquer papel lhe cai bem. Juliane Moore me surpreendeu como uma boa atriz, já que vinha de papéis menores. Minha crítica é quanto ao fato de Hannibal não falar em metáforas para que a agente descobrisse o assassino, pois isso era o que fascinava o público, e não o personagem principal ficar matando pessoas e fazendo com que outras comam o que não gostariam... Esta sequência não foi como eu esperava; se ele usava metáforas no outro filme, podia usar outro artifício que atraísse o público, como foi feito anteriormente. Falta de imaginação!!!
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Diogo Carvalho
28/01/2001
nota:Rate09
O filme é envolvente e a história é impressionante! É claro que não chega aos pés de "O Silêncio dos Inocentes", mas pelo menos ele deu conta do recado! Ridley Scott, Anthony Hopkins e Juliane Moore podem ter grandes chances no Oscar do ano que vem!
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Fábio Emerenciano
29/01/2001
nota:Rate08
Se você ainda não conferiu este filme, corra para os cinemas. "Hannibal" tem um lado policial, de terror, de ficção, de suspense e até de romance. O começo é parado e até se pensa que o filme não vai dar em nada, mas algo com Ridley Scott, Anthony Hopkins e Juliane Moore não podia dar errado. Há, é verdade, umas cenas difíceis de engolir (literalmente, na hora de uma certo banquete), mas "Hannibal" é simplesmente imperdível!
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Marcelo Santiago
30/01/2001
nota:Rate04
A história é muito ruim. A direção é irregular e com momentos infelizes, como a retração de Verger, que em certas cenas deixa de ser sinistro e fica simplesmente ridículo, risível. Além disso, há pouco senso de ritmo, a história se arrasta e é mal montada, com cortes, por vezes, abruptos. Hopkins faz o que pode e Juliane Moore não está mal, pena que o filme não engrene.
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João Paulo Ferreira
31/01/2001
nota:Rate07
O grande problema de "Hannibal" é a comparação com o seu antecessor, o já clássico "O Silêncio dos Inocentes". O terror psicológico fora substituído por sequências típicas de slash-movies (filmes na linha "Sexta-feira 13"). A história parece se resumir a quem é o mais maluco: se é o Canibal Lecter ou o Mason Verger (aliás, o rosto desfigurado do milionário já deveria valer um Oscar por maquiagem, é realmente impressionante). Também é bom lembar que o filme é uma adaptação do livro homônimo de Thomas Harris, que foi detonado pela crítica. Quer dizer, os envolvidos pela produção do filme fizeram o que podiam.
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Sabrina Daniellaa
01/02/2001
nota:Rate07
O filme perdeu a sutilidade e ganhou mais violência, porém Anthony Hopkins, Julianne Moore e o irreconhecível Gary Oldman estavam brilhantes. O filme é muito bom, contudo não chega a ser melhor que "O Silêncio dos Inocentes", deixando a desejar no desfecho, que propôs um terceiro filme.
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Daniele Vidal Lima
02/02/2001
nota:Rate09
O filme é bom, porque o filme é o próprio Lecter. Ele preenche cada espaço da tela com sua presença incomensuravel. É o vilão perfeito, porque é fino, elegante, educado, polido, fascinante, sedutor, etc... A magia que exerce sobre as pessoas às vezes nos faz esquecer de que ele é um vilão. Porém, quando a câmera enfatiza os olhos de Lecter, não há como não perceber a crueldade e a mente assassina. Isso é um merito de Hopkins, que nasceu para fazer o Dr. Hannibal Lecter. O filme não seria o mesmo sem ele, claro que a Jodie Foster deu um estilo a Clarice, mas a Julianne Moore deu mais sensualidade, mais segurança à personagem. As duas personagens (Jodie e Julianne) mostram duas Clarice's, uma novata e aprendiz e a outra determinada, porém com a carreira fracassada. Mas o fato de terem mudado a atriz não interfere muito, porque Lecter toma conta de todos os espaços deixados por Clarice. O final não condiz muito, afinal sem sombras de dúvidas Lecter teria coragem de fazer o que fez com o policial, mas nunca na frente de Clarice, porque o verdadeiro Lecter julgaria um indelicadeza, grosseria. No mais, o filme prende. A cena inicial, com as pombas voando sobre Florença e formando o rosto de Lecter, é maravilhosa. E o restante do filme é bom. Hannibal se basta, porque ele é não é mais UM vilãozonho serial killer que o cinema adora, ele é O vilão. Aquele que faz você amá-lo e odiá-lo ao mesmo tempo.
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Tiago Siri
03/02/2001
nota:Rate08
Excelente trabalho de Ridley Scott. Sinceramente, por que conseguir montar uma sequência de um clássico oscarizado e tudo mais, ficando entre os dez mais quando se esperava um fracasso retumbante? Não é para qualquer um... Bem, o filme logicamente não é melhor que o original, mas tem seus momentos. Anthony Hopkins se concentrou de outra forma para esse papel, a diferença entre os dois personagens exala, ele se move diferente, fala diferente, enfim, é outra pessoa! Mas está sozinho! Julianne Moore está completamente desconfortável, tipo não sabe se vai ou se fica, e os outros são os outros. O ritmo do filme é ótimo, o roteiro peca às vezes, mas só perde para o primeiro por exagerar na violência e deixar o psicológico (que era sua marca) de lado. Enfim, um filme acima da média.
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Priscila
04/02/2001
"HANNIBAL" CONSEGUE SER PIOR QUE SEU FIME DE ORIGEM, "O SILÊNCIO DOS INOCENTES". UM FILME SEM HISTÓRIA, COMPLETAMENTE BOBO, SEM NENHUM SUSPENSE, RIDÍCULO, TÃO RUIM QUE NA ENTREGA DO OSCAR O DIRETOR DE "GLADIADOR" SÓ NÃO GANHOU PORQUE TAMBÉM DIRIGIU "HANNIBAL". DICA: NÃO GASTEM DINHEIRO PARA VER ISSO.
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Michelle Feitosa
05/02/2001
nota:Rate06
Algumas pessoas viram este filme com olhos maldosos, porque talvez queriam um filme idêntico ao seu antecessor("O silêncio..."). Todos sabemos que continuações nunca têm a mesma qualidade do antecessor, mas "Hannibal" é um bom filme. A história é um pouco lenta, tem muito "sangue" e Clarisse se torna uma mera coadjuvante. Mas Hannibal ficou mais sedutor. Uma pena o filme não ter a mesma qualidade do livro de Harris e o final ter sido alterado... queria ver Clarisse comendo o cérebro (como no livro "Hannibal").
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Ary Luiz Dalazen Jr.
06/02/2001
nota:Rate06
Existe uma lei certa e ativa no mundo do cinema: a continuação de um bom filme nunca consegue superar em termos de qualidade o primeiro da série. Existem algumas exceções raríssimas, como no caso de "O Poderoso Chefão", mas quase sempre as seqüências de sucessos do cinema são massacradas por crítica e ignorada pelo grande público. No gênero terror, o exemplo mais claro disto é o que aconteceu com um pequeno clássico que fez um sucesso estrondoso na época de seu lançamento: "Sexta-Feira 13". O primeiro filme era razoavelmente bem produzido e mantinha um clima opressor de suspense, lembrando em alguns momentos mais inspirados o clássico "Amargo Pesadelo", mas toda a idéia acabou se tornando uma piada graças a uma série de seqüências cinematográficas "caça-níqueis" e de baixo nível (e para quem acha que já viu de tudo, pode se preparar pois a bomba "Jason X" será lançada ainda este ano nos Estados Unidos, desta vez com o maluco aterrorizando uma nave espacial - isso mesmo!). "Hellraiser - Renascido do Inferno", a polêmica estréia nas telas do inglês Clive Barker, gerou uma continuação melhor que o primeiro, ainda mais violenta e brutal ("Hellbound: Hellraiser 2"), mas a partir do terceiro capítulo todo o sentimento de medo genuíno e de originalidade que Barker desenvolveu com tanto esforço nos dois primeiros filmes foi para o buraco. Se fazer a continuação de um sucesso de crítica e público já é difícil, imagine a de um filme de terror. "Hannibal" é vítima da mesma maldição das "seqüências ruins" e certamente está pagando o preço de sua mediocridade: depois de uma estréia barulhenta, a produção está morrendo aos poucos nas bilheterias, pois quem já gastou seu dinheiro no ingresso constatou que é mesmo ruim e recomenda aos amigos para que não assistam a tamanha bomba. É difícil enumerar todos os pontos onde a produção errou feio, e ainda mais difícil acreditar que a combinação de tamanhos talentos na equipe técnica e no elenco tenha resultado em tamanha decepção.Declinar o papel da agente Clarice Starling foi a escolha mais acertada que Jodie Foster fez em sua vida. A atriz, que já não faz mais um bom filme há uns sete anos, teria embarcado numa barca furada aceitando o papel. Ela ganhou mais dez anos de carreira com a sua recusa. Sem Foster, a antipática e péssima Julianne Moore assume o papel e só piora as coisas, construindo uma Starling apática, fraca, sem luz, que passa quase a metade do filme parada sem fazer absolutamente nada. Hopkins, por sua vez, é um dos atores mais superestimados que já vi nos últimos tempos, e aqui ele não poupa exageros e maneirismos para transformar o seu personagem, que em "O Silêncio dos Inocentes" era um sujeito ameaçador, em um psicopata bon-vivant, grã-fino e pseudo-intelectual, que sabe com talento enganar seus algozes e operar cérebros alheios. Hopkins parece querer criar uma caricatura do personagem que o consagrou. Um ator que realmente teria feito miséria como Lecter nesta continuação seria o subestimado Burt Reynolds, que saberia como ninguém calar a boca de qualquer ser humano apenas com um olhar.O filme ganha força pela atuação de dois atores muito talentosos que, contudo, possuem pouco tempo em cena: Gary Oldman, que está excelente como o milionário desfigurado Mason Verger, e Ray Liotta (dono da cena mais repugnante e violenta de todas). No pouco que tem para trabalhar em cima, Oldman e Liotta se saem bem e ofuscam os dois protagonistas. O roteiro de Steve Zaillan, bastante confuso, peca pela lentidão excessiva, além de parecer querer a todo tempo criar desculpas para mostrar cenas de sanguinolência e assassinatos, o que acaba ocasionando rombos enormes na estória. Zaillan não é o único responsável pelo roteiro pouquíssimo inspirado, aliás a culpa vem mesmo de Thomas Harris, autor do livro no qual a produção se baseia. Dino De Laurentiis devia ter esquecido o romance e contratado um bom roteirista para bolar uma estória nova e interessante, ao invés de levar às telas algo que já era considerado medíocre. Quanto à direção, o que se poderia esperar de Ridley Scott, um cineasta advindo do mundo da publicidade que criou extravagâncias visuais como "Alien - O Oitavo Passageiro", a não ser muito estilo e cenas bombásticas? O problema de Scott é que ele dedica muito de seu tempo à parte técnica, de iluminação, enquadramento, etc., e acaba se esquecendo que um diretor também deve saber contar uma estória. No final das contas, "Hannibal" tem tudo aquilo que qualquer sádico vai adorar: mutilações, homem cortando o próprio rosto com caco de vidro, maníaco cortando pescoço de pessoas, enfiando facas em estômagos, comendo o cérebro de outro cara drogado, etc. A cena em que Ray Liotta é cruelmente torturado e humilhado por Hopkins é um dos poucos momentos que realmente me marcaram, e nos minutos em que esta cena ocorre pela primeira vez vi gente saindo da sala durante o filme enojada. A morte do personagem de Liotta entra na história como uma das coisas mais grosseiras, brutais e desnecessárias mostradas em uma tela de cinema, ao lado do estupro de Ned Beatty em "Amargo Pesadelo" e da cena em que um psiquiatra é destruído dentro dos braços de uma mulher em "Hellbound Hellraiser 2". Se você é um sádico e gosta de assistir tais coisas, alugue "Faces da Morte" nas locadoras. Se você é uma pessoa comum que quer apenas assistir a um bom filme de suspense, se afaste dessa porcaria e vá ver "Jogo Duro", esse sim um filmão!
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Bruno Tapajós do Amaral Figueira
07/02/2001
nota:Rate08
Para quem gosta do gênero é muito bom. Para os fãs de Hannibal, não dá pra engolir a sem graça da Juliane Moore como Clarisse. Se não deu para trazer Jodie Foster, uma Angelina Jolie para substituí-la seria perfeito. Sairia melhor do que a encomenda.
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Sabrina Ribeiro Baltor
08/02/2001
nota:Rate08
Apesar de ter dado nota 8 para o filme, acredito que pela notável atuação de Anthony Hopkins o filme merecia 10. Hopkins simplesmente carrega o filme nas costas. O roteiro é refinado e as falas de Lecter seriam deliciosas se nao fossem nojentas, se é que vocês me entendem... Mas o filme possui defeitos que não devem deixar de serem notados, por exemplo, os outros personagens não oferecem um contraponto ao incrível Lecter. A personagem de Clarice, desta vez, é fraco. Ela não debate de igual para igual com Lecter, sua inferioridade e flagrante.
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Léo
10/02/2001
nota:Rate08
Bah, esse povo que não tem gosto não entende realmente o espirito da série. Engraçado, votam muito em "Pânico" e etc e em "Hannibal" essas críticas negativas? Pelo amor de Deus, tem gente que disse que "O Silêncio dos Inocentes" era o 1º? Uma pessoa assim não pode criticar. "Hannibal" foi bom, o livro também, Thomas Harris faturou bem. Mesmo assim, da trilogia, o melhor é "Caçador de Assasinos" com o excelente Tom Noonan fazendo papel de Francis Dolarhyde, depois "O Silêncio dos Inocentes" e em seguida "Hannibal".PS: 1- "Dragão Vermelho"; 2- "O Silêncio dos Inocentes"; 3 - "Hannibal"Leiam isso e não falem mais asneiras :D !
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Marcelo Santiago
11/02/2001
nota:Rate04
A história é muito ruim. A direção é irregular e com momentos infelizes, como a retratação de Verger, que em certas cenas deixa de ser sinistro e fica simplesmente ridículo, risível. Além disso, há pouco senso de ritmo, a história se arrasta e é mal montada, com cortes, por vezes, abruptos. Hopkins faz o que pode e Julianne Moore não está mal, pena que o filme não engrene.
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Ana Paula Cunha
12/02/2001
nota:Rate010
Hannibal é talentoso, sensual e perfeito. O melhor filme que ja vi sendo interpretado, Tony incorpora de corpo e alma o personagem. Gostei tanto da interpretação que não perco nunca mais um filme com Anthony Hopkins. Ele é o melhor ator do mundo e não posso esquecer dos seus belos olhos azuis, que são lindos.
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André Pavani
13/02/2001
nota:Rate010
Bem, o filme é ótimo, mas acho que não é nada assustador, que é filme de dormir. Eu acho melhor alugar "Branca de Neve e os sete anões", pois ver entranhas para fora, um cérebro sendo ingerido, ver porcos selvagens comendo gente... E eu acho melhor pensar bem, pois os dois filmes de antes, principalmente "O silêncio dos inocentes", são ótimos.
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Jordan de Siqueira
14/02/2001
A única surpresa agradável sobre "Hannibal" fica por conta de Jodie Foster, que inteligentemente"tirou o seu fora" desse filmeco. É incrível como as pessoas têm a capacidade de jogar no lixo as fatídicas lembranças de "O Silêncio dos Inocentes". Com um final vexatório que revelou uma Clarice sem função social e um cordeirinho que poupa sua vida, Dr. Lecter, que na próxima versão trocará seu nome para Vossa Reverendíssima Lecter.
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Jeremias Soares de Mello
15/02/2001
nota:Rate09
"Hannibal" é um filme magistral. É uma covardia comparar ele com "O Silêncio dos Inocentes", até porque as estórias são diferentes, não se trata de uma continuação. Em "O Silêncio..." Clarice desvenda uma onda de assassinatos com a ajuda do Dr. Hannibal Lecter. Contudo, a maior parte do filme gira em torno do "outro" assassino. Perfeito! Hannibal, que foi uma especie de curinga no primeiro filme, abriu uma brecha para uma continuação, para um filme em que ele seria o protagonista.O Dr. Hannibal parece ter mudado um pouco em relação ao primeiro filme. Se ele mudou, o que pode se dizer de Clarice Starling? Não sei se é porque as atrizes são diferentes ou sei lá qual motivo. O que importa é que as duas Clarices parecem ser duas pessoas completamente distintas, eu prefiro a primeira. E eu ainda lamento o fato de Starling não gostar de Hannibal tanto quanto ele gosta dela. A química entre os dois funcionou melhor com Jodie Foster. Falando nisso, por que Jodie Foster não quis fazer "Hannibal"? A sua participação garantiria um dez para o filme. Julianne Moore é ótima, a sua personagem ficou idem. Mas aí também entra a covarde comparação. O primeiro sempre é melhor que o segundo.Ouvi muitas pessoas dizendo da crueldade das cenas de "Hannibal", criticando o fato do filme mostrar ao invés de insinuar, etc... Eu percebi apenas três cenas pungentes em todo o filme e elas não são apelativas, depois que você se choca e critica acaba chegando a conclusão de que sem elas o filme ficaria inexpressivo. A cena dos javalis foi ótima, a do jantar também (sendo que, na minha opinião, Hannibal deu uma mancada ao preparar aquele banquete indigesto, bem na frente de sua amada). E tem mais, as cenas nem são tão fortes assim. Além da forma explícita, Hannibal também apavorava no psicológico. Eu começava a morder as mãos pela tensão, toda a vez que Hannibal ficava a sós com uma pessoa. Parecia que ele ia atacar, mas nada acontecia. Mas quando ele atacava... Unindo a crueza das cenas, o suspense psicológico e a boa atuação de Hopkins e Moore, "Hannibal" se torna um clássico do cinema ATUAL!!!! Todos os elementos citados encaixam-se de uma maneira perfeita, passando por cima de um roteiro que às vezes deixava o filme confuso. Mas, enfim, existem diversos pontos positivos, contra apenas um negativo. Parem de criticar, "HANNIBAL" VALE A PENA SIM!!!
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Leopoldo Wagner
16/02/2001
nota:Rate08
Colocar a Juliane Moore no lugar da Jodie Foster foi o primeiro erro! Mudaram totalmente o tom da personagem, trocaram uma frágil e submissa por uma histérica! Se o filme não for visto como uma continuação de "O Silêncio dos Inocentes", está até muito bom. Mas essa "transformação" da personagem incomoda.
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Leandro Gantois
17/02/2001
nota:Rate08
Agradável surpresa e sucesso merecido, "Hannibal" é um filme tenso e muito nojento! Quando fui assistir ao filme não esperava muita coisa, pois achei "O Silêncio dos Inocentes" um bom filme, mas monótono. Logo no início tinha um ritmo lento e dava sono, mas depois de 20 minutos vira uma tensa caçada ao famoso assassino Dr. Hannibal Lecter, que foi interpretado com eficiência por Anthony Hopkins, mas longe de sua atuação no anterior! Ridley Scott faz mais um bom trabalho. Sua carreira é brilhante e já conseguiu fazer clássicos na década de 70 e 80, mas na de 90 arrasou com filmes como "Thelma & Louise", "Gladiador", "Falcão Negro em Perigo" e até mesmo o não tão bem recebido "Até o limite da honra"! Aqui ele consegue boas imagens, o que deixa o clima de suspense ainda maior. O único erro do filme foi Julianne Moore, que apesar de ser boa atriz não se saiu muito bem. Ah, e venhamos e convenhamos, Jodie Foster é muito fresca!"Hannibal" é um suspense espetacular, tenso e com cenas muito fortes. Ao contrário do que muitos disseram não é uma decepção e ainda cometo o pecado de dizer que é melhor do que "O Silêncio dos Inocentes"!
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Lucivaldo Feitosa
17/02/2001
nota:Rate05
Esperei muito por esse filme e me decepcionei. Jodie Foster esteve insuperável em "O Silêncio dos Inocentes" e Anthony Hopkins está um tanto "pesado" para o papel. Julianne Moore tenta, mas está opaca demais como Clarice, deixando de lado o que a Jodie explorou tão bem: a vulnerabilidade diante do terror e a repressão sexual.
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Alexandre Santiago
18/02/2001
nota:Rate010
Sem dúvida um dos melhores filmes de suspense que já vi até o momento. A trama é real, bem adaptada aos dias de hoje. Gostei muito do roteiro, os textos são muito inteligentes, não deixa a desejar. Ótimo filme, juntamente com o anterior "O silêncio dos inocentes".
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Rui Maciel
19/02/2001
nota:Rate02
Totalmente inferior a "O Silêncio dos Inocentes". Aliás, não vamos nem considerar que "Hannibal" é uma continuação do maior filme de suspense da história. É um filme a parte. Anthony Hopkins é uma caricatura do personagem que o consagrou e, venhamos e convenhamos, Jodie Foster é a própria Clarice Starling!!! Mas, apesar de tudo, Julianne Moore, como ótima atriz que é, segura bem o filme. O filme deveria ser totalmente baseado no livro, inclusive o final, que é surpreendente.
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Jara Gabriellea
20/02/2001
nota:Rate010
Acho que sou suspeita pra falar, pois se considero "O Dragão Vermelho" e "O Silêncio dos Inocentes" brilhantes, o que posso achar de Hanibal? espetacular. Lecter sempre explêndido e a sua paixão por Agente Starling é o aspecto mais marcante nesse filme, o momento em que ele corta a própria mão para se livrar das algemas, e antes quando ele a beija é fascinante. Só Lecter faria isso, ele é único, mas claro que isso não teria tanto brilho e requinte se não fosse interpretado por Anthony Hopkins, ele é espetacular.
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Rafael Gutierrez
21/02/2001
Péssimo!! Tem historia ridicula e final mediocre com excesso de mau gosto !!! Naum chega nem aos pes de O Silencio dos Inocentes !!! Unico destaque para a boa atuaçao de Hopkins como o medico canibal.
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Marcelo Soares
22/02/2001
O Silêncio dos Inocentes é um suspense de primeira, pelo bom roteiro e pelas grandes atuacões de Hopkins e Jodie Foster. Porém, esse Hannibal é extremamente o contrário. Sem roteiro e repleto de violência gratuita, é uma continuacão desnecessária. Nem Hopkins se salva desse desastre. Se o "Framboesa de Ouro" tivesse a categoria pior suspense, esse absurdo o merecia sem contestacões. Nota ZERO total.
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○• Dan ! •○™
21/10/2009

Esperava-se mais ... Faltou Algo


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Anne Bulwer
07/01/2010

Realmente uma obra de arte!


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romarioalg
19/02/2010
nota:Rate08

Não chega a superar Silêncio dos Inocentes nem Dragão Vermelho. Pra quem vem acompanhando a história é um bom filme, então. Recomendo.


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Luiz Carlos Lopes
15/03/2010

Assisti no mesmo ano de seu lançamento. Mas queria ve-lo de novo. Anthony Hopkins em ação é arte pura. Aliás, umas das melhores interpretações de Sr Hopikins.


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