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Halloween - Ressurreição

titulo original: (Resurrection)

lançamento: 2002 (EUA)

direção: Rick Rosenthal

atores: Jamie Lee Curtis , Brad Loree , Busta Rhymes , Bianca Kajlich , Sean Patrick Thomas

duração: 85 min

gênero: Terror

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Resurrection
  • gênero:Terror
  • duração:01 hs 25 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.halloweenmovies.com/
  • estúdio:Dimension Films / Trancas International Films Inc. / Nightfall Productions
  • distribuidora:Dimension Films / Buena Vista International / Universal Pictures / Lumière
  • direção: Rick Rosenthal
  • roteiro:Larry Brand e Sean Hood, baseado em estória de Larry Brand
  • produção:Paul Freeman
  • música:Danny Lux
  • fotografia:David Geddes
  • direção de arte:
  • figurino:Brad Gough
  • edição:Robert A. Ferretti
  • efeitos especiais:Amalgamated Pixels / Digital Dimension / K.N.B. EFX Group Inc. / Neo Digital Imaging / The Computer Cafe / Two Hours in the Dark

imagens - 9

Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição Halloween - Ressurreição

sinopse:

Um grupo de estudantes universitários é contratado por uma empresa para passar uma noite na casa em que Michael Myers (Brad Loree) passou a infância, com transmissão ao vivo pela internet, de forma a divulgar o lançamento do site Dangertainment.com. Porém, ao chegar no local eles começam a perceber que terão que enfrentar uma verdadeira batalha para sair da casa com vida, já que Michael Myers está de volta e disposto a acabar com os intrusos.

elenco:

  • Jamie Lee Curtis (Laurie Strode)
  • Brad Loree (Michael Myers)
  • Busta Rhymes (Freddie Harris)
  • Bianca Kajlich (Sara Moyer)
  • Sean Patrick Thomas (Rudy Grimes)
  • Daisy McCrackin (Donna Chang)
  • Katee Sackhoff (Jenna "Jen" Danzig)
  • Luke Kirby (Jim Morgan)
  • Thomas Ian Nicholas (Bill Woodlake)
  • Ryan Merriman (Myles Barton)
  • Tyra Banks (Nora Winston)
  • Rick Rosenthal (Professor Mixter)

comentários

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Júlio César
02/01/2002
nota:Rate08
ADOREI, UM OTIMO FILME, MUITO MELHOR QUE HALLOWEEN H20 MAIS NAO SUPERA HALLOWEEN 4 QUE NO MEU GOSTO FOI UM DOS MELHORES JUNTAMENTE COM O PRIMEIRO. PENA QUE A JAMIE LEE, ELEMENTO CHAVE NA HISTORIA, MORRA NA CENA INICIAL.AGORA COM ELA FORA DO FILME TERÂO QUE APELAR PRA PÔR NA HISTÓRIA O FILHO DELA OU CONTINUAR COM OS SOBREVIVENTES DESSE FILME, O QUE NAO SERA BOA COISA POIS SAO HORRIVEIS PARA ATUAR."
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Cory Gillis
03/01/2002
nota:Rate07
Ele só seria considerado um filme da série pelo fato de Laurie Strode ter feito sua melhor cena da série nos primeiros 3o minutos de filme, mas o fato de Michael voltar para matar as pessoas que estão em sua casa já foi feito em Halloween6! Será que não poderiam ter feito um filme com os personagens tradicionais de Halloween H20, tipo: a morte de Laurie, em seguida a perseguição de John e Molly ajudando seu novo filho a escapar da beira da faca de Michael Audrey Myers ou algo desse tipo... Não acredito que fará sucesso uma continuação do Halloween - Ressurreição com Sarah Moyer e Freddie Harris! Já o assisti pela Internet e eu o recomendo apenas pela cena de abertura e pelas mortes ao longo do filme, por que senão eu nem me daria ao trabalho de ir ao cinema revê-lo!"
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Gian
04/01/2002
nota:Rate010
Não adianta falarem que não gostam de "retornos", ou dizerem que só tem matança explícita; o sadismo de quem gosta de filmes de terror está nisso mesmo: repetição. Eu adorei essa "ressureição" de Michael Myers, e o filme realmente é melhor que H20 (que não tinha a pretensão de ser melhor, foi só uma celebração aos 20 anos da primeira história); H20 tinha muitas explicações, foi um filme para os fãs da série compreenderam alguns fatos obscuros e cobrir algumas falhas absurdas dos roteiros e das tramas anteriores; o roteiro é tradicional, com gancho nas duas primeiras histórias (que foram as melhores); pena não haver referência às tramas do 3o, 4o, 5o e 6o filme, que sugeriram fortes ligações com "culto ao demônio", "seitas" e manifestações físicas do mal; freddie kruegger é para tolos; Jason deveria mesmo era encarar um capeta irracional igual ao Michael Myers, pra sofrer um pouquinho!"
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Alexandre Ramalho Leite
05/01/2002
nota:Rate07
ESTA CONTINUAÇÃO ESTÁ QUASE QUE COMPARÁVEL AO H20, EMBORA SEJA INFERIOR EM ALGUNS ASPECTOS. HÁ BOAS IDÉIAS NO ROTEIRO, QUE NÃO FORAM MUITO BEM TRANSPORTADAS P/ A TELA, HÁ MUITOS CLICHÊS QUE VÊM SE REPETINDO EM TODOS OS FILMES E HÁ TAMBÉM UMA QUANTIDADE DE GRACINHAS NO MÍNIMO INCONVENIENTE.....TIRANDO TAIS DEFEITOS, O FILME AGRADA EM ALGUNS MOMENTOS OS FÃS DA SÉRIE. NÃO É GRANDE COISA, MAS É SUPERIOR ÀS PARTES V E VI."
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Leandro Gantois
06/01/2002
nota:Rate04
"Halloween - Ressureição" (Halloween: Resurrection, 2002) é a oitava produção sobre o maniaco homicida Michael Myers, e como se era de esperar, é totalmente inferior aos demais filmes, sinceramente, é na verdade, uma grande decepção, pois quando foi feito "Halloween H20", a série parecia ter tomado um rumo mais digno, algo mais parecido com a obra-prima do John Carpenter, um primeiro capitulo que realmente assustava, não era grande coisa, mas que valia o ingresso, já aqui, é totalmente o oposto, é mais uma continuação mediocre, daquelas que causam mais bocejos do que sustos, e por pouco não chegou na mesma "qualidade" de "Halloween 3 - A Noite das Bruxas", o episódio mais fraco da cronologia. O roteiro do filme é incrivelmente ruim, poderia até ter sido uma boa idéia, conhecermos o lar de Michael Myers, mas tudo vai por água a baixo com um show de clichês rídiculos, acaba fazendo tudo ser bastante previsivel, é tudo muito chato, uma repetição de dar dó, parece realmente que o elemento originalidade foi totalmente esquecido, a traminha mesmo do reality show foi usada em "A Casa da Colina", e a junção de câmeras, foi vista em "O Olho Que Tudo Vê", a única boa sacada mesmo do script foi a explicação do "retorno" de Michael, eles falam porque não aconteceu seu "fim", ao termino de "Halloween H20", pelo menos nisso eles foram criativos. A direção é do Rick Rosenthal, que foi até hoje, o único diretor que conseguiu realizar uma sequência quase tão boa quanto o original, que foi justamente "Halloween 2", que apesar de mais violento, ainda tem sustos legais, mas aqui ele não repete o feito, a utilização das câmeras na hora dos assassinatos é horrivel, fica tudo muito escuro, e mal da para ve o que está ocorrendo, é muito chato essa história de reality show, a imagem fica péssima, isso sem falar que não sofremos nenhum tipo de susto, as tentativas são todas frustradas, as únicas boas cenas são a do hospital psiquiatrico (logo no inicio) e algumas do fim, que tem um pouco de tensão, que é matida principalmente pela música tema do John Carpenter que deixa qualquer coração com os batimentos acelerados. No elenco temos a Jamie Lee Curtis, que está muito mais velha, mas que comibinou com a personagem, que está passando por um trauma, o único erro é o rumo que a Laurie Strode tomou; Bianca Kajlich acaba sofrendo uma síndrome de "Sidney Prescott", ao tentar se firmar como a nova heroina da série, ela realmente falha feio, o resto também não é dono de muito talento; Busta Rhymes é um cara chato e insuportável; Katee Sackhoff faz a personagem clichê loira que só faz gritar (até demais); Sean Patrick Thomas tem bons momentos, mas não que durem muito tempo, ou seja, como se era de esperar, o cast que faz os adolescentes bobocas e cheio de esteriótipos são muito fraco. "Halloween - Ressurreição" é um decepção, em vários aspectos, principalmente para os fãs da série, inclusive ele rumores de uma possível nona sequência, que já tem bastante comentários a repeito, se ela vier, ótimo, mas espero que tenha mais qualidade e originalidade do que esta, pois em vários momentos fica impossível engolir esta besteira, e o resultado só não é pior porque até conseguem colocar tensão em certas cenas, muito pouco é verdade, mas faz com que ele se livre do título de bomba. Resumindo, é mais uma fraca sequência, que é infinitas vezes inferior ao original. "
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Felipe Grandinetti
09/01/2002
nota:Rate03
Olha, o Filme só vale pela cena inicial mesmo. A estória se perde completamente da série. Fica claro q eles fizeram um filme única e exclusivamente pelo lucro. Realmente não é pior que H20, mas mesmo assim, quem gosta de Halloween até treme de pavor com uma coisa dessas. Às vezes, dá até para imaginar o que John Carpenter pensaria vendo seu grande filme se transformar numa série interesseira, pobre e caça-níqueis."
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Rafael Monteiro
10/01/2002
nota:Rate05
A ótima sequência inicial com Jamie Lee Curtis não segura o restante filme. Não vemos o suspense, os sustos e as boas de interpretações dos atores de Halloween H20, como Michelle Williams e Josh Hartnett. Muito sem graça."
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Bruno Entriger
11/01/2002
nota:Rate07
A cena de abertura em que Michael persegue Laurie é simplesmente brilhante!!! É impossível esquecê-la. O filme em si é muito bem dirigido. Aliás, Rick Rosenthal (o diretor) faz milagre tendo um roteiro bobo nas mãos e atores mediocres (incluindo o rapper idiota Busta Rhymes) para trabalhar. Fiquei revoltado quando li no site oficial do filme que várias cenas foram cortadas do filme como por exemplo, uma cena que entraria na abertura mostrando Michael criança sendo filmado pelos pais antes de matar sua outra irmã. Como eles puderam cortar uma cena antológica como essa? Espero que entre no DVD que terá, conforme informou o diretor, 40 minutos extras."
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Renato Rosatti
12/01/2002
nota:Rate06
Depois de ter sua estréia adiada nos cinemas brasileiros inúmeras vezes, finalmente em 18/07/03 entrou em cartaz a esperada oitava parte da famosa franquia “Halloween”, trazendo de volta um dos monstros sagrados do cinema de horror moderno, o assassino psicopata mascarado Michael Myers, com sua tradicional faca manchada de sangue e sua característica respiração ofegante e inconfundível. Com estréia nos Estados Unidos em 12/07/02, “Halloween: Ressurreição” (Halloween: Resurrection) demorou mais que um ano inteiro para chegar ao Brasil, numa atitude completamente equivocada dos responsáveis pela distribuição dos filmes em nosso país, demonstrando um descaso com os fãs do gênero, e mais especificamente em relação aos apreciadores da franquia, tendo como consequência um inevitável desgaste causado por tanta espera. Pelo menos, acertaram na escolha do título nacional, optando pela simples tarefa de traduzir literalmente o nome original, fato que infelizmente não acontece na maioria dos casos e muitos outros filmes são nomeados de forma insatisfatória. O clássico “Halloween – A Noite do Terror” (Halloween, 1978), dirigido por John Carpenter, estrelado pelo veterano Donald Pleasence e introduzindo uma das mais famosas musas do horror, a “scream queen” Jamie Lee Curtis, é um filme precursor de toda uma safra de produções com assassinos mascarados, e geralmente aparece como destaque nas listas de fãs e especialistas como um dos dez mais importantes filmes de horror de todos os tempos. Porém, uma enxurrada de continuações descartáveis (com exceção da parte 2, de 1981) desgastou a franquia brutalmente (acho que nem o próprio Michael Myers faria melhor com suas vítimas), e os filmes posteriores apresentaram um desfile exagerado de clichês e situações largamente exploradas, com roteiros desenvolvidos com pouca criatividade, numa tentativa dos produtores em apenas obter lucros explorando a imagem de um mito do horror moderno como o psicopata Michael Myers, deixando de lado a qualidade de uma história melhor. Este fato também tem ocorrido com seus dois rivais mais próximos, Jason Voorhees (“Sexta-Feira 13”) e Freddy Krueger (“A Hora do Pesadelo”), onde juntando-se todos eles com suas respectivas franquias imortais obtemos como resultado quase três dezenas de filmes, mas menos da metade deles se destacando realmente. Isso sem contar uma nova moda que está se criando com a produção do “crossover” entre “Jason Vs. Freddy”, e que poderá ser o início de uma infinidade de filmes com cruzamentos de personagens independentes. A história de “Halloween: Ressurreição” começa com Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) internada num sanatório. Ela é a irmã do psicopata Michael Myers (Brad Loree) e ficou atormentada após uma série de confrontos com o assassino e por sentir-se culpada por um erro fatal. Uma vez pensando que havia conseguido finalmente matar seu irmão assassino (conforme sugestão do filme anterior da franquia), ela descobriu que estava enganada e outra pessoa inocente acabou tornando-se vítima de sua fúria vingativa. Laurie está agora apenas esperando por um novo e inevitável confronto com o “serial killer”, evento que se confirma num definitivo encontro mortal entre eles numa interessante sequência passada no telhado do hospital psiquiátrico. Paralelamente, na pacata e pequena cidade natal do psicopata, Haddonfield, Illinois, um grupo de seis jovens é selecionado para participar de um programa transmitido ao vivo pela internet com o sugestivo nome de “Dangertainment” (traduzido como “A Casa do Pânico”). Seu criador é um empresário oportunista, Freddie Harris (Busta Rhymes), que auxiliado pela assistente Nora Winston (Tyra Banks), espera alta lucratividade com um “reality show” que consiste em um grupo de jovens passando uma noite na casa onde o famoso assassino Michael Myers viveu a infância, coincidindo com a chegada do tradicional “Dia das Bruxas” (o famoso “Halloween”). O grupo arquetípico é formado por uma discreta psicóloga chamada Sara Moyer (Bianca Kajlich), pela ambiciosa Jenna Danzig (Katee Sackhoff), que quer exclusivamente a fama, pelo estudante de culinária Rudy Grimes (Sean Patrick Thomas), autor de várias piadas idiotas, por um desinteressado estudante de direito, Bill Woodlake (Thomas Ian Nicholas), pelo músico rebelde Jim Morgan (Luke Kirby), e pela bela Donna Chang (Daisy McCrackin), que se esforça em dizer frases “inteligentes”. Com as câmeras ligadas para uma transmissão pela internet, o grupo passa a conhecer em detalhes a antiga moradia do perigoso assassino, e como inevitavelmente “o mal nunca morre e encontra seu caminho de casa, Michael Myers está de volta e pronto para limpá-la”, ressurgindo do limbo para continuar seu legado de sangue e horror, aumentando o índice de mortandade da região, e para principalmente poder manter a extensa franquia em atividade. Antes de se analisar o filme propriamente, é interessante levantar uma questão que tem se tornado comum entre os fãs do cinema de horror. Apesar do histórico não ser muito positivo, percebe-se que existe uma espécie de “convenção” onde qualquer novo filme das séries “Sexta-Feira 13” ou “Halloween”, ou outras produções similares, tem sempre recebido um bombardeio de críticas desfavoráveis que já estão se transformando num clichê repetitivo. Existe uma infinidade de tipos de filmes de horror, com diversas propostas e temáticas diferenciadas, e todos eles tem sempre seus elementos bons e ruins. E é fato conhecido por todos que somente poucos conseguem superar a marca de acertos de forma unânime, sendo que esses filmes geralmente passam a frequentar as listas pessoais dos melhores de todos os tempos. Então uma sugestão é procurar sempre enfatizar os momentos favoráveis em determinado filme e principalmente tentar se divertir com o que está sendo apresentado, de forma simples e tranquila, não se aborrecendo nos casos em que não ficar satisfeito com o resultado final. “Halloween: Ressurreição” também tem seus pontos altos e baixos. O filme inicia procurando de forma correta explicar a cronologia de eventos para quem não conhece mais detalhadamente o universo ficcional da franquia, ou para aqueles que não se lembravam com clareza dos acontecimentos anteriores. E ficou esclarecido que somente o clássico original de 1978 com sua sequência imediata de 1981, além da parte 7 (“Halloween H20 – Vinte Anos Depois”, 1998), foram considerados na história, descartando os demais filmes da série. O filme é curto, não perdendo tempo com situações desnecessárias e rapidamente o espectador é convidado a testemunhar o horror real de um grupo de jovens que está passando uma noite na antiga casa de Michael Myers, sendo atacado pelo próprio, que vivia no porão durante os últimos anos e ressurge para expulsar os invasores de seu refúgio. Para quem aprecia violência e sangue, tem boas cenas de mortes com os jovens sentindo a força descomunal do assassino e o poder de sua lâmina cortante rasgando seus corpos. E há a interessante ambientação de uma casa abandonada e de fama maldita, com seus vários cômodos corroídos pelo ação devastadora do tempo. Por outro lado lado, percebe-se também que estão presentes os indesejáveis sustos fáceis, as piadas idiotas, os enormes furos de roteiro, as situações inverossímeis (a polícia entra em ação apenas após o massacre, por exemplo), e as dispensáveis cenas de sexo e drogas, que apesar de discretas nota-se que foram inseridas como se fosse uma obrigação em todo filme de horror adolescente. Assim como o desfecho óbvio, previsível, e principalmente insatisfatório. O personagem interpretado pelo rapper Busta Rhymes é ridículo e quase insuportável, sendo um ganancioso criador do “reality show” macabro e responsável por uma série de frases banais de tentativas de humor, obrigando-nos a torcer para o Michael Myers verificar a qualidade da afiação de sua faca na carne do infeliz. Enfim, se a idéia era continuar a saga do psicopata Michael Myers no cinema, “Halloween: Ressurreição” perpetua seu legado de forma aceitável sem exigência, apesar das várias deficiências, sendo um filme apenas mediano e que pode garantir alguns momentos de diversão sem compromisso, deixando claramente uma ponta solta para uma nova sequência da franquia. O diretor americano Rick Rosenthal nasceu em 1949 em New York, e sua estréia no cinema foi justamente com a melhor sequência da série, “Halloween II” (1981), tendo em seu currículo participações importantes em várias séries de TV como “Quarto Escuro” (1981/82), “Edição de Amanhã” (1996/2000), “Buffy, a Caça Vampiros” (1997/2003) e “Smallville” (2001). Curiosamente, o diretor apareceu rapidamente em “Halloween: Ressurreição” como o Dr. Mixter, um professor de psicologia da Universidade de Haddonfield, num rápido trecho de uma aula onde o maior desafio dos alunos é permanecer acordado. Os roteiristas Larry Brand e Sean Hood são desconhecidos no ofício, com poucos trabalhos ainda notáveis. Larry Brand tem como principal atração em seu pequeno currículo a direção e o roteiro do filme “Máscara Mortal” (1989), baseado em conto de Edgar Allan Poe. Já Sean Hood nasceu em 1966 em Milwaukee, Wisconsin, e escreveu o roteiro de “Cubo 2: Hipercubo” (2002), e está envolvido no projeto de mais um filme da franquia “O Corvo”, que foi inspirada nos quadrinhos, com previsão de lançamento para 2004 com o nome de “The Crow: Wicked Prayer”. Inicialmente o filme iria se chamar “Halloween: The Homecoming”, e depois foi alterado pelos produtores para o atual “Resurrection”, alegando que este último teria um impacto maior de marketing, intensificando a idéia do ressurgimento do psicopata Michael Myers, que aparentemente havia sido degolado no filme anterior. Os atores utilizaram uma pequena câmera digital fixada em suas cabeças fazendo com que seus movimentos pudessem captar imagens das impressões pessoais sobre o ambiente da casa de Michael Myers com todas as ações e eventos em torno da atmosfera sombria do lugar, criando uma certa interação especial com o espectador e lembrando em alguns momentos o clima de claustrofobia explorado anteriormente no filme “A Bruxa de Blair” (1999), com imagens tremidas e escuras. Com o surgimento e popularização da internet, a rede mundial de computadores, vários filmes de horror procuraram explorar essa mídia em seus argumentos, com resultados apenas medianos. Alguns exemplos recentes foram, além de “Halloween: Ressurreição”, os thrillers “O Olho Que Tudo Vê” (My Little Eye) e “Medo.com.br” (Feardotcom), ambos produzidos em 2002."
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Carlos Alexandre Maria Torres
13/01/2002
nota:Rate010
Sou fãn da série, gostei muito do filme, podemos ver que Michael está tão agressivo quanto no H4. O filme é muito tenso e assustador. Além de tudo a atuação de Jamie Lee Curtis é de arrasar! E acredito que já estáva na hora dela descansar."
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Paulo Diaz
14/01/2002
nota:Rate010
Bah adorei o filme, foi um dos melhores que ja vi da cronologia halloween, fiquei de olho na tela de inicio ao fim do filme, com grande entusiasmo, achei o filme, melhor do que esperava, com certeza merece uma nota otima, tanto pela atuação de Jamie Lee Curtis quanto dos outros integrantes do filme...Gostei de todos que vi mas esse foi d+!"
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Teddy Mitchell
15/01/2002
nota:Rate04
Péssimo filme... não gostei é muito parado, patético, o cara nunca morre, isso é pior que sexta-feira 13, ambos com a mesma chatice!!! Sinceramente não gastem seu dinheiro com essa porcaria!!! Além de tudo um elenco desconhecido e sem graça!"
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Rodrigo Trevisan
16/01/2002
nota:Rate02
Eu não gostei do filme eles mataram a protagonista espero que o halloween 9 seja melhor que a irma e o sobrinho de michael apareçam e matam ele de uma vez por todas!
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Tigo Alves
17/01/2002
nota:Rate05
Um bom filme. Dá p/ levar sustos. A única coisa que ficou mal explicada, e muito, no filme foi o filho da personagem de Jamie Lee Curtis. Como ele simplesmente não aparece nesse filme? E a namorada dele? Que fim eles levaram? E mó nada a ver eles colocarem cenas do "Halloween H-20" no começo. Tá querendo imitar "Sexta-Feira 13 - Parte 2"? Falta um pouco de origianalidade, apesar do filme contar com internet e reality-shows. Por isso merece nota 5 e nem mais, nem menos q isso.
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André Perondi Molla
18/01/2002
nota:Rate08
Gostei do filme,esta voltando aos velhos tempos como no H6,estao dizendo que querem fazer um filme entre Michel vs pinhead sou contra,prefiro que continuem a serie.
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Iomar Jr.
19/01/2002
nota:Rate010
Adorei o filme, pq todos o filmes da série sao excelentes,mas muita gente nao entendeu por nao assistir aos primeiros filmes da série. MICHAEL MYERS é o assassino mais esperto e geitado do cinema.
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Jack
20/01/2002
nota:Rate08
O filme tornou-se um dos melhores da série, quanto as outras críticas sobre o filme ser repetitivo, são dispensáveis afinal todos nós fãs de filmes de serial killer sabemos o andamento do filme e além disso acho que todos somos fãs de Michael Myers e portanto não há chances de exclui-lo da série, isso foi até cogitado no terceiro filme que com certeza é o pior filme entre todos os Halloweens.
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Rafael Aranha
21/01/2002
nota:Rate01
Péssimo. Simplismente mais um filme americano, com roteiro totalmente manjado e atores bem ruinzinhos (tirando Jamie Lee Curtis, claro). E no final? meu Deus, ele não morreu!? Ainda tem mais um (s)!? Sem comentários...
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Anderson
22/01/2002
HORRIVEL,,, pra variar a cada capitulo da serie que se passa os roteiros pioram,,, muito ruim,,, pior q o H-20,, conseguiu ser pior q o Halloween 6 e etc.
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Junior
23/01/2002
nota:Rate05
Se você assistiu aos episódios anteriores, antes de conferir mais este, prepare-se para assistir a dois filmes distintos: um com cerca de 15 minutos (com um confronto final entre Michael Myers e Laurie Strode) e outro com pouco mais de uma hora de duração e sem qualquer conexão com a primeira parte. Na "primeira parte", Laurie finalmente sucumbe aos ataques do irmão; Na "segunda",alguns jovens são sorteados para participar de um reality show, na casa onde Myers Viveu...(!!!) Uma justa e isenta constatação final: apesar dos pesares, analisado pura e simplesmente pelo fator entretenimento (e desvinculando-o dos demais filmes da série), "Halloween: Ressurreição" funciona adequadamente bem, atraindo uma nova audiência (certamente, um dos principais objetivos dos realizadores) e conseguindo divertir sem compromisso através de uma temática atual - não sendo, porém, igual ou superior a Halloween H20, mas também (esta sim a grande surpresa) conseguindo estar longe de ser o pior filme da série.
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Thiago Teixeira
24/01/2002
nota:Rate05
Não gostei. O roteiro é legal, as idéias interessantes, mas os atores são péssimos, interpretam com notável superficialidade, não emite emoção consequentemente não dá sustos e parece irreal, uma coisa que jamais poderia ocorrer realmente. O H20 é o melhor filme da série sem dúvida, pois cheguei a chorar com ele, me assustar e vibrar com ele! Agora que a Jamie Lee Curtis saiu definitivamente do elenco não sei como procederá o filme... Ficará chato pois ela era o talento da série. Muito chato!
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Daniel Cabesi
25/01/2002
nota:Rate08
O filme é dahora, mas a casa deveria ser como no primeiro filme ou pelo menos igual ao do 4 e do 5, a Laurie não deveria ter morrido tão rápido e na capa da fita a Jamie Lee Curtis deveria estar de cabelos longos.
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Bruno Aires
26/01/2002
nota:Rate01
Odiei esse filme, tem uma história totalmente surreal, em q os fatos não se ligam totalmente, não assusta, além de ser um terror aspirante a comédia, e o pior, sem querer! Tudo nesse filme é ridículo, as mortes, o contexto, as lutas, simplesmente tudo!Só dei nota 1 pq a única coisa boa dessa desgraça q nomearam filme é a idéia de um reality show acompanhado diretamente pelos internautas. Não se pode ter tudo de ruim, né?
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