Título original: (The Grudge 2)
Lançamento: 2006 (EUA)
Direção: Takashi Shimizu
Atores: Sarah Michelle Gellar, Amber Tamblyn, Edison Chen, Arielle Kebbel.
Duração: 103 min
Gênero: Terror
Status: Arquivado
Aubrey Davis (Amber Tamblyn) descobre através de sua mãe doente (Joanna Cassidy) que sua irmã Karen (Sarah Michelle Gellar) está em hospital no Japão. Além disto Karen está sendo investigada pela polícia japonesa, devido à morte de seu namorado em um incêndio provocado por ela em uma casa em Tóquio. Decidida a trazer a irmã para casa, Aubrey viaja até o Japão. Mas logo ao chegar ela é avisada pelo fotógrafo Eason (Edison Chen) que Karen está sob a influência de algo invisível e bastante perigoso.
Quando O Grito 3 foi lançado diretamente em DVD em 2009 muitos apontaram que era o fim da franquia insp...
Fim de semana de novidades e surpresas no ranking americano de faturamento, que apresentou alta de uns 12% em ...
Se você chegou a pensar em Kirk, interpretado pelo eterno William Shatner, enganou-se. Mas outro capit&a...
Senhor Ivan em 12/07/2010Nota: 5
Não conseguiu chegar ao mesmo padrão do primeiro,mais também é bastante assustador.RECOMENDO.
Paty em 13/03/2010Nota: 3
Nao tao bom quanto ao primeiro,mas da pra assustar.Esses japoneses sabem como fazer um otimo filme de terror.RECOMENDO.
Fernando Schiavi Leite em 14/01/2010Nota: 4
Toda a equipe do primeiro filme foi mantida para a sequência do ótimo "O Grito". Este segundo filme não é tão bom quanto ao primeiro, apesar do roteirisdta Stephen Susco apresentar uma nova história ao público com o prosseguimento da saga de alguns personegane do primeiro filme. este segundo filme se torna mais globalizado também, com cenas se passando também nos Estados Unidos. Este segundo filme não apresenta o mesmo clima de suspense do primeiro e as cenas de morte e de sustos são menos elaboradas, mas ainda sim é uma boa sequência recomendado aos fãs do gênero. O elenco jovem é muito bom, especialmente Amber Tamblyn, Arielle Kebbel e Teresa Palmer, uma pena foi a participação relâmpago da Sarah Michelle Gellar, mas que teve grande importãncia para o desenrolar da história. Neste filme o número de personagens é maior em relação ao primeiro e mostra que de fato a grande maldição não está na casa, a questão é sim a ira, o sentimento de vingança que persegue quem entra em contato com ela.
No geral o primor técnico dos japoneses se mantém em alto nível, como a direção de arte, fotografia e a impecável trilha sonora de Christopher Young mais uma vez. Não deixa de ser uma excelente sequência altamente recomendada!
Idevar Gonçalves de Souza Jr. em 02/01/2006Nota: 2
Em continuidade à primeira versão, o lançamento de "O Grito 2" é alvo fácil de críticas para quem assistiu com maus olhares o filme anterior. Por outro lado, pode ser considerado interessante para aqueles que tiveram uma boa impressão do primeiro. Assim como o seu antecessor, "O Grito 2" nada mais é que a continuação de uma história inacabada, nos mesmos lugares, sob os mesmos cenários. O grande problema é a atração do slogan usado por Takashi Shimizu e a decepção ao cumprimento desta afirmação. "Desta vez você vai gritar mais alto" é a frase que o expectador vê no cartaz principal do título. Infelizmente, fica difícil acreditar nisto logo nos momentos iniciais, onde as cenas de "horror" se tornam fracas o suficientes para que o enredo traga desesperanças ao que pode aparecer mais tarde. Um ponto falho é a interação com o sobrenatural, comparado à filmagem anterior. As cenas de encontro entre o "assombrador" e o "assombrado" são tão momentâneas que não abrem espaço a qualquer tipo de contato mais preciso, como por exemplo uma conversa entre o menino japonês morto, Toshio, e a personagem principal do filme anterior, Karen. Ao contrário disto, todas as cenas são apenas repetições de gritos e desesperos. Além disso, a participação de Toshio nesta versão foi tão breve e curta que pareceu mais a de um coadjuvante. O ligeiro aparecimento de Sarah Michelle Gellar (personagem Karen, principal no filme anterior) também quebra o elo de ligação entre os 2 capítulos, trazendo a sensação frustante de que ela saiu do filme em um momento impróprio. Em contraponto, não podemos deixar de observar uma evolução na construção do enredo ao perceber que Takashi se utilizou de uma técnica diferente para atrair o expectador: o uso de histórias paralelas. O filme inteiro se baseia em duas histórias, que ocorrem ao mesmo tempo e independentes, até um momento final de confronto e sobreposição por um único canal. Este tipo de enredo é muito utilizado para cativar o expectador e criar um clima de tensão que pode prender os olhos de quem está assistindo. Este foi um ponto positivo, no entanto se quebra na ligação final, onde tudo parece muito óbvio e termina sem uma conclusão específica. Um exemplo disso é o desaparecimento físico inexplicável de inúmeras pessoas, fato que não ocorria na primeira versão do filme. Por fim, assim como seu antecessor, "O Grito 2" deixa abertura para uma nova filmagem. As sequências de Takashi mostram que os filmes japoneses evoluíram muito com o decorrer dos anos. O conceito baixo que se concretizou sobre esta categoria durante décadas começa a se apagar. Quem sabe até o lançamento de uma próxima versão o enredo possa se tornar mais claro e preciso como o primeiro desta série, que realmente supera a sua própria sequência.
...concordo plenamente
por Diogo Timão, 13/02/2012 às 13:50
...me desculpe wesley, mas eh impressionante vc acha todo filme maravilhoso, quase todos fil...
por Diogo Timão, 13/02/2012 às 13:45
Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2
...O melhor HP da franquia, sem duvidas nenhuma
por Isnaildo, 13/02/2012 às 12:52
...Filme nojento!!!! Uma cena completamente nojenta, dele "emrrabando" o cara!! ...
por Isnaildo, 13/02/2012 às 12:45