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Boa Noite e Boa Sorte

titulo original: (Good Night, and Good Luck)

lançamento: 2005 (EUA)

direção: George Clooney

atores: David Strathairn , Robert Downey Jr. , Patricia Clarkson , Ray Wise , Frank Langella

duração: 93 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Good Night, and Good Luck
  • gênero:Drama
  • duração:01 hs 33 min
  • ano de lançamento:2005
  • site oficial:http://www.goodnightandgoodluck.com/
  • estúdio:Warner Independent Pictures / 2929 Productions / Redbus Pictures / Section Eight Ltd. / Metropolitan / Participant Productions / Davis-Films / Tohokashinsha Film Company Ltd.
  • distribuidora:Warner Bros.
  • direção: George Clooney
  • roteiro:George Clooney, baseado em roteiro de Grant Heslov
  • produção:Grant Heslov
  • música:
  • fotografia:Robert Elswit
  • direção de arte:Christa Munro
  • figurino:Louise Frogley
  • edição:Stephen Mirrione
  • efeitos especiais:

imagens - 13

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sinopse:

Edward R. Morrow (David Strathairn) é um âncora de TV que, em plena era do macarthismo, luta para mostrar em seu jornal os dois lados da questão. Para tanto ele revela as táticas e mentiras usadas pelo senador Joseph McCarthy em sua caça aos supostos comunistas. O senador, por sua vez, prefere intimidar Morrow ao invés de usar o direito de resposta por ele oferecido em seu jornal, iniciando um grande confronto público que trará consequências à recém-implantada TV nos Estados Unidos.

elenco:

comentários

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Fabiano
02/01/2005
nota:Rate09
George Clooney esbanja talento neste filme sobre o jornalista televisivo que ousou enfrentar o temido Senador McCarthy. A bela fotografia em preto e branco e as canções jazzy lindamente interpretadas por Diane Reeves coroam a excelente atuação de David Strathairn (à frente de um elenco não menos talentoso). Um filme afiado, elegante e impecável.
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Rafael Cox
03/01/2005
nota:Rate010
Adorei o filme! Tem uma fotografia belíssima e as atuações são magníficas tive a oportunidade de assisti~lo no festival de Veneza. George Clooney realmente apostou nesse filme com um orçamento tão curto, mas com uma voz inefável!!1( acredito que estará concorrendo aos OSCAR de : MELHOR FILME, MELHOR DIRETOR, MELHOR FOTOGRAFIA, MELHOR, ROTEIRO ADAPTADO, MELHOR DIREÇÃO DE ARTE).
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Marcelo Silva Lobo Soares
04/01/2005
nota:Rate09
Eu realmente subestimei a capacidade artística de George Clooney. Eu e mais todas as pessoas do mundo que estiverem ò acompanhando neste seu momento de mudança. Seu primeiro filme como diretor foi estranho e confuso, e usou a desculpa de ser um filme "Cult": Confissões de uma mente perigosa (2002). Clooney desta vez retorna com a calma e a cautela ideal para se triunfar em Hollywood, despido de vaidades, mais gordo, despreocupado com tudo isso, mais concentrado e determinado como nunca antes havia sido. Escolheu um tema muito mais atual e político do que podemos imaginar. A vida do âncora e jornalista investigativo da rede CBS de televisões dos Estados Unidos; Edward R. Murrow, na década de cinqüenta logo após a 2ª guerra mundial. Momento este o qual a censura e as conspirações para com a imprensa escrita, eram intimida tórias, ele conseguiu por um bom tempo transmitir sua mensagem. Ed. Murrow, para os íntimos, enfrentou pressão por todos os lados, inclusive de seu diretor e superior na rede CBS para repensar todos os seus atos e frases antes de ir em frente com seus ideais. Ideais estes sempre levados ao ar com total segurança e uma assustadora firmeza ainda muito mais acentuada pelo ator David Strathairn, tão boa atuação que atualmente concorre em sua respectiva categoria ao Oscar 2006. Tecnicamente George Clonney tornou o filme belíssimo. Junto com os diretores de artes cinematográficas Robert Elswit (Magnólia), Christina Munro (Erin Brockovich), o filme tomou uma boa ambientação, apenas ficamos com a impressão de que faltaram tomadas externas para tornar o filme mais, digamos assim, grandioso. Porem este não era o intuito de Clooney, o intuito fica claro à medida que acompanhamos muito de perto e com extrema realidade expressada a redação e o dia-a-dia de Edward Murrow. As tomadas internas do corredor para as salas de discussões e reuniões dão uma idéia ainda mais intima de que apenas nós somos privilegiados de estarmos ali ouvindo um dos mais fortes profissionais da estória do jornalismo mundial. O filme mostra também que Ed Murrow não estava sozinho. Com ele uma curta equipe de homens leais e seguros ò acompanhou por seus momentos mais tempestuosos. Ao final do filme ficamos com um sentimento de certa nostalgia e alerta para o jornalismo atual. Este profissional: Edward R. Murrow um dia pode falar tudo o que bem entendia, e hoje está sendo lembrado por isto. Talvez o filme inspire alguns, talvez não, mas o certo é que no momento não temos ninguém com o despeito e a devida coragem que ele teve. Com isso, como uma homenagem e não uma citação piegas e sem originalidade eu me despeço de todos com uma frase registrada de Murrow:Boa Noite e Boa Sorte.
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Paulo Sydnei
05/01/2005
nota:Rate06
Uma história interessante, considerando a alusão à má utilização dos meios de comunicação desde os anos 50. Entretanto é um filme morno e o preto e branco poderia ter tido a adição de algum colorido para não cansar tanto o público.
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Gustavo Horn
06/01/2005
nota:Rate03
Este filme nada mais é do que um amontoado de discursos extremamente cansativos sobre questões políticas norte-americanas, além de ser um filme praticamente sem dinâmica ou ação. O espaço dos acontecimentos limita-se ao estúdio de televisão onde Edward Murrow trabalha. Poucas cenas são feitas em algum bar onde todos comemoram qualquer trunfo que consigam contra o senador McCarthy. Pode até parecer interessante, mas por ter muita falação e praticamente nenhuma ação, o filme é chatíssimo. Praticamente nenhuma trilha sonora ou música de fundo, a não ser no início. Só mesmo quem curte política internacional verá algo de interessante neste filme.
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Luiz Alberto
07/01/2005
nota:Rate010
Simplesmente, um filmaço! "Boa noite e boa sorte" é um filme maravilhoso e crítico. Cai como uma luva nos dias de hoje em que nos EUA os jornalistas são apáticos e coniventes diante das atrocidades e sandices de Bush. E a crítica serve para o Brasil também, pois nossa imprensa em conluio com os partidos de oposição ao governo despejam denúncias e mais denúncias que depois não são comprovadas com o objetivo de misturar o joio e o trigo. Claro que há corrupção no Brasil, porém não se pode incriminar sem provas nem atropelar os trâmites legais impedindo a defesa dos acusados. Todos nós somos inocentes até que se prove o contrário.
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Rony Fernandes
08/01/2005
nota:Rate09
Filme simpaticíssimo do Diretor George Clooney que trata da TV americana em meados da década de 50 onde os EUA vivia o período do Macarthismo.Mostrando que se comparado com os dias atuais, nada mudou em termos manipulativos, já tratados em filmes similares como Cidadão Kane e Um grito no escuro, por exemplo. O ator David Strathairn interpreta o âncora da TV CBS, Edward R. Murrow, que acaba perseguindo o Senador Joseph Mc Carthy por utilizar de inverdades para acusar supostos envolvidos com o Comunismo. O ponto alto do filme é a interpretação de Strathairn, ele molda seu personagem com ironia e classe fazendo o filme ganhar brilho. Outro ponto alto da película está certamente no seu roteiro, rápido, repleto de diálogos ágeis pontuados por uma fotografia linda em preto e branco na maior parte dentro do estúdio de Tv com pausas para uma fantástica Diane Reeves cantando clássicos do Jazz (TV is the thing this year, How High The moon, You Drive me crazy), acompanhada por alguns músicos. Os cortes para as partes musicais são excelentes, pois acentuam o clima de época e da Direção de Arte. O final súbito é finalizado com o chavão, Boa noite e Boa sorte, para entrarem os créditos com o a perfeita voz de Reeves acompanhada apenas por um baixo. O clima ao sairmos do cinema é de mágica nostalgia. EXCELENTE.
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Anderson Teles de Souza
09/01/2005
nota:Rate09
Eu gostei muito do filme, otimas atuações tanto quanto dos principais e quanto aos coadjuvantes. Mas acho que George Cloney deveria ter ficado por tras das cameras e nao como personagem.
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Robledo Milani
10/01/2005
nota:Rate09
George Clooney sempre foi um cara "do bem". Ele tem no currículo bombas como O RETORNO DOS TOMATES ASSASSINOS (1988), penou muito em pequenas participações televisivas até conseguir um papel de destaque no seriado E.R. (ou, como passava na Globo, Plantão Médico ), foi o Bruce Wayne que quase pôs fim à série do Homem-Morcego em BATMAN & ROBIN (1997), já trabalhou com Tarantino (UM DRINK NO INFERNO, 1996), Terrence Malick (ALÉM DA LINHA VERMELHA, 1998), os irmãos Coen (E AÍ, MEU IRMÃO, CADÊ VOCÊ?, 2000) e com os South Park (SOUTH PARK: MAIOR, MELHOR E SEM CORTES, 1999), além de ser da turma do Soderbergh , Brad Pitt , Julia Roberts , Don Cheadle e Matt Damon , como os dois filmes da série ONZE HOMENS E UM SEGREDO afirmam. E, além de tudo, é um ótimo diretor. Tá com tudo ou não tá? Pois este, na verdade, é o grande ponto em questão: Clooney é muito melhor cineasta do que ator. Ok, nunca foi uma vergonha atuando, mas também foram raras as vezes em que seu desempenho esteve além do mediano. Já como contador de histórias seu talento se demonstra muito superior. Sua estréia na direção, CONFISSÕES DE UMA MENTE PERIGOSA (2002), com Sam Rockwell como um apresentador de televisão que acreditava ser um agente secreto da CIA, deixava claro que não se tratava de um amador numa inocente aventura. Impressão confirmada com este BOA NOITE E BOA SORTE, sua segunda obra enquanto realizador, ainda mais pertinente, concisa e impressionante. Edward Murrow ( David Strathairn , numa atuação sem excessos que valoriza o filme inteiro como um todo, oferecendo o tom correto da história) foi um dos jornalistas televisivos mais influentes da mídia norte-americana durante os anos 50. Pode-se considerar que ele tenha entrado para a História (essa mesmo, com "H" maiúsculo), no entanto, pela veracidade e contundência com que atacou o senador Joseph McCarthy durante o período conhecido nos livros acadêmicos como "maccarthismo" ou "caça às bruxas", quando, no auge da Guerra Fria, se instaurou a sensação calamitosa de que os comunistas estavam agindo indiscriminadamente por todos os setores da sociedade ocidental, principalmente no que se referia à cultura nos Estados Unidos. Murrow foi o homem que fez lembrar à nação que "suspeita" era diferente de "prova", que mero "achismo" era coisa de principiante atrevido e que o país merecia mais do que vazias e irregulares especulações. Ele pregava a justiça, acima de tudo, e a honestidade, seja enquanto profissional comprometido com o trabalho ou como homem perante uma sociedade em formação. Em justos e eficientes 90 minutos, Clooney constrói com BOA NOITE E BOA SORTE um painel em belíssimo preto e branco bastante acurado de um momento muito triste e, principalmente, relevante dentro de um contexto global de cerceamento das liberdades individuais e de respeito e incentivo à diversidade de opinião. As indicações ao Oscar (seis, inclusive a Melhor Filme, Diretor e Roteiro, estes dois últimos referentes à eficiência do trabalho de Clooney) e os prêmios no Festival de Veneza (entre eles, roteiro e ator, para Strathairn) e no National Board of Review (Melhor Filme do ano) apenas confirmam uma verdade incontestável e legitimam uma obra corajosa, necessária e absolutamente irretocável.
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Élida Oliveiraa
11/01/2005
nota:Rate08
As imagens em preto-e-branco e o ambiente nostálgico do jornalismo do fim da década de 50 são os elementos que encantam o enredo do filme Boa Noite e Boa Sorte (Good Night and Good Luck), do diretor/ator George Clooney. O resgate histórico do terror do macarthismo não nos deixa esquecer de que a história se faz de pessoas poderosas que, volta e meia, deparams-e com corajosos cheios de ideais que compram uma briga pela verdade. O ideal do jornalismo investigativo e ético é retratado ao longo desses 93 minutos de filme, que nos deixam com a sensação de que - ainda que muitos outros ratos corram pelo esgoto - há algumas pessoas que lutam pela verdade. Revigorante.
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SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
12/01/2005
nota:Rate09
2005 foi um ano de ouro para George Clooney. Ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante por "SYRIANA" e concorreu ao Oscar de melhor filme com "BOA NOITE E BOA SORTE". Muito mais importante do que as nomeações da Academia de Hollywood é a qualidade que seus trabalhos apresentam. Clooney prestou uma grande e justa homenagem ao âncora de um programa jornalístico da rede de televisão CBS na década de 50, Edward Murrow (David Strathairn, em atuação superlativa). "BOA NOITE E BOA SORTE", frase com a qual Edward Murrow terminava todos os programas, mostra nos seus 93 minutos de duração, como era a televisão norte-americana quando ela ainda engatinhava. A equipe de Edward Murrow decide fazer uma matéria na qual o senador que gostava de caçar bruxas, Joseph McCarthy, teve algumas de suas contradições esmiuçadas em rede nacional. Por ser democrata nas palavras e nos atos, Edward Murrow deu ao senador oportunidade de responder às críticas a ele feitas num programa seguinte. O senador usou a sua famosa tática de acusar Murrow e sua equipe de terem ligação com a causa comunista. Impressiona o papel do chefão da CBS, William Paley (Frank Langella), que deu sinal verde para que Edward Murrow levasse adiante seus programas por mais que alguns patrocinadores pudessem boicotá-lo. O próprio George Clooney interpreta Fred Friendly, que fazia parte da equipe de produção do programa. Os editoriais de Murrow deveriam ser estudados por todos os estudantes de jornalismo, tamanha o seu talento de expressão independente do assunto em voga. "BOA NOITE E BOA SORTE" é uma homenagem aos filmes noir: preto-e-branco, todos fumando e o jazz como trilha sonora. Este, por sinal, é um capítulo à parte. A trilha sonora é extraordinária. A cantora Dianne Reeves, que também participa da película, destila a sua categoria musical quando canta "How high the moon" e "TV is the thing this year". O discurso que Edward Murrow profere numa homenagem que seus colegas fazem no ano de 1958 é profética ao prever que a televisão poderia ser uma grande arma a serviço da disseminação da cultura ou então, uma máquina de discussão de temas superficiais. Bingo! O Faustão e o Gugú que o digam. Notável homenagem a um tipo de profissional que não existe mais na mídia.
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Iuri Rafael Freire da Silva
13/01/2005
nota:Rate09
Boa Noite e Boa Sorte é o tipo de filme que você assiste, para e pensa:"Caramba, mas porque será que ainda não começou o processo de canonização de Lumier?".Clooney merece aplaudos pela brilhante atuação e magistrais atuações de todo o elenco. Ganha o cinema, ganha o público.
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Marília Strumielloa
14/01/2005
nota:Rate010
O filme surpreende por ter sido indicado a tantos prêmios e ao mesmo tempo te faz querer sair do cinema revolucionando tudo. Dá gosto de ver como alguns filmes que não fazem parte do circuito alternativo ainda tem a capacidade de nos fazer pensar! Além disso, a fotografia e a produção do filme são bárbaras! Parabéns a George Clooney que se mostrou capaz de fazer filmes que passam longe dos padrões hoolywoodianos! Ótimo filme!! Vale muito a pena!
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Glória Castroa
15/01/2005
nota:Rate010
Um dos melhores filmes que assisti nos últimos tempos,além do enredo que prende o espectador, a fotografia é belíssima, o filme em preto e branco é de um visual que atraí a atenção, você observa melhor as cenas. O tema é sobre fatos que aconteceram, quando cidadãos de esquerda, e até mesmo pessoas que não eram, bastava criticar e não concordar com o governo que havia perseguição. Muitas pessoas eram perseguidas na época sem a menor justificativa, ferindo com isso a liberdade de expressão. O filme foi muito bem dirigido, pois apesar de se passar, quase todo, praticamente no mesmo ambiente não se torna monótono nem entediante, tal fato acontece quando o filme é bem dirigido e têm um bom enredo.
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LorenaPontes
09/02/2010

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