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Frida

titulo original: (Frida)

lançamento: 2002

direção: Julie Taymor

atores: Salma Hayek , Alfred Molina , Geoffrey Rush , Ashley Judd , Antonio Banderas

duração: 123 min

gênero: Drama

status: arquivado

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ficha técnica:

  • título original:Frida
  • gênero:Drama
  • duração:02 hs 03 min
  • ano de lançamento:2002
  • site oficial:http://www.miramax.com/frida/
  • estúdio:Miramax Films / Lions Gate Filmes Inc. / Trimark Pictures / Handprint Entertainment / Ventanarosa Productions
  • distribuidora:Miramax Films / Lumière
  • direção: Julie Taymor
  • roteiro:Clancy Sigal, Diane Lake, Gregory Nava e Anna Thomas, baseado em livro de Hayden Herrera
  • produção:Lindsay Flickinger, Sarah Green, Nancy Hardin, Salma Hayek, Jay Polstein, Roberto Sneider e Lizz Speed
  • música:Elliot Goldenthal
  • fotografia:Rodrigo Prieto
  • direção de arte:Bernardo Trujillo
  • figurino:Julie Weiss
  • edição:Françoise Bonnot
  • efeitos especiais:Amoeba Proteus / Kleiser-Walczak Construction Company

imagens - 14

Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida Frida

sinopse:

Frida Kahlo (Salma Hayek) foi um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ele teve também um casamento aberto com Diego Rivera (Alfred Molina), seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush) e com várias outras mulheres.

elenco:

  • Salma Hayek (Frida Kahlo)
  • Alfred Molina (Diego Rivera)
  • Geoffrey Rush (Leon Trotsky)
  • Ashley Judd (Tina Modotti)
  • Antonio Banderas (David Alfaro Siqueiros)
  • Valeria Golino (Lupe Marín)
  • Mía Maestro (Cristina Kahlo)
  • Roger Rees (Guillermo Kahlo)
  • Patricia Reyes Spíndola (Matilde Kahlo)
  • Saffron Burrows (Gracie)
  • Margarita Sanz (Natalia Trotsky)
  • Diego Luna (Alejandro Gonzalez Arias)
  • Jorge Valdés Garcia (Médico)
  • Edward Norton (Nelson Rockfeller)

comentários

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pedro1asakura
02/01/2002
nota:Rate08
Esqueça seus conceitos sobre produções mexicans. Bom, pode-se dizer que "Frida" não é tão mexicano assim. A direção, roteiro e atuações coadjuvante são americanas mas os dois protagonistas e a principal produtora do filme (Salma) são mexicanos tal como o livro que deu origem ao roteiro se não me engano. O filme conta a história da pintora Frida Kahlo, que é bastante interessante. Apesar de estar bem a frente mesmo de seu tempo, o filme não retrata Frida como a mesma ousadia dos filmes mexicanos recentes; "O crime de Padre Amaro", "E sua mãe também" e "Amores Brutos" e também sem se aproximar dos dramalhões mexicanos. Mesmo assim, também foge um pouco aos padrões hollywoodianos. Destaque no filme vai para a parte técnica (trilha sonora, direção de arte, figurino, maquiagem e etc) que são realmente excelentes. Mas o grande destaque é sem dúvida Alfred Molina que talvez tenha merecido uma indicação ao Oscar como coadjuvante e Salma Hayek que está sensacional. Embora as vezes ela perca um pouco o espírito da personagem, em outras ela está simplesmente encarnada como Frida Kahlo. A direção de Julie Taymor é segura mas podia ser um pouco melhor tal como o roteiro que não escolhou um prisma para focar a personagem. Mas concerteza, Salma como produtora dá um exemplo para os filmes brasileiros já que mostra que filmes que não os que retratem as mazelas sociais do país podem ser realmente bons. Sem dúvida, está entre os melhores filmes do ano (ainda não entre os cinco).
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Francisco Russo
03/01/2002
nota:Rate07
O início de "Frida" é arrebatador: o frescor e a alegria da protagonista passam para o filme e acabam empolgando quem o assiste. Porém, com o passar dos acontecimentos o filme vai se tornando cada vez mais amargo e desesperançoso, seguindo o estado de espírito da própria Frida, o que faz com que o espectador também sinta tais sensações e o filme se torne um pouco cansativo. Entretanto nada disso é capaz de impedir que "Frida" seja um bom filme. Muito graças a Salma Hayek, que tem a melhor interpretação de sua carreira e realmente está muito bem em cena. A Frida de Salma tem várias faces, da jovem garota esperançosa à pintora que reluta em aceitar seu talento, da apaixonada por Diego Rivera à decepcionada com os infortúnios que a vida lhe traz devido ao acidente que sofre ainda jovem. Cores fortes e vivas em cena chamam a atenção na fotografia, com várias referências ao verde e vermelho da bandeira do México. Isso sem falar das animações e colagens que a diretora Julie Taymor habilmente insere no decorrer do filme, sempre surpreendendo e até mesmo divertindo o espectador. Em relação ao elenco de apoio, há várias participações de atores conhecidos em Hollywood mas duas em especial merecem atenção: Alfred Molina, que engordou vários quilos para viver Diego Rivera nas telas, e Geoffrey Rush, apesar de aparecer por pouco tempo no filme, mais para sua metade final. Ambos estão muito bem e têm momentos de brilho no decorrer do filme."
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Luca
04/01/2002
nota:Rate07
É um filme morno, que peca somente numa coisa: a fidelidade à vida de Frida Kahlo. A atuação de Salma Hayek é muito boa, mas ao mesmo tempo assombrosa. Diversão garantida só pra quem conhece a vida de Frida."
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Danielea
05/01/2002
nota:Rate09
Uma excelente biografia da artista Frida Kahlo que só peca por ser falado em inglês(em vez do bom espanhol) e por,muitas vezes dar mais ênfase à sua bissexualidade do que à sua arte,mesmo assim é uma ótima referência de sua vida pessoal e explica bem como foi inspirada para criar algumas das mais belas obras de arte do século XX.Uma boa sugestão é ouvir a trilha sonora cheia de músicas tradicionais mexicanas e com a deliciosa participaçõa de Caetano Veloso.
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Luciana Cayea
07/01/2002
nota:Rate010
Um filme excelente! Fiquei emocionada com a história de Frida Kahlo que conhecia muito pouco. Um filme tenso e que prende a sua atenção do iníncio ao fim. Um filme indispensável, já que Frida faz parte da história."
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Christian Jafas
08/01/2002
nota:Rate07
Frida ou Salma? Fazer uma cinebiografia sempre é complicado. Os historiadores chiam, os fãs choram e a crítica torce o nariz. Mas deve dar dinheiro, ou então Hollywood não liberaria grana para Salma Hayek fazer Frida. A vida de Frida Kahlo é marcada por tragédias que saltaram para suas telas. E essas tragédias são pinceladas de forma discreta ao longo do filme. Tanto a diretora Julie Taymor, quanto Salma Hayek sabiam dos riscos de permanecer fiéis a biografia da pintora. Salma lutou pelo filme que iria cair nas mãos de Madonna (?) e Jennifer Lopez (!), mas para o bem da humanidade a mexicana ficou com o papel-título. Mas esse é um dos problemas do filme. Todos os historiadores apontam para a feiúra de Kahlo como uma marca registrada. E mesmo o melhor maquiador de Hollywood seria incapaz de deixar Salma Hayek feia como a personagem pedia. Para quem conhece pouco de Frida, é uma ótima oportunidade de conhecer a vida da pintora que revolucionou a arte mexicana e até hoje influência as atrizes de Hollywood. Salma fez o filme com paixão e teve a ajuda do inspirado Alfred Molina que está absoluto no papel de Diego Rivera. Os movimentos socialistas e comunistas passeiam pela história e até Trotsky dá o ar da graça. Julie e Salma escolheram passar um tom de esperança e desistiram de afundar nas tristezas de Kahlo. O filme funciona. Mas olhando de perto a obra da pintora faltou um pouco de angústia e peso no roteiro. Nada que atrapalhe a produção. Se fosse denso, seria um filme francês, não americano! Frida teve uma interpretação honesta e sensível na pele de Salma Hayek. É uma pena que a verdadeira Kahlo não tinha aquele corpo ... duvido que o Rivera iria largar ela. Sorte do Edward Norton."
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Danielle Limaa
09/01/2002
nota:Rate010
Já não vejo a hora de vê-lo novamente. É um filme que traz uma Frida com um humor ácido, e que nos faz rir a todos os instantes, mas não consegue nos fazer chorar (daí vem a crítica recebida...) Mostra as cores exuberantes das paisagens mexicanas, mas o mais impressionante é a fotografia, todos os quadros q conheço quase milimetricamente, tornando-se "reais"...maravilhoso! Uma trilha sonora doce, acrescentando o brilhantismo de Salma Hayek, q incorporou frida...eu achei-a tão engraçada e passional, não sei se realmente era assim...fiquei encantada também com a naturalidade tratada na tela de uma mulher nascida em 1909, que saía pra beber, discutir política e q amava homens e mulheres, mesmo vivendo cheia de problemas, até mesmo parecia que não existiam...Viva Friducha!"
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Danusaa
10/01/2002
nota:Rate09
O filme em si é maravilhoso, mesmo p/ quem ñ conhce patavinas da coisa alguma da vida de Frida. Mas o cenário, maquiagem(quem ñ se espantou c/ o tamanho e o formato das sobrancelhas dela?), figurino já são uma aula e tanto. Seria nota 10000 se fosse em espanhol, pq eu acho q ela não falava inglês tão 'assim', e nem tampouco usava só algumas expressões em sua "lengua madre". Muito me admirou uma mexicana como a Salma se dobrar diante a imposição americana de sua língua...Contudo, ele é bom assim mesmo, pq fala de vários momentos da Hist. Mundial, como a Rev. na Rússia, a Caça às Bruxas nos EUA pós- 45 e,óbvio, a revolução cultural por que passamos. É gostoso assistir um filme com este, que foge dos padrões normais estipulados por Hollywood e sua máquina; são raroa aqueles que se assemelham na sua qualidade. E por falar em qualidade, a música Burn it Blue tá massa: digna de um Caetano dizendo obrigado em PORTUGUÊS em plena cerimônia do Oscar!!!!!"
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Gabriela Monnerata
11/01/2002
nota:Rate08
Achei que o filme poderia ser mais denso, como imagino que tenha sido sua vida pelo que li. se ele entrasse mais um pouco no interior dessa pintora maravilhosa seria perfeito. mas é um filme agradável, gostoso de se ver, ou seja, o mais rendável.infelizmente na maioria dos cinemas atuais é assim."
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Rhenner
12/01/2002
nota:Rate09
Maravilhosa fotografia, trilha sonora e cenários encantadores fazem deste um bom filme! Seria excelente se as cenas de sexo tivessem sido realizadas com requinte e sofisticação, o que se espera em um filme de arte. Entretanto a cena final e a convincente interpretação de Salma Hayek compensam estes pequenos defeitos."
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Leandro Gantois
13/01/2002
nota:Rate08
Depois de muito esforço por parte da atriz Salma Hayek, finalmente podemos conferir "Frida" (Frida, 2002), maravilhosa cinebiografia de uma polêmica pintora mexicana que revolucionou a arte de pintar. Frida Kahlo (Salma Hayek) foi um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ele teve também um casamento aberto com Diego Rivera (Alfred Molina), seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush) e com várias outras mulheres. Foi apartir do livro de Hayden Herrera que o roteirista Clancy Sigal escreveu a história de Frida, e ficou um trabalho espetacular, pois acabamos conhecendo tudo o que a pintora passou em sua vida, que tipo de ideais ela possuia, o que vemos em cena é a imagem de uma mulher forte que jamais se deixa abater por dificuldades, pelo contrário, a cada facada que a vida lhe da, Frida se sente mais forte para continuar vivendo, e obviamente pintando. A direção ficou por conta da Julie Taymor, que já tinha feito o filme "Titus", baseado na obra de Shakespeare, mas que acabou sendo um fracasso, aqui Taymor tem uma forte direção, consegue acompanhar o ritmo de Frida, pois toda mudança de espirito da pintora é sentido pelo espectador, principalmente quando ela se poe a pintar, que é justamente a expressão do que Frida está sentido, seja por uma revolução, por uma doença, traição ou amantes, tudo é transcrito de forma violenta para os quadros, e a Julie Taymor mostra isso com muita competência. No elenco temos atuação inesqueciveis, a começar pela Salma Hayek, que nunca foi uma grande atriz, mas aqui ela nós passa mesmo a imagem de que ela é Frida, é mesmo a melhor atuação de sua carreira; Alfred Molina sempre foi um bom ator, e aqui arrasa como o pintor Diego Rivera, ele merecia mesmo uma indicação ao Oscar, mas infelizmente foi esquecido. No filme também podemos ver outros atores hollywoodianos em pequenas aparições como é o caso de Edward Norton e Antonio Banderas, além do Geoffrey Rush, que encarna o comunista russo Leon Trotsky, e da Ashley Judd que aparece numa incrivel cena, onde dança tango com Frida. Para muitos o filme não iria ser bem reconhecido, mas acabou surpreendendo a todos, e a Academia fez justiça a grande qualidade do filme, tanto é que a produção abocanhou 2 estatuetas, a de Melhor Maquiagem e a de Trilha Sonora, que foram merecidas principalmente o trabalho do Elliot Goldenthal, que ficou mesmo emocionante, sendo praticamente a alma do filme. No Oscar ele ainda recebeu outras quatro indicações nas categorias Melhor Direção de Arte, Figurino, Atriz (Salma Hayek) e Canção Original por "Burn It Blue", linda música cantada pelo brasileiro Caetano Veloso. "Frida" é mesmo um grande filme, a vida da pintora é emocionante e muito bonita. Além de possuir uma grande mensagem feminista, que irá agradar a muitos, principalmente para aqueles que acharam que filmes como "Até o Limite da Honra" e "As Horas" se perderam em outros temas, que seriam a guerra no primeiro caso e crises depressivas no segundo. Para pessoas que gostam de ver como uma mulher de fibra, que passou por grandes dificuldades, conseguiu se realizar na vida, e alcançar a felicidade, este programa é indispensável!."
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Diego Pizarro
14/01/2002
nota:Rate010
A primeira vez que vi o filme eu fiquei chocado, a segunda, arrepiei do início ao fim, a terceira, eu chorei. O filme "Frida" pode e deve conter falhas, já que nenhuma obra de arte é perfeita, o importante é o impacto que a obra provoca no público. Nesse sentido, Frida merece nota 100."
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Carmena
15/01/2002
nota:Rate010
Não conhecia nada sobre a vida da frida,mas hj tive a oportunidade de ver o filme e me comoveu bastante,foi apaixonante,por isso resolvi pesquisar mais sobre a sua vida.A atriz não poderia ter sido outra,ela é ótima,incorporou perdeitamente a personagem,Madonna não ficaria tão natural.Recomendo á todos que tenham a oportunidade de vê-lo q vejam.Ele é mto bom!!!"
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A. Junior
16/01/2002
nota:Rate05
Há tempos um filme não me tocava de forma tão intensa. Seja pela força da personagem ou pela fotografia primorosa ou pela música arrebatadora ou pela direção de arte estupenda ou pela riqueza dos figurinos ou pelas instigantes animações que recortam o roteiro ou ainda pelas locações maravilhosas. Saí do cinema em estado de choque, encantado com toda a riqueza do filme. A escolha de "Burn it blue" para encerrar a fita contribuiu decisivamente para que as emoções - já no limite da incontinência - transbordassem afinal. Após ouvi-la, emudeci. Saí da sala em transe, revendo cada cena. Realmente, não era - e nem é - difícil se apaixonar por "Frida"."
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M. Antônia Staracea
17/01/2002
nota:Rate010
Já tinha mta simpatia e curiosidade sobre a historia desta mulher.O filme e a atriz foram impecáveis em detalhes dificeis, como o desastre de bonde, sua relação c/ Diego Rivera e outras.O filme ñ. perde a intensidade desta vida tãoforte.Tem frases:"tive2 desastres na vida:1 de bonde, outro vc."p/ Diego Rivera.Na historia da ate os quadros dele ~sao + importantes.Mas ñ. considero como verdade absoluta.Assim como Gauguin è de importancia mto maior que Camille Claudel.Vai lá no fundo o machismo é o prevalescente."
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Fabrício Botelho
18/01/2002
nota:Rate09
Quando o filme acaba, parece que algo está faltando... essa foi a minha impressão sobre o filme. Claro que o trabalho da Salma é muito mas muito bom. Acho o único pecado do filme foi humanizar a figura da Frida. Ela era uma pintora transgressora e artística e a falta de seu "celebre" bigode (por motivos comerciais) é uma falha irreparável. Entretanto, a direção é segura, o elenco afinado e o roteiro bom. Vale a pena!"
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Anitaa
19/01/2002
nota:Rate010
O filme é maravilhoso. A história é maravilhosa, mas não por ser uma história, mas por ter sido uma realidade. A atuação foi tão brilhante que, para mim, era a própria Frida quem estava ali. E ela era única. Todos dizem que ela era uma mulher a frente de seu tempo, mas se pensarmos bem, ainda hoje, ela é uma mulher a frente do nosso tempo."
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Giovana Voig
20/01/2002
nota:Rate010
Não é apenas um filme para os olhos ,é um filme para a alma.Para quem assiste e não conhece a biografia de Frida Khalo, se apaixona por essa mulher que fora tão singular e intensa.Além do mais o filme ressalta em cada um que assiste o respeito pelas particularidades de se ser humano e por isso ser composto de emoções que muitas vezes são incompreensíveis, mas que não devem ser negadas."
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Fred
21/01/2002
nota:Rate08
O cartaz é desanimador e não traz nenhuma informação que atraia o público. Outro dia em frente ao cinema ouvi um rapaz dizer a namorada em tom de piada "eu não estou preparado para isso". Achei engraçado sua colocação em relação ao cartaz, mas fiquei triste, porque eu tinha acabado de ver o filme e percebi que assim como eu, o público em sua maioria não sabe de que se trata. Mas contrariando minhas expectativas, o filme é muito bom. Só que para apreciar você precisa estar preparado, e saber pelo menos de que se trata o filme. É um filme que nos coloca em contato com a cultura mexicana da década de 20, retratando a trágica história desta pintora chamada Frida Khalo. Se você é uma daquelas pessoas que conseguem colocar de lado as pretensões e sentar-se em uma sala de cinema quase vazia, comendo sua pipoca ou qualquer coisa de sua preferência que não tire a concentração do filme, pague porque vale a pena. O ideal é assistir sozinho, mas se você conseguir encontrar uma companhia que não seja chata e fique dizendo "ai que filme chato" ou qualquer coisa do gênero, é melhor ainda. Se no final do filme você ouvir uma música e ficar na dúvida se conhece ou não a voz do cantor, eu lhe adianto: É Caetano Veloso sim.
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ricardo
22/01/2002
nota:Rate09
FORTE, SENSÍVEL, REAL. Um filme comovente , uma boa direção, um ótimo roteiro e elenco marcante. Merece ressalvas somente quanto a língua; poderia ter sido representado no idioma pátrio de Frida, no entanto sabe-se que a grande indústria, mais ainda o público, ainda vê com maus olhos as películas em espanhol.
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Risomar
23/01/2002
nota:Rate08
Frida emociona por mostrar o lado humano desta grande mulher e que também é um dos maiores pintores do mundo. Retratando sua própria dor, sua arte é universal,porque toca no sentimento de todas as pessoas. Quem não sofreu por amor? O filme também aborda a traição de uma maneira muito interessante ao revelar a reação de Rivera, marido da artista. Ele que tanto a traiu,revolta-se ao se descobrir traído.É a reação típica do latino-americano que considera esse direito apenas do homem.
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Ricky Lobo
19/02/2010
nota:Rate010

Filme maravilhoso e inesquecível, Salma encorpora Frida de uma maneira assombrosa, figurinos impecáveis, fotografia estonteante e uma trilha sonora que nos faz viajar! Esse filme só peca em uma coisa: o inglês! Deveriam ter produzido totalmente em espanhol para dar mais vivacidade a história!


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