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Um filme que me marcou muito. Mostra que a vida precisa ter um significado para se seguir de cabeça erguida. No início cheguei a pensar que seria apenas "mais uma história" mas do meio até o fim minha opinião mudou indubitavelmente. |
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Achei o filme muito bom, alem da caracterização estar perfeita em relação a epoca, e os atores se superarem na atuação, a historia do filme envolve vc de um modo que vc naun consegue parar de ver. Realmente amei o filme assistam pois é otimo. |
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Faz muito tempo que não via um filme tão bom. Lamentavelmente as coisas boas são pouco divulgadas. O cinema tem promovido tanta porcaria e deixado de promover filmes excelentes como "as quatro plumas". Eu gostaria de entender,por quê essas coisas acontecem? Tenho certeza que esse filme só não foi um grande sucesso, porque a maioria das pessoas, se quer, ficaram sabendo de sua existência. Eu mesmo, nunca havia ouvido falar sobre ele. |
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Esse filme e muito interessante...porque mostra que temos forca que desconhecemos,e so a conhecemos quando perdermos a admiracao das pessoas que mais gostamos.e grande atuacao de heath ledger e djimon hounson. |
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Um filmaço que merece ser visto é uma pena que não tenha tido tanta divulgação entre as massas. Mas também isso era de se esperar já que o filme foge do padrão blockbuster hollywoodiano. È um filme que fala de valores, como o próprio diretor Shekar Kapur e o roteirista deixam bem claro no making-off o filme fala que os nossos erros mesmo que sejam graves podem ser corrigidos mas para isso é necessário percorrer um longo caminho. Isso é o tipo de assunto que é muito útil no estabelecimento de uma sociedade mais justa e confortável para os seus cidadão. Mas tudo isso é bobagem já que o mundo gosta de vencedores não importa quais os meios usados para chegar lá. Sendo assim os valores são colocados em segundo plano. Esse filme não irá ser mostrado em nenhum circuito comercial de nenhuma Tv aberta e dificilmente você achará em uma locadora. Somente os cinéfilos de carteirinhas e demais apreciadores contumazes da sétima arte poderão acessá-lo. A parte técnica está impecável o figurino que retratam os soldados ingleses do século 19 é simplismente maravilhoso. Muito bem confeccionado. A fotografia das aréias quentes do deserto do Sudão e toda a sua paisagem é translumbrante. Voltanto a falar do roteiro a idéia pregada pelo filme de que nenhuma cultura é superior a outra e de que nenhum pais deve invadir o outro sobre esse ou outro pretesto cai como uma luva na guerra religiosa que ganha proporções de conflito de civilizações que assistimos hoje entre o oriente e o ocidente. Esses são os ingredientes que tornam o filme As Quatro Plumas interessante de ser visto pelo menos uma vez. Mesmo que o espectador não goste desse tipo de filme deveria ver e deixar seus filhos verem também haja visto que o cinema traz para nós não só diversão, mas traz também arte de qualidade que faz bem para a alma e o coração. |
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Concordo com os comentários sobre a pouca divulgação do filme. Li uma pequena coluna num preview para o ano de 2002 e nada mais. Depois, deparei-me com um trailer de DVD. Lamentável, pois um dos mais belos filmes daquele ano não foi o sucesso comercial que merecia. Aqui o diretor Shekar Kapur, um dos mais talentosos diretores da atualidade, traz às telas um conto difícil de ser adaptado, especialmente porque se trata de uma aventura imperialista britânica, escrita por imerialistas britânicos, e convertida em filme por um diretor indiano que é, antes de mais nada, um anti-imperista roxo! Foi com grande habilidade que conseguiu-se dar carisma aos soldados ingleses que invadem o Sudão, em 1884, num filme que não pára de expressar a opinião de que a Grã-Bretanha nada tinha que fazer ali. Discussões políticas à parte, AS QUATRO PLUMAS é um filme muito tocante porque nos faz analisar uma questão que pode suceder a qualquer um de nós: você leva uma vida correta, muitas vezes, sacrificando-se apenas para agradar os outros, e quando comete um deslize, ao invés de receber o apoio e a compreensão altruísta das pessaos a quem mais ama, recebe o desprezo. É a história de um promissor soldado inglês do Exército de Sua Majestade que cai em desgraça ao pedir dispensa quando explode a revolta muçulmana no Sudão. Abandonado por todos, recebe as plumas brancas, símbolos da covardia. E parte para o Sudão, a fim de poder, de alguma forma, participar do conflito ao qual virara as costas. Muitos disseram que é aí que o filme perde força. Pois começa falando de um soldado que era a única mente lúcida num mundo de (palavras que eu li) "bobalhões imperialistas" e que diz "Não" à toda aquela bobagem imperialista de "superioridade da raça britânica", mas que depois arrepende-se e parte atrasado na aventura imperialista de seus amigos conquistadores. Só que isso não é verdade! Harry abandona o exército, não porque não concordasse com a invasão britânica do Sudão (embora não visse motivo para a mesma), e sim porque ficou com medo. Puro medo. Medo de morrer. E se resolveu partir para o deserto a fim de colaborar, incógnito, com a campanha, não foi porque passou a ver razão na expansão territorial do Império Britânico, mas porque sabia que seus amigos e colegas de quartel contavam com ele, com suas habilidades, para protegê-los durante os combates, e que haviam recebido como única ajuda a deserção do amigo; era preciso ir para o deserto para tentar defender os amigos que contavam com ele. O filme é emocionante, especialmente quando vemos a transformação do orgulhoso soldado imperial inglês num trapo humano esfomeado, torturado numa cadeia sudanesa. A atuação de Heath Leadger é co-mo-ven-te! O reencontro com o velho amigo, Jack (Wes Bentley maravilhoso), é outra cena para se assistir com o lenço na mão. E a dedicação do amigo Abou Fatma (Djimou Hounson, também excelente) é outra bela marca do filme. Kate Hudson, como a ex-noiva do mocinho, mostra que tem talento; conseguiu marcar sua passagem pelo filme e até demonstrar um pouco da profundidade da personagem, apesar das poucas cenas que tem no filme. Michael Sheen é o divertido Trench, e já dá uma boa idéia do carisma e do talento que ele exibiu, anos mais tarde como o Tony Blair, de A RAINHA. E o diretor Shekar Kapur, em excelente performance, brinca com as areias do deserto, com a música épica de James Horner, as locações na Inglaterra, os jogos de luz e sombra, e as diversificadas tomadas, para melhor contar a trama. A Batalha de Abou Clea é um triunfo da fotografia, da encenação e dos truques cinematográficos. As tomadas nas dunas do deserto e nos monumentos seculares da Inglaterra são belíssimas. A produção é grandiosa todo o tempo. E a bela música de James Horner está lá, sempre presente, para embalar este belo filme. |
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