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    A Batalha de Argel
    A Batalha de Argel
    Data de lançamento 1966 (2h 01min)
    Direção: Gillo Pontecorvo
    Elenco: Jean Martin, Yacef Saadi, Brahim Hadjadj mais
    Gêneros Guerra, Drama, Policial, Histórico
    Nacionalidades Argélia, Itália
    Usuários
    3,5 12 notas
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    Vou ver

    Sinopse e detalhes

    Entre os anos de 1954 e 1957, o povo da Argélia decidiu que não seria mais explorado: assim teve início o conflito que levou o país à sua independência. No entanto, a França, através de seu numeroso exército, não estava disposta a deixar que a Argélia se tornasse independente. Começa aí uma verdadeira batalha em Argel, capital do país, travada principalmente entre os métodos convencionais da tropa francesa e as técnicas não-convencionais da FLN, a Frente de Libertação Nacional.
    Título original

    La Battaglia di Algeri

    Distribuidor -
    Ver detalhes técnicos
    Ano de produção 1966
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 2 curiosidades
    Orçamento $800 000
    Idiomas Argelino, Francês, Inglês, árabe
    Formato de produção -
    Cor Preto & Branco
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -
    Pela web

    Elenco

    Jean Martin
    Personagem : Coronel Mathieu
    Yacef Saadi
    Personagem : Djafar
    Brahim Hadjadj
    Personagem : Ali La Pointe
    Fusia El Kader
    Personagem : Halima
    Ficha completa

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    Fotos

    15 Fotos

    Curiosidades das filmagens

    Tá no festival

    Está entre os filmes exibidos no Festival de Toronto 2016.

    Vários

    - As indicações recebidas pelo filme ao Oscar foram em anos diferentes. Em 1967 A Batalha de Argel foi indicado na categoria de melhor filme estrangeiro, sendo que dois anos depois, quando estreou nos cinemas americanos, foi indicado nas demais categorias.

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    Comentários

    • Senhor Ivan
      Filme repleto de bons momentos e com ótimos nomes na produção.Logo de cara,temos a competente direção de Gillo Pontecorvo.E de quebra,temos a mão poderosa de Ennio Morricone na trilha sonora.O filme começa parecendo ser um Documentário.Mostra algumas imagens reais e logo nos primeiros minutos,temos a tortura como pano de fundo,e isso se estende até o fim.É um filme inteiramente dramático,um dos mais pesados e necessários que já pude assistir.>Assistido em 23 de Março de 2019-Dou nota 8/10
    • Andries Viljoen
      Filmado em preto-e-branco, com atores argelinos e franceses desconhecidos, recriando cenas e figuras históricas em locais de batalhas reais nos faz pensar que se trata de um documentário.La battaglia di Algeri, ou A Batalha de Argel narra eventos decisivos da guerra pela independência da Argélia (1962), marco do processo de libertação das colônias europeias na África.O roteiro se baseia em fatos ocorridos no período entre 1954 e 1962, mostrando os dois lados do conflito. Enquanto o exército usava técnicas de tortura e atacava os rebeldes, a FLN desenvolvia técnicas não-convencionais de combate, baseadas na guerrilha e no terrorismo.Em sua primeira parte, o filme exibe a campanha de terror desencadeada pela Frente de Libertação Nacional contra o domínio colonial francês, já a segunda metade destaca a reação do exército francês, que consiste principalmente em uma campanha de tortura e assassinatos.As ações terroristas se intensificaram à medida que a repressão se tornou mais eficiente, passando dos assassinatos de policiais às bombas em restaurantes, bares e clubes frequentados por jovens franceses.
    • Andries Viljoen
      Apesar da obra ser de 1965, a temática da violência é abordada de tal forma que faz com que o filme, falado em francês e árabe e dirigido pelo italiano Gillo Pontecorvo, seja sempre atual, pois poderíamos ainda utilizá-lo para compreender, por exemplo, as revoltas árabes e os conflitos na Palestina, Afeganistão e Sudão e muitos outros.A tortura, ao lado do terrorismo, permanece como um dos temas mais atuais e faz com que o filme preserve sua força como um marco do cinema político. Em 2014, A Batalha de Argel ganho uma nova edição em DVD do Instituto Moreira Salles (IMS), acompanhado de um ensaio de 28 páginas assinado pelo crítico José Carlos Avellar, curador da área de cinema do IMS.
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