Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    A Liberdade é Azul
    Média
    4,1
    166 notas e 26 críticas
    distribuição de 26 críticas por nota
    12 críticas
    5 críticas
    7 críticas
    1 crítica
    0 crítica
    1 crítica
    Você assistiu A Liberdade é Azul ?

    26 críticas do leitor

    Lucas S.
    Lucas S.

    Segui-los 145 seguidores Ler as 204 críticas deles

    3,5
    Enviada em 21 de janeiro de 2017
    O jogo de palavras com o título da trilogia achei genial. Relacionando o lema da revolução francesa, e hoje base de muitas constituições pelo mundo, com as cores da bandeira francesa. No entanto não ficou simplesmente no nome, neste filme a matiz azul é representada em sutilezas durante o desenrolar. O enredo é delicado e reflexivo. Pois, após um acidente de carro, a protagonista perde seu marido e sua filha e é deste ponto que ela tem que continuar sua vida. No filme é apresentado como ela reage e quais são suas atitudes depois desse desastre em sua vida. E como referência principal, seu falecido marido é um compositor de músicas clássicas, reverenciado em toda França e Europa, assim sua perda é brutal, mas existe uma obra inacabada e aguardada, o que cumprirá a ela e ao braço direito do falecido tentar dar uma continuidade. Notadamente toda a trilha sonora apresentada é intrínseca ao filme e dela faz parte.
    Adriano Côrtes Santos
    Adriano Côrtes Santos

    Segui-los 287 seguidores Ler as 277 críticas deles

    5,0
    Enviada em 1 de abril de 2019
    A história de Julie (Juliette Binoche, em espetacular atuação), uma mulher que perde a filha e o marido, um famoso compositor, em um acidente de carro. Traumatizada, procura se libertar de tudo que representa o passado e, aos poucos, tenta reencontrar a liberdade de viver. O primeiro filme da “Trilogia das Cores” do cineasta polonês Krzysztof Kieslowski, inspirado pelo significado da primeira cor da bandeira francesa (liberdade). Um filme misterioso e indireto, com resultados tão belos quanto assediantes. Além de ter uma trilha sonora magistral e fotografia magnífica, o diretor aguça nosso o olhar sobre as emoções fugazes e detalhes que compõem a natureza humana. Roteiro irretocável cria um filme honesto e cuidadoso sobre o funcionamento enigmático da alma. Binoche é o alicerce do filme, um desempenho forte e corajoso com seus tiques sutis que mostra um espírito dilacerado que aos poucos se recupera. Realmente uma obra-prima. Premiações: César de melhor atriz (França); Leão de Ouro (melhor filme) Itália; Prêmio Goya de melhor filme; Globo de Ouro (EUA), indicado nas categorias de melhor atriz de cinema — drama (Juliette Binoche), melhor filme estrangeiro e melhor trilha sonora original.
    William Castilho W.
    William Castilho W.

    Segui-los 1 seguidor Ler as 27 críticas deles

    5,0
    Enviada em 11 de junho de 2014
    O primeiro encontro de Juliette Binoche com o mostro sagrado do cinema Europeu Krzysztof Kieslowski. O primeiro filme da Trilogia das cores da bandeira da França. Azul, Branco e Vermelho. Julie é uma ex modelo que perdi o Marido músico-compositor clássico e filha num acidente de carro. Ela tem que ligar com a perda e começar do zero. Onde encontrar forças para isso? Há sentido viver? Pode-se dizer que este é um filme feito especialmente da segura direção de Kieslowski e da interpretação de Juliette Binoche. Os closes e o azul que predomina no filme são de uma delicadeza e lirismo arrebatadores. A trilha sonora que é uma marca de Kieslowski é de profunda importância e compõe toda dramaticidade das cenas. Juliette Binoche fez um trabalho visceral, profundo e de extrema delicadeza. Ganhou o César, considerado o Oscar Francês.
    Quer ver mais críticas?
    • As últimas críticas do AdoroCinema
    Back to Top