Notas dos Filmes
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    Tomates Verdes Fritos
    Média
    4,4
    237 notas e 47 críticas
    distribuição de 47 críticas por nota
    21 críticas
    16 críticas
    5 críticas
    4 críticas
    1 crítica
    0 crítica
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    47 críticas do leitor

    Elvira A.
    Elvira A.

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    4,0
    Enviada em 28 de setembro de 2013
    Um filme com enredo diferente, oscilando entre a nostalgia e a tragicomédia, e com grandes atuações de Jessica Tandy, Kathy Bates, Mary Stuart Materson e Mary-Louise Parker. Bela trilha sonora. O filme dividiu o público: houve quem o considerasse um dos melhores filmes da década, enquanto outros o receberam com frieza.
    Amanda F.
    Amanda F.

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    5,0
    Enviada em 13 de fevereiro de 2013
    Lindo demais, é uma filme que mostra o que é a verdadeira amizade! O filme mais bonito que eu já vi, chorei e ri assistindo!
    Wellingta M
    Wellingta M

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Esse filme é lindo e marcou minha vida Uma estória fantástica da amizade entre duas mulheres enfrentando todo o machismo e o preconceito racial da época.As quatro atrizes arrebentam no filme e eu chorei horrores. Recomendadíssimo!.
    Mauri
    Mauri

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Assiti esse filme a poucos dias,fui ao Rio resolver umas coisas e estava sem fazer nada no ap do meu irmão, então decidi vasculhar suas caixas de filmes e no meio de centenas deles eu encontrei ete tesouro, não imaginei que um filme de 20 anos atrás de me emocionaria tanto,tenho certeza que me marcou de agora pra sempre, simplicidade nobre que faz deste um épico para ser lembrado sempre,Agora Tomates Verdes e fritos está a lado de E o vento levou como os inesquecíveis de minha vida de 21 anos, assistirei sempre que der,épico, emocionante naturalmente sem forçar,é o tipo de filme que não apelou a artificialidades para tocar, grande por natureza, personagens que apaixonam,é o tipo de obra que vale a pena dedicar quase duas horas da vida para prestigiar, não só um pouco do tempo mas várias horas ao longo da vida e aprender e refletir com este marco. Recomendo e quero agora ler o livro.
    Rodrigo S.
    Rodrigo S.

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    4,0
    Enviada em 27 de dezembro de 2012
    Em tempos onde a amizade, o amor e a reciprocidade não são tão comuns, o filme "Tomates Verdes Fritos" mostra a importância desses sentimentos. A amizade e a cumplicidade entre as personagens é prova de que não há nada mais importante do que sinceridade e companherismo,mesmo em momentos onde tudo parece crítico, onde tudo é crise. Recomendo que assistam essa linda e comovente história, que com certeza lhes trará um momento de reflexão.
    Anne S
    Anne S

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    2,5
    Enviada em 10 de agosto de 2017
    "Tomates Verdes Fritos" tornou-se um clássico, e como tal, deve ser respeitado. Porém, há muito pouco de bom no filme. Excelente fotografia e atuações magnificas de Mary Stuart Masterson e Mary-Louise Parker. E só. Kahy Bates e Jessica Tandy, apesar de talentosas estão apenas burocráticas. O filme nem é tão longo, mas discorre monótono, história morna. É preciso sensibilidade sim, roteiros podem ser poéticos sim, mas o todo desse filme poderia ter sido melhor concebido e realizado.
    Rodrigo o que?
    Rodrigo o que?

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    3,5
    Enviada em 28 de junho de 2020
    Com uma história doce e agradável, Tomatoes verdes fritos entra pra minha lista de Melhores filmes pra se ver numa tarde sem nada pra fazer❤️👍
    Andreza S.
    Andreza S.

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    4,5
    Enviada em 20 de março de 2016
    realmente uma história linda e verdadeira sobre amizade e como as pessoas podem ser fortes! Super recomendo!
    andreluizgf
    andreluizgf

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Muitas pessoas não assistem pelo nome do filme. Pensam que deve ser alguma comédia em que ficam fritando tomates verdes que nem loucos. Sei disso porque muitos amigos me disseram essas bobagens. O filme é excelente. Um drama bem elaborado. Fala sobre amizade, amor, preconceito, casamento, velhice, morte, entre outros temas. Quem ainda não viu, está perdendo uma grande obra do cinema.
    Walmir R.
    Walmir R.

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    4,5
    Enviada em 21 de maio de 2014
    Tomates verdes e fritos. Se é verdade que essa história remete ao encontro de alguns dados da história cultural americana como racismo, preconceito e repressão emocional, revela-nos também, por outro lado, uma história peculiar, de personagens marcados por dramas pessoais. O roteiro, de um modo geral, conta a história de um conflito entre um mundo exterior e um outro interior. O retorno de fora para si, que diz respeito à ingerência dos valores morais, culturais e normativos representados no filme – e aí o interessante –, não pela aceitação, mas pela negação de Idgie à rotina religiosa e conservadora dos moradores de Whistle Stop, no Alabama, desperta nessa personagem o seu inquieto lado “Towanda”, que lhe inspira o seu jeito tão não-convencional de ser, se revelando muito mais como uma identidade sua. Na verdade, Idge e Towanda são uma só. Idgie perdera seu irmão Buddy; o luto, tão corrente nesse enredo, pôde significar, no início, um isolamento, por achar que ninguém mais a entenderia. Mas a amizade de Ruth traz Idgie de novo a uma história que na verdade Idgie é quem a apresentará a Ruth, e também a Evelyn Couch, através das palavras da senhora Threadgoode. Essa sua identidade que havia sido reprimida com a morte de Buddy pode ser novamente vivenciada através da experiência do encontro de uma amizade. Um dos pilares do roteiro é justamente a necessidade da revelação de uma espécie de “identidade inconsciente”, já denunciada pelo próprio título do filme. Desse modo, começando justamente pelo título, que alude à iguaria preferida da senhora Threadgoode, o roteiro conduz à trama tão íntima e singular que se desenrolou naqueles dias em torno do Café. A desconfiança à proximidade de Idgie e Ruth, que simboliza a desconfiança social que paira sobre indivíduos potencialmente descumpridores de normas convencionais e valores culturais estabelecidos (como a proximidade com os negros, por exemplo, numa época em que ardia o odioso fogo da Ku Klux Klan), acaba por ceder lugar à beleza de uma amizade verdadeira. De fato, talvez essa seja uma função da arte, e em especial do cinema, que nos aproximam tanto de nós mesmos: traçar um perfil perfeito dos acontecimentos ou das coisas. No caso dessa história, a amizade entre Idgie e Ruth, ímpar, com um ingrediente emocional só delas, como a história de cada um de nós.
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