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    O Diabo Veste Prada
    Média
    4,5
    3848 notas e 415 críticas
    distribuição de 415 críticas por nota
    119 críticas
    153 críticas
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    6 críticas
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    415 críticas do leitor

    Jonas Furtado Bittencourt
    Jonas Furtado Bittencourt

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    4,0
    Enviada em 15 de novembro de 2019
    Uma das melhores comédias dos últimos anos, com o diferencial de focar em temáticas essencialmente do universo feminino, em um filme leve protagonizado por duas atrizes em sintonia quase perfeita(com Anne Hathaway roubando a cena de Streep em alguns momentos). Trilha sonora muito boa e destaque também para uma então principiante no cinema, Emily Blunt, dentre o elenco coadjuvante. O filme foi um dos maiores sucessos de bilheteria em 2006, mas não foi tão bem de crítica, injustamente, ao meu ver. É no geral um filme bem subestimado por algumas pessoas, principalmente os cinéfilos mais hardcore, por ser clichê e previsível e não passar uma mensagem clara. Mas eu acho que o filme não tinha muita ambição de fazer comentários mais ácidos e incisivos sobre o mundo da moda, o papel da mulher, ou mesmo sobre o conceito de beleza, é apenas uma comédia descompromissada feita para o público médio que também tem toques de drama. Enfim, não é nem de longe o que se pode chamar de ''grande obra do cinema'', mas é sim no geral um filme muito eficiente no que se propõe.
    Wagner L.
    Wagner L.

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    5,0
    Enviada em 28 de abril de 2015
    O filme o Diabo Veste Prada, ele retrata todo o processo administrativo de uma empresa de sucesso. Na verdade o filme foi muito bem elaborado, pois logo no seu início, nos deparamos com Andreia Andy encarando a poderosa e temida Miranda Priestly, que mesmo fora do padrão para assumir a função na qual se candidata, ela insistentemente se julga capaz de desempenhar a função. Uma segunda situação, trata-se de uma concorrência e em seguida uma ameaça vivida pelas jovens: Emily e Andreia. Andreia desajeitada, tem que se adaptar a um novo ambiente, mudar seu comportamento e pra isso busca a cada dia se capacitar, se inovando e buscando a perfeição, pois no seu novo emprego, o funcionário não pode se dar ao luxo de ser bom, ele tem que ser perfeito, tem que ser completo. Lidar com Miranda não é nada fácil, pois ele é muito perfeccionista e Emily e Andreia tem que ter atenção total e estarem sempre focadas. Para Andreia, sobreviver naquele ambiente é um desafio total, por tanto ela precisa se preparar, tem que buscar alternativas, encarar novos desafios e principalmente, superar problemas. Não é fácil suportar toda aquela situação, muitos desistem com as pressões, outros não conseguem absolver tantas informações e acabam sendo descartados e outros não se atrevem nem a começar. Quando Miranda decide que Emily não irá mais com ela para Paris, ela deixa claro para Andreia que decisões importantes tem que ser tomadas e que temos que saber aproveitar as oportunidades e está preparado para encarar novos desafios. Quando Andreia fica sabendo que Jaqueline substituirá Miranda, ela busca de toda forma comunicar tal fato, porém se surpreende quando Miranda em seu discurso, anuncia tal fato, mostrando que ter conhecimento do que se faz é importante para qualquer negócio, para que não sejamos pegos de surpresa e para nos anteciparmos aos problemas. No final do filme, Andreia nos ensina que é preciso saber o que de fato queremos, se estamos no lugar certo ou não e que diferente de decisões, escolhas também são importantes e que a nossa vida pessoal ela pode de maneira alguma intervir na profissional, mais com toda certeza ela pode influenciar. O que mais destaca-se durante todo o filme, é a conquista da confiança e do respeito por Andreia e que: disciplina, compromisso, dedicação e responsabilidade, são quesitos indispensáveis para o sucesso de qualquer profissional e que acreditar em seus objetivos, acreditar em seu potencial é primeiro passo a ser dado. O filme é excelente e muito bom para quem está cursando Administração de empresas. Atenciosamente; Wagner Lopes Paiva Araújo
    jpvarp_25
    jpvarp_25

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Já ví esse filme três vezes e é ótimo mesmo como todos disseram nos comentários acima. Ressalto ainda que esse filme é primordial para todos que estão formando em administração, pois trata de diversos conceitos, tais como: cultura organizacional, profissionalismo, separação entre o que é pessoal e o que é empresarial, ética e conduta profissional. Meryl Streep está impagável nesse filme e merecia um Oscar, pois fez uma executiva da revista dura, rígida, extremamente profissional, e um olhar bastava para os subordinados entenderem o que ela queria, já que era o trabalho dela ser assim. No entanto, na vida pessoal era extremente sensível e tinha problemas comuns como qualquer outra pessoa, tal como separação, afastamento da família, etc. Um filme para ser visto e revisto diversas vezes!
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    5,0
    Enviada em 21 de outubro de 2017
    Meryl Streep em um dos melhores papéis de sua carreira (o que não é pouca coisa). Olhe sua entonação entediada, sem levantar a voz, sem sequer olhar para os olhos de seus funcionários. Olhe como enumera de maneira apática e precisa de onde veio o azul que sua nova secretária está usando. O azul dela tem um nome específico, a secretária não se liga pra moda, e Streep simplesmente a coloca em seu lugar. cinetenisverde.com.br
    Vinipassos
    Vinipassos

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    3,5
    Enviada em 6 de fevereiro de 2013
    Um filme divertidíssimo e com uma temática um tanto quanto delicada, pq o mundo da moda é de extremo valor nos países do Primeiro Mundo. Enfim, não assisto aos filmes que a Meryl Streep faz, mas vendo esse, dá pra notar a tamanha qualidade que ela tem. A canção cantada pela Alanis Morissette cai como uma luva ao longa, fico perfeito. Bom filme, um bom divertimento principalmente nas tardes de domingo rsrsrs
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 12 de novembro de 2014
    Um desfile de boas roupas e também uma passarela de boas mulheres.Assim será o enredo de O Diabo Veste Prada.A história é simples,que ainda assim consegue divertir.Sendo que o centro das atenções fica com a história de Andy,personagem de Anne Hathaway.Que tem que rebolar e mudar totalmente seu jeito de viver por conta de seu novo emprego.Assim como ela viveu em,O Diário da Princesa,que se transforma rapidamente e deixa a sua vida de esquisita pra trás.A comédia vivida dentro do escritório é cativante.Onde mostra bons momentos que acontecem realmente na vida real.E sobre as beldades,é maravilhoso ver junta,fora Hathaway,Emily Blunt,Meryl Streep e a nossa querida,Gisele Bundchen.
    Elvira A.
    Elvira A.

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    4,0
    Enviada em 25 de setembro de 2013
    O filme vale a pena ser visto pelos desempenhos de Meryl Streep e Anne Hathaway, que, além de representarem a poderosa editora da revista de moda e a assistente, mostram duas gerações de atrizes igualmente talentosas. As imagens de Paris são lindas.
    Neto S.
    Neto S.

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    4,0
    Enviada em 6 de dezembro de 2013
    Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim. O Diabo Veste Prada é Um Filme Muito Bom , Com Otimas Atuaçoes , Otima Produçao Nota 9.0
    Phelipe V.
    Phelipe V.

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    5,0
    Enviada em 30 de junho de 2013
    Hoje, depois de passado tanto tempo do lançamento de O Diabo Veste Prada podemos analisar o porquê de ele ter feito tanto sucesso, até posterior ao seu real lançamento, e o motivo dele ter virado um verdadeiro clássico cult. A verdade é que ele, apesar de parecer, não é um simples filme sobre as futilidades do mundo da moda. Eu diria que é o principal filme até hoje sobre o mundo da moda. E não só por causa da história de Andy e Miranda que se cruzam de forma tão oposta pra no final as semelhanças virem à tona, mas principalmente por causa do bom desenvolvimento de roteiro. Todas os principais rumos e direções que um roteirista tem que assumir ao adaptar um livro foram seguidos aqui por Aline Brosh McKenna. Falando isso não digo apenas de história, mas também de estrutura. Tudo acontece aqui por uma razão. Por exemplo, o namoro de Andy e Nate vai se deteriorando com o tempo: das cenas iniciais quando Andy ainda era uma garota simples que se veste mal, até o final da relação deles, podemos ver, aos poucos, a forma com que Andy vai se desligando realmente de Nate. O que nos leva à transformação da protagonista, que é onde o filme se cria. A partir do momento em que Andy começa a mudar seu vestuário pra se adequar ao seu ambiente de trabalho, sua mudança de personalidade se inicia. (em certo momento, Emily diz: "You sold your soul to the devil when you put on your first pair of Jimmy Choo's, I saw it."). É tudo concebido de tal forma que torna-se necessário, por mais inoportuno que possa parecer, que Andy largue Miranda naquele ponto crucial no desfecho do filme. Os diálogos, sempre sensacionais, revelam para a própria personagem que o lado humano de Miranda, que ela havia se apegado até então, não existe. E ao se chocar com a própria realidade impiedosa, a de ter feito com Emily o mesmo que sua chefe fez com Niguel, vê que está realmente se transformando no que tanto rechaçava inicialmente. E prova pra Miranda que ela mesma não é, de jeito algum, parecida com a editora-chefe da Runway. Construir a história de tal forma para que culminasse naquele momento, então, torna-se o grande trunfo, e o motivo porque o filme cresceu tanto no "boca-a-boca", perdurando até hoje. Mas não só Andy é personagem principal, pois não haveria a trajetória não fosse Miranda. Brilhantemente atuada por Meryl Streep, num dos melhores momentos de sua carreira, inclusive carregando a personagem com expressões e trejeitos que até então a, já veterana, atriz não havia mostrado. Miranda, que vê como objetivo de vida o reconhecimento que conseguiu no mercado, por outro lado não se dá bem em sua vida pessoal. Pode soar clichê, mas um clichê bem trabalhado nunca fica ruim. E é o que acontece aqui, até porque a megera é impassível até em seus pontos fracos. Ao fazer o que fez com Nigel, pra proteger o próprio pescoço, podemos perceber que realmente o filme estava preparando o espectador pra chegar àquele momento, desde que a chefe testa a assistente, fazendo-a escolher entre ir a Paris ou perder todas as chances de ter uma carreira promissora. A diferença aqui, mora no fato de que para Andy, ela não tinha escolha. Já para Miranda, essa é apenas mais uma das escolhas que se tem que fazer no meio empresarial. E Andy fica sem palavras porque percebe que Miranda está certa. Assim, quando Andy decide que não quer ser obrigada a fazer essas escolhas, coloca em cheque sua própria conduta. E ao final as palavras de Miranda são de livre interpretação. Andy foi a maior decepção que ela já teve, porque ali realmente não era o seu lugar. O sorriso da ms. Priestly representa, então, uma aprovação. Não pelo que Andy fez, mas pelo que ela poderia fazer. Ou melhor, o que a garota era ou seria capaz de fazer. No fim, Andy havia feito algo certo e marcado, de alguma forma bem diferente das demais, aquela mulher tão impassível e sem amigos.
    Camilla M.
    Camilla M.

    Segui-los 354 seguidores Ler as 253 críticas deles

    4,5
    Enviada em 29 de março de 2015
    Não sei do que reclamar, só da classificação do filme como comédia porque eu enxerguei um pouco de drama também mas só pelo fato de muito da nossa realidade consumista estar descarada nesse longa. Todas as atuações estamos excelentes, inclusive até a pequena participação da Gisele Bündchen estava boa. O figurino estava muito bom mesmo, o roteiro estava maravilhoso e a fotografia sem muito a dizer estava muito boa também. Pode ser que muitos não gostem mas eu acredito que vale muito a pena assistir mais pela análise de tudo o que se passa, além de ser bastante divertido.
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