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    Sin City: A Dama Fatal
    Média
    4,0
    588 notas e 65 críticas
    distribuição de 65 críticas por nota
    8 críticas
    13 críticas
    30 críticas
    10 críticas
    1 crítica
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    65 críticas do leitor

    Eduardo Santos
    Eduardo Santos

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    4,5
    Enviada em 17 de setembro de 2014
    Já vou avisando de antemão. Só recomendo este filme para quem já viu o primeiro e gostou muito como eu, caso contrário, você poderá acabar dormindo na sala de exibição assim como um senhor que estava na minha fileira e roncava descaradamente. O filme, mais uma vez baseado em histórias da graphic novel criada por Frank Miller (que não só divide a direção do longa com o Robert Rodriguez, mas também assina o roteiro e faz figuração no filme), é uma excelente miscelânea de filme noir, com algumas cenas de ação e exageros cênicos. Quem já viu o primeiro filme, já sabe o que esperar, pois este filme segue a mesma linha: clima policial para narrar histórias interligadas por personagens caricatos, mas bem interessantes. Violência sobre-humana, estereótipos de um policial burro, prostitutas vingadoras, um malandro metido a espertinho, machões inveterados, um poderoso acima de tudo e de todos, femme fatales... tudo está lá, em preto, branco, vermelho, azul, verde e amarelo... As cores vibrantes contrastam com preto e branco de maneira muito impactante e bonita. Não há mais a novidade do estilo visual impressionante do primeiro filme, pois tudo soa repetido, adicionando o fato que os efeitos 3D em si se mostram irrelevantes, mas isso não significa que as imagens sejam decepcionantes. O elenco em si é um show a parte. Revemos os personagens do longa anterior nas mãos de Jessica Alba (com sua voluptuosa Nancy Callahan), Mickey Rourke (com seu incansável Marv, spoiler: que havia morrido no filme passado e não é explicado seu retorno, mas enfim... ), Bruce Willis (com spoiler: seu fantasma de Hartigan), Rosario Dawson (com sua voluntariosa Gail) e Powers Boothe (como o odioso Senador Roark). Michael Clarke Duncan, falecido em 2012, foi muito bem substituído por Dennis Haysbert (personagem cuja importância é bem maior nesse segundo filme), e Clive Owen, sabe-se lá porque, foi substituído por Josh Brolin na pele de Dwight. A atriz que faz a prostituta-ninja Miho, também foi alterada, mas o efeito é o mesmo. E ainda temos o plus de personagens não vistos no longa anterior, com destaque para Johnny (Joseph Gordon-Levitt, muito bem por sinal), Joey (Ray Liotta resurgindo do limbo), Kroenig (na pele de Christopher Lloyd), Mort (Christopher Meloni, bem diferente dos papeis que o tornaram conhecido) e principalmente Ava (Eva Green, mais uma vez arrancando suspiros da ala masculina, com a Dama Fatal do título, em mais uma interpretação incrível de femme fatale que lhe cai tão bem). A narrativa, alterando as histórias dos personagens, é bastante interessante, embora o desenvolvimento da história da Dama Fatal é realmente a melhor de todas, não desmerecendo as outras, que também são muito boas. Como disse no começo, é um filme para fãs. Não espere encontrar ali um ótimo filme, se você não curte exageros elevados à milésima potência. Há ainda diálogos muito bem bolados (e que causam até mesmo reflexão do jogo de corrupção e poder, por exemplo, em se tratando do ultrajante Senador Roark), cenas impressionantes ( spoiler: como a do corte coletiva de cabeças com espadas afiadas ) e a sensação de entretenimento visceral de qualidade. Pena que eu tenho certeza que muita gente não vai gostar, mas se você estiver com mente aberta, é capaz de se divertir bastante com o trash cool que é o filme.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    3,0
    Enviada em 27 de setembro de 2014
    Um bom filme. É do tipo meio animação, meio filmagem real. Os personagens são muito caricaturas, mas não é ruim. São três histórias que acontecem simultaneamente. A dama fatal, o jogador compulsivo e a streep vingadora. Como personagem central nas três histórias está Marv (Mickey Rourke). Como personagens deslumbrantes, Nancy (Jessica Alba) e Ava (Eva Green). Os enredos satisfazem. Só não entendi o jogador compulsivo, entrou no filme apenas para preencher o tempo e caracterizar seu adversário o vilão.
    Cristiano M.
    Cristiano M.

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    0,5
    Enviada em 28 de setembro de 2014
    pensa em um filme PÉSSIMO sem graça todo em preto e branco com efeitos visuais que relembram os filmes da época do meu tataravô e com uma narração sem emoção. PÉSSIMO PÉSSIMO
    Luis R.
    Luis R.

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    3,5
    Enviada em 30 de julho de 2015
    Bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    anônimo
    Um visitante
    2,5
    Enviada em 25 de setembro de 2014
    Voltamos a cidade do pecado.Onde a história irá mostrar mais uma vez o que o primeiro capítulo deixou para trás.O segundo capítulo de Sin City,retorna com violência preta e branca,e com muita sede de vingança.Trazendo alguns remanescentes do primeiro,como Bruce Willis,Mickey Rourke,Rosario Dawson,Jessica Alba e os diretores,Frank Miller e Robert Rodriguez.E trazendo caras novas,que fizeram ótimas aparições,no caso de Joseph Gordon,Josh Brolin,Eva Green.E também tem os que apareceram como uma bala,que foi,Jamie Chung,Ray Liotta e Lady Gaga.Sin City:A Dama Fatal,é visivelmente abaixo do anterior.Focando a história,na verdadeira dama fatal,que é Eva Green.Onde a sua personagem combina ao máximo com sua pessoa.Atraente,e que já está meio que acostumada a viver esses tipos de personagens sem nenhuma roupa sequer.Um dos setores mais atingindos foi a parte da violência,que preferiram poupar certos tipos de cena,e apostar mas nos diálogos.O que ficou bem legal em relação ao primeiro.Aproveita cada personagem com mas tempo,e faz com que a história seja bem construída.
    Roberto O.
    Roberto O.

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    2,5
    Enviada em 8 de outubro de 2014
    Ambientação noir continua a permear as noites na cidade do pecado Film noir (pronuncia-se “film noar”) é uma expressão quem vem do francês, cuja tradução literal seria “filme preto”. O termo (usado pela primeira vez em 1946 por um crítico da França, obviamente) remete a um estilo cinematográfico surgido involuntariamente, e sem se dar conta de sua importância, na Hollywood da década de 1940, influenciado pelo expressionismo alemão e marcado, portanto, pelo uso contrastante de luzes e sombras – muito mais sombras do que luzes – na construção de ambientações predominantemente noturnas e fortemente climáticas que, por sua vez, enfatizavam o pessimismo, a ironia e a paranoia das histórias de crimes que eram contadas, muitas vezes fora de ordem cronológica, e que envolviam, entre outros estereótipos, anti-heróis à margem da lei (ou completamente fora dela), gângsteres intocáveis e... damas fatais. A ausência de cores – que apesar de terem surgido no cinema em 1936 só se consolidariam alguns anos mais trade – salientava a dramaticidade alcançada pelo uso criativo dos tons de cinza (muito mais de cinquenta). E as tramas, muitas delas adaptadas de literatura policial barata, os famosos pulp fiction, ofereciam uma generosa imersão ao submundo dos centros urbanos. Uma característica curiosa utilizada em vários expoentes do gênero era a narração, que poderia ser ouvida em off em terceira pessoa por um locutor imparcial, ou pela voz e ponto de vista do próprio protagonista, fosse ele mocinho ou vilão. Outro diferencial era justamente a indefinição no conceito de bom e mau dos personagens, cujas motivações poderiam provocar ações dignas de serem “freudianamente” analisadas. Podemos citar O Falcão Maltês (1941) e Pacto de Sangue (1944) como exemplos clássicos deste gênero que, a despeito de seu aspecto despretensioso, acabou por influenciar, com o passar das décadas, não apenas o cinema, mas a cultura POP em geral, o que nos remete inerentemente à obra de Frank Miller. Sin City: A Dama Fatal retoma à risca a fórmula do anterior, Sin City – A Cidade do Pecado, de 2005, igualmente dirigido e roteirizado por Robert Rodriguez e Miller, a partir dos quadrinhos noir deste último. No entanto, a simples repetição de uma fórmula de sucesso não garante o êxito de uma nova obra. Aqui estão novamente a estética das HQs transposta para a tela em 24 quadros por segundo, os cenários gerados por computação gráfica após as filmagens com atores em fundo azul (ou verde), a violência exagerada e propositalmente inverossímil, o uso inteligente de alguns detalhes tingidos com cores “quentes” em meio ao P&B, salientando paixão, dualidade, raiva, dor ou simplesmente... pecado. Mal qual o ingrediente fundamental e imprescindível para a realização de um bom filme? Um bom roteiro. E este é o item mais derrapante desta nova coletânea de histórias que se passam nas noites eternas da cidade da iniquidade. Novamente, três narrativas se entrecruzam, das quais a melhor, sem “sombra” de dúvida (com o perdão do trocadilho), é a que envolve a “dama fatal” do título, Ava, mergulhando o espectador em toda a exuberância de sua beleza irresistivelmente provocante e perigosamente mortal (Eva Green, não hesitando em expor sem nenhum pudor sua esplendorosa nudez, já vista este ano em 300 – A Ascenção do Império, outra cria de Miller). Este episódio, que dá nome ao longa, é o único que já foi publicado em formato de HQ. Os outros dois trechos inéditos, que poderiam ser nominados como “as desventuras de um jovem prodígio do pôquer”, e “a vingança de Nancy – a stripper”, apesar de não serem de todo ruins, empalidecem se comparados com a potencialidade narrativa das histórias vistas no longa original. Seguramente, Jessica Alba, como a “bonitinha, mas ordinária” Nancy, e Mickey Rourke, como o sempre truculento Marv, contribuem com seus papéis não apenas para amarrar as histórias deste longa, mas também interligá-las às do anterior. O roteiro inclusive mescla, de forma interessante, fatos ocorridos antes e depois dos mostrados no primeiro filme, despertando a atenção do espectador mais atento. Entretanto, a troca de atores em papéis outrora empolgantes diminui drasticamente o impacto de suas cenas. O falecimento do carismático gigante Michael Clarke Duncan em 2012 tornou necessária a contratação de outro ator para viver seu papel, e coube a Dennis Haysbert a ingrata tarefa, ao passo que a jovem Brittany Murphy repetiria sua personagem se não tivesse nos deixado precocemente em 2009. O aventureiro Dwight e a samurai nipônica Miho também ganharam novos intérpretes, provavelmente em decorrência de agenda ou desacordos contratuais. Igualmente anticlimático é ver um dos personagens principais do longa de 2005, ainda que vivido pelo mesmo ator, aparecendo aqui apenas como um “fantasminha camarada”. Se um bom elenco não salva um roteiro ruim, o que dizer de um elenco desfalcado e desorientado? Rodriguez e Miller (que fazem uma rápida ponta) bem que tentaram, mas, além dos fatores acima citados, o hiato de nove anos que separa as duas produções só diminui o interesse gerado pelo novo longa, que tampouco apresenta inovações tecnológicas relevantes o suficiente para causar um impacto sequer semelhante àquele proporcionado em 2005. A adesão do 3D só confirma a utilização apenas decorativa que tem sido feita ultimamente deste recurso que tanto potencial possui, ainda à espera de ser devidamente desenvolvido. Resta, portanto, apenas a curiosidade de acompanhar neste longa três novos e razoáveis episódios noir, ambientados em uma cidade que já foi bem mais interessante.
    Ana B.
    Ana B.

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    3,5
    Enviada em 7 de setembro de 2014
    Sin City, é um filme até bom, ma ele está muito ligado ao anterior, todo o enredo do filme está muito ligado ao primeiro - Sin City cidade do pecado. Quem não assistiu o primeiro, vai ficar meio que "voando",sem entender muita coisa. A história em si não se sustenta, pois é muito dependente do primeiro filme. Tem muitas personagens essenciais para o desenrolar da drama que entram e saem de cena num piscar de olhos e se você não prestar atenção, vai não vai entender muito. Tem muitos exageros, algumas cenas que desafiam a lógica e até a lei da gravidade, mas filme é filme
    João H.
    João H.

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    0,5
    Enviada em 26 de setembro de 2014
    muito ruim não gostei tinha umas 20 pessoas na sala que assisti e no fim do filme so tinha eu e outro cara 18 foram embora
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

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    3,0
    Enviada em 26 de abril de 2020
    Um pouco inferior ao primeiro,porém mais fácil de entender. Por ser menos tempo,a história é mais dinâmica. Adoro a narrativa ser feita pelos próprios personagens. Mostra o poder que a mulher exerce sobre o homem.
    Crismika
    Crismika

    Segui-los 181 seguidores Ler as 301 críticas deles

    4,0
    Enviada em 31 de julho de 2019
    A sequência de Sin City - a cidade do pecado é mais do mesmo. Sin City, a dama fatal deixa a desejar na história, na troca do personagem vivido por Clive Owen e também na ausência do Quentin Tarantino na direção. Mas a fotografia, os efeitos e tudo mais vale a pena. Um excelente entretenimento!!!
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