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A Vida Secreta das Palavras
Média
4,1
57 notas e 5 críticas
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5 críticas do leitor

Dulcimar A.
Dulcimar A.

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5,0
Enviada em 25/01/13
Quando a dor é maior do que a alma consegue suportar, sobreviver é tão doloroso que viver pode tornar-se um verdadeiro absurdo. Este filme fala do amor transformador, mas foge totalmente dos clichês hollywoodianos.É aí que está seu grande trunfo para emocionar, surpreender e nos colocar diante de medos tão humanos quanto assustadores. Belíssima história que nos envolve do começo ao fim. Imperdível!
Jair
Jair

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2,0
Enviada em 22/10/10
Para começar, surpreendeu-me que o filme seja espanhol, não estou acostumado assistir filmes espanhóis a não ser Almodóvar.  Escrito e dirigido por Isabel Coixet, profícua diretora de séries da TV espanhola e com passagem marcante pelo cinema. Tem Tim Robbins numa atuação limitada pelo personagem que está temporariamente cego e acamado, mas com presença bem expressiva e convincente. A canadense Sarah Polley, da qual só lembro de, “As aventuras do Barão Muchausen”, de 1988, está na área desde 1985 e é uma atriz fantástica. Considerando que todos os demais atores do elenco, com exceção de Tim Robbins, apenas marcam presença, a personagem Hannah/Cora de Sarah, carrega o piano e se sai muito bem. Hannah tem 30 anos, é extremamente reservada e trabalha numa indústria de embalagens plásticas onde não se relaciona com ninguém. Depois de seu chefe insistir muito ela vai passar férias num modesto povoado costeiro, em frente a uma plataforma petrolífera. Lá, hospedada em pequeno hotel, toma conhecimento de um grave acidente na plataforma que a faz lembrar-se que é (já foi) enfermeira. Contrariando sua introversão, apresenta-se para cuidar de um acidentado Josef (Tim Robbins), que, devido à gravidade de seus ferimentos, não pode ser removido e está temporariamente privado da visão. Na plataforma, agora semi desativada por causa do acidente, existe um mini cosmo formado por vários homens, cada um com uma personalidade marcante. Não é preciso lembrar que num espaço limitado como a plataforma, não há como esperar muito movimento, muita ação, portanto, o desenrolar do enredo fica por conta do jeitão com o qual cada ator conduz seu personagem. Hannah, ao desembarcar do helicóptero que a transportou, tem um brevíssimo encontro com médico que até então cuidou do paciente Josef, já que o médico deixa a plataforma no mesmo helicóptero que a trouxe. Neste encontro vemos o primeiro laivo da profunda dor que vai pela alma de Hannah. A iniciar os cuidados ao paciente, nota-se que ambos têm cicatrizes na alma, e ele, muito mais falante, tenta ser galante tenta um aproximação com a enfermeira, embora esta, no princípio, se recuse a responder qualquer pergunta pessoal. Parece um duelo em que Josef quer saber tudo dela, enquanto ela nada responde, se limita a ações puramente profissionais. Hannah descobre no seu quarto o telefone celular onde tem uma mensagem de uma mulher que está lendo “Confissões de uma freira portuguesa”, e que se diz apaixonada por Josef que lhe deu o livro. Os dias passam, outros trabalhadores da plataforma mostram suas personalidades, o biólogo, o cozinheiro, o chefe, o zelador, o que cuida das máquinas, mas, o que conta é que Hannah vai rompendo o silêncio aos poucos, vai abrindo seu passado com pequenos gestos, monossílabos e atos os quais não passam despercebidos pelos outros, principalmente Josef, que também mostra que os esqueletos no seu armário o incomodam. As coisas vão se encaixando, de modo que ambos se vêem confessando suas dores e seus pesares, o passado que os acompanha é pesado e eles acabam, finalmente, abrindo-se um ao outro. Desnecessário dizer que encontram-se nas suas angústias e fazem uma catarse que os redime. Só que Hannah se recusa a assumir que gosta de Josef e, ao fim do tratamento, este é removido para um hospital e Hannah volta à sua vidinha insípida na fábrica.   Na verdade, o filme não é uma história de amor, é uma história de vidas despedaçadas por catástrofes (no caso de Hannah, guerra) causadas pelo próprio homem, e egoísmos que não levam conta o quanto podem prejudicar o outro, aquele que por estar ao lado não percebe o quanto um amigo pode ser falso. O fim da história cai no lugar comum que todos esperam e nada acrescenta à qualidade do roteiro e montagem excepcionais. É um ótimo filme. JAIR, Floripa, 01/09/10.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

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4,0
Enviada em 09/11/14
Um grande filme, um drama vivido por uma traumatizada mulher, sobrevivente da guerra dos balcãs, antiga Iugoslávia. A necessidade de viver isolada a levou a um trabalho em uma isolada plataforma marítima, longe da civilização. Nesse ambiente, encontrou diversos outros personagens que também procuravam se isolar da vida nas cidades. Foi um encontro de indiferentes e solitários cidadãos. O filme é intenso, muito bem dirigido e com interpretações impecáveis. Vale a pena.
Denise V.
Denise V.

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5,0
Enviada em 30/07/14
Filme maravilhoso, sensível, denso, lento , incrível.. Imperdível!
alexandrepastre
alexandrepastre

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2,0
Enviada em 28/08/10
Tamanha dedicação de Hanna ao trabalho, como negação às férias, e compaixão por Josef tem uma raiz clara. Quando o segredo do filme parece relevado e o restante poderia ser o continuísmo, a trama paulatinamente releva outras conotações, como a percepção sobre massacres envolvendo armênios, o período do nazismo e, principalmente, os conflitos nos Bálcãs. Paradoxalmente, muito do que Hanna quer, mesmo com a surdez provavelmente recebida na guerra, é mais silêncio. Ainda assim, isso ainda a persegue pelos motivos que o roteiro ajuda a mostrar com clareza. Outros assuntos paralelos, como o poder revelador do silêncio e a intensidade que as palavras ganham em certos contextos, também merecem nota.
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