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Pecar pelo excesso é um erro que alguns diretores nunca serão capazes de não cometer. Fica claro que Gus Van Sant tenta provar ser "cult" o tempo todo. Quer aparecer mais do que o roteiro. Sua movimentação de câmera e a monotonia dos grandes takes (em uma cena ele filma uma árvore por quase 5 minutos) é um belo convite à raiva. A frase "nem toda lucidez é velha, nem toda loucura é genial" é muito pertinente para esse caso. Uma pena alguém ter feito isso com a biografia de uma dos maiores músicos dos anos 90.
Adicionado em 08 de jan de 2005 às 00h00 Denunciar um abuso
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