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    Corações e Mentes
    Corações e Mentes
    Data de lançamento desconhecida / 1h 52min / Documentário
    Direção: Peter Davis
    Elenco: Richard Nixon, Robert F. Kennedy, Ronald Reagan
    Nacionalidade EUA
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    Sinopse e detalhes

    Uma investigação sobre a Guerra do Vietnã, através de imagens da guerra e entrevistas com ex-combatentes americanos e sobreviventes vietnamitas, analisando assuntos como a duração do conflito, o militarismo e o racismo entranhado na cultura dos Estados Unidos.
    Título original

    Hearts and Minds

    Distribuidor -
    Ver detalhes técnicos
    Ano de produção 1974
    Tipo de filme longa-metragem
    Curiosidades 1 curiosidade
    Orçamento -
    Idiomas Inglês
    Formato de produção -
    Cor Colorido e Preto & Branco
    Formato de áudio -
    Formato de projeção -
    Número Visa -
    Pela web

    Elenco

    Ronald Reagan
    Personagem : Himself
    Bob Hope
    Personagem : Himself
    Ficha completa

    Fotos

    12 Fotos

    Curiosidade das filmagens

    Vários

    - Foi o 1º documentário a dar voz aos vietnamitas sobre a Guerra do Vietnã e a apurar os efeitos da guerra no país.

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    quinta-feira, 30 de abril de 2015
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    Comentários

    • Andries Viljoen
      Certa feita alguns discípulos foram ao Templo de Delfos e perguntaram à sacerdotisa qual era o homem mais sábios entre os helenos, e ela respondeu que era Sócrates (cognominado o Vagabundo). Indagado Sócrates, respondeu que o templo assim o considerava, porque ele era o único que sabia que nada sabia (sic). Partindo dessa lição, confesso, muito ainda tenho a aprender; independentemente do gentil conselho. O socialismo dito científico, parido da cabeça de Marx, assim como as lições Adam Smith, hodiernamente, estão relegadas a contos. Em uma cabeça pouco versada em economia (ainda confessando minha total ignorância), entende que qualquer sistema político que se preocupe com o cidadão do nascimento ao túmulo (from birth to grave), é socialista: anda como um elefante, cheia elefante, perece um elefante; logo, é um elefante.Simples assim. Mais uma vez grato, Forte abraço.
    • Andries Viljoen
      A Guerra do Vietnã não foi simples, muito diferente da visão simplista que se cotam no péssimo ensino brasileiro, de americanos malvados perdedores, e vietcongues bonzinhos vencedores.Em primeiro lugar, é preciso responder a pergunta: quem venceu a guerra? Do ponto de vista político, a vitória foi toda dos vietnamitas. Do ponto de vista militar, porém, a realidade foi bem diferente. O body count não deixa dúvidas: no total, 58 mil soldados norte-americanos morreram durante o conflito. Do lado vietnamita, as baixas são incontáveis - fala-se em algo como 2 milhões de mortos. Por qualquer ângulo que se olhe, os EUA não foram derrotados militarmente no Vietnã - foi uma derrota política. Mais precisamente, uma derrota no front interno, dentro de casa. Acima de tudo, o Vietnã foi uma guerra midiática, a primeira dos tempos modernos. Pelo menos, a primeira a ser televisada. Isso fez toda a diferença no desenrolar do conflito. Os comunistas sabiam que, dada a superioridade bélica e tecnológica das tropas dos EUA, não poderiam derrotá-las em combate. Suas ações, portanto, visavam não a alcançar uma vitória militar, aliás impossível, mas a abalar a determinação moral do governo norte-americano de manter-se na guerra, conseguindo assim um efeito psicológico importante. Tática que seria repetida pelos terroristas de todos os matizes nas décadas seguintes, da OLP a Al-Qaeda. De certo modo, há um paralelo entre a Ofensiva do Tet e os atentados de 11/9. Não foi qualquer derrota no campo de batalha, mas sim as pressões da opinião pública, decorrentes das cenas de soldados norte-americanos mortos e feridos, mostradas pela primeira vez na televisão, o que levou a população norte-americana a pressionar os governos Johnson e Nixon a retirar as tropas do Vietnã. Graças ao poder avassalador da televisão, habilmente explorado pelos comunistas vietnamitas com a ajuda da New Left no Ocidente, a opinião pública norte-americana e mundial ficou conhecendo em todos os mórbidos detalhes as atrocidades cometidas pelos soldados norte-americanos, como o massacre de My Lai e os efeitos devastadores dos bombardeios ao Vietnã do Norte, mas permaneceu na ignorância total do que se passava do outro lado. Quando o exército dos EUA retomou, em 1968, a cidade de Huê, por exemplo, encontrou uma cova comum com cerca de 3 mil cadáveres de pessoas executadas pelos soldados do Vietnã do Norte, mas a opinião pública do mundo inteiro já estava ganha para a causa antiguerra e antiamericana. O Vietnã, sob controle dos comunistas do Norte, foi reunificado, tornando-se uma república socialista. Milhares de pessoas, sobretudo sul-vietnamitas, fugiram do país, resultando no fenômeno do boat people - semelhante aos balseros cubanos -, e, dos que ficaram, muitos foram executados ou enviados a campos de reeducação. Obviamente, nada disso teve a mesma repercussão na mídia ocidental. Criticam a guerra do Vietnã, esquecendo o contexto, e ignora que o regime de Ho Chi Min, depois da partida americana, matou em poucos anos cerca de três vezes mais que as duas décadas de guerra com os Estados Unidos. Não cita Camboja, que não teve intervenção americana, e por isso mesmo viu o Khmer Vermelho, do comunista Pol-Pot, trucidar algo como 30% de sua população. Esquece que o comunismo/socialismo matou mais de 100 milhões de pessoas e nunca trouxe desenvolvimento para nenhum país. Não estou defendo nem A nem B, mas não se deve ouvir lado apenas de um, os norte vietnamitas conseguiram ser piores que os norte americanos, pois mataram seu próprio povo para atingir seus propósitos, a implantação de um regime comunista em todo o vietnam.Jeddu Krisnhnamurti, filósofo, escritor e educador indiano, em um de seus pronunciamento, disse: 'Os políticos são malfeitores'...Cá, entre nós, se houvesse um regime político perfeito ele logo se tornaria contraproducente, pois que, teria que ser exercido por homens, que são imperfeitos.
    • Andries Viljoen
      Ser fascista não é coisa da raça humana, mas apenas decorrência natural do capitalismo selvagem, comandado por financistas gananciosos. Veja que a Escandinávia (Dinamarca, Suécia, Finlândia, etc.) também é capitalista, só não é fascista como os EUA! Você não vê nenhum povo escandinavo invadindo países para roubar petróleo ou outro recurso qualquer, nem interferindo nos assuntos internos de outros países para impor ditaduras impopulares... Porém, os países citados (Dinamarca, Suécia e Finlândia), não são capitalistas, São socialistas. Uma variante do Welfair State, ou, Estado de Bem Estar Social. A Inglaterra também tentou essa vertente socialista e fracassou. O que pude deduzir (embora seja socialista, não comunista, bem entendido), é que o Welfair State só consegue prosperar em pequenas nações. Mas, isso não vem ao caso. Você deve pesquisar mais um pouco sobre as sociedades escandinavas. Elas não são socialistas, ou seja, marxistas, mas sim abraçam o capitalismo, a iniciativa privada, lá existem capitalistas donos de empresas privadas, com empregados em suas empresas, etc., o que é incompatível com o modo de produção socialista, cuja principal característica é a inexistência da propriedade privada de meios de produção, ou seja, comércios, indústrias, fazendas, etc. O welfare state é apenas a reação dos capitalistas ao avanço das idéias socialistas, ou seja, até a eclosão da 2ª Guerra Mundial, os trabalhadores europeus, os ingleses por exemplo, não tinham sequer direito à saúde pública. Lá, principalmente, dominava o mais cruel liberalismo, pelo que tudo, até a saúde, era mercadoria. Com o avanço das idéias marxistas, a burguesia européia constatou que ou cediam melhores condições de vida para os trabalhadores ou seriam apeados dos governos por partidos populares. Foi o clássico dar os anéis para não perder os dedos. A Grã-Bretanha foi o primeiro país europeu a impulsionar o welfare state, em 1942...Desta forma, o welfare state não foi, não é e jamais poderia ser considerado uma vertente do socialismo, mas sim uma concessão temporária dos capitalistas às classes trabalhadoras, revertidas tão logo conseguissem maiorias parlamentares seguras, como ocorreu no final da década de 1970, com Margareth Tatcher.Muito bom ouvir, motivadamente, as opiniões contrárias. Isso só nos acresce. Obrigado.
    • Andries Viljoen
      Pense bem, o que esperaríamos da atuação internacional da Alemanha nazista caso ela tivesse ganhado a guerra? Imagino que um regime altamente militarizado, sem o mínimo respeito pela soberania de outras nações e nem pelo direito internacional; um regime mantido pela lavagem cerebral de seus cidadãos, por uma máquina de propaganda parcial, manipuladora e onipresente; um regime que privilegiasse uma pequena elite de megaempresários e abandonasse seus cidadãos à sanha gananciosa desta elite; um regime belicoso, imperialista e violador dos direitos humanos dos outros povos, os quais julgariam inferiores, o que lhes daria poder de vida e morte sobre os mesmos.Imperialismo é imperialismo. Seja de direita (USA) ou esquerda (URSS). O que disse é que, na história da humanidade, não faltam exemplos de povos ditatoriais e imperialistas: dos egípcios à União Soviética. A velha história do quem pode mais, chora menos.
    • Andries Viljoen
      Excelente retratando a manipulação que é feita, pelos políticos, empresários e os senhores das armas'. Mas nada disso aconteceria se não tivesse a grande mídia americana, por traz de tudo, ela faz toda coisa acontecer, influenciando a opinião de seu povo.Quando aconteceu a reviravolta, ela prontamente se volta contra tudo o que pregava, mostrando que aquilo que se fazia e que inclusive apoiava estava errado, renegando quem esteve lá, condenando-os ao ostracismo.Mas não aprenderam no Vietnã, continuam querendo serem a palmatória do mundo,parece ser combinado, todo presidente americano, juntamente com seus,senhores das armas e apoiados pela mídia, tem que gerar uma guerra,(quando não já recebem uma guerra prontinha de seu antecessor).Essa é a realidade de seu povo, se não tiver uma guerra, com ficará sua industria de armamento?A França esteve presente na região do hoje Vietnã desde as grandes navegações (séc XVI) e invadiu e dominou a região em 1858. Transformou em uma colônia de exploração de café, chá e fumo, produtos de baixo valor, miserabilizando a população e o país. Com trabalhos quase escravos a pobreza da população era máxima mas enriqueceram a França. O Vietnam lutou e conquistou a independência da França em 1954 e apos a guerra, em 1955, enfraquecido com seculos de miséria devido ao imperialismo francês, os EUA chegam com soldados completamente ignorantes (como se vê nas falas e discursos no filme) e uma força descomunal bélica e explodem completamente o país inteiro! O Vietnã tinha Tungstênio, Fluorita e Berílio, metais que o governo dos EUA queria, alem de ser ponto estratégico geográfico e o governo dos EUA enganou a sua população alegando ser necessário combater inimigos, evocando um nacionalismo doentio, e empresas lucraram muito com a produção de armas, sob o sangue de seus soldados que nem sabiam o que estavam fazendo lá (era um trabalho, uma missão) e cometeram um genocídio no sudeste asiático.
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