Notas dos Filmes
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    Crash - No Limite
    Média
    4,4
    733 notas e 70 críticas
    distribuição de 70 críticas por nota
    25 críticas
    26 críticas
    4 críticas
    14 críticas
    1 crítica
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    70 críticas do leitor

    Neto S.
    Neto S.

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    4,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2014
    Jean Cabot (Sandra Bullock) é a rica e mimada esposa de um promotor, em uma cidade ao sul da Califórnia. Ela tem seu carro de luxo roubado por dois assaltantes negros. O roubo culmina num acidente que acaba por aproximar habitantes de diversas origens étnicas e classes sociais de Los Angeles: um veterano policial racista, um detetive negro e seu irmão traficante de drogas, um bem-sucedido diretor de cinema e sua esposa, e um imigrante iraniano e sua filha. Muito Bom , Excelente Historia e Boas Atuaçoes Nota 9.0
    Taís M.
    Taís M.

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    5,0
    Enviada em 6 de janeiro de 2014
    Não é a toa que Crash ganhou Oscar de melhor filme. Extremamente emocionante e uma lição de como o medo, o preconceito, entre outros fatores, conseguem destruir vidas e ao mesmo tempo reconstruir vidas quando usados na medida certa. Pois bem, estou feliz com esse filmaço que acabei de ver, super indico, cinco estrelas!
    Fabio Filho R
    Fabio Filho R

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    5,0
    Enviada em 15 de outubro de 2013
    Um filme Realmente 5 estrelas , é daqueles que quando vc acaba de assistir vc olha pra traz , olha pra frente e faz uma breve reflexão de sua vida e o que o cerca , Película top five digna do Oscar de melhor filme .
    Lucas M.
    Lucas M.

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    5,0
    Enviada em 28 de setembro de 2019
    Um dos melhores que já vi, realmente mais do que merecedor do oscar, e com um trilha sonora show, “So maybe tomorrow I find my way...”
    Antonio R
    Antonio R

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    2,5
    Enviada em 22 de agosto de 2013
    Um filme que ao focalizar o dia dia de uma agitada metrópole como Los Angeles, ora nos choca, ora nos emociona e também nos surpreende. O drama de vários grupos de pessoas é visto de uma forma a nos mostrar que, a intolerância e o preconceito sempre presente em suas ações resultam em situações que irão impactar de forma definitiva a vida de cada um. No elenco todos estão bem, inclusive Sandra Bullock num papel fora de sua linha habitual. Destaque para a trilha sonora que sublinha de forma perfeita os momentos de tensão que acompanha a narrativa.
    Janete.
    Janete.

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    5,0
    Enviada em 17 de agosto de 2013
    Filme superinteressante, ele nos mostra que todos temos um pouco de anjo e um pouco demônio!
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 27 de junho de 2014
    Paul Haggis,é um grande diretor,mas pouco conhecido por aqui.É claro que não conseguiu fazer um grande filme antes de Crash,onde teve apenas uma tentativa em Hoje é Dia de Rock,um filme de nada que tenha mudado realmente sua em Crash,ele transforma uma simples história,em um verdadeiro ótimo filme,com histórias cruzadas e tudo ndo em cheio,a escolha do elenco,grandioso,com bons nomes com muita experiência no filme que precisa realmente ser visto mas de uma vez.
    Roger G.
    Roger G.

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    4,5
    Enviada em 27 de junho de 2013
    Um belo filme que retrata o que muitas vezes a sociedade nega existir, mas que sem dúvida carrega dentro de si. Achei muito interessante a forma de como o filme mostra o quão somos hipócritas, pois em diversas situações agimos como os personagens do filme, porém negamos para nós mesmo que nossas atitudes sejam como as tomadas por eles. Outro ponto do filme que me chamou a atenção é de como várias vidas se cruzam a partir de um acontecimento simples (ou não), sem que temos contato com as outras pessoas envolvidas. O diretor acertou em cheio se a principal intenção era retratar o quanto a sociedade é hipócrita em negar que carregam certo preconceito dentro de si. A direção e o roteiro são muito bons, a trilha sonora também é maravilhosa e vemos Sandra Bullock e Matt Dillon dando um show. Sem dúvidas Crash é um belo filme que vale a pena ser visto.
    Leandro M.
    Leandro M.

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    5,0
    Enviada em 16 de junho de 2013
    Filme excepcional. Para mim, o melhor que já assisti até hoje. O enredo excelente e o desfecho estupendo. Parabéns aos responsáveis.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,5
    Enviada em 26 de março de 2013
    “Crash – No Limite”, filme que marca a estréia do roteirista Paul Haggis na direção, é mais uma obra que trata sobre a intolerância que é um elemento tão forte dentro de várias sociedades. No longa, vemos como o caminho de pessoas das mais variadas classes sociais e origens étnicas acabam se cruzando no curso de dois dias na cidade de Los Angeles. São eles: Jean (Sandra Bullock), uma dona-de-casa, e o seu marido procurador de justiça (Brendan Fraser); um persa (Shaun Toub) dono de uma loja de conveniência, sua esposa e a filha médica; dois detetives de polícia (Don Cheadle e Jennifer Esposito) que também são amantes; Cam (Terrence Howard), um diretor de televisão, e sua esposa (Thandie Newton); dois ladrões de automóveis (o rapper Chris “Ludacris” Bridges e Larenz Tate); um chaveiro (Michael Peña) e sua filha; dois policiais (o indicado ao Oscar Matt Dillon e Ryan Phillippe); dentre tantos outros. O filme mostra o encontro de todos estes personagens de duas maneiras completamente distintas. Num primeiro momento, o que eles terão em comum é o fato de que todos encaram a vida de acordo com noções pré-concebidas, as quais estão ligadas aos estereótipos e às generalizações. Eles pecam pela omissão e por seguirem aquilo que é considerado como politicamente correto. Num segundo momento, “Crash – No Limite” retoma um pensamento expresso por Graham, personagem de Don Cheadle, no início do filme. De acordo com o detetive, Los Angeles é uma cidade que mantém seus habitantes atrás de um pedaço de metal ou de vidro. Por causa disso, as pessoas começam a sentir falta do toque e de esbarrar umas nas outras. Na medida em que os personagens de “Crash – No Limite” se colidem e passam por aquelas experiências que irão definir toda uma existência, eles acabam – de uma forma ou de outra – tomando uma posição diante da insignificância de suas vidas ou daquilo que eles acreditam. É justamente por causa disso que muitos acusam o trabalho de Paul Haggis (que co-escreveu o roteiro do longa ao lado de Bobby Moresco) de hipócrita e manipulador. Mas, a verdade é que “Crash – No Limite” é um filme que incomoda e que, principalmente, acaba fazendo um retrato fiel da sociedade norte-americana, que, após os atentados de 11 de Setembro, ficou ainda mais paranóica, mais insegura e mais desconfiada em relação ao outro. É bom também ficar atento ao final de “Crash – No Limite”. A cena nos mostra que a mudança é um ciclo ininterrupto. Enquanto uns se modificam, outros ainda precisam se colidir uns com os outros.
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