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    A Fantástica Fábrica de Chocolate
    Média
    4,3
    4171 notas e 66 críticas
    distribuição de 66 críticas por nota
    20 críticas
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    66 críticas do leitor

    Jonatas Betencourt Jr.
    Jonatas Betencourt Jr.

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    3,0
    Enviada em 20 de abril de 2019
    A Fantástica Fábrica de Chocolate representa a continuação da curva crescente da carreira de Johnny Depp no começo dos anos 2000. O longa é falho na narrativa e traz os tradicionais excessos visuais de Tim Burton, mas o carisma de Johnny Depp e Freddie Highmore junto a números musicais divertidos fazem desta uma reedição interessante do clássico dos anos 70.
    Ana Karla C.
    Ana Karla C.

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    5,0
    Enviada em 12 de dezembro de 2013
    Para quem assistiu e avaliou o filme em seu real sentido, pode perceber que não é uma história boba e sem sentido, muito ao contrário percebeu a forte crítica que ele traz, até para sua época se tratando da primeira versão. O filme mostra crianças mimadas e sem limites que por terem sempre tudo em mãos abusão dos pais e até os desrespeitam, crianças que perderam a inocência e que tem por um único objetivo passar por cima do outro, com exceção do Charlie é claro, o único com algum fio de inocência e humildade. É ai que Willy Wonka (Johnny Depp) surge para punir as crianças com aquilo que mais querem e para dá a Charlie o seu prêmio e vise-versa já que Charlie também dá a Willy Wonka um prêmio ainda mais valioso. De forma geral A fantástica Fábrica não é um filme para ser visto só por crianças, mas por adultos também. Johnny Depp aparece novamente esplêndido, excêntrico e impecável em uma atuação brilhante e uma parceria sem dúvida fantástica com Tim Burton.
    Iago Pauletto
    Iago Pauletto

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    4,0
    Enviada em 26 de abril de 2014
    Tim Burton consegue dar características únicas aos seus filmes. Johnny Depp está simplesmente fabuloso como o excêntrico Willie Wonka. O filme deve ser assistido com atenção, pois além de um visual impressionante e agradável, traz lições importantes para as crianças e para os adultos.
    Daniel
    Daniel

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Comparar as duas versões cinematográficas desse filme gera um considerável desconforto em quem foi criança nas décadas de setenta ou oitenta. Para esses, o que fica mais evidente é que, apesar da alta qualidade dos efeitos especiais empregados no filme, o carisma do seu personagem principal se perdeu, simplesmente se foi. Ao interpretar Willy Wonka em 1971, Gene Wilder encarnou um homem genial e obcecado por seu sonho, alucinado com suas invenções e portador de uma filosofia nada convencional. Em nenhum momento aparentou ser um indivíduo fraco e problemático. Ao contrário, a magia que envolvia o personagem praticamente se baseava em seu poder de compreensão do mundo e das pessoas. A inteligência dos diálogos, cheios de ironia e sarcasmo, a aparente indiferença com que tratava seus convidados e a loucura com que parecia gerir sua fábrica, características que, muito antes de um problema emocional, descreviam a sua forma de interagir com o mundo e o meio com o qual escolheu para "testar" os candidatos e seus pais. Enfim, ele do começo ao fim dominava a situação. O personagem criado por Tim Burton parece mais com uma aberração psicodélica, um adulto infantilizado a moda Michael Jackson do que com um empresário genial, e não convence, apesar de muitas vezes fazer rir (tragicômico?). Os diálogos provaram não ser o forte do roteiro, deixando o personagem do "Sr. Wonka" ainda mais vazio, quase patético. Acredito que analisar esse filme, sem compará-lo com o anterior, possa até resultar em uma boa impressão, principalmente considerando o desempenho dos demais atores na primeira parte do filme, antes da entrada na fábrica. E por falar da entrada na fábrica, os bonecos em chamas e aquela musiquinha enjoativa foram de dar nos nervos, um verdadeiro anticlímax. Se essa era mesmo a idéia, ela cumpriu bem demais a missão. Um verdadeiro tiro no pé. Mas não dá para dizer que o filme é ruim, realmente não é, mas que deixou a desejar, deixou.
    Camilla M.
    Camilla M.

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    3,0
    Enviada em 19 de outubro de 2014
    Então, eu nunca fui fã de "A Fantástica Fábrica de Chocolate" mas assisti por amor a Johnny Depp e com ele eu não me decepicionei, nunca gostei da história e não sei porque é lembrado até hoje. Mas é legalzinho.
    A.Ligia
    A.Ligia

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    4,0
    Enviada em 25 de julho de 2014
    Um clássico da Sessão da Tarde,atire a primeira pedra quem nunca assistiu. Acho bacana,uma semana após esse filme,assistir Piratas do Caribe,ou Edward Mãos de tesoura.. com isso pode-se ver a flexibilidade do Johnny Depp, e assim admirar seu talento. Marcou a adolescência de muitos,e é um daqueles filmes que todos tem que assistir na vida.
    Gustavo
    Gustavo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Johnny Depp está ótimo no papel de Willy Wonka, muito engraçado. Os cenários são espetaculares. Sabia que seria um pouco diferente do filme original, mas apesar disso, saí do cinema satisfeito.
    Anna Luisa S.
    Anna Luisa S.

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    2,0
    Enviada em 22 de novembro de 2013
    spoiler: esse filme e muito ridiculo darei 2 estrelas por que não e tãoooooooooooooooo ruim , ele fala de um dono de uma fabrica ridiculo e insuportavel que com seus macacos doidos dançam e cantam musicas chatas , crianças se acidentam e ficam presas ne um tubo de chocoloate ( tah isso não é tão ruim ) mas e ridiculo . e vou adiantar o menino no final que ganha e o certinho e ele não vai pra fabrica e willie mora com ele kkk . foi mal e so pra vc não assistir , esse filme alem de ser ruim e pior que um musical . n~~ao assista se assistir não gaste seu dinheiro .
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 10 de agosto de 2014
    O filme é um bom remake,sem dú de volta,uma alegria sem uma fotografia digna de Oscar,a história ficou ainda perfeito,a história inicial é extremante ue para a bela atuação do astro mirim,Freddy Highmore e sua parceira,AnnaSophia também é calro,para Johnny Depp,mas uma vez conduzido por Tim Burton.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,5
    Enviada em 4 de setembro de 2013
    Eu ainda lembro, como se fosse hoje, de tudo aquilo que eu senti quando assisti, pela primeira vez, ao filme “O Mágico de Oz”, do diretor Victor Fleming, que contava a história da jovem Dorothy (Judy Garland), que embarca em uma viagem por um mundo fantástico em busca da volta ao lar. Estas sensações ainda estão vivas na minha mente, pois nunca mais experimentei algo parecido com a magia e simplicidade do filme de Fleming. Todos esses sentimentos vieram à tona novamente quando eu assisti “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, do diretor Tim Burton. “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, na verdade, é uma nova versão do filme de mesmo nome estrelado por Gene Wilder; e não poderia ter caído nas mãos de melhor diretor, afinal a marca dos filmes de Tim Burton são a magia, a fantasia, a excentricidade e o lirismo com que ele encara os roteiros que filma. Muitas vezes. Burton parece querer mostrar o irreal, mas o espectador acostumado com seus filmes nunca irá questionar o diretor, pois sabe que estes detalhes fazem parte do modo Tim Burton de se fazer filmes. “A Fantástica Fábrica de Chocolate” conta a história do excêntrico Willy Wonka (Johnny Depp, em roupas extravagantes e com claras influências de personalidades exóticas como Michael Jackson na composição de sua personagem), o dono da maior fábrica de chocolates do mundo. Depois de ver as suas receitas secretas caírem nas mãos de empresas concorrentes, Wonka se isola na sua fábrica e não recebe ninguém por lá. Depois de quinze anos, Wonka decide fazer uma promoção e coloca cinco bilhetes premiados dentro de cinco barras de chocolates. Os contemplados passarão um dia na fábrica de chocolates na companhia de Willy Wonka e de seus exóticos ajudantes, os duendes Oompa Loompas (todos interpretados pelo mesmo ator, o que nos leva a outra semelhança com “O Mágico de Oz”, filme no qual os atores interpretavam papéis múltiplos); e um deles ganhará um prêmio superespecial. Os cinco premiados são crianças muito diferentes. O primeiro a achar o bilhete premiado é o gordinho alemão Augustus Gloop, um chocólatra. A segunda é Veruca Salt, uma menina mimada pelos pais e que esperneia para ter tudo o que quiser. A terceira é Violet Beauregarde, uma menina extremamente competitiva e que não larga o mesmo pedaço de chiclete há quase dois meses. O quarto é Mike Teavee, um menino especialista em jogos de videogame e qualquer coisa relacionada às altas tecnologias. O quinto, e último, é Charlie Bucket (o então menino-prodígio Freddie Highmore, que trabalhou com Depp no filme “Em Busca da Terra do Nunca”), um menino simples, de família humilde e que come chocolates somente uma vez por ano, no dia de seu aniversário. Todas as crianças estão muito interessadas na fábrica de chocolates de Willy Wonka. Quando as portas da fábrica se abrem, parece que estamos vendo novamente o momento em que Dorothy (em “O Mágico de Oz”) abre a porta do seu quarto depois do vendaval e se depara com um novo mundo, cheio de cores berrantes e que mais parece ter saído de um sonho. Assim também é a fábrica de Willy Wonka, onde as águas dos rios são feitas de chocolate derretido e tudo que forma o ambiente é comestível. Mais surpresas ainda estão por vir e as crianças (e nós, os espectadores) notarão que o passeio, na realidade, é um grande teste, uma experiência de vida. São poucos os filmes que conservam intactos em si uma magia e um significado especial. “O Mágico de Oz” é um deles. “A Fantástica Fábrica de Chocolate” também é um deles. Tim Burton fez um filme incrível, simples e que será atemporal, pois fala tanto para as crianças como para os adultos. Se Dorothy nos lembra que “não existe lugar como a nossa casa”, Willy Wonka nos mostra que, com a família, a vida é muito mais doce. Essa mensagem é um derivativo do que Dorothy nos falou, e lições como essa, nós nunca iremos esquecer. O mesmo vale para os dois filmes.
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