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    Sociedade dos Poetas Mortos
    Média
    4,6
    1964 notas e 302 críticas
    distribuição de 302 críticas por nota
    134 críticas
    103 críticas
    41 críticas
    18 críticas
    4 críticas
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    302 críticas do leitor

    Karen B.
    Karen B.

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    5,0
    Enviada em 21 de maio de 2014
    Em meio há uma escola tradicional de valores burgueses, a contratação de um professor de inglês que decide inovar o método de ensino choca os alunos no principio que ao longo da trama é adorado pelos jovens. O Keating tem uma meta: fazer seus alunos pensarem. Ele corta o ensino voltado para o capital no qual os seus alunos vivem e quer deixar a luz própria de cada um brilhar mostrando que sempre há um outro lado de visão no mundo e que não se deve aceitar cegamente o que está sendo imposto por conta de um bom discurso ou ditador da verdade (p´rofessores) como um alienado mas sim questionar, criticar, e chegar em uma conclusão individual. Isto é mostrado quando o professor pede para que seus alunos rasguem o capitulo que diz que poesia deve ser somente analisada, quando para ele a poesia deve ser sentida, despertando emoções, ouvida, inspiradora e ser vivida. A escola carrega honra, disciplina, tradição e excelência como seu lema. Seus alunos vivem pressionados pelos seus pais pois estão recebendo uma educação voltada para o capital no qual saindo dali devem passar em uma boa faculdade e seguir uma profissão que lhe garante dinheiro e status. O professor quebra isso. Ele abre os olhos dos alunos mostrando que não existe apenas um caminho mas vários e que eles devem escolher. O professor também trata a sua educação como um processo humano, transformando de dentro para fora, enxergando as dificuldades de cada um e trabalhando individualmente. Ele ensina prega o Carpe Diem (aproveite o dia, colha logo o seus botões) e faz os alunos enxergarem o mundo de um jeito diferente subindo em cima de sua mesa. Quando um grupo de garotos decide procurar saber sobre o educador descobrem o Clube dos Poetas Mortos, ficam interessados e decidem recomeçar as reuniões. Os garotos se juntam escondidos, conversam, debatem, lêem e se divertem. O aluno Charles Dalton, que se intitula Nuwanda, admira o Carpe Diem e decide fazer piadas pela escola. Ele não compreende o conceito, sendo imprudente, imaturo, e irresponsável pois assina as piadas com o nome do clube mas acaba sendo punido. O novato Todd é extremamente introvertido. Keating trabalha isto com ele. Dá a voz para o garoto, que se renova, se descobre e brilha. Já Knox, apaixonado e inspirado pelo Carpe Diem, não introverte seus desejos e corre atrás de sua amada e vive o momento. No final consegue a garota. Neill é extremamente pressionado: seu irmão foi o melhor aluno da escola, seus pais não esperam nada menos que Medicina e seu ponto mais fraco é decepcionar a mãe. Quando o garoto, inspirado, decide que quer fazer teatro se anima. Está encorajado e faz acontecer: ele consegue esconder de seu pai, que reprovaria imediatamente, seu teste para peça no qual consegue o papel principal. Um dia antes da apresentação o pai descobre e fica furioso pelo filho ter ido contra as ordens. Quando o homem diz que o tiraria da escola e colocaria numa militar, Neil devido a essa opressão por parte do pai, e a omissão materna, comete suicídio por se sentir impossibilitado de realizar seus sonhos. Acredito que ele decidiu se matar para que não descobrisse que não viveu, ou melhor, foi proibido de viver, como diz um treche de Thoreau “Fui à floresta por que queria viver deliberadamente, queria viver profundamente e sugar toda a essência da vida. Deixar apodrecer tudo o que não é vida e não, quando eu morrer, descobrir que não vivi.” O professor foi acusado como o aspirante pelo suicídio de Neill e é demitido. Quando entra na sala pra buscar suas coisas é surpreendido quando Todd sobe sua mesa em um ato de desespero. Alguns alunos o seguem como um protesto. Em meu ponto de vista isso significou que mesmo com a saída do educador os alunos continuariam a ver o mundo de jeitos diferentes e que o que foi pregado pelo Keating continuaria para o resto da vida de cada um, e que eles agradecem por isso. É interessante o termo educador pois o filme mostra muito bem a diferença entre este e um professor: um professor pode ser um educador, mas um educador nunca será somente um professor. Este reproduzirá um saber, aquele transforma seres humanos para ele e para todos. O filme faz o papel de professor para o telespectador. É inspirador e motivante, a crítica aos moldes de educação são obvieis mas a filosofia é complexa.
    Wellingta M
    Wellingta M

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Durante muito tempo Sociedade dos poetas mortos, foi o filme da minha vida. Continua como um dos filme da minha cabeceira. Marcou minha adolescência e me inspirou a muitas coisas. Robin Williams tinha que ter ganhado o Oscar por sua atuação estupenda. Não acho o final injusto, acho justo porque retrata a opressão e o conservadorismo daquela época. Recomendadíssimo!
    Stanislaus  Kat
    Stanislaus Kat

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    3,5
    Enviada em 8 de abril de 2016
    O ambiente é a Academia Welton, uma instituição bem conservadora. Um professor de inglês, John Keating (Robin Williams), recém contratado pela escola, inicia as suas atividades, tendo uma didática pouco convencional. Esse dois fatores claramente discordantes mostram que nessa história haverá muitos conflitos, que levarão fatalmente a um final trágico. Um bom roteiro e ótimas atuações, garantiram uma boa recepção pelo público e crítica especializada, e também o prêmio de melhor roteiro original no Oscar de 1990.
    Fernando Vasconcelos
    Fernando Vasconcelos

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Filme que narcou época e que levou milhares de pessoas aos cinemas. Eu fui assisti-lo em duas ocasiões diferentes. Indicado em algumas categorias do oscar, só ganhou a estatuera de roteiro original. Uma grande injustiça, pois o filme ganhador da noite (Conduzindo Miss Dayse) era apenas um drama de qualidade mediana, que teve nas interpretações de Jessica Tendy e Morgan Freeman o seu único ponto forte.
    Vitor B.
    Vitor B.

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    5,0
    Enviada em 22 de agosto de 2014
    Um filme marcante pela sua mensagem simples,aproveite a vida.Não devido a efeitos especiais ou muito menos a comédia.A ideia deste filme é direta do começo ao fim tragando o público para dentro o fazendo sentir na pele tudo o que os personagens aqueles que conseguirem mergulhar no mar de emoções que o filme traz ao emergir você percebe o mundo de uma maneira totalmente diferente,ou melhor você se observa,o faz é a fórmula para um excelente filme e combinados com um roteiro que adere ao íntimo do telespectador causando comoção geral, eu o considero um obra prima cinematográfica.
    anônimo
    Um visitante
    4,0
    Enviada em 4 de novembro de 2015
    O primeiro grande trabalho do diretor Peter Weir. O diretor cobsegue realizar um dos melhores dramas de sua carreira. Robin Williams dispensa comentários nesse personagem.Vive um grande líder,um personagem planejado somente para ele. Um drama com um ótimo roteiro,um elenco jovem,apresentando o ainda novo Ethan Hawke. -Filme assistido em 04 de Novembro de 2015 -Nota 8/10
    Elvira A.
    Elvira A.

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    5,0
    Enviada em 25 de setembro de 2013
    Quem dera houvesse mais professores do tipo de John Keating, que fizessem de suas aulas um grande aprendizado de liberdade, criatividade, autoconhecimento, respeito. Robin Williams faz o melhor papel de sua carreira. O elenco jovem é muito bom. Uma cena marcante é quando ele ensina os alunos a subirem na mesa, numa atitude de rebeldia às regras. A frase "Carpe diem" ficou gravada na mente de muitos cinéfilos.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    5,0
    Enviada em 4 de agosto de 2020
    Obra prima dos incríveis anos 80! Robin Williams, Ethan Hawke e Robert Sean Leonard estrelam essa belíssima história de superação! Indicado a quatro óscar, sendo agraciado a melhor Roteiro, sendo absurdo não ter ganho para melhor filme, nenhum dos outros concorrentes chega aos pés desse obra maravilhosa. Um filme inesquecível.
    Isis Lourenço
    Isis Lourenço

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    2,5
    Enviada em 27 de outubro de 2019
    Vi e não gostei,achei um filme regular pra ruim mesmo,o site não deixa eu dar minha nota,vai entender?!
    Júnior S.
    Júnior S.

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    5,0
    Enviada em 6 de agosto de 2016
    Sem dúvida o filme definitivo de Robin Williams. O já icônico professor Keating simplesmente carrega o filme, mantém o público interessado na história. Peter Weir é um diretor virtuoso, seus filmes sempre divertem ao mesmo tempo em que carregam uma grande carga de dramaticidade, os personagens são delicados e desenvolvidos com inteligência. Weir só voltaria a alcançar este nível em O Show de Truman, também se ancorando em um personagem forte e marcante. Divertido e tocante, Dead Poets Society é tudo o que um bom filme dramático precisa ser.
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