Notas dos Filmes
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    Adeus, Lenin!
    Média
    4,3
    288 notas e 224 críticas
    distribuição de 224 críticas por nota
    81 críticas
    87 críticas
    11 críticas
    30 críticas
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    224 críticas do leitor

    Ricardo G.
    Ricardo G.

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    5,0
    Enviada em 3 de abril de 2013
    Sensacional!!! Além de discutir aspectos muito importantes do capitalismo e socialismo de uma maneira hilária e inteligentíssima, aborda questões mais sensíveis como, por exemplo, o amor (entre pais e filhos, irmãos, namorados.... É uma obra de arte. Quem tem a cabecinha treinada pra gostar só de tiros, carros, bundas e explosões, deve achar parado mesmo. Se você sabe o que foi a Guerra Fria, deve gostar. Quem não gosta é porque não entendeu o filme, não conhece história. É uma pena...
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Esta sátira sobre um jovem da Alemanha oriental, Alexander (Daniel Brühl), cuja mãe, Christine (Katrin Sab) sofre um infarto e fica em coma alguns meses. É fundamental saber-se que Christine ficou internada durante o período que levou à queda do muro de Berlim: 1989. Alexander é alertado pelos médicos sobre a condição crítica da saúde de sua mãe. Ela que desde a década de 70 era daquelas comunistas de carteirinha, uma professora dedicada integralmente, em especial após a fuga do marido para Berlim ocidental. Temendo que o coração "vermelho" de sua mãe não resistisse às notícias relativas à unificação das Alemanhas, Alexander cria um mundo pararelo para ela. Desde as marcas alimentares que eram apreciadas por Christine, até produzir vídeos caseiros recontando (ou melhor dizendo, contando sob o seu ponto de vista, as glórias do comunismo) a história dos acontecimentos que culminaram com a derrubada do muro de Berlim. Alexander e um amigo faziam vídeos enaltecendo o regime comunista, que chegou inclusive a derrotar a coca-cola, o maior símbolo do capitalismo. O rapaz chegou a chamar ex-alunos da mãe, ex-funcionários do partidão, para que no seu aniversário, Christine que nada estava diferente em seu país. O grande mérito do diretor Wolfgang Becker é de ter feito o maior tributo aos ideais políticos que um jovem tem em relação ao mundo e, em particular, ao seu país natal. A grande lealdade é a de um filho capaz de qualquer coisa para evitar o sofrimento de sua mãe. Trilha sonora, fotografia e roteiro simplesmente irresistíveis. Não tenho dúvida em afirmar que é o melhor filme que assisti em 2004.
    anacarolinadevito
    anacarolinadevito

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O filme é muito bom, ótimo pra estudar. Um daqueles filmes de história que você não fica entediado.
    Phelipe V.
    Phelipe V.

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    4,5
    Enviada em 19 de setembro de 2013
    Além de ser uma perfeita reconstituição da época em que se passa, além de ser uma das primeiras atuações famosas e competentes de Daniel Bruhl (embora ele ainda estivesse meio travadão), além de ser um roteiro e uma direção muito bem feitas, além de ser um filme muito recomendado por professores de história desde que foi lançado, Adeus Lênin! é uma linda e sensacional declaração de amor de um filho para uma mãe. Maravilhoso.
    Gi C.
    Gi C.

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    5,0
    Enviada em 12 de janeiro de 2015
    Sabe aquele filme que você assiste sem muitas expectativas e depois se surpreende? Foi assim com "Adeus, Lenin!". Mas a surpresa foi muito boa, o filme é gostoso de se assistir, com atuações convincentes e claro, um ótimo retrato da divisão causada pela Guerra Fria. Além da comédia e do drama tocante do filme. Esse é aquele tipo de filme que nos faz refletir e fica na cabeça. Realmente uma excelente obra!
    Pedro F.
    Pedro F.

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    4,0
    Enviada em 30 de junho de 2020
    Gostei do filme apresentou uma perspectiva muito interessante sobre a Guerra Fria, e também fala muito bem sobre outros assuntos da vida. O final é muito bonito, tem cenas engraçadas também. No geral gostei muito de Adeus, Lenin, apesar de não ter me impressionado em nada específico!
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    "Adeus, Lênin!" é um filme extremamente humano, daqueles que poucas vezes por ano temos a oportunidade de assistir. O filme tem alguma semelhança com "A Vida é Bela" no sentido de que há uma pessoa querendo ocultar a verdade para outra de forma a protegê-la, mas aqui o assunto é tratado com uma leveza bem maior, sem falar que o próprio desenrolar da história é muito mais verossímil do que a saga de Roberto Benigni e seu filho em um campo de concentração nazista. O filme consegue mesclar informação histórica sobre a Alemanha Oriental e sua trama de forma que informa e ao mesmo tempo encanta a quem assiste. Logo de início temos uma visão de como era a vida na Alemanha Oriental, com o processo de reunificação também sendo detalhado já em sua primeira meia hora. Inclusive este processo de mudanças extremas no país impressiona pela rapidez com que tudo ocorre, o que é evidenciado pela quantidade de informações que é passada ao público para, apenas depois, ser revelado que tudo aquilo aconteceu em apenas 8 meses. Tempo demais para qualquer pessoa, como Christine, permanecer em coma, mas também um período muito curto para que tantas mudanças ocorressem em uma sociedade. Com o despertar do coma de Christine o filme se dedica à busca incessante de Alexander, seu filho, em evitar que a mãe saiba das mudanças ocorridas na Alemanha Oriental. O motivo é simples: Christine é uma socialista convicta e acabou de sofrer um infarto. Para evitar um 2º infarto, que seria fatal, deve levar uma vida sem que tenha choques ou emoções muito fortes. Como as mudanças foram muito gritantes, e extremamente conflitantes com a ideologia a qual a mãe defende, Alex decide por poupar a mãe e criar em torno dela uma outra realidade, onde nada aconteceu e a Alemanha Oriental continua a mesma de antes de seu infarto. Para obter sucesso Alex não mede esforços: busca potes de antigos produtos que não estão mais à venda, redecora sua casa para que nenhuma novidade pós-reunificação fique explícita, convence amigos a ajudarem na recriação do antigo país, produz vídeos com notícias falsas, que sua mãe possa ver na TV... Este último, por sinal, produz algumas das melhores cenas do filme, já que sempre que algo foge ao seu controle Alex busca explicar à mãe, através de notícias de um telejornal falso, uma justificativa para que tal situação tenha ocorrido. E assim segue o filme, com a busca incessante de Alex em manter as aparências de forma a que sua mãe não sofra um novo infarto. Este trabalho provoca cenas divertidíssimas, onde o inusitado sempre cria mais problemas para Alex, e ao mesmo tempo tocantes, pela própria dedicação do filho em fazer com que tudo dê certo. Tudo isso, mais o próprio desenrolar histórico da nova Alemanha, produz um filme que informa e emociona na medida certa. Muito bom filme, torço que ele esteja ao menos na relação de indicados do próximo Oscar de melhor filme estrangeiro.
    Marcello H.
    Marcello H.

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    2,0
    Enviada em 5 de junho de 2015
    muro de Berlim mas o que tem haver Lenin o ditador da Rússia , tudo a ver então poderia ser adeus Stalin
    Fernando
    Fernando

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Interessante filme sobre o fim da Alemanha Oriental. o que marca no filme é a atuação do filho com as diversas maneiras de criar e manter "viva" uma Alemanha Oriental que não existe mais para a mãe doente e comunista. Muito bem construído.
    Roberto D.
    Roberto D.

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    2,5
    Enviada em 3 de agosto de 2013
    Comédia leve, com algumas partes divertidas. Tem o mérito de mostrar um importante momento histórico a partir de uma perspectiva não ocidental.
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