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    Adeus, Lenin!
    Média
    4,4
    216 notas e 16 críticas
    38% (6 críticas)
    19% (3 críticas)
    6% (1 crítica)
    31% (5 críticas)
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    6% (1 crítica)
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    16 críticas do leitor

    Ricardo G.
    Ricardo G.

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    5,0
    Sensacional!!! Além de discutir aspectos muito importantes do capitalismo e socialismo de uma maneira hilária e inteligentíssima, aborda questões mais sensíveis como, por exemplo, o amor (entre pais e filhos, irmãos, namorados.... É uma obra de arte. Quem tem a cabecinha treinada pra gostar só de tiros, carros, bundas e explosões, deve achar parado mesmo. Se você sabe o que foi a Guerra Fria, deve gostar. Quem não gosta é porque não entendeu o filme, não conhece história. É uma pena...
    anacarolinadevito
    anacarolinadevito

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    5,0
    O filme é muito bom, ótimo pra estudar. Um daqueles filmes de história que você não fica entediado.
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

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    2,5
    Esta sátira sobre um jovem da Alemanha oriental, Alexander (Daniel Brühl), cuja mãe, Christine (Katrin Sab) sofre um infarto e fica em coma alguns meses. É fundamental saber-se que Christine ficou internada durante o período que levou à queda do muro de Berlim: 1989. Alexander é alertado pelos médicos sobre a condição crítica da saúde de sua mãe. Ela que desde a década de 70 era daquelas comunistas de carteirinha, uma professora dedicada integralmente, em especial após a fuga do marido para Berlim ocidental. Temendo que o coração "vermelho" de sua mãe não resistisse às notícias relativas à unificação das Alemanhas, Alexander cria um mundo pararelo para ela. Desde as marcas alimentares que eram apreciadas por Christine, até produzir vídeos caseiros recontando (ou melhor dizendo, contando sob o seu ponto de vista, as glórias do comunismo) a história dos acontecimentos que culminaram com a derrubada do muro de Berlim. Alexander e um amigo faziam vídeos enaltecendo o regime comunista, que chegou inclusive a derrotar a coca-cola, o maior símbolo do capitalismo. O rapaz chegou a chamar ex-alunos da mãe, ex-funcionários do partidão, para que no seu aniversário, Christine que nada estava diferente em seu país. O grande mérito do diretor Wolfgang Becker é de ter feito o maior tributo aos ideais políticos que um jovem tem em relação ao mundo e, em particular, ao seu país natal. A grande lealdade é a de um filho capaz de qualquer coisa para evitar o sofrimento de sua mãe. Trilha sonora, fotografia e roteiro simplesmente irresistíveis. Não tenho dúvida em afirmar que é o melhor filme que assisti em 2004.
    alexjunior7
    alexjunior7

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    3,5
    ...Um filme que transpoe um fato histórico (queda do muro de berlim e esfacelamento da URSS) para as telas com bom humor e criatividade.
    Bruno Guedes
    Bruno Guedes

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    5,0
    Filme excepcional de lindo e revigorante. Ele te leva exatamente para a reconstituição da Alemanha divivida e, depois, reunificada. Mas o que vale no filme, além do belíssimo roteiro, é a declaração de amor mais linda de um filho à sua mãe. Reúna sua família, seus pais e/ou filhos e assista.
    Gi C.
    Gi C.

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    5,0
    Sabe aquele filme que você assiste sem muitas expectativas e depois se surpreende? Foi assim com "Adeus, Lenin!". Mas a surpresa foi muito boa, o filme é gostoso de se assistir, com atuações convincentes e claro, um ótimo retrato da divisão causada pela Guerra Fria. Além da comédia e do drama tocante do filme. Esse é aquele tipo de filme que nos faz refletir e fica na cabeça. Realmente uma excelente obra!
    Marcel Schmelzer
    Marcel Schmelzer

    Segui-los 1 seguidor Ler as 11 críticas deles

    5,0
    este filme é sensacional sem comentários este filme se passa na Alemanha Oriental. Alex ( Daniel Brühl ) vai para rua com a multidão , quando a policia alemã pega ele e vê a mãe passar mal na frente dele.''Entra em coma e fica desacordada durante os dias que marcaram o triunfo do regime capitalista. Quando ela desperta, em meados de 1990, sua cidade, Berlim Oriental, está sensivelmente modificada. Seu filho Alexander , temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Enquanto a Sra. Kerner permanece acamada, Alex não tem muitos problemas, mas quando ela deseja assistir à televisão ele precisa contar com a ajuda de um amigo diretor de vídeos.''
    Marcello H.
    Marcello H.

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    2,0
    muro de Berlim mas o que tem haver Lenin o ditador da Rússia , tudo a ver então poderia ser adeus Stalin
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,5
    "Adeus, Lênin!" é um filme extremamente humano, daqueles que poucas vezes por ano temos a oportunidade de assistir. O filme tem alguma semelhança com "A Vida é Bela" no sentido de que há uma pessoa querendo ocultar a verdade para outra de forma a protegê-la, mas aqui o assunto é tratado com uma leveza bem maior, sem falar que o próprio desenrolar da história é muito mais verossímil do que a saga de Roberto Benigni e seu filho em um campo de concentração nazista. O filme consegue mesclar informação histórica sobre a Alemanha Oriental e sua trama de forma que informa e ao mesmo tempo encanta a quem assiste. Logo de início temos uma visão de como era a vida na Alemanha Oriental, com o processo de reunificação também sendo detalhado já em sua primeira meia hora. Inclusive este processo de mudanças extremas no país impressiona pela rapidez com que tudo ocorre, o que é evidenciado pela quantidade de informações que é passada ao público para, apenas depois, ser revelado que tudo aquilo aconteceu em apenas 8 meses. Tempo demais para qualquer pessoa, como Christine, permanecer em coma, mas também um período muito curto para que tantas mudanças ocorressem em uma sociedade. Com o despertar do coma de Christine o filme se dedica à busca incessante de Alexander, seu filho, em evitar que a mãe saiba das mudanças ocorridas na Alemanha Oriental. O motivo é simples: Christine é uma socialista convicta e acabou de sofrer um infarto. Para evitar um 2º infarto, que seria fatal, deve levar uma vida sem que tenha choques ou emoções muito fortes. Como as mudanças foram muito gritantes, e extremamente conflitantes com a ideologia a qual a mãe defende, Alex decide por poupar a mãe e criar em torno dela uma outra realidade, onde nada aconteceu e a Alemanha Oriental continua a mesma de antes de seu infarto. Para obter sucesso Alex não mede esforços: busca potes de antigos produtos que não estão mais à venda, redecora sua casa para que nenhuma novidade pós-reunificação fique explícita, convence amigos a ajudarem na recriação do antigo país, produz vídeos com notícias falsas, que sua mãe possa ver na TV... Este último, por sinal, produz algumas das melhores cenas do filme, já que sempre que algo foge ao seu controle Alex busca explicar à mãe, através de notícias de um telejornal falso, uma justificativa para que tal situação tenha ocorrido. E assim segue o filme, com a busca incessante de Alex em manter as aparências de forma a que sua mãe não sofra um novo infarto. Este trabalho provoca cenas divertidíssimas, onde o inusitado sempre cria mais problemas para Alex, e ao mesmo tempo tocantes, pela própria dedicação do filho em fazer com que tudo dê certo. Tudo isso, mais o próprio desenrolar histórico da nova Alemanha, produz um filme que informa e emociona na medida certa. Muito bom filme, torço que ele esteja ao menos na relação de indicados do próximo Oscar de melhor filme estrangeiro.
    Monica M.
    Monica M.

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    4,5
    O filme é muito bom para trabalhar o tema Transição do socialismo para o capitalismo na Europa. Exibo sempre para meus alunos do 9º ano e do Ensino Médio. Além disso, o filme tem um humor sutil e mostra as descobertas de um adolescente, algo que pode ser comparado com a realidade de nossos jovens. O amor de Alex pela mãe é incondicional e é um ótimo pretexto do autor para "desfilar" a crític aos sistemas econômicos. Por fim, o filme trata do tema com uma riqueza de detalhes admirável e consegue conquistar os alunos do início ao fim. EXCELENTE!
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