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    Fahrenheit 11 de Setembro
    Média
    3,8
    416 notas
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    13 Críticas do usuário

    5
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    Stanislaus  Kat
    Stanislaus Kat

    19 seguidores 82 críticas Seguir usuário

    4,5
    Enviada em 16 de janeiro de 2016
    Michael Moore nos brinda com mais um documentário, reflexivo e bem produzido, sobre o período que antecede e sucede ao chocante evento de 11/09/2001. Por meio de fatos veiculados pela mídia e entrevistas, o cineasta organiza a narrativa de uma maneira particular e com isso revela a sua opinião sobre as possíveis causas que levaram a esse acontecimento tão sombrio da história recente dos EUA, bem como mostra as consequências iniciais, que até hoje influenciam a geopolítica mundial.
    anônimo
    Um visitante
    3,0
    Enviada em 1 de junho de 2015
    Um bom documentário, que vai fundo na política americana, e tenta de qualquer maneira trazer de uma forma mas simples possível o acontecimento sobre o atentado de 11 de Setembro. E na verdade consegue. Mostra todo o poder de Bush, na época de seu governo,e como ele mesmo tornou o país em uma grande ameaça.
    Kamila A.
    Kamila A.

    7.026 seguidores 777 críticas Seguir usuário

    5,0
    Enviada em 28 de agosto de 2013
    No seu livro “Stupid White Men – Uma Nação de Idiotas”, o diretor Michael Moore afirma que os Estados Unidos são o país que todos amam odiar. De certa maneira, esta frase também pode descrever o tipo de relação que os norte-americanos possuem com o diretor, uma pessoa de natureza polêmica. Moore adora criar controvérsias e estar no centro dos debates. Com seu novo documentário, “Fahrenheit 11 de Setembro”, Michael Moore toca, mais uma vez, o dedo na ferida dos norte-americanos.

    “Fahrenheit 11 de Setembro”, na realidade, foi feito para justificar o já antológico discurso de agradecimento de Michael Moore na cerimônia de entrega dos prêmios Oscar 2003 – quando ele ganhou o prêmio de Melhor Documentário pelo excelente “Tiros em Columbine” -, no qual ele disse que, na qualidade de diretor de documentários, que lida com temas reais, ele nunca poderia apoiar um presidente fictício (George W. Bush) na sua guerra fictícia (contra o Iraque). Por esta razão, “Fahrenheit 11 de Setembro” começa com a imagem do candidato democrata Al Gore sendo aclamado como o novo presidente dos Estados Unidos até que a rede de televisão Fox News decidiu ir contra a corrente e declarar George W. Bush como o novo presidente da nação. Moore faz uma simples pergunta: será que tudo isso foi somente um sonho? Infelizmente, isto não era fruto da imaginação dos norte-americanos.

    A partir daí, Michael Moore desfila seu acervo de imagens e informações – as quais foram devidamente checadas – para provar como George W. Bush “roubou” a presidência de Al Gore e o quanto ele era incompetente para administrar o país. O presidente parecia viver em um eterno estado de férias durante os primeiros meses de seu mandato e sua equipe de governo parecia mais um bando de marionetes cujo único propósito era difundir a ideologia de Bush pai. Moore não tem medo de ridicularizar ninguém e, logo, as máscaras de todos iriam cair.

    O divisor de águas do governo Bush, claramente, foi o atentado de 11 de Setembro. Os efeitos – e, por quê não, causas – deste acontecimento tomam boa parte do tempo de duração de “Fahrenheit 11 de Setembro”. Nada escapa à fúria crítica de Moore: a incredulidade diante do alerta de que um atentado terrorista era eminente no país, a recusa por parte do governo de investigar as razões por trás disto ter ocorrido, a extradição de membros da família Bin Laden que residiam nos Estados Unidos e o subseqüente estado de medo constante dos norte-americanos (tema que já havia sido tocado por Moore no já citado “Tiros em Columbine”).

    Entretanto, Moore se esforça em mostrar como o governo Bush criou uma guerra contra um inimigo – o Iraque – sem razão aparente. Tudo está ali: soldados cruéis e outros que não acreditam na luta que travam ou que não se sentem bem em ter que matar outras pessoas; Lila Lipscomb, uma mãe indignada com a morte do filho na guerra; métodos escusos de recrutamento de soldados e, por outro lado, congressistas que se recusam a enviar seus filhos para a guerra que eles mesmos ajudaram a criar; e a morte de civis iraquianos inocentes. No meio de tudo isto, Moore ainda encontra espaço para esmiuçar as curiosas relações existentes entre membros da família Bush, dos Bin Laden e os sauditas; além da comprovação de que a invasão ao Iraque seria extremamente benéfica para certos membros do governo Bush. O pior é que tudo isto ocorre com a conivência da sociedade, da imprensa e dos políticos – até mesmo dos oposicionistas.

    Uma imagem possui um alto poder de influência. Michael Moore sabe – e tira grande proveito – disto. Nas mãos de seu diretor, “Fahrenheit 11 de Setembro” virou uma arma extremamente potente, uma vez que, lançado no ano em que George W. Bush concorreu à reeleição como Presidente dos Estados Unidos contra o Senador John Kerry, poderia ter influenciado toda uma população a retirá-lo do poder ao votar no candidato do partido democrata (não era mera coincidência o fato de que o filme atacava o ponto principal da campanha de reeleição de Bush: a de que ele era o único homem que podia combater a ameaça do terrorismo). Apesar desta sua “estratégia” não ter dado certo, Moore não tem do que se queixar, afinal ele proporcionou às pessoas a oportunidade de conhecer o outro lado, discutir e contestar o que estava acontecendo. Lembrar que o cinema também é um meio de reflexão e discussão é o grande feito da carreira de Michael Moore.
    Fabio Portela
    Fabio Portela

    10 seguidores 39 críticas Seguir usuário

    4,0
    Enviada em 6 de junho de 2013
    Ótimo documentário, pois mostra o quão ruim foi Bush e o tanto que são manipuladores os EUA.
    arthur.f.ferreira
    arthur.f.ferreira

    1 seguidor 15 críticas Seguir usuário

    3,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    No documentário, Bush tá emparedado. Na verdade eu acredito que o título ficou até ruim, porque deveria ser "Bush 9/11". Acho que ficaria mais impactante.

    De qualquer forma, todos sabemos que Moore não é imparcial. Mas o documentário é de deixar uma pulga atrás da orelha. Tem imagens editadas, opiniões colocadas de forma que reforcem a opinião de Moore e não a opinião da pessoa na íntegra, mas os fatos e notícias que ele coloca não são editados e é justamente isso o suficiente para te deixar perplexo.

    O documentário retrata bem alguns dos objetivos de Bush e o quão fraco ele foi como presidente.
    Matheus
    Matheus

    66 seguidores 129 críticas Seguir usuário

    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Não é o melhor documentárioqeu ja vi mas é mto bom,realmente é surpreendente
    Alfeu Matera
    Alfeu Matera

    7 críticas Seguir usuário

    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
                 Considero que, mesmo o filme tendo, possivelmente, apelado e abusado de imagens grosseiramente editadas e, talvez, tendo algumas delas sido até forjadas, o caráter de denúncia que o diretor imprimiu ao filme faz-me pensar que ele mereça crédito a ponto de considerá-lo não só como um bom filme, mas, também classificá-lo como “cinema verdade". O filme obriga o mundo a fazer uma releitura do acontecido.
    Marco Aurelio d
    Marco Aurelio d

    8 críticas Seguir usuário

    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Um belo documentário em que mais uma vez Michael Moore deixa os Governantes de calça curta. Dei nota 08 por que depois que ví um outro documentário sobre o atentado de 11 setembro, ví que muita coisa não foi mostrada, coisas que estão alí na nossa frente. naquelas imagens de tv.
    tiago
    tiago

    3 seguidores 38 críticas Seguir usuário

    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Gostei muito do filme, finalmente alguém tem a coragem de mostrar o governo tirano dos EUA que já não vem de agora, mas somente com o Bush palhaço, e filhinho de papai, veio a ser mais questionado, mas nem mesmo um filme tão bem produzido e investivo, nunca conseguirá demonstrar exatamente tamanha tirania Norte americana, o poder faz isso com as pessoas, este filme mostra a utopia da democracia, e também a de qualquer forma de governo, não existem e nunca existiram aqueles reis ou presidentes de filmes, aqueles homens justos, humildes, q pesanvam em seu povo, o homem é um lixo, que quando tem poder não se contenta e quer cada vez mais, e para isso não mede esforçor, nem poupa vidas inocentes, manda jovens de 17, 18 anos pra guerra, ODEIO AMERICANOS PREPOTENTES, NÃO SÃO TODOS, MAS SÃO UMA GRANDE MAIORIA.
    alex
    alex

    3 seguidores 28 críticas Seguir usuário

    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Excelente o início do filme quando Moore utiliza-se de argumentos lógicos para provar as "incrivelmente coincidentes" ligaçoes de Bush com empresas interessadas na invasão do Iraque e Afeganistão. A segunda parte, mais "emocional", não me agradou muito. É a mesma tática usada por apresentadores brasileiros: colocar gente chorando na tela pra comover a população. Apelativo demais. Mesmo assim, o documentário é ótimo. Tomara que os "inteligentes e bem informados" americanos lembrem-se BEM dele nas eleições.
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