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    Fahrenheit 11 de Setembro
    Média
    4,1
    139 notas e 13 críticas
    distribuição de 13 críticas por nota
    1 crítica
    2 críticas
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    13 críticas do leitor

    anônimo
    Um visitante
    3,0
    Enviada em 1 de junho de 2015
    Um bom documentário, que vai fundo na política americana, e tenta de qualquer maneira trazer de uma forma mas simples possível o acontecimento sobre o atentado de 11 de Setembro. E na verdade consegue. Mostra todo o poder de Bush, na época de seu governo,e como ele mesmo tornou o país em uma grande ameaça.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    5,0
    Enviada em 28 de agosto de 2013
    No seu livro “Stupid White Men – Uma Nação de Idiotas”, o diretor Michael Moore afirma que os Estados Unidos são o país que todos amam odiar. De certa maneira, esta frase também pode descrever o tipo de relação que os norte-americanos possuem com o diretor, uma pessoa de natureza polêmica. Moore adora criar controvérsias e estar no centro dos debates. Com seu novo documentário, “Fahrenheit 11 de Setembro”, Michael Moore toca, mais uma vez, o dedo na ferida dos norte-americanos. “Fahrenheit 11 de Setembro”, na realidade, foi feito para justificar o já antológico discurso de agradecimento de Michael Moore na cerimônia de entrega dos prêmios Oscar 2003 – quando ele ganhou o prêmio de Melhor Documentário pelo excelente “Tiros em Columbine” -, no qual ele disse que, na qualidade de diretor de documentários, que lida com temas reais, ele nunca poderia apoiar um presidente fictício (George W. Bush) na sua guerra fictícia (contra o Iraque). Por esta razão, “Fahrenheit 11 de Setembro” começa com a imagem do candidato democrata Al Gore sendo aclamado como o novo presidente dos Estados Unidos até que a rede de televisão Fox News decidiu ir contra a corrente e declarar George W. Bush como o novo presidente da nação. Moore faz uma simples pergunta: será que tudo isso foi somente um sonho? Infelizmente, isto não era fruto da imaginação dos norte-americanos. A partir daí, Michael Moore desfila seu acervo de imagens e informações – as quais foram devidamente checadas – para provar como George W. Bush “roubou” a presidência de Al Gore e o quanto ele era incompetente para administrar o país. O presidente parecia viver em um eterno estado de férias durante os primeiros meses de seu mandato e sua equipe de governo parecia mais um bando de marionetes cujo único propósito era difundir a ideologia de Bush pai. Moore não tem medo de ridicularizar ninguém e, logo, as máscaras de todos iriam cair. O divisor de águas do governo Bush, claramente, foi o atentado de 11 de Setembro. Os efeitos – e, por quê não, causas – deste acontecimento tomam boa parte do tempo de duração de “Fahrenheit 11 de Setembro”. Nada escapa à fúria crítica de Moore: a incredulidade diante do alerta de que um atentado terrorista era eminente no país, a recusa por parte do governo de investigar as razões por trás disto ter ocorrido, a extradição de membros da família Bin Laden que residiam nos Estados Unidos e o subseqüente estado de medo constante dos norte-americanos (tema que já havia sido tocado por Moore no já citado “Tiros em Columbine”). Entretanto, Moore se esforça em mostrar como o governo Bush criou uma guerra contra um inimigo – o Iraque – sem razão aparente. Tudo está ali: soldados cruéis e outros que não acreditam na luta que travam ou que não se sentem bem em ter que matar outras pessoas; Lila Lipscomb, uma mãe indignada com a morte do filho na guerra; métodos escusos de recrutamento de soldados e, por outro lado, congressistas que se recusam a enviar seus filhos para a guerra que eles mesmos ajudaram a criar; e a morte de civis iraquianos inocentes. No meio de tudo isto, Moore ainda encontra espaço para esmiuçar as curiosas relações existentes entre membros da família Bush, dos Bin Laden e os sauditas; além da comprovação de que a invasão ao Iraque seria extremamente benéfica para certos membros do governo Bush. O pior é que tudo isto ocorre com a conivência da sociedade, da imprensa e dos políticos – até mesmo dos oposicionistas. Uma imagem possui um alto poder de influência. Michael Moore sabe – e tira grande proveito – disto. Nas mãos de seu diretor, “Fahrenheit 11 de Setembro” virou uma arma extremamente potente, uma vez que, lançado no ano em que George W. Bush concorreu à reeleição como Presidente dos Estados Unidos contra o Senador John Kerry, poderia ter influenciado toda uma população a retirá-lo do poder ao votar no candidato do partido democrata (não era mera coincidência o fato de que o filme atacava o ponto principal da campanha de reeleição de Bush: a de que ele era o único homem que podia combater a ameaça do terrorismo). Apesar desta sua “estratégia” não ter dado certo, Moore não tem do que se queixar, afinal ele proporcionou às pessoas a oportunidade de conhecer o outro lado, discutir e contestar o que estava acontecendo. Lembrar que o cinema também é um meio de reflexão e discussão é o grande feito da carreira de Michael Moore.
    arthur.f.ferreira
    arthur.f.ferreira

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    3,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    No documentário, Bush tá emparedado. Na verdade eu acredito que o título ficou até ruim, porque deveria ser "Bush 9/11". Acho que ficaria mais impactante. De qualquer forma, todos sabemos que Moore não é imparcial. Mas o documentário é de deixar uma pulga atrás da orelha. Tem imagens editadas, opiniões colocadas de forma que reforcem a opinião de Moore e não a opinião da pessoa na íntegra, mas os fatos e notícias que ele coloca não são editados e é justamente isso o suficiente para te deixar perplexo. O documentário retrata bem alguns dos objetivos de Bush e o quão fraco ele foi como presidente.
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR
    SERGIO LUIZ DOS SANTOS PRIOR

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O sempre contundente diretor nascido na cidade de Flinton, estado de Michigan, conseguiu alcançar o estrelato, por assim dizer. Inimaginável que um documentário sobre os eventos que precederam o atentado ao World Trade Center e a política externa do governo George W. Bush pudesse faturar $ 80 milhões, além de ocupar o posto de filme mais assistido nos EUA por duas semanas consecutivas. A metralhadora de Michael Moore aponta para todos os lados. Desde o fato do atual presidente norte-americano ter ficado de férias 42% em que ocupou o cargo antes dos ataques às torres gêmeas até a ligação da família Bush com os sauditas, entenda-se aqui a família Bin Laden, a segunda mais rica de seu país. A cobertura da guerra do Iraque que a imprensa norte-americana fez também é devidamente torpedeada. Parecia um "press-release", os repórteres se limitavam a falar o que os militares consideravam relevante. Na verdade se a guerra tivesse de ser eclodida, ela deveria colocar os EUA frente ao Afeganistão, que abrigava o pessoal da Al-Qaeda. Porém, com a disseminação do medo que a administração Bush se encarregou de semear no seio da "América", foi fácil associar Saddam Hussein como o próximo algoz da terra dos livres e lar dos bravos. Nem uma única fábrica de armas químicas foi encontrada no território iraquiano até o presente momento. A guerra fez com que algumas companhias faturassem astronomicamente com a exploração da segunda maior jazida de petróleo do mundo, a do Iraque. E foram os párias, os excluídos, os sem-passado e sem-futuro das periferias pobres e do interior dos EUA que compõem o grosso do exército da terra do Tio Bush. Por absoluta falta de dinheiro, de perspectiva e, principalmente, de trabalho, esses jovens vêem nas forças armadas uma forma de tentar driblar as diferenças sociais. Enquanto os ricos empresários exploram a guerra, a juventude pobre e caipira põe os seus respectivos na reta. Interessante a campanha que Michael Moore e um sargento do exército fazem para que os congressistas alistem os seus filhos. Apenas 1 dos 585 congressistas teve seu filho alistado. Agora é torcer para que o objetivo do filme seja alcançado: que o sr. Bush não seja re-eleito. Aliás, ele tem um rebaixamento intelectual. Assistam e comprovem que os EUA não poderiam cair em piores mãos.
    Fabio Portela
    Fabio Portela

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    4,0
    Enviada em 6 de junho de 2013
    Ótimo documentário, pois mostra o quão ruim foi Bush e o tanto que são manipuladores os EUA.
    Rodrigo
    Rodrigo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Para quem não leu "Stupid White Men" serve como introdução. Para quem leu, fica o relato de um cidadão "descidadanizado" pela escória do poder capitalista que vive os Estados Unidos e os países que assim o seguem. Quanto à veracidade dos fatos, visitem http://www.michelmoore.com e comprovem. Realmente fantástico. Vale a pena comprar o DVD e divulgar para todos que conhecem. Será que o Mike não faria uma séria com a dupla Dirceu e Lula também?
    Matheus
    Matheus

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Não é o melhor documentárioqeu ja vi mas é mto bom,realmente é surpreendente
    Stanislaus  Kat
    Stanislaus Kat

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    4,5
    Enviada em 16 de janeiro de 2016
    Michael Moore nos brinda com mais um documentário, reflexivo e bem produzido, sobre o período que antecede e sucede ao chocante evento de 11/09/2001. Por meio de fatos veiculados pela mídia e entrevistas, o cineasta organiza a narrativa de uma maneira particular e com isso revela a sua opinião sobre as possíveis causas que levaram a esse acontecimento tão sombrio da história recente dos EUA, bem como mostra as consequências iniciais, que até hoje influenciam a geopolítica mundial.
    tiago
    tiago

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Gostei muito do filme, finalmente alguém tem a coragem de mostrar o governo tirano dos EUA que já não vem de agora, mas somente com o Bush palhaço, e filhinho de papai, veio a ser mais questionado, mas nem mesmo um filme tão bem produzido e investivo, nunca conseguirá demonstrar exatamente tamanha tirania Norte americana, o poder faz isso com as pessoas, este filme mostra a utopia da democracia, e também a de qualquer forma de governo, não existem e nunca existiram aqueles reis ou presidentes de filmes, aqueles homens justos, humildes, q pesanvam em seu povo, o homem é um lixo, que quando tem poder não se contenta e quer cada vez mais, e para isso não mede esforçor, nem poupa vidas inocentes, manda jovens de 17, 18 anos pra guerra, ODEIO AMERICANOS PREPOTENTES, NÃO SÃO TODOS, MAS SÃO UMA GRANDE MAIORIA.
    alex
    alex

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Excelente o início do filme quando Moore utiliza-se de argumentos lógicos para provar as "incrivelmente coincidentes" ligaçoes de Bush com empresas interessadas na invasão do Iraque e Afeganistão. A segunda parte, mais "emocional", não me agradou muito. É a mesma tática usada por apresentadores brasileiros: colocar gente chorando na tela pra comover a população. Apelativo demais. Mesmo assim, o documentário é ótimo. Tomara que os "inteligentes e bem informados" americanos lembrem-se BEM dele nas eleições.
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