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Cantando na Chuva
Média
4,6
281 notas e 26 críticas
65% (17 críticas)
23% (6 críticas)
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26 críticas do leitor

Matheus G.
Matheus G.

Segui-los 9 seguidores Ler as 41 críticas deles

5,0
Enviada em 03/05/13
Um filme bem bonito e bem elaborado, o melhor filme musical de todos os tempos, esse filme meche com a gente, ele é intrigante e excitante, as cenas de comedia fazem a gente rir, e a trilha sonora perfeita. A musica classica usada no filme estava em harmonia com o cenario, as comedias melhorava o filme, e o final bem infantil mas perfeito.
Bya93
Bya93

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5,0
Enviada em 13/10/11
Tudo em Cantando na Chuva funciona: o roteiro simples e inteligente, as atuações carimasticas do sempre talentoso Gene Kelly, a simpática Debbie Reynolds e o extrovertido Donald O'Connor; Que atua e dança com tanta alegria que chega contagia. Além de ser uma interessante sátira com a mudança do cinema mudo para o falado; Sendo que os risos nas cenas divertidas soam como uma consequência. Não como uma piada feita. E a edição de som, a trilha sonora e a coreografia, trabalham em pura harmonia, Já que as batidas dos pés no chão seguem o ritmo perfeito da música. O que mais eu posso dizer? É o melhor musical já feito!
SenhorOculto
SenhorOculto

Segui-los 1 seguidor Ler as 74 críticas deles

4,0
Enviada em 30/06/11
Obra Feérica em Alto Nível. Divertidíssimo, encantador, criativo, belo, exemplo autêntico de arte cinematográfica. Um clássico! Entretenimento de qualidade, é de se maravilhar com a coreografia de dança, a sincronia do elenco, a feérica, inocência, simplicidade da obra. Um filme muito ingênuo, simples e cômico. Reflete perfeitamente a época fantasiosa de Hollywood. Mesmo não fazendo parte dos velhos tempos, um misterioso sentimento de nostalgia surge. Vai entender... RECOMENDO! Destaque também para os dançarinos, super talentosos.
Senhor Ivan
Senhor Ivan

Segui-los 493 seguidores Ler as 2 819 críticas deles

5,0
Enviada em 04/12/15
CLÁSSICO!!! "Cantando na Chuva" é um filme mais que brilhante.Bem mais que inesquecível. Apesar de se destacar com Musical,o filme nos leva a ótimos momentos de comédia.A dupla Gene Kelly e Donald O'Connor estão bem sincronizados.Realizam cenas engraçadas e passos envolventes cativantes. A linda Debbie Reynolds se junta,e reforça o elenco com seu talento. É um dos maiores e melhores musicais que o cinema já viu.E é claro,não podemos esquecer a clássica cena que faz jus ao título do filme.Memorável
Matheus A
Matheus A

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4,5
Enviada em 22/10/18
Assisti esse filme em 2018 e é simplismente sensacional, uma grande química por parte de Kelly, Reynolds and O'Connor, atuação incrivel, enredo. É um dos melhores filmes musical de todos os tempos até lançar La La Land que o teve como inspiração Singin' in the rain.
Nicolle S.
Nicolle S.

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5,0
Enviada em 04/10/18
ótimo filme, relata de uma forma cômica e romântica a mudança do cinema mudo. Musical bonito com belas canções e ótimas danças. amei
Roberto O.
Roberto O.

Segui-los 11 seguidores Ler as 59 críticas deles

4,5
Enviada em 08/09/17
Nesse mundo opressor, caótico e estressante em que vivemos, rodeado por obrigações, cobranças e todo tipo de responsabilidades, é quase inconcebível imaginar uma realidade em que as pessoas, de repente, do nada, começam a cantar, dançar, sapatear e extravasar, por meio da música, o quanto estão felizes. E, caso alguém fique triste, pensativo ou cabisbaixo, rapidamente aparece algum sujeito para injetar ânimo ao amigo, por meio, é claro, de mais um número musical. Pois esse mundo existe, e reside não apenas na tela do cinema, mas também nos corações e mentes de quem o assiste. Toda essa inocência e ingenuidade se fizeram presentes na chamada Era de Ouro do cinema americano, que perdurou entre as décadas de 1930 e 1960, período em que foram produzidas algumas das mais memoráveis obras cinematográficas deste gênero hoje visto como estrambótico, mas na época tão admirado e glamourizado, o musical. Sim, de certa forma este gênero traduz um estilo de vida que, se para nós pode parecer até ridículo, transparecia, naquele tempo e para aquele público, um desejo, lá no fundo, de que toda aquela alegria vista na tela pudesse também se refletir na vida real. Vale lembrar que os EUA, de cabeça erguida após a vitória na 2ª Guerra Mundial, ostentava o seu “American Dream” (sonho americano), que estava em plena ebulição. Talvez por tudo isso os famosos musicais da Metro, bem como também de outros estúdios, fizeram todo esse sucesso naquela época, com alguns deles, no decorrer das décadas, adquirindo o status de clássico, o que nos traz àquele considerado o maior de todos os musicais, não por sua grandiosidade visual, mas, talvez, por representar tão bem um sentimento tão simples e, às vezes, tão difícil nos dias de hoje, a mais pura e completa... felicidade. Cantando Na Chuva, lançado em 1952, ainda nos traz um curiosíssimo roteiro metalinguístico ambientado na Hollywood de 1927, ano da introdução do som no cinema, o que levou os estúdios a terem que se adaptar à nova tecnologia, caso não quisessem ser deixados para trás em meio à concorrência, pois a Warner saiu na frente com O Cantor de Jazz, o primeiro filme falado da história (esse fato é verídico). A trama, fictícia, acompanha, portanto, os nada fáceis desenrolares dessa transição. Logo no início do longa conhecemos dois dos três personagens principais, o grande astro do cinema mudo Don Lockwood (Gene Kelly) e sua “namorada de conveniência”, a também estrela Lina Lamont (Jean Hagen). Algum tempo depois também surge em cena a atriz de teatro Kathy Selden (Debbie Reynolds), que inadvertidamente conhece Don. Está armado o cenário para uma sucessão de situações românticas e cômicas envolvendo este trio. O talento vocal de Kathy, em contraste com a voz insuportavelmente estridente de Lina, além de um sentimento que começa a se desenvolver entre Kathy e Don, poderá mudar para sempre suas carreiras... e suas vidas. Tudo isso, claro, regado a muita música e, como é de costume nesse gênero, com as letras das canções também sendo utilizadas para contar a história. A despeito do clima lúdico inerente aos musicais, o longa (dirigido pelo próprio Gene Kelly em parceria com Stanley Donen), não perde a oportunidade de expressar suas opiniões acerca de si próprio, fazendo ótimo uso de sua metalinguagem. Afinal, já que se trata de um filme ambientado na terra do cinema e que mostra seus bastidores, o requintado estilo de vida de seus astros e estrelas, que tanto atraem a atenção dos fãs, também está em foco. E muitas das falas ouvidas no decorrer do longa, ainda que discretamente, alfinetam em cheio a própria indústria do cinema. A maneira como é mostrada a rotina de trabalho nos estúdios, por sua vez, proporciona belos momentos, alguns divertidíssimos, como aquele envolvendo a dificuldade em se colocar um microfone em Lina para captar corretamente o som de sua “inconfundível” voz, e também quando o longa-metragem que eles finalmente terminaram de editar é exibido em uma van première e gera na plateia uma reação, no mínimo, risível, para não dizer desastrosa. Se em alguns momentos a celebração da felicidade em estado pleno de Cantando Na Chuva chega ao ponto de ser irritantemente enfadonha, não nos esqueçamos, contudo, de que se trata de um musical, onde os exageros são permitidos. Make ‘Em Laugh (“Faça Rir”), interpretada no filme por Donald O’Connor (que faz o papel de Cosmo, aquele que, durante sua performance musical sapateia, se joga no chão, dá cambalhota e pirueta, só pra fazer rir o amigo Don) é uma canção que, além de pegajosa, pode ser particularmente familiar para uma parcela do público tupiniquim que se recorda, ou sabe que existiu na TV brasileira um palhaço chamado Bozo, que cantava uma versão em português desta melodia tão “motivacional”. Curioso notar também que, ao contrário do que muita gente imagina, quase todas as canções ouvidas no filme já existiam, inclusive a mais famosa. E diz a lenda que a água utilizada na chuva artificial para a gravação daquela tão conhecida sequência foi misturada com leite, para tornar a precipitação mais densa, facilitando assim a sua captação pelas câmeras. Singin' In The Rain é ouvida pelo menos três vezes durante o longa, mas foi a voz de Gene Kelly, sua expressão facial, seu caminhar pela calçada daquela rústica vizinhança, enquanto declara na melodia o quanto se sente feliz naquele exato momento, subindo em um poste de luz com o guarda-chuva na mão e, em seguida, sapateando nos paralelepípedos da rua ensopada pela chuva que cai torrencialmente, sob tons azuis esverdeados da fotografia, da direção de arte e do figurino que remetem a uma indissociável paz de espírito, foi, portanto, o conjunto de todos esses elementos que fez surgir uma das sequências mais célebres da 7ª Arte, que dura pouco mais de quatro minutos, e que faz com que Cantando Na Chuva seja lembrado até hoje como um dos maiores clássicos de toda a história do cinema. Nesse mundo opressor, caótico e estressante em que vivemos, uma inocente chuva de bons sentimentos no decorrer de quase duas horas pode ser, afinal, inspirador para que mudemos nossas perspectivas de vida e percebamos que, sim, a felicidade é algo pelo qual vale a pena lutar e, quando conquistada, ser comemorada... não necessariamente cantando!
Alvino
Alvino

Segui-los 4 seguidores Ler as 21 críticas deles

5,0
Enviada em 18/01/16
Amo! Cantei tando a música tema que até quem não assistiu já sabe cantar aqui em casa. Um filme que fala sobre a chegada do som no cinema (amém!), um assunto que eu não imaginaria tratar de forma tão graciosa. Mas qual seria a melhor forma se não essa? Cantando na Chuva é obrigatório para qualquer amante do cinema.
Alvaro S.
Alvaro S.

Segui-los 42 seguidores Ler as 339 críticas deles

5,0
Enviada em 29/10/15
Cantando na Chuva é um daqueles filmes que eu gostaria de ter vivido para fazer. Tudo é impecável. A direção, o refinamento do roteiro e as letras das músicas, a fotografia, direção de arte e figurino. E que time de atores talentosos. Dançam de verdade. Cantam de verdade. Interpretam com verdade. Existe brilho nos olhos deles. É fácil se encantar e se apaixonar por eles e entender porque ele é um clássico. O roteiro tem senso de humor, brinca com a transição do cinema mudo para o falado, as relutâncias dos executivos com o novo, os astros e atrizes com vozes estridentes que saíram de cena, etc. É uma comédia musical brilhante e poderosa, mesmo passados 63 anos desde seu lançamento. Curiosidade. Está em 90º lugar entre os 250 melhores filmes segundo o site IMDB. Outra Curiosidade. A famosa chuva que dá nome ao filme, foi filmada com leite misturada a água para que a fotografia conseguisse que os pingos dessem leitura na cena. Nota do público: 8.4 (IMDB) Nota dos críticos: 100%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $7,7 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Gabriel W.
Gabriel W.

Segui-los 1 seguidor Ler as 8 críticas deles

4,0
Enviada em 31/07/15
Um clássico muito legal e bem alegre, recomendo e muito!
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