Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Eterno Amor
    Média
    4,0
    175 notas e 177 críticas
    distribuição de 177 críticas por nota
    57 críticas
    60 críticas
    8 críticas
    33 críticas
    11 críticas
    8 críticas
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    177 críticas do leitor

    Tom B.
    Tom B.

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    5,0
    Enviada em 5 de maio de 2013
    O meu filme favorito do grande diretor francês, Jean-Pierre Jeunet. O filme é extremamente criativo e bem elaborado. A direção é perfeita e a fotografia idem. Roteiro deveras interessante. Sabe emocionar na medida certa. Não dá para falar muito para não estragar surpresas. Minha dica é: assista !
    Marco Silva
    Marco Silva

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    3,0
    Enviada em 14 de junho de 2018
    Produção francesa que, além de Audrey Tautou, conta com Marion Cotillard e participação de Jody Foster. Uma verdadeira odisséia, uma busca envolvente da personagem central por seu namorado, tido como morto na Primeira Guerra Mundial. Muito bem conduzido, vai num crescente desdobramento de fatos e circunstâncias. Bonito filme.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 16 de agosto de 2013
    A grande virtude de “Eterno Amor”, filme do diretor francês Jean-Pierre Jeunet (“O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”), é fugir do rótulo que rodeia os filmes de guerra. É claro que, no filme, existem cenas extremamente reais nos campos de batalha, mas esta história está relegada a um segundo plano. Para Jeunet e Guillaume Laurant, autores do roteiro de “Eterno Amor”, o importante é destrinchar a história por trás de cada soldado que batalha na guerra, a de suas famílias e das mulheres a quem eles amaram. Todos os acontecimentos de “Eterno Amor” giram em torno de dois conceitos. O primeiro deles é o de que a guerra não é justa. A justiça não existe quando ela tira jovens do auge de sua vida e nem do lado daqueles que venceram a batalha. Da mesma maneira, a guerra imprime mudanças permanentes na vida daqueles que se aventuram nela. “Eterno Amor” se passa na I Guerra Mundial e começa contando a história de cinco soldados franceses que se automutilaram para serem liberados de seus deveres no exército francês (aparentemente, essa era uma prática comum nas tropas, atingindo aqueles que eram mais sensíveis aos horrores da guerra). Os cinco soldados foram condenados à morte e abandonados em uma trincheira à mercê dos inimigos alemães. Um destes soldados era o jovem e idealista Manech (Gaspard Ulliel), órfão de pai e mãe e noivo apaixonado da não menos idealista Mathilde (a ótima Audrey Tautou, mais adorável do que nunca). Quando Mathilde recebe uma carta do governo francês notificando-a da morte de Manech, ela se recusa a acreditar em tal possibilidade. Se Manech estivesse morto, ela sentiria. Para os cinco soldados abandonados na trincheira, o fio de telefone era uma esperança de vida (por meio dele, poderia vir o perdão do presidente francês). Mathilde se agarrará a esse mesmo fio e às mínimas coisas da vida, de forma a manter as suas esperanças acesas (essa é a deixa para o segundo conceito presente no filme: enquanto existir esperança, você deve continuar acreditando em algo). Ela tem certeza de que irá encontrar Manech. Em consequência disso, Mathilde contrata um detetive particular e não hesita em gastar o dinheiro de sua herança para encontrar qualquer pista que a leve a seu noivo. A partir deste momento, “Eterno Amor” entra em uma série de histórias paralelas – e igualmente interessantes – sobre os acontecimentos da trincheira, os cinco soldados e suas famílias (uma delas é protagonizada por Jodie Foster). Histórias estas com um único ponto em comum: a presença de pessoas que, estarrecidas com as crueldades da guerra, fariam de tudo para sair dela – ou, então, devolveriam todo o sofrimento que ela lhe causou. Podemos encontrar neste segmento do filme, uma incrível semelhança com a história de “Cold Mountain”, do diretor Anthony Minghella, longa que retratava a história de um soldado (Inman, interpretado por Jude Law) desiludido com a guerra, que foge de seus deveres militares e embarca numa jornada de volta para casa e para os braços de seu grande amor (Ada, interpretada por Nicole Kidman). No caminho de Inman, ele encontra várias pessoas que o ajudarão a chegar ao seu propósito final. À primeira vista, o lado sombrio de “Eterno Amor” foge de tudo aquilo que Jean-Pierre Jeunet realizou em sua carreira. Entretanto, o diretor aborda este lado sombrio com a mesma fantasia e o lirismo que marcam seus trabalhos anteriores, como “Delicatessen” e o já citado “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain”. Com a ajuda das excelentes fotografia de Bruno Delbonnel e da direção de arte de Aline Bonetto (ambas merecidamente indicadas ao Oscar 2005), “Eterno Amor” é o trabalho mais maduro deste renomado diretor francês.
    cinetenisverde
    cinetenisverde

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    4,0
    Enviada em 17 de janeiro de 2017
    Um misto de remorso pelas agruras da guerra com a energia de uma investigação guiada unicamente pela fé (ou pelo amor). A beleza da fotografia fria e triste do _front_ se contrapõe aos horizontes oníricos do presente nostálgico, que clama pela elucidação completa de um passado nebuloso que separou um casal apaixonado prestes a se casar. Eterno Amor é pura poesia na forma de criatividade narrativa. Um Pierre Jeunet que retrabalha sua Amélie Poulain em traços mais cruéis e menos esperançosos, e que tenta soar como um romance épico em torno de personagens com pouca alma e muita persistência.
    Gustavo
    Gustavo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Gostei muito do filme , fotografia e direcao de arte nao presisa dizer nada anbas perfeitas , o rotiro na minha opiniao poderia ser melhor a direcaum é superior a de amelie é marcante no estilo do jean pierre com imagens sobrepostas gruas muito bem conduzidas e cores saturadas ao extremo mas q sao agradaveis a visao , um otimo filme o final tb nao deixa a desejar possue sequencias muito bem extruturadas.
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