Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Fonte da Vida
    Média
    3,8
    228 notas e 118 críticas
    distribuição de 118 críticas por nota
    38 críticas
    28 críticas
    17 críticas
    17 críticas
    10 críticas
    8 críticas
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    118 críticas do leitor

    Rafael
    Rafael

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O filme é maravilhoso, porém ao contrário do que diz na sinopse, tive uma outra leitura do filme. Para mim, a vida do Dr. Creo é contada de três maneiras diferentes. Como médico ele ficava dividido entre o amor de sua esposa e a profissão que ele exercia. Quando ele aparecia como o conquistador espanhol, seguia seu desejo de descobrir cada vez mais sobre a medicina, explorar à fundo suas pesquisas, enquanto que na bolha em que vivia com a árvore, vivia seu lado afetivo com a mulher. A árvore representa sua esposa, e ali, naquele momento, ele só vive pra cuidar dela, seu mundo é ela, tanto que quando ela morre, a árvore seca, e ele se sente frustrado por não ter conseguido a cura. Quando ele diz "eu vou morrer", e sorri, ele morre para a vida q ele vivia para ela, pois não precisará mais ficar dividido entre profissão e família, e à partir desse momento seu espírito passa a viver apenas para ela, para sempre, e é quando ele se liberta da bolha, libertando também seu espírito que vive eternamente com ela, e seu corpo começa a viver a sua vida na terra, sem conflitos. Pode até ser uma viagem minha, provavelmente é, mas acho q faz muito sentido.
    Eduardo S.
    Eduardo S.

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    5,0
    Enviada em 7 de maio de 2013
    Originalmente orçado em 70 milhões de dólares, o terceiro longa-metragem de Darren Aronofsky seria sua primeira superprodução, mas o projeto com o nome “The Last Man” com Brad Pitt como protagonista e estrelado por Cate Blanchett e Ellen Burstyn, sofreu várias mudanças desde 2002 até seu lançamento no Festival de Veneza em setembro de 2006. A principal delas foi a saída de Brad Pitt, praticamente sem explicações, resultando também na saída de Blanchett e no cancelamento do projeto, que só não foi engavetado de vez, devido a obsessão e genialidade de Aronofsky que conseguiu dar uma enxugada no orçamento, que ficou em torno de 35 milhões e levar o projeto adiante. O roteiro de Aronofsky & Ari Handel é extremamente original, genial e complexo, com três histórias paralelas abrangendo mais de 1000 anos, ficção e romance se fundem com perfeição na busca pela imortalidade em meio à fragilidade de nossa existência. No lugar de Pitt, entrou Hugh Jackman (Tomas/Tommy/Tom Creo) com o desafio de interpretar três personagens, o que fez de forma extraordinária, diferente e emocionante, com uma carga dramática nunca antes vista em sua carreira. Rachel Weisz (Rainha Isabel /Izzi Creo), em grandiosa atuação, fez um belo trabalho substituindo Blanchett. No elenco desde o princípio, a grande Ellen Burstyn (Dr. Lillian Guzetti) foi fiel e não abandonou o projeto apesar dos atrasos e problemas. Trabalhando pela segunda vez com Aronofsky, está perfeita como em todos papéis de sua carreira. Uma das qualidades mais evidentes no longa são os belos e inventivos efeitos visuais dos técnicos: Jeremy Dawson, Dan Schrecker, Mark G. Soper & Peter Parks, que apesar do orçamento apertado fizeram um trabalho excepcional e muito criativo. A Direção de Arte foi tão importante quanto complexa, originalmente seriam gigantescos cenários, como as pirâmides maias, que chegaram a construir na Austrália, mas mesmo com orçamento inferior e filmagens no Canadá, os diretores de arte conseguiram fazer um excelente e belo trabalho, com cenários contemporâneos, antigos e futurísticos. Novamente em parceria com Aronofsky, com visual deslumbrante e perfeito, o diretor de fotografia Matthew Libatique fez mais um excelente trabalho. A música de Clint Mansell foi amplamente elogiada, merecendo todos os elogios e indicações a prêmios como, por exemplo, ao Globo de Ouro de Trilha Sonora. Outro destaque do longa foram os figurinos de Renée April, que são tão singulares quanto belos, retratando diversas épocas e estilos. O filme foi indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza, um feito merecido e importante para um projeto que por pouco não aconteceu. Não foi um sucesso de bilheteria, mas merecidamente tornou-se cultuado ao longo desses anos.
    carlos_alberto_09
    carlos_alberto_09

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    4,0
    Enviada em 12 de março de 2012
    Com grandes atuações de Rachel Weisz e Hugh Jackman, a Fonte da vida é um dos mais belos filmes produzidos nos ultimos anos, o modo sensivel como o diretor conta a historia prende a atenção. Belissima maneira de retratar o amor que ultrapassou a barreira do tempo. Já assisti este filme seis vezes e não me canso de assisti-ló
    marcelo
    marcelo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Filmes como esse provam que ainda há magia no cinema!! A Fonte da vida é uma jornada na filosofia budista, onde a alma eterna, vive existências sucessivas, presa à ilusão da permanência do corpo! O filme mostra essa condição da alma humana, ilustrada pelo sensação de posse e perda do amor carnal e espiritual entre os protagonistas! Raquel Weisz dispensa comentários, mas me parece meio fria... Hugh Jackman prova de uma vez por todas que é um extraordinário ator capaz de interpretações carregadas de emoções! Esse filme é um assalto sensorial! Sublime!
    Sandro L.
    Sandro L.

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    5,0
    Enviada em 9 de outubro de 2013
    Adorei o filme e acredito que antes de tecer qualquer opnião negativa sobre este filme é preciso refletir sobre,como anda o seu nível de espiritualidade ou em que grau evolutivo da vida você se encontra neste momento,quais são suas crenças?Acho que consegui captar a essência da mensagem que o autor tentou reproduzir nesta película e para mim, o fez com louvor!Um personagem que se sente completamente impotente diante da iminente perda do seu grande amor, mas que luta com todas as forças para não permitir que isso aconteçnte, sensível e inspirador!
    Anderson  G.
    Anderson G.

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    3,5
    Enviada em 13 de agosto de 2016
    “A fonte da vida” é um filme com uma ótima premissa, trata de um amor que que se transcende ao tempo, e a busca do homem pela fonte da vida, que traria a possibilidade desse amor durar a eternidade, como eu disse, na teoria é ótimo, na pratica tem muitos problemas, os roteiros não lineares tem uma característica de ser confuso, mas “A fonte da vida” mistura linearidade com não linearidade, o que deixa tudo muito mais confuso, e fotografia é fraca, os efeitos especiais depois de um tempo enjoam, a trilha sonora não capta a alma do filme, e o roteiro é confuso, mas a atuação de Hugh Jackman é ótima, e o filme tem 2 ou 3 cenas que nos lembram que Darren Aronofsky dirigiu o filme, no geral a película não é ruim mas não é boa, é extremamente regular, talvez você até possa entrar na viagem transcendental do nosso protagonista, mas essa viagem não atrai e é o filme mais fraco do espetacular diretor Darren Aronofsky.
    Lorena R
    Lorena R

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    3,5
    Enviada em 10 de maio de 2013
    É um filme bem estranho, mas interessante também! A busca incessante pela fonte da vida eterna e depois descobrisse o que todos já sabem, que só há uma forma de se viver pra sempre...
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    2,5
    Enviada em 12 de abril de 2014
    Um filme que ficou muito à desejar, com atuação que ficaram à mercê de um roteiro sem pé e cabeça e isso prejudicou o desempenho de Hugh Jackman e Rachel Weinz.
    Carol F.
    Carol F.

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    5,0
    Enviada em 29 de setembro de 2012
    Um dos melhores filmes que eu ja assisti....Cada detalhe, cada enigma. É como se fosse um quebra cabeças, onde você só consegue visualizar todo o contexto depois da ultima peça...Simplesmente Incrível!
    Lucas Collito
    Lucas Collito

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    4,5
    Enviada em 26 de junho de 2013
    " Perturbadoramente lindo ..." ................................................
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