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Amanhecer Violento
Média
3,4
20 notas e 2 críticas
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2 críticas do leitor

AndersonCosta
AndersonCosta

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0,5
Enviada em 26/03/13
Duas palavras para definir os dois filmes de uma unica vez: POBRE/PODRE Depois alguém joga uma bomba em terreno norte-americano e todo mundo não saberá o porquê! IRÔNICO! Honestamente, ao assistir a primiera e segunda versão de RED DAWN - Amanecer Violento, me lembra muito a forma como nos tornamos alienados em torno de todas as produções hollywoodianas que tem como o tema a guerra! Quem não lembra de filmes como Rambo e Bradock? Quem não lembra de como Hollywood tentou nos convencer de que o governo norte americano sempre foi o mocinho enquanto que vietnamitas e soviéticos eram os vilões da história? Aqueles que foram crianças, assim como eu, na década de 90, consegue lembrar que em muitas brincadeiras de "guerra" ou de "mocinho e bandido" a policia sempre era o americano e o vilão era o vietnamita, e isso nós nunca entendiamos direito, apenas faziamos conforme eramos educados diante da TV. Até nos jogos de guerra, em video games e computadores, sentiamos "orgulho" por sermos "norte-americanos" pelo menos na ficção. Pois é! O unico sentimento que sinto ao assistir a nova versão de Red Dawn é unicamente INDIGNAÇÃO, porque depois de mais de 30 anos Hollywood ainda acha que pode comover, impressionar e convencer os meros mortais não norte-americanos de que a causa e motivo dos E.U.A para se fazer Guerra com outro país sempre é uma causa justa! E querem saber!? ISSO AINDA FUNCIONA!!! Não importa o quanto nossos livros estejam mais desenvolvidos, não importa o quanto usamos e abusamos do nosso direito de expressão, não importa o quanto as redes sociais são informativas e educativas, ainda vemos os atuais "inimigos" dos norte-americanos como "nossos inimigos". Vamos aos filmes: O primeiro, Red Dawn - Amanhecer Violento, de 1984, curiosamente anunciado primeiramente pela tv brasileira como "A Invasão da América", estrelado por nomes que posteriormente irião se tornar muito famosos como C. Thomas Howell, Lea Thompson, Charlie Sheen(em seu primeiro filme) e o casal sensação de Dirty Dancing - Ritmo Quente, Patrick Swayze e Jennifer Grey. O filme mostra a invasão Soviética em cumplicidade com Cuba, na época os principais inimigos dos E.U.A, que tomam uma pequena cidade e fazem dela uma espécie de quartel general, no exato momento em que o governo norte-americano perde vinculo com todos os seus aliados e numa época em que a ONU é extinta, coisa muito dificil de se imaginar na realidade atual. Existem pontos muito mas muito negativos em torno da história, os quais não se consegue entender no decorrer do filme. Primeiro: o exercito "inimigo" fixa seu dominio na pequena cidade e permanece durante cerca de 5 meses sem o necessário controle em torno dos moradores que foram aprisionados, ou seja, embora tenha uma especie de "campo de concentração" o exercito decide permitir que muitos moradores mantenham sua rotina diária mesmo com os ataques dos rebeldes, NÃO DÁ PRA ENTENDER! Segundo: os rebeldes, denominados de "Wolverines" são adolescentes sem nenhum treinamento militar que aprendem "na marra" como sobreviver naquela situação, tornando-se eximios atiradores num espaço de tempo muito curto. Terceiro: os mesmos rebeldes se escondem na região montanhosa daquela cidade com um amplo espaço verde, entram na cidade na hora que querem e atiram nos soldados inimigos sempre que aparecem e o exercito dominante não toma uma atitude inteligente se quer em torno dessa problemática. Todo mundo sabe, estrategicamente falando, que em uma situação extrema como esta, a primeira atitude do novo governo seria prender todos os civis nos campos de concentração, sem falar em matar os suspeitos, sendo a segunda atitude, devido o poder bélico que a Russia e Cuba sempre tiveram, era bombardear toda região montanhosa, não importando os gastos com armas! Quarto, ultimo e mais absurdo: politicamente falando, é deveras dificil mas muito dificil mesmo pensar que potências, até mesmo como o Brasil, deixassem, sem nenhum protesto, uma das suas ricas fontes de recursos materiais e econômicos afundar violentamente em torno de uma guerra, mesmo com a extinção da ONU. Prova disso foram as inúmeras guerras que a humanidade sofreu, nas quais os paises afetados sempre tiveram aliados que seriam prejudicados se aquela guerra afetasse a economia daquele país. É por esse e outros motivos que, atualmente, seria burrice uma nação declarar guerra contra outra de forma direta e sem medir as consequências. É por esse e outros motivos que os ataques terroristas existem, que é uma forma de enfraquecer a economia e deixar vulnerável a integridade bem como o humanismo daquela nação, ou seja, isso geraria revolta, raiva e aquela nação afetada seria taxada por outras como sendo uma nação impiedosa e agressiva, ironicamente, é como a nação norte-americana é vista hoje. O pior meus amigos aconteceu! Essa porcaria de filme de 1984 virou clássico! Pasmem! Não há muito o que se falar do remake. Eu geralmente, diante de uma ficção alienante, aprecio, pelo menos, os efeitos técnicos, neste caso nem isso eu achei divertido. O segundo filme se difere da primeira versão, uma vez que o inimigo é a então tenebrosa Coréia do Norte, a atual ameaça à Segurança Nacional. Hollywood já mostrou o que acontece quando nações como a Inglaterra, Iraque, Afeganistão, União Soviética, Cuba, Alemanhã, Japão e Vietnan estão em guerra com os E.U.A, ou seja, 99% de suas produções os E.U.A são os mocinhos da história e sempre tentam aparecer como reais vencedores, nunca reconhecendo, ou pelo menos discretamente, a derrota para os vietnamitas na década de 70 por exemplo. Agora vá alguém tentar transparecer o contrário! Lembremos da impressão negativa do governo americano em relação ao filme "A Hora Mais Escura". Olha... com o que já vimos nestes anos, podemos dizer que ainda bem que o Brasil não é governado por partidos que se dizem comunistas como o Psol e PSTU, porque se isso tivesse acontecido muito provavelmente já teriamos sido taxados de "inimigos" da humanidade. Uma coisa é certa amigos, muito da história aceitamos e entendemos do jeito errado. Com a consciência e entendimento que temos hoje, podemos evitar que essa alienação chegue até nosso filhos, para fazê-los entender que nem tudo é um mar de rosas, nem todo filme que assistimos explica o certo, assim como nem tudo que assistimos na televisão explica a realidade nua e crua, e sim estou falando da nossa querida nação, a qual nunca teve a coragem de realizar uma produção cinematográfica explicando os reias motivos de guerras, sem o menor fundamento, como a Guerra do Paraguai, nem nunca teve a coragem de explicar o real interesse dos E.U.A em apoiar Ditaduras Militares tanto no Brasil, como na Argentina, Chile e outras partes do mundo que resultou na morte e desaparecimento de muitas pessoas inocentes. Isso nós brasileiros não temos a coragem, muito menos o interesse de mostrar, mas apreciar e defender os filmes que citei acima isso nós fazemos com o maior prazer! Não estou certo? Não sou comunista, antes que alguém me pergunte. Só não aguento mais assistir tanta baboseira comprometendo o meu tempo. Fazer o que?! Sou um cinéfilo e tenho que assistir para assim criticar e criticar mesmo!
Vinícius C.
Vinícius C.

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5,0
Enviada em 09/05/16
Filme simplesmente perfeito! Quando foi lançado, em 1984, ainda estávamos na Guerra Fria. Havia um real possibilidade de invasão dos comunistas e as pessoas viviam com medo de invasões, ataques nucleares, etc. Aqui vemos a extrema crueldade dos comunistas, ou seja, o modo exato de como eram. Pessoas sendo fuziladas por não concordarem com a sua ideologia podre, as mulheres sendo abusadas, campos de concentração e muita lavagem cerebral. As cenas de guerra estão perfeitas, os atores mesmo sendo adolescentes atual impecavelmente. O finalspoiler: é um pouco triste. Esse filme deveria ser exibido em todas as escolas.
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