Notas dos Filmes
Meu AdoroCinema
    Matar ou Morrer
    Média
    3,9
    78 notas e 24 críticas
    distribuição de 24 críticas por nota
    7 críticas
    10 críticas
    3 críticas
    4 críticas
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    24 críticas do leitor

    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,5
    Enviada em 20 de março de 2017
    O filme é perfeito, a não ser o final meio estranho e rápido, espera- se o inimigo com tanto medo e assim a cidade também, o cara morre rapidamente daquele jeito, poderia ter tido um desfecho mas sombrio, mas Cary Grant está ótimo e assim merecido seu óscar, a trilha é linda e tudo é bonito, é um filme marcante.
    Khemerson M.
    Khemerson M.

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    5,0
    Enviada em 14 de dezembro de 2014
    Logo no início de Matar ou Morrer, obra-prima do cineasta Fred Zinnemann (dos igualmente inesquecíveis O Homem Que Não Vendeu Sua Alma e A Um Passo da Eternidade), acompanhamos três sujeitos mal-encarados em direção à pequena estação da cidadezinha de Hadleyville e ficamos sabendo de imediato que ambos esperam por um quarto pistoleiro, o temível e imprevisível Frank Miller, um sujeito que já fora preso pelo delegado da cidade e agora quer vingança. Neste momento, num outro ponto de Hadleyville, o delegado em questão, Will Kane (Gary Cooper) acaba de casar com a bela Amy (Grace Kelly, em seu primeiro papel de destaque no cinema) no mesmo momento em que é informado sobre a pretensão dos quatro pistoleiros. Optando por ficar e enfrentar Frank e sua gangue, Will precisa lidar com duas situações: a primeira diz respeito à sua esposa, que opta por seguir viagem sem a presença do marido, e a segundo e mais difícil situação, diz respeito à própria cidade de Hadleyville: de uma hora pra outra, todos os assistentes do corajoso delegado debandam e rigorosamente todos naquela cidade parecem querer ver o delegado longe dali, temendo pelo pior. Assim, a coragem de Will em contraponto à covardia do restante dos moradores passará a ser desenvolvida com maestria pelo roteiro de Carl Foreman e pela excelente direção do ótimo Fred Zinnemann... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO NO LINK ABAIXO)
    Adriano Côrtes Santos
    Adriano Côrtes Santos

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    5,0
    Enviada em 3 de maio de 2019
    Na pacata cidade de Hadleyville, no Novo México, quando o xerife Will Kane (Gary Cooper) está prestes a se casar com um protestante quacre (Grace Kelly) chega a notícia que Frank Miller (Ian MacDonald) - o psicopata que Kane havia prendido anteriormente - foi solto da prisão e vai chegar no trem do meio-dia. Enquanto os mais odiosos cúmplices de Miller esperam na estação, o xerife tenta conseguir ajuda. Os habitantes da cidade se recusam a arriscar suas vidas por medo de vingança. Vários relógios revelam que o meio-dia está se aproximando. Matar ou Morrer se passa em tempo real, com a hora fatal se aproximando enquanto a música-tema (a balada “Do Not Forsake Me, Oh My Darling”) insiste em frisar os acontecimentos. Will Kane é deixado praticamente sozinho contra quatro vilões. O filme de Fred Zinnemann é ao mesmo tempo, um excelente faroeste de suspense, medo e suspeitas. Oscar: Gary Cooper (ator), Elmo Williams, Harry Gerstad (edição), Dimitri Tiomkin (música), Dimitri Tiomkin, Ned Washington (canção).
    Marcão
    Marcão

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    4,5
    Enviada em 15 de fevereiro de 2016
    O filme em questão é Matar ou Morrer (High Noon, 1952), dirigido por Fred Zinnemann. Gary Cooper interpreta o xerife Will Kane, e tudo se passa no dia de seu casamento com a bela Amy (uma jovem Grace Kelly, apenas em seu segundo papel no cinema), após o que ele deveria abdicar do posto de xerife e dedicar-se à tranqüila vida familiar, administrando um armazém. Os planos mudam quando chega à cidade a notícia de que um assassino preso por Kane cinco anos atrás foi libertado, e se dirige à cidade. Ele deve chegar a bordo do trem do meio-dia. Frente aos sentimentos conflitantes da população, ao desamparo por parte de seus antigos colaboradores e, especialmente, às súplicas de sua esposa, o xerife enfrenta um dilema praticamente sem solução. Esse é o pano de fundo que Zinnemann utiliza para desenhar um painel do fim anunciado da época das conquistas. Aqui os personagens são protagonistas inconscientes de seu próprio papel. Will Kane representa o desbravador, o precursor, o próprio espírito da colonização. Não por acaso ele está velho e prestes a se aposentar. Seu adversário, Frank Miller, não é um dos tradicionais vilões do velho oeste, cujo único fim era a morte, em combate ou na forca. Ele foi preso, julgado, sentenciado a passar a vida na cadeia, e então libertado. Não se sabe porque ele foi solto, nem o filme se presta a dar um motivo concreto. Só se sabe que, em algum lugar longe dali, uma espécie diferente de justiça se fez, e essa justiça colocou em liberdade um homem cuja primeira atitude é juntar-se aos seus capangas e buscar vingança. É nos personagens secundários, habitantes da cidade, entretanto, que se encontra a parte mais interessante da metáfora elaborada aqui. Observando com atenção, percebe-se que neles a coragem foi substituída por precaução e o espírito aventureiro deu lugar ao desejo de estabilidade. Por mais que se envergonhem disso, os homens do povoado não reúnem em si a força para ajudar o xerife, entregando-o ao que todos consideram sua morte certa – ou seu suicídio, como descrevem alguns, o que seria uma forma de eximir-se da culpa por manter os braços cruzados. Um dos moradores chega a dizer (em outras palavras): “Nós pagamos um bom salário ao xerife e seu ajudante. Eles que resolvam”. A função do novo cidadão urbano, seria, portanto, a de pagar seus impostos e esperar que os problemas desapareçam. Nada mais de iniciativa, nada de participação direta. Eles que resolvam. A ganância também aparece aqui modificada pela nova ordem. Não são mais terras ou gado que interessam, os desejos da população da cidade são mais, digamos, atuais. O hoteleiro diz não gostar do xerife pois antes da chegada da lei e da ordem havia mais movimento em seu hotel. Eis uma boa crítica ao capitalismo selvagem, ao qual não importa que todos se matem, contanto que isso traga lucros. Já o assistente do xerife recusa-se a ajudá-lo por não ter sido indicado para substituí-lo (um novo xerife chegaria à cidade no dia seguinte). Nesse caso a cobiça é pelo cargo, e aqui, melhor do que em qualquer outro ponto, percebe-se que os tempos não são mais de força e coragem, mas de política e barganha. Eis que, como resultado de tudo isso, Will Kane é abandonado. Para que não se diga que os aspectos artísticos da obra não foram citados, vale lembrar que tanto a trilha sonora quanto a música tema cabem perfeitamente no filme, colaborando bastante para criar a atmosfera de conflito interno do protagonista. Gary Cooper oferece uma atuação na medida certa, sem exageros, mas que passa ao espectador a angústia de encontrar-se na situação em que se encontra. Há ainda algo de revigorante no papel da mulher em Matar ou Morrer. Também aqui se poderia dizer que o filme é precursor, mas seria difícil fazê-lo sem explicitar demasiadamente a conclusão da estória. O mais importante é que a cena final representa o ocaso de uma era. É verdade que a colonização não termina com o desfecho do personagem de Gary Cooper. Seu fim, porém, havia sido anunciado. O tempo de coragem, da marcha ao desconhecido, da vida e da morte pela força e pelas armas estava agonizando. A aventura do velho oeste chegava ao fim.
    anônimo
    Um visitante
    4,5
    Enviada em 3 de julho de 2013
    Não é a toa que Matar ou Morrer é considerado o segundo melhor western de todos os tempos pelo American Film Institute. Um filme inteligente, angustiante e que te faz querer assistir novamente. Simplesmente fantástico!
    Fernando Vasconcelos
    Fernando Vasconcelos

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Extraordináio filme, com um clima de tensão eletrizante e um desfecho fenomenal. Gary Cooper está perfeito no papel.
    Márcio A.
    Márcio A.

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    3,0
    Enviada em 20 de maio de 2013
    A história gira em torno do retorno de um bandido que jurou vingança contra o xerife. Clima de suspense muito bom e prende a atenção para o desfecho final. Boa diversão.
    Edilson R.
    Edilson R.

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    5,0
    Enviada em 10 de maio de 2012
    li diversas crítias/análises/coments e curiosidades sobre high noon e sempre é citado o era uma vez no oeste (personagens na estação de trem principalmente)... mas constatei q nestas ninguém percebeu ou se esqueceu q o ator q duela com o mosquito em era uma vez no oeste (jack Elam)também faz uma pontinha no high noon. no mais.. abraço
    Leonardo B.
    Leonardo B.

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    4,0
    Enviada em 5 de agosto de 2018
    Impressionante a narrativa em "tempo real" e as complexas questões pessoais/sociais apresentadas ao protagonista que mudará literalmente seu curso na vida após o desfecho da narrativa. Excelente.
    Antonio M.
    Antonio M.

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    5,0
    Enviada em 4 de janeiro de 2018
    Fred Zinemamm mostrou o seu talento com uma balada (trilha sonora) . spoiler: A cena do sheriff desistindo da sua lua de mel , voltando com a charrete à cidade, fez-me lembrar daquela locução inglesa em Hamlet ":Ser ou não ser, eis a questão" A cena interna do celeiro, aparecendo também uma rua, não esquecendo também um vidro quebrado do estábulo, com aquele preto e branco, luz e sombra e com aquela magia da tela em 35mm, encantou-me.
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