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    Lady Bird - A Hora de Voar
    Média
    4,1
    638 notas e 71 críticas
    distribuição de 71 críticas por nota
    8 críticas
    30 críticas
    27 críticas
    4 críticas
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    71 críticas do leitor

    Alan David
    Alan David

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    3,0
    Enviada em 14 de fevereiro de 2018
    Filme superestimado demais, tem nada de original, apenas falas agradáveis e tiro curto o que não deixa cansativo, mas com a sensação de que faltou contar mais, além disso Saiorse não convence como adolescente de 16,17 anos nem aqui e nem na China, típico filme selo Oscar que os pseudos especialistas vão achar razões e mensagens subliminares para justificar essa hype tão alto em um longa que não merece tanto, não compromete, mas também não é isso tudo. Para lê a critica completa no link abaixo: http:// parsageeks.blogspot.com. br/2018/ 02/cinema-449-lady-bird-hora-de-voar. html
    Rodrigo Gomes
    Rodrigo Gomes

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    5,0
    Enviada em 13 de janeiro de 2018
    Amadurecimento e relacionamentos. Esse é um filme leve e profundo, no qual acabamos refletindo e realizando uma auto análise. Lady Bird tem carisma a ponto de nos apaixonamos por ela e desejar estar ao seu lado. Passamos todo o tempo felizes por estar assistindo essa história, ainda mais com sua fotografia sutil e contemplativa.
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,5
    Enviada em 8 de março de 2018
    Uma vez eu li uma entrevista em que um pai falava que os filhos são como balões; chega uma hora em que eles começam a voar pelo mundo, por conta própria, e os pais têm que estar preparados para isso. Não sei se é uma simples coincidência, mas me lembrei muito dessa frase quando assisti a Lady Bird: A Hora de Voar, filme dirigido e escrito por Greta Gerwig. Neste longa, acompanharemos a história de Christine “Lady Bird” McPherson (Saoirse Ronan, numa performance indicada ao Oscar 2018 de Melhor Atriz), uma jovem que está no último ano do colegial e que tem uma ambição que é comum a muitos adolescentes norte-americanos: a de que possam cursar uma faculdade o mais longe possível da cidade que eles consideram como seu lar. Na verdade, Lady Bird: A Hora de Voar é muito mais do que um filme sobre esse desejo da sua personagem. O longa, na realidade, fala sobre relacionamentos familiares (especialmente os que ocorrem entre uma mãe e sua filha); sobre a descoberta e a vivência do primeiro amor; sobre a vontade de pertencer a algo; sobre as transformações pelas quais passamos, ao longo de nossas vidas; e, principalmente, sobre como as nossas amizades e experiências acabam nos moldando. Lady Bird aprenderá que nem sempre as coisas acontecem da maneira como a gente quer, que muitas vezes a gente gostaria de viver sob circunstâncias diferentes, porém são justamente esses detalhes que compõem a sua jornada e o seu crescimento pessoal. É compreensível perceber o por quê de Lady Bird ter uma atitude tão confusa sobre si mesma. Nascida numa família que vive constantemente em dificuldades financeiras, com uma criação um tanto dura por parte da sua mãe (Laurie Metcalf, numa performance indicada ao Oscar 2018 de Melhor Atriz Coadjuvante) e um pai (Tracy Letts) extremamente amoroso; Lady Bird estuda num colégio tradicional católico, onde não encontra vazão para os seus pontos fortes, para a sua vontade de se expressar. Ela acha que a solução para a vida dela é fugir da cidade onde ela nasceu e cresceu e acredita que é dessa maneira que as pessoas vão enxergar seu verdadeiro valor. Os conflitos que vemos serem desenhados em Lady Bird: A Hora de Voar são extremamente reais. É um filme sobre gente como a gente. Chama a atenção na obra a maneira linda como a jornada de Lady Bird está intrinsecamente ligada à mãe dela e, principalmente, ao relacionamento entre as duas. E é muito bonito de se ver que é preciso Lady Bird se afastar de sua zona de conforto para ela compreender tudo que ela viveu ao longo de sua vida e quem ela realmente é de verdade. Lady Bird: A Hora de Voar é um filme sobre uma jornada de autodescoberta, tendo como base o amor e cuidado parental. Nem sempre compreenderemos as vontades de nossos pais, mas o filme nos deixa com uma certeza: eles sabem o que fazem – mesmo que isso nos doa muito! E, se o fazem, é porque nos amam MUITO!
    Gerson R.
    Gerson R.

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    4,0
    Enviada em 6 de fevereiro de 2018
    A grande diferença de Lady Bird em relação aos inúmeros filmes que abordam o drama de pessoas que querem se encontrar na vida profissionalmente e emocionalmente está no enfoque suave mas ao mesmo tempo realista da diretora e roteirista Greta Gerwig – apenas em seu segundo trabalho por trás das câmeras, ela (que também é atriz) consegue atingir um resultado surpreendente e adorável para mostrar as ambições, medos, desejos e descobertas de Christine “Lady Bird” McPherson (Ronan), uma moça prestes à completar seus dezoito anos. Auto batizada com o nome “Lady Bird”, a personagem de Saiorse Ronan é uma exemplificação do que muitos adolescentes passam quando a idade de decidir o futuro chega – mais especificamente sua profissão ou carreira – sua mãe, Marion (Metcalf), rejeita a ideia da filha tentar uma faculdade fora da cidadezinha em que vivem, Sacramento, na Califórnia. Estudando em uma escola de ensino médio católica, vamos acompanhar essa “fase de transição” de Lady Bird, mostrando seus primeiros amores (Hedges e Chalamet), sua relação com sua melhor amiga (Feldstein), a dificuldade em saber o que quer escolher para o futuro – confrontada com certos rótulos e resistências que a sociedade tenta impor – e sua relação com sua família, seu irmão (Jordan Rodrigues) e a namorada dele (Dayane Newton), seu pai Larry (Letts), que sofre com depressão e, principalmente, no conflituoso relacionamento com sua mãe, que discorda de muitas ideias e vontade de Christine. Rodeada de personagens (propositalmente) buscando se encontrar na vida – mesmo os que já estão na vida adulta – o roteiro e a direção de Greta se mostram inspirados devido a sensibilidade com que são concebidos – há um evidente esforço para tornar crível o drama de cada papel – assim como a condução de atores da cineasta, possibilitando atuações abertas, espontâneas e bastante eficazes para trazer a tona os emocionais abalados de seus diversos personagens multifacetados – além do foco em Lady Bird, o talento da diretora aparece sobre os momentos em que o primeiro amor da moça, o garoto Danny, vivido pelo excelente Lucas Hedges (de Manchester À Beira-Mar), que sofre para conseguir assumir sua homossexualidade, justamente pela pressão de seus pais – e o enfoque na rebeldia aparentemente sem sentido do Kyle, do também ótimo Timothée Chalamet, é bem realçado para mostrar o impacto que certas atitudes dele causam em Christine – há ainda a boa atuação da amiga Julie, vivida por Beanie Feldstein, as dificuldades do pai de Lady Bird, vivido pelo eficiente Tracy Letts, que precisa arrumar um novo emprego, e uma pequena (mas tocante) participação de Stephen Henderson como o Padre Leviatch, um dos professores da escola – especificamente na cena onde ele tenta fazer uma sessão de terapia, onde ele acaba sendo o primeiro a chorar por lembrar de fatos de seu passado. Ainda que fortemente bem desenvolvido, o roteiro do filme se sustenta muito bem pela dinâmica incrivelmente clara e direta entre Saiorse e Laurie Metcalf – as duas, como mãe e filha, respectivamente, impressionam com suas atuações, que jamais passam dos limites do que poderia ser apenas apelativo – os diálogos bem escritos e realísticos, aliam-se a perfeição dos tons de vozes e expressões faciais entre as duas – curiosamente, até mesmo a falta de dialogo entre elas é mostrada de forma brilhante – como a cena em que conversam (pausadamente) na loja de roupas ou, o momento mais triste do filme – quando, após uma revelação (ou omissão, digamos assim) o grito de desespero de uma para uma ser ouvida pela outra é suficiente para encher os nossos olhos de lágrimas. Ainda que não seja um trabalho extremamente inovador, Lady Bird cumpre com excelência a sua proposta de mostrar com sinceridade as possibilidades e o pensamento de uma pessoa que ainda enxerga a vida com incertezas e preocupações – conseguindo, ainda, inserir importantes questões sobre o feminismo, machismo, preconceito de gênero, intolerância religiosa e até questões sobre o aborto – amparado pela atuação estelar de suas duas atrizes incríveis.
    Rodolfo A.
    Rodolfo A.

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    5,0
    Enviada em 26 de janeiro de 2018
    Filme incrível. A narrativa mostra a linha tênue entre adolescência e família. Lady Bird é uma garota cheia de sonhos, mas que possui um gênio forte igual o da sua mãe, o que acaba desencadeando conflitos de egos frequentes. A montagem e o roteiro bem elaborado e conciso, fazem "Lady Bird" um obra ímpar. Uma das coisas que mais me chamou atenção foi o carro como personagem spoiler: , aliás ele está sempre presente, é tema de discussões, é o ambiente de algumas discussões, e ele também é um dos responsáveis por fazer lady bird "voar". O filme não lembra em nada os longas clichês sobre adolescentes norte-americanos. Com toda certeza entra para a lista dos meus favoritos.
    Ricardo L.
    Ricardo L.

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    4,0
    Enviada em 14 de fevereiro de 2018
    Muito bom filme. Um dos destaques do óscar 2018. Indicado a 5 óscar, incluindo Filme, direção e atriz. Roteiro bem original, com história atraente e e comovente de uma moça cheio de enigmas e superstições de sim mesma. Elenco que conta a bela Saoirse Ronan como grande destaque e uma atuação aplaudida em todo o mundo. Lady Bird poderia ter causado mais emoção e sair um pouco do mais do mesmo, mas tem suas belas qualidades bem expressa nas grandes atuações e no roteiro bem desenvolvido.
    Sidney  M.
    Sidney M.

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    2,5
    Enviada em 1 de fevereiro de 2019
    Achei meio chato, a história é até boa, mas não é tudo isso que eu esperasse que fosse. Destaque mesmo fica para o elenco.
    Ricardo M.
    Ricardo M.

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    4,5
    Enviada em 2 de abril de 2018
    Nem sempre um filme precisa ser dotado de grande complexidade para ser bom, basta que seus personagens sejam respeitados e tenham o devido valor criado narrativamente. LADY BIRD - A HORA DE VOAR é um exemplar destes que constrói sua história com base na vida de uma adolescente (Christine McPherson), moldando seu dia a dia com base em situações plenamente críveis e tidas como transposição de realidades possíveis. Tanto os questionamentos, descobertas, desejos e frustrações são mostrados pelo olhar ainda em fase de descobertas da protagonista. O namoro, sexo, responsabilidades e brigas familiares ilustram um ser comum, mas cuja doçura estampa cada segundo em cena pelo seu intenso desejo na busca pelo dia de amanhã, diferente. O talento da diretora Greta Gerwig nos presenteia com um filme cheio de valores emocionais que são facilmente notados por qualquer ser humano a partir dos 20 anos (talvez menos). Adoçado na medida para nunca ficar açucarado por demais, LADY BIRD é um drama que convence em sua totalidade, tanto pelas atuações brilhantes e intensas, com destaque evidente para a ótima Saoirse Ronan e a personagem de sua mãe Laurie Metcalf.
    Juarez Vilaca
    Juarez Vilaca

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    4,0
    Enviada em 1 de março de 2018
    Um grande filme. Um drama social na vida de uma jovem americana de uma pequena cidade do interior. É uma jovem normal, com uma vida normal, amigos normais, família normal e problemas normais, iguais aos de 90% da população de jovens do mundo. Ela busca respostas para questões comuns, como: o que estou fazendo aqui? o que me espera o futuro? com quem casarei? vou para universidade? Vou ficar nessa cidadezinha para sempre? Minha mãe gosta de mim? Muito bem dirigido e com ótimos atores, principalmente Saoirse Ronan, a atriz que faz o papel principal de Lady Bird. Vale a pena.
    Vitor Araujo
    Vitor Araujo

    Segui-los 1542 seguidores Ler as 501 críticas deles

    3,5
    Enviada em 11 de fevereiro de 2018
    Garota. Crescimento. Mãe. Dificuldades. Amores. Vida. Estudos. Rebeldia. Personalidade. Amizades. Interessante. Atuação. Boyhood feminino.
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