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    Frida
    Média
    4,3
    376 notas e 22 críticas
    14% (3 críticas)
    36% (8 críticas)
    18% (4 críticas)
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    22 críticas do leitor

    Kamila A.
    Kamila A.

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    3,5
    Enviada em 12 de setembro de 2013
    A atriz Salma Hayek ainda era uma adolescente quando conheceu, na Cidade do México, a obra da pintora Frida Kahlo. E quanto mais ela conhecia da vida profissional e pessoal da artista, mais ela se apaixonava por Frida. Não demorou muito até que ela começou a planejar a realização de um filme sobre a pintora. O único problema é que esta idéia já havia passado pelas mentes de outras pessoas. Excetuando-se o projeto de Hayek, dois outros roteiros rolavam em Hollywood: um com Madonna no papel principal, e outro com Jennifer Lopez. Na briga final, Hayek levou a melhor, simplesmente porque contava com o financiamento e apoio da Miramax e porque conseguiu atrair bons nomes para o elenco – como, por exemplo, Alfred Molina, Geoffrey Rush, Ashley Judd, Antonio Banderas e Edward Norton, seu então namorado, que também ajudou a escrever o roteiro final do filme. Por isso dá para imaginar a emoção da atriz mexicana ao ver este projeto se tornando realidade depois de quase vinte anos de espera. E ela tem que estar feliz mesmo, pois “Frida” é o melhor filme de sua carreira (conquistando seis indicações ao Oscar 2003, das quais venceu duas estatuetas: Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Maquiagem) e a sua melhor performance como atriz, até o momento. “Frida” é um filme muito ambicioso e tenta passar para as gerações mais jovens a força, personalidade e carisma que a pintora possuía. É incrível acompanhar toda a força de vontade que Kahlo teve ao superar as adversidades que se impunham no seu caminho. Também é gratificante ver o quanto era ela leal, companheira e compreensiva com todos aqueles que a rodeavam – seu marido, Diego Rivera; seus pais; irmãos e amigos. Neste meio tempo, o filme mostra toda a consciência política de Kahlo, que era uma comunista convicta. Mas, com certeza, o grande foco de “Frida” se encontra nas relações amorosas da pintora – com Diego Rivera, Leon Trotsky e algumas mulheres – e como elas influenciaram a sua obra. Falando na obra da artista, ela ocupa lugar de destaque no filme, servindo como pano de fundo aos acontecimentos que nos são retratados, uma vez que, ao vermos os quadros que ela criou, conseguimos entender o por quê de tanta dor e baixa auto-estima. É este o grande mérito da diretora Julie Taymor: mostrar a alma sofrida de Frida Kahlo por meio de seus quadros. Atmosfera que é complementada pela excelente fotografia de Rodrigo Prieto – não indicada injustamente ao Oscar – que coloca cores vivas em cena, com o objetivo de nos fazer ver que o que Frida mais possuía era uma vontade imensa de viver.
    Lila M.
    Lila M.

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    4,0
    Enviada em 15 de agosto de 2016
    Eu já conhecia o suficiente de Frida para esperar mais do filme, que acabou não sendo uma biografia, mas basicamente a historia de amor entre ela e Diego Rivera. Em alguns momentos senti que era mais sobre ele do que ela, e ficou bem claro, mesmo com toda a romantização, o quão abusivo era esse relacionamento. Faltou explorar mais o intimo de Frida, sua personalidade forte, sua vertente feminista, e até mesmo seu lado trágico, já que é o que mais a define em toda sua obra, ela como ninguém conseguia imprimir sua dor em cada nova pintura. Outro fato que me desagradou, foi que não esperava que o filme fosse em inglês. Mas deixando os pontos negativos de lado, vamos a parte boa, afinal, 6 indicações ao Oscar e duas estatuetas não vieram sem mérito... Frida foi sim uma mulher a frente de seu tempo, extraordinária eu diria, o filme mostrou bem seu lado humano, sua entrega incondicional as pessoas que amava, mostrou também o quanto era politizada e talentosa. Amei a fotografia do filme, adorei ver as pinturas se tornando reais e principalmente conseguir identificar cada situação em que foram concebidas, trazendo mais profundidade a perspectiva que temos de seu trabalho. Salma Hayek produziu e atuou brilhantemente, nunca fui um grande admiradora de seu trabalho, mas após esse filme ela conquistou meu respeito e admiração, sua entrega é notável. Uma obra linda, com cenários, figurino, trilha sonora, e fotografia perfeitos. Um filme triste e visceral. Recomendo muito, só ressalto que essa não deve ser sua unica referência sobre Frida Kahlo, seria uma lastima se isso ocorresse.
    Willian M.
    Willian M.

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    5,0
    Enviada em 10 de abril de 2015
    Tenho que admitir, Frida é a minha menina dos olhos. Já havia pesquisado sobre a vida da artista, sabia de vários pontos retratados no filme, como daqueles vários problemas de saúde sofridos por ela, e, é claro, suas obras de uma singularidade e intensidade que são características de uma verdadeira pintora a frente do seu tempo, me fizeram gostar desse filme antes mesmo de assistir. A história de vida de Frida, já dá um belo filme, pois, suas características e problemas enfrentados são dignos de uma película. A vida sofrida com uma série de doenças ainda quando criança, o atropelamento do bonde, os amores questionáveis, e é claro suas pinturas, com fortes influências culturais mexicanas e quase sempre retratando o cotidiano ou o simples do dia da pintora são pontos relevantes na vida que vemos no filme. Frida tem a problemática perfeita para o cinema. Do martírio até o sucesso mundial com aquela foto da Vogue. Com aquele bigode, as sobrancelhas unidas e com aquele emaranhado de cores em suas vestes, se faz presente sua força e seu talento atemporal. Claro que, assim como esse apaixonado aqui, Salma Hayek (produtora e atriz que interpreta Frida) e sua diretora tendem a mostrar, com leveza, Frida como uma heroína, o que não chega atrapalhar tanto assim, pois, Frida confronta questões até hoje, considerados tabus para mulheres, como espaço no trabalho, na política, talento e até sexualidade. Sua relação conturbada com o também pintor Diego Rivera, estende o pano de fundo para mais vários fatores que se fazem presente na obra da artista e só reforçam a intensa vida de Frida. Dentre tragos, traições, tragédias, amores, comunismo, tinta, mas muita tinta é contada a história de uma artista que foi revolucionária em várias frentes e que deve ser inspiração para várias outras mulheres, que se fazem pequenas pelo simples fato de alguém dizer que deve ser assim.
    Francisco Russo
    Francisco Russo

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    O início de "Frida" é arrebatador: o frescor e a alegria da protagonista passam para o filme e acabam empolgando quem o assiste. Porém, com o passar dos acontecimentos o filme vai se tornando cada vez mais amargo e desesperançoso, seguindo o estado de espírito da própria Frida, o que faz com que o espectador também sinta tais sensações e o filme se torne um pouco cansativo. Entretanto nada disso é capaz de impedir que "Frida" seja um bom filme. Muito graças a Salma Hayek, que tem a melhor interpretação de sua carreira e realmente está muito bem em cena. A Frida de Salma tem várias faces, da jovem garota esperançosa à pintora que reluta em aceitar seu talento, da apaixonada por Diego Rivera à decepcionada com os infortúnios que a vida lhe traz devido ao acidente que sofre ainda jovem. Cores fortes e vivas em cena chamam a atenção na fotografia, com várias referências ao verde e vermelho da bandeira do México. Isso sem falar das animações e colagens que a diretora Julie Taymor habilmente insere no decorrer do filme, sempre surpreendendo e até mesmo divertindo o espectador. Em relação ao elenco de apoio, há várias participações de atores conhecidos em Hollywood mas duas em especial merecem atenção: Alfred Molina, que engordou vários quilos para viver Diego Rivera nas telas, e Geoffrey Rush, apesar de aparecer por pouco tempo no filme, mais para sua metade final. Ambos estão muito bem e têm momentos de brilho no decorrer do filme."
    Ricky Lobo
    Ricky Lobo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Filme maravilhoso e inesquecível, Salma encorpora Frida de uma maneira assombrosa, figurinos impecáveis, fotografia estonteante e uma trilha sonora que nos faz viajar! Esse filme só peca em uma coisa: o inglês! Deveriam ter produzido totalmente em espanhol para dar mais vivacidade a história!
    Wellingta M
    Wellingta M

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    5,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    A melhor atuação no cinema de Salma Hayek. Eu sou suspeita para falar sobre esse filme, pois amo Frida Khalo e sua vida. Uma história linda e inspiradora para muitas mulheres e homens também. Ah, foi maravilhoso ver Geoffrey Rush na pele do camarada Trotsky. Adorei!
    Alvaro S.
    Alvaro S.

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    3,5
    Enviada em 9 de outubro de 2015
    Vivida com paixão e verdadeira admiração pela atriz Salma Hayek, Frida é uma cinebiografia visualmente apaixonada e impressionante. Não faz parte do meu objetivo com o blog falar sobre filmes que já vi, porém abri mão dessa “regra” e revi esta obra em homenagem a exposição da artista que está acontecendo em São Paulo, no Instituto Tomie Othake, até janeiro de 2016. O filme retrata a dores da pintora desde seu acidente até seu casamento tempestuoso com o pintor Diego Rivera e sua personalidade forte. Salma foi indicado ao Oscar de Melhor atriz por sua performance sólida, feroz e sedutora. Alfred Molina dá vida ao Rivera e apresenta um desempenho perfeitamente adequado. Uma produção que mostra um pouco dessa figura fascinante em imagens que são uma festa para os olhos. Curiosidade. Indicado para 6 Oscars, o filme levou o de Melhor Trilha Sonora e Melhor Maquiagem. Nota do público: 7.4 (IMDB) Nota dos críticos: 76%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $25 milhões Mundo - $56 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
    Luca
    Luca

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    É um filme morno, que peca somente numa coisa: a fidelidade à vida de Frida Kahlo. A atuação de Salma Hayek é muito boa, mas ao mesmo tempo assombrosa. Diversão garantida só pra quem conhece a vida de Frida."
    ricardo
    ricardo

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    2,5
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    FORTE, SENSÍVEL, REAL. Um filme comovente , uma boa direção, um ótimo roteiro e elenco marcante. Merece ressalvas somente quanto a língua; poderia ter sido representado no idioma pátrio de Frida, no entanto sabe-se que a grande indústria, mais ainda o público, ainda vê com maus olhos as películas em espanhol.
    PedroConrado
    PedroConrado

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    2,0
    Enviada em 9 de fevereiro de 2012
    Esqueça seus conceitos sobre produções mexicans. Bom, pode-se dizer que "Frida" não é tão mexicano assim. A direção, roteiro e atuações coadjuvante são americanas mas os dois protagonistas e a principal produtora do filme (Salma) são mexicanos tal como o livro que deu origem ao roteiro se não me engano. O filme conta a história da pintora Frida Kahlo, que é bastante interessante. Apesar de estar bem a frente mesmo de seu tempo, o filme não retrata Frida como a mesma ousadia dos filmes mexicanos recentes; "O crime de Padre Amaro", "E sua mãe também" e "Amores Brutos" e também sem se aproximar dos dramalhões mexicanos. Mesmo assim, também foge um pouco aos padrões hollywoodianos. Destaque no filme vai para a parte técnica (trilha sonora, direção de arte, figurino, maquiagem e etc) que são realmente excelentes. Mas o grande destaque é sem dúvida Alfred Molina que talvez tenha merecido uma indicação ao Oscar como coadjuvante e Salma Hayek que está sensacional. Embora as vezes ela perca um pouco o espírito da personagem, em outras ela está simplesmente encarnada como Frida Kahlo. A direção de Julie Taymor é segura mas podia ser um pouco melhor tal como o roteiro que não escolhou um prisma para focar a personagem. Mas concerteza, Salma como produtora dá um exemplo para os filmes brasileiros já que mostra que filmes que não os que retratem as mazelas sociais do país podem ser realmente bons. Sem dúvida, está entre os melhores filmes do ano (ainda não entre os cinco).
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