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    K-Pax - O Caminho da Luz
    Média
    4,3
    178 notas e 28 críticas
    distribuição de 28 críticas por nota
    15 críticas
    6 críticas
    5 críticas
    1 crítica
    1 crítica
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    28 críticas do leitor

    William T.
    William T.

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    4,5
    Enviada em 6 de julho de 2013
    Este filme é de 2001, mas só assisti em 2013, tive que assistir 2x para perceber os Detalhes. Ótima atuação do Kevin Spacey, já que não sou muito fã, mas acredito que por KPAX, merecia uma indicação ao Oscar. Concluo que Prot era mesmo de KPAX, um cara comum que vivia no campo, se transformou no único humano a "enxergar luz ultravioleta", "conhecimentos de astronomia, maior do que os Doutores", "não reagiu à medicação", "batimentos cardíacos abaixo de 50bpm durante regressão", "cura de doenças mentais", sempre esses acontecimentos causavam espanto nos que viviam ao seu redor, dizendo que um ser humano não tinha essas capacidades. Entende-se que os Kpaxianos são entidades que ajudam os seres humanos em situações de sofrimento extremo, assim livrou "Robert" do sofrimento, por ter perdido sua família. No final do filme essa entidade de Kpax passou para o corpo de "Bess" que minutos antes tinha feito sua carta dizendo "que não tinha um lar", a carta foi que estava em poder de “Prote” foi deixada em cima da cama dela. Assim como “Prote” anteriormente, “Bess” foi liberta de seu sofrimento, e passará a ajudar outras pessoas com seus poderes. Esse poder de transformação vai passando entre os seres humanos para curar os seus sofrimentos.
    Jorge S.
    Jorge S.

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    5,0
    Enviada em 10 de abril de 2013
    Eu vou ser sincero esse creio que seja o Unico filme que eu Marquei como 5 Estrelas aqui no adoro cinema. (E olha que e raro eu dar 4 estralas... Eu nunca tinha visto um Filme tão ótimo assim em toda a minha vida ! Sou muito Fã de ficção cientifica mas esse Filme me tirou da Sala e me levou pra K-Pax o.O! O Elenco é, sem Duvida, uma cobinação perfeita de grandes metres, começando pelo Kevin Spacey e o Jeff Bridges. Eu ja ví esse filme mais de 14 vezes ontem Mesmo (09/04/2013) eu assisti ele dublado na TNT. Nao me Canso de ver este Filme. Ele é 10 em tudo ! *Atuação *Elenco *História *Trilha Sonora *Roteiro (Otimo Ja até procurei na internet o Livro que contem mais detalhes. Mas em Portugues é raro achar né... :( Filme Nota 1000 ! "Então ? Ta esperando o que ? vai logo na locadora mais próxima Aloca-lo !" Nota: K-PAX Se pronuncia: "Key ou Quei - Péx ou Péqs". Porque sinceramente, ficou ridiculo a dublagem para Pt-Br falando 'CAPAX' ¬¬ e no próprio livro ele fala que o nome dele e do planeta se pronuncia desse jeito.
    Felipe T.
    Felipe T.

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    5,0
    Enviada em 5 de janeiro de 2015
    Filme excelente. Dentre todos os filmes que já vi em minha vida, esse é um dos que mais marcou-me, é um daqueles filmes que nos prendem na frente da TV para, ansiosos, esperar o desfecho da história. Os detalhes concedidos sobre K-Pax fazem nossa imaginação ir para outro mundo e toda a trama envolvida no personagem torna tudo melhor ainda e emocionante. Com certeza está no meu TOP 10 de todos os filmes já assistidos.
    Pedro R.
    Pedro R.

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    3,0
    Enviada em 29 de abril de 2013
    Me surpreendeu! Achei que poderia ser muito ruim, mas é interessante! A atuação de Kevin Space, como sempre, é fenomenal. O que é mais curioso é que, durante todo o filme, o protagonista tenta convencer a todos de que é um ET. Kevin Space interpreta isso com tanta maestria que você, telespectador, também é persuadido por sua tremenda confiança. É possível mudar sua percepção duas ou até três vezes sobre qual o desfecho. Em contrapartida, tem bastante cena entediante. De alguma maneira poderiam fazer o filme com um pouco mais de dinamismo.
    anônimo
    Um visitante
    5,0
    Enviada em 19 de agosto de 2013
    Um filme lindo, centrado e surpreendente. Só o Spacey paga o ingresso de qualquer videozinho caseiro. Mas não é o caso desse filme maravilhoso e bem dirigido. No fim, será que o Prot é mesmo de K-pax. O psicólogo pode ter lá suas dúvidas (Jeff Bridges), mas no fundo ele sabe que o Prot é um ser evoluído de outra dimensão.
    Birovisky
    Birovisky

    Segui-los 66 seguidores Ler as 196 críticas deles

    5,0
    Enviada em 17 de outubro de 2017
    Sem espaços e na íntegra: h t t p s : / /rezenhando . wordpress . com /2017/10/17/rezenha-critica-k-pax-2001/ Voltando aquela positiva onda de excelentes filmes desta vez um que há anos, desde que comecei a assistir House of Cards prometia ver e nunca conseguia ou simplesmente esnobava, sabe-se Deus porquê, sabendo que era um filme cuja temática me cativa e sem contar que estamos falando de Kevin Spacey (que não é este Deus da dramaturgia, mas nestes filmes mais pirados ele se sobressai). Finalmente fui conferir e me arrependo arduamente de ter perdido no mínimo 15 anos sem ter assistido esta obra prima mais de uma vez, e quando falo obra prima não é apenas pela magistrosa atuação do “Presidente”, também por todas as nuances que o filme nos remete. Confiram a “rezenha” crítica de K-PAX: O Caminho da Luz. O nome não instiga nenhum marketing para si, tanto que a costumeira distribuição brasileira resolveu adicionar ao nome original os dizeres “O Caminho da Luz” que mais abaixo saberão o porquê e que neste caso tem toda a significância, diferente de muitos filmes com o título alterado ou traduzido por aí. O personagem de Kevin Spacey chama-se Prot, um homem misterioso, que vive dizendo ter vindo do planeta K-Pax, distante 1000 anos-luz da Terra. Por causa disto ele é internado em um hospício, onde conhece o Dr. Mark Powell (Jeff Bridges), um psiquiatra disposto a provar que ele na verdade sofre de um grave distúrbio de personalidade. Mas as descrições de Prot sobre como é a vida em seu planeta acabam encantando os demais pacientes do hospício, fazendo com que eles queiram ir com Prot quando ele diz que está próximo o dia em que deverá voltar ao seu planeta. O filme divaga sobre discussões bastante pertinentes, inclusive, tornou-se ainda mais atual em relação a data que o filme foi lançado. Quando se trata dos duvidosos e viciantes tratamentos psicológicos através de remédios, as discussões e situações contraditórias entre Prot e o psicologo Mark são um tapa com luva de pelíca na cara dos mais atentos ou também àqueles que acham que ainda estão vivos apenas à base de remédios inventando inúmeras desculpas esfarrapadas. Fora isso, o até então ganhador do Oscar de Melhor Ator já nos primeiros segundos mostra o quão foda é como personagem, sua chegada em meio a um feixe de luz com aqueles óculos vermelhos dão o toque de mistério, e em sua primeira expressão já nos prende, e isso destoa pelo filme todo. Porque além dos trejeitos de Prot, em vários momentos o personagem esteve sob hipnose e o ator muda drasticamente a interpretação, fora outros momentos igualmente incríveis, como a memorável cena onde Prot come as frutas na frente do psicologo, inesquecíveis. Relativiza a ideia de loucura, denunciando a institucionalização da mesma, com um final inspirado em Nietzsche e seu “Amor Fati” (Eterno Retorno). Maravilhoso: Inspirador, delicado, cheio de minúcias emocionantes para quem consegue perceber, principalmente na transição do segundo para o terceiro ato quando é entregue o que o telespectador mais ânsia, ali dependendo do seu estado de espírito pode até chorar, porque não? Além do ceticismo dos médicos e a constante provação que Prot os faz passar (de forma bem convincente por sinal) o filme entra de cabeça na ambientação do próprio hospício e os anseios dos que lá estão, até então sendo tratados a base de remédio apenas procrastinando seus distúrbios, sendo que quando surge um ser com tamanha elevação espiritual, apenas com uma boa conversa e entendendo de fato o que estas pessoas precisam “as cura”. Se analisarmos um pouco mais afundo conseguimos inclusive entender como nossa sociedade destroi os que até inconscientemente destacam-se, todos os que perturbam a ordem social com sua mera presença por mais elevado que seja o espírito desses como é o caso do protagonista da trama (vide Jesus Cristo também, mas aí poderia escrever uma “rezenha” exclusivamente sobre este tema. O filme nos faz questionar não só sobre se Prot é de fato um louco como também sobre a loucura institucionalizada em nossa sociedade tida como normal. É o tipo de filme que foi subestimado quando saiu, muito por conta do simplório e confuso nome, mas que nunca perderá a essência, e que tornou-se atemporal e com um dos melhores plot twisties (desfechos) do cinema deixando você por dias pensando e analisando várias teorias. Iria assistir de novo? Com certeza. Minha nota é 5/5.
    Sandro P.
    Sandro P.

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    3,5
    Enviada em 8 de março de 2015
    Não o considero um filmaço, mas ele prende a atenção e ainda passa uma mensagem legal...
    Marcio A.
    Marcio A.

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    3,5
    Enviada em 14 de agosto de 2013
    A química entre os dois protagonistas diante de uma trama instigante, e uma atuação eficiente e inspirada de Spacey, tecem o interesse do espectador que não consegue cessar seu encanto com mais um personagem inesquecível que figura no universo do Drama psicológico. Esta sessão que dura um pouco mais de 90 minutos... nos conduz diante de uma análise atenta a uma viagem que reflete o tônus de uma subjetividade em busca de uma paz que nem sempre se é permitido resgatar na sanidade. E é exatamente nesta fronteira que permeia a alma deste belo filme.
    Rafael A.
    Rafael A.

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    5,0
    Enviada em 26 de maio de 2020
    Esse é um daqueles que quando lhe perguntarem quais filmes mais gostam, com certeza esse será mencionado. K-Pax foi feito de uma forma simples, bem a ver com a mensagem, somado a isso o estímulo a pensarmos mais sobre todo esse nosso universo e nossa relações. Vejam e quem for assistir a primeira vez agora, talvez se pergunte, porque não vi antes, como ninguém me indicou, penso eu, talvez porque agora é o momento adequado para você descobrir e refletir sobre esse excelente conteúdo tratado em K- Pax.
    Airton Reis Jr.
    Airton Reis Jr.

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    4,5
    Enviada em 17 de agosto de 2013
    E se você realmente se deparasse com uma presença alienígena, como é que você reagiria? Esse é o tema central de K-Pax, com excelentes atuações de Kevin Spacey e Jeff Bridges. Num dia qualquer de forma furtiva, impõe-se uma misteriosa presença, cujo caráter especial só é notado pelo veterano Ernie (Saul Williams), frequentador da estação de trem. Deparando-se com uma situação de violência cotidiana essa presença logo é classificada pelas autoridades como um demente, ao afirmar que tem origem em outro planeta. Enviado a um hospital psiquiátrico, Prot (Spacey) intriga o psiquiatra Mark (Bridges) por sua articulação e aparentemente vastos conhecimentos de astronomia, que são testados por “doutores na área” os quais pertencem ao seu círculo de convivência. No entanto, existe um paradoxo, pois o ser é fisiologicamente “apenas” um homem. Tratado como especial, pelos conhecimentos e articulação demonstrados por Prot, Mark envolve-se pessoalmente com o caso esforçando-se para determinar qual a história daquele homem, indo além da hierarquia psiquiatra-paciente, até que descobre um certo Robert Porter, vítima de uma tragédia pessoal e familiar. Então se emparelham múltiplos conceitos a serem absorvidos para os espectadores do filme: como poderia ser a nave de um ET? Um ET precisaria ter uma presença física? Somos nós mesmos os ETs? Qual é a relação entre a consciência e o nosso corpo? Qual é a nossa relação com as coisas, todos os seres e com o mundo? São todas questões primordiais e que mereceriam uma vida cada uma para serem totalmente entendidas, mas que o roteiro de K-Pax consegue sintetizar de forma brilhante e singela.
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