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O Exorcista
Média
4,2
1082 notas e 87 críticas
66% (57 críticas)
15% (13 críticas)
2% (2 críticas)
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87 críticas do leitor

Sílvia Cristina A.
Sílvia Cristina A.

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5,0Obra-prima
Enviada em 12/02/13

O que dizer sobre um dos mais temidos filmes de terror de toda a História do Cinema? Que é aterrorizante? Que suas imagens ficam impregnadas em nossos olhos e memória por muitos dias , semanas ou talvez um pouco mais de tempo? Com 40 anos de vida e a imagem envelhecida , "O exorcista" é mais que um marco na História da filmografia de terror; é uma obra que permanece atual e extremamente assustadora depois de tantos anos e de tantos outros filmes que pretenderam aterrorizar por meio de sofisticados efeitos especiais e cenas que poderiam fazer qualquer glutão ficar 24 horas sem apetite. Para iniciar a conversa , "O exorcista" apresenta uma boa história , que foi adaptada de um livro consistente e dramático. Por sua vez , o livro baseou-se em fatos reais. Embora o filme tenha se centrado nos aspectos assustadores do livro, deixando em segundo plano o lado mais dramático e profundo da obra literária , podemos perceber nitidamente alguns conflitos bem interessantes na versão cinematográfica , como a perda da fé do padre Karras ; seus dramas de consciência em relação à mãe falecida ( drama este muito bem usado pela legião demoníaca que possui Regan, uma doce menina de 12 anos). "O exorcista" fala sobre a culpa e a expiação dos pecados do mundo , por meio dos inocentes. Fala também sobre a descoberta da fé por meio de uma provação terrível: a mãe de Regan passa a acreditar e a confiar em Deus , o que indica que o Bem sempre ganha do Mal. A fé do padre Karras se reanima e ele executa um ato de extremo amor para defender a menina possuída. "O exorcista" também faz uma lúdica homenagem aos cinéfilos , por meio do personagem do policial que investiga a morte do cineasta, ocorrido na casa de Regan. Esta referência deve passar despercebida no meio de cenas horripilantes como o asqueroso vômito verde e a célebre virada de cabeça. Para os padrões da época , o filme caprichou nos efeitos visuais e contou com um elenco de peso. Apesar do tema poderoso de "O exorcista" , grande parte do medo que ele ainda desperta vem mais das imagens. "O exorcista" é um filme direto , sem grandes metáforas e extremamente visual. Se em "O bebê de Rosemary" , por exemplo, tememos mais o que não vemos nem ouvimos e sim o que imaginamos e deduzimos , em "O exorcista" o que nos assusta é o que vemos mesmo. É um filme muito mais sensorial que intelectual , diferentemente da obra-prima de Polanski. Independente da crença ou descrença de quem o assiste , é difícil ficar impassível diante desta obra que já se tornou um clássico do gênero.

Luan H.
Luan H.

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5,0Obra-prima
Enviada em 01/10/13

Otimo filme o melhor do gênero! Acaba com qualquer um filme de agora, poderiam fazer uma versão nova mais não mudando nada só os atores claro kkkkk enfim fica a dica

Marcos C.
Marcos C.

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5,0Obra-prima
Enviada em 19/09/13

É o único filme que tenho medo até quando lembro dele, uma obra de arte!

Sidney
Sidney

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2,5Regular
Enviada em 27/10/10

Na minha sincera opinião, esse é o único filme de terror que realmente vale apena assistir. Terror mesmo, fiquei com o filme na cabeça algumas semanas, não consegui dormir direito. FILMAÇO!RECOMENDO.

Alan M.
Alan M.

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5,0Obra-prima
Enviada em 05/04/15

Dono de uma das trilhas sonoras mais icônicas de todos os tempos, O exorcista, ainda provoca tensão e medo mesmo tendo sido realizado a mais de quarenta anos atrás, e é a prova viva de que terror bem feito é constituído por uma série de elementos bem construídos e não só uma colagem de sustos baratos como a maioria dos filmes atuais deste gênero apontam. O filme acompanha Chris MacNeil ( Ellen Burstyn ), uma famosa atriz de cinema, enquanto a sua filha começa a ser possuída por um tipo de entidade. Após tentar levar Regan ( Linda Blair ) a médicos e psicólogos e não conseguir nenhum resultado, Ellen decide realizar um exorcismo na menina, com a ajuda do pastor Karras ( Jason Miller ) e do pastor Merrin ( Max von Sydow ). Logo no primeiro plano do filme, um sol ocupando boa parte da tela, Uma imagem mística que remete a relação do homem com o sol e o endeusamento histórico deste astro. Vemos o quão forte, jovem e cru era aquele cinema do final dos anos 60 e inicio dos anos 70 e quão destemida era a geração encabeçada por Scorsese, Friedkin, Coppola e tantos outros E essa personalidade forte e distinta do cinema desta época me fez refletir sobre os filmes que são realizados atualmente. Filmes como Insurgente, produzido mais de quarenta anos depois de O Exorcista e que se recusa a exibir sangue em brigas ou uma cena de sexo. Não sabemos que as pessoas sangram ? Ainda temos vergonha de falar sobre sexo ? ... A obra de William Friedkin é de uma riqueza temática enorme. No filme, vê-se uma mulher forte que cria sua filha sozinha e administra a casa. Não há uma figura masculina para “tomar conta” da família, além disso, um padre que está perdendo a sua fé que é recuperada pela possessão, por alguma entidade, de uma menina de doze anos. E essa entidade, vem de um deserto remoto do iraque. Estes aspectos demonstram pensamentos presentes no inconsciente coletivo americano. O que pautava suas discussões, seus medos e angústias naquela época. A ameaça que vem de “fora”, mais precisamente do iraque, denota um medo crescente contra atentados e a segurança, bem como a aversão a imigrantes. Já a descrença corresponde a própria perda da fé católica e a concepção de que “Deus” é ruim. Um ser que se manifesta apenas em adversidades e nunca em ações benéficas. Deus, em O Exorcista assiste calado ao internamento e morte da mãe do padre Karras e a possessão de uma menina de doze anos é o que faz com que o padre volte a acreditar em “Deus”. O Exorcista se assemelha bastante a Bebê de Rosemary (Roman Polanski, 1968 ) e Psicose ( Alfred Hitchcock, 1960 ) criando uma atmosfera única que perdura durante o filme inteiro. E não só isso tem em comum com esses filmes, mas o próprio desenvolvimento do gênero terror deve, especialmente, a eles. A esta obra o aspecto sobrenatural, que tem em comum com Bebê de Rosemary, prevalece como o aspecto que é mais explorado pelo diretor. Esse ponto é realçado pela direção fantástica de Friedkin. Por rimas visuais, o diretor recorre, brilhantemente, ao simbolismo de cruzes e imagens de santos, bem como objetos específicos como o pingente de Chris e o amuleto do padre Merrin. Em uma cena, a personagem de Ellen Burstyn caminha pela rua quando avista duas freiras caminhando. Suas roupas brancas balançam com o vento, remetendo-nos a fantasmas. Ajudado pela monumental trilha sonora, este consegue ser um dos momentos mais estranhos e místicos do filme. Os enquadramentos e a composição de Friedkin são de uma beleza enorme. Em alguns planos abertos o diretor destaca a bela direção de arte, bem como os movimentos corporais dos excelentes atores. Chris MacNeil e Jason Miller trazem uma profundidade enorme aos seus personagens ao retrata-los com complexidade. Destaco a cena em que a entidade reproduz a voz da mãe, que acabara de falecer, do padre Karras. Percebe-se ali uma construção consciente e complexa de um personagem que se encontra divido em ajudar a garotinha, odiar o demônio e a saudade da mãe. E Chris, ao mesmo tempo em que é uma mãe forte e independente, veste sempre cores claras que demonstram o seu carinho e afeto com sua filha. E é talvez dai que venha uma curiosa interpretação que tive enquanto assisti a esta obra. Por ser a chefe da casa, algo que vai de encontro a sociedade patriarcal, a possessão de Regan, seja a punição. Para o imaginário coletivo daquela época ( ainda hoje ! ) uma mãe ser a chefe de família é errado e os acontecimentos aquela família são consequência disso. “ Um filme de terror não é feito de sustos baratos por aparições súbitas na tela ou aumento repentino de volume, mas sim de uma atmosfera misteriosa, uma história bem construída e personagens bem estruturados” Talvez seja essa a maior lição de O Exorcista e, ao mesmo tempo, a mais desrespeitada. Disso podemos, e devemos, refletir sobre como fazer terror e como está sendo feito terror. Nota – 5,0

Rick L.
Rick L.

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5,0Obra-prima
Enviada em 05/01/15

Clássico absoluto, mesmo após 40 anos segue atual e complexo! Nunca um outro filme superará O Exorcista em qualidade e grandiosidade!!

Ariane R.
Ariane R.

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5,0Obra-prima
Enviada em 08/11/14

Posso assistir 1000 vezes, que ainda sentirei medo... Pra mim sempre será o melhor filme de terror de todos!

Max
Max

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2,5Regular
Enviada em 24/07/10

Eate é o mais perfeito exemplo do UNICO filme de terror entre as dezenas que realmente me assustou. É uma obra-prima, verdadeiramente original,assusta até hoje, mesmo apos 25 anos. Simplismente perfeito. Só podia ser da Warner!

Senhor Ivan
Senhor Ivan

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5,0Obra-prima
Enviada em 06/01/13

-Filme revisto em 03 de Janeiro de 2016 -Nota 10/10 Não há como assistir,ou simplesmente em falar sobre "O Exorcista" e não lembrar dos curiosos fatos que aconteceram em volta das filmagens.A grande peça chave dessa atração.talvez seja o diretor William Friedkin.O diretor soube aproveitar ao máximo de cada um no elenco,e trouxe atuações memoráveis.Reza a lenda que ele mesmo chegava 'elétrico' nos sets,e cobrava muito empenho de todo o elenco.Dizem que ainda chegou a estapear Jason Miller.Sem contar que o estúdio era diariamente abençoado por um padre,e misteriosamente,oito profissionais envolvidos na filmagem morreram.Por esses casos,esse filme pode ser considerado um dos melhores filmes de terror já produzidos. A história pode ser dividida em duas partes totalmente diferentes.A primeira,podemos frisar a vida de mãe e filha.Onde são vistas diariamente muito felizes,mesmo sendo abandonadas pelo pai e marido.Chris (Eller Burstyn) é um conhecida atriz,que está em plena atividade,gravando mais um filme para a carreira.Regan (Linda Blair) uma amável garota,que ainda vive o espírito juvenil,daquelas que ainda sonha com principe encantado e o que vai ser quando crescer.Outro personagem interessante e fundamental é o de Jason Miller,que vive o Padre Karras,que começa a enfrentar problemas com sua mãe,que acaba tendo sonhos surreais a cada dia. A partir desses pontos e personagens,podemos apreciar a obra com muito medo e aflição na cena seguinte.Friedkin prepara o filme com perfeição de acordo com que a história vai se passando.O maior exemplo disso,são quando os problemas da jovem Regan vão se agravando.A cada nova maquiagem sobre Linda Blair,muda-se também a saturação do quarto onde são vividas as melhores cenas.Podemos ver também um ambiente mais escuro,que daí podemos ver alguns objetos escondidos no canto da tela,o que nos deixa abismado,se realmente aquilo é mostrado,ou se é coisa de nossa imaginação. Mesmo depois de tantos anos,"O Exorcista" é um filme para ser respeitado.Um dos pioneiros no gênero,e que agradou muito na época de lançamento.

I don't know .
I don't know .

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5,0Obra-prima
Enviada em 10/10/15

Clássico, esse filme marcou muito minha infância, levava cada susto. Fui assistir o filme esses dias novamente e achei no estilo comédia kkk é muito engraçado as falas, com uma trilha sonora épica, é só elogio esse filme, gosto muito !

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