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    Rosa e Momo
    Média
    3,7
    48 notas e 6 críticas
    distribuição de 6 críticas por nota
    1 crítica
    4 críticas
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    6 críticas do leitor

    Luiz Antônio N.
    Luiz Antônio N.

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    3,0
    Enviada em 14 de novembro de 2020
    Rosa e Momo” acompanha a relação entre Madame Rosa (Loren), uma sobrevivente do Holocausto que vive no litoral da Itália e trabalha como dona de uma creche, e Momo (o estreante Ibrahima Gueye), um adolescente de 12 anos sem teto que a roubou. o filme é uma regravação de um filme de 1977 que marca o retorno após 10 anos sem atuar de Sofia Loren no filme dirigido pelo seu filho com uma história muito bonita e emocionante que eu recomendo
    Kamila A.
    Kamila A.

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    4,0
    Enviada em 22 de novembro de 2020
    Baseado no livro escrito por Romain Gary, "Rosa e Momo", filme dirigido e co-escrito por Edoardo Ponti, nos conta a história das duas personagens que dão título à obra. Madame Rosa (Sophia Loren, que vem a ser mãe do diretor) é uma sobrevivente do Holocausto que abriga crianças órfãs - ou cujos pais não podem cuidar delas, naquele momento em particular - em troca de dinheiro. Já o menino Mohamed, ou Momo (Ibrahima Gueye), como ele prefere ser chamado, é um menino órfão de 12 anos, de origem senegalesa e que carece de uma maior orientação na vida. O destino destas duas personagens se unirá quando o Dr. Coen (Renato Carpentieri), que detém a guarda de Momo após o falecimento da mãe dele, entrega o menino para que Madame Rosa cuide dele, com a desculpa de que ele necessita de uma figura feminina em sua vida. Experiente, já responsável pela criação de outras duas crianças que se encontram a sua casa, Rosa logo percebe que, além de estabilidade emocional, o que Momo precisa mesmo é de alguém que pegue na mão dele e o ensine a viver, enfrentando as dificuldades com a cabeça erguida e tendo a consciência de que são elas que nos forjam como pessoas. "Rosa e Momo" não é um filme diferente de outros que abordam o mesmo tipo de história que assistimos aqui. A diferença está na simbiose que nascerá entre as duas personagens centrais. Ambos possuem muito em comum, principalmente as origens difíceis e a presença - e a sombra - da dor. Mais do que compreender as necessidades de Momo, o que Rosa o oferece é aquilo que faltou a ele em vida: a confiança, a solidez e o amor. Neste sentido, todos os elogios vão para as atuações de Sophia Loren (uma estrela do cinema, na acepção perfeita desta palavra) e do menino Ibrahima Gueye. Não se surpreenda, aliás, se este filme for indicado a alguns Oscars, principalmente o de Melhor Canção Original, com a belíssima "lo Si", interpretada por Laura Pausini e composta por Diane Warren (que tem 11 indicações nesta categoria em seu currículo).
    Crismika
    Crismika

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    4,5
    Enviada em 15 de dezembro de 2020
    Filme sensível ao abordar temas como holocausto, mal de alzheimer, transsexualismo, preconceito racial, drogas e outros temas com a volta para as telas da grande atriz Sophia Loren dirigida por seu filho, com um roteiro bem traçado, lindas cenas e uma história cheia de emoções. Enfim, um filme completo, recomendo a todos.
    Gabriel T.
    Gabriel T.

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    4,0
    Enviada em 3 de dezembro de 2020
    Tanto no cinema quanto na vida real, os protagonistas de Rosa e Momo são muito diferentes no que diz respeito à idade e fama. Contudo, essa diferença é praticamente impossível de se notar em relação à qualidade da ótima atuação de cada um dos dois. Inspirado em um romance escrito por Romain Gary, intitulado “A vida pela frente”, a obra é a segunda adaptação cinematográfica do livro e a primeira interpretação da atriz Sophia Loren em muitos anos. Sophia Loren é uma renomada atriz italiana, ganhadora de um prêmio Oscar pela sua carreira rica em performances memoráveis. A estrela do cinema interpreta Madame Rosa, uma senhora idosa que atuou na prostituição para se sustentar, e agora, em sua própria casa, cuida das crianças de outras mulheres que não tem com quem deixar os filhos. Além dessa longa e já difícil jornada, Madame Rosa enfrentou, em sua juventude, um dos maiores crimes cometidos contra humanidade, o Holocausto. Como uma sobrevivente judia do Holocausto, Madame Rosa tem poucos preconceitos em sua vida. Ainda assim, se faz muito relutante, no início, em prometer aceitar a estadia de Momo, interpretado pelo jovem Ibrahima Gueye. Ibrahima é um estreante em produções cinematográficas, porém, detentor de um enorme carisma digno de quem já é profissional no ramo. No papel de Momo, um jovem mulçumano refugiado do Senegal que vive pelas ruas Itália, o rapaz está sob os cuidados de um médico sem condições de continuar acolhendo-o. Após roubar e empurrar a senhora, Madame Rosa, o jovem Momo nem imagina que é ela quem Dr. Cohen, o médico que o acolhe, irá, com sucesso, tentar convencer a receber o jovem enquanto um novo abrigo e responsáveis são buscados. Em uma promessa movida a compensações financeiras para os cuidados do rapaz, Dr. Cohen firma a aceitação dos serviços por parte de Madame Rosa. Nessa abrupta união de figuras tão divergentes está o foco, os pontos positivos e negativos do roteiro. Em uma obra sobre o difícil e progressivo relacionamento entre um menino de rua cheio de energia e uma idosa sobrevivente do Holocausto, a produção dá pouca ênfase a cada um desses temas. Em um único momento da trama, detalhes emocionantes, porém, rasos do horror enfrentado por Madame Rosa são expostos, e Momo, nesse momento, parece nem saber do que o período se trata. Ainda tendo como objetivo principal a criação de afinidade e laços de afeto entre as duas figuras, o desenvolvimento das cenas não contribuiu o suficiente para reforçar com sutileza essa difícil tarefa entre os personagens. Em 1 hora e 34 minutos, o filme parece correr ou ser editado de tal forma que, em uma cena, o desafeto entre os protagonistas seja expressivo, e logo na outra, uma relação forçada de empatia e aceitação surja unindo os personagens. Esse breve clichê cinematográfico reduz o que poderia ser uma excelente produção. Contudo, não a reduz o suficiente para nos impedir de sentir e solidarizar com a situação dos envolvidos. Com deteriorações no estado de saúde de Madame Rosa, o triste pacto selado entre os novos amigos acarreta impactantes e inusitadas jornadas para o cumprimento da promessa e para a tentativa de manter permanente a vida e o carinho experimentado pelos dois. Rosa e Momo falha em convergir de maneira natural para o início da amizade entre seus personagens tão distintos, mas nem por isso deixa de acertar na continuidade do desenvolvimento dessa relação. Da mesma forma, essa bela produção falha muito menos no ar elegante e carismático de suas interpretações, se não dizendo que é impecável nesse fato.
    Vitor S
    Vitor S

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    5,0
    Enviada em 21 de novembro de 2020
    Achei o filme muito bom! A relação da iluminação e das cores com os personagens é muito bem construída, além da trilha sonora muito agradável (com direito a música brasileira). Um filme simples, que aborda muito temas, mas que mostra a sensibilidade das pessoas no entorno do menino. Recomendo!
    Nenê
    Nenê

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    4,5
    Enviada em 18 de fevereiro de 2021
    Amei. Linda história, trilha sonora primorosa, atuação do garoto Momo sensacional. Filme ágil, envolvente. Só me incomodou um pouco a animação de arte da cena da leoa que aos meus olhos, não ficou perfeita. No entanto, não comprometeu a beleza do filme. E a última cena, ao som de Laura Pausini foi muito emocionante.
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